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Morre o colunista Gilberto Amaral

terça-feira, 12 de julho de 2022

 Colunista social mais antigo do país faleceu aos 87 anos

Gilberto Amaral. Foto: César Rebouças

Colunista social mais antigo do país, o jornalista Gilberto Amaral faleceu às 17h35 desta terça-feira, aos 87 anos. Gilberto vinha enfrentando problemas de saúde após sofrer uma queda em casa, estava internado na unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital particular de Brasília há algumas semanas e acabou não resistindo. Marcelo Amaral, filho do colunista, confirmou o falecimento ao Jornal de Brasília.

Mineiro de São Sebastião do Paraíso, Gilberto veio à capital do país em 1960 a convite de Juscelino Kubitschek, que vinha a se tornar seu padrinho de casamento. Tinha boa relação com diversos presidentes da República, como Fernando Collor e Costa e Silva. No governo deste último, chegou a conhecer a rainha Elizabeth, da Inglaterra. Em uma visita da monarca a Brasília, todos os repórteres presentes se organizaram em filas para beijar a mão de Elizabeth, que, no entanto, rapidamente reparou em Gilberto e começou a papear com o jornalista.

Gilberto publicava suas colunas no Jornal de Brasília, com informações em primeira mão sobre política e outros temas, até o ano passado, quando se aposentou. Lia Dinorah assumiu a página. Em entrevista no ano passado, O jornalista relembrou a passagem pelo veículo. “Minha experiência no JBr foi muito boa. É um jornal que cresceu muito nos últimos anos e, hoje, é o mais lido da capital.”Colunista social mais antigo do país, o jornalista Gilberto Amaral faleceu às 17h35 desta terça-feira, aos 87 anos. Gilberto vinha enfrentando problemas de saúde após sofrer uma queda em casa, estava internado na unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital particular de Brasília há algumas semanas e acabou não resistindo. Marcelo Amaral, filho do colunista, confirmou o falecimento ao Jornal de Brasília.

Mineiro de São Sebastião do Paraíso, Gilberto veio à capital do país em 1960 a convite de Juscelino Kubitschek, que vinha a se tornar seu padrinho de casamento. Tinha boa relação com diversos presidentes da República, como Fernando Collor e Costa e Silva. No governo deste último, chegou a conhecer a rainha Elizabeth, da Inglaterra. Em uma visita da monarca a Brasília, todos os repórteres presentes se organizaram em filas para beijar a mão de Elizabeth, que, no entanto, rapidamente reparou em Gilberto e começou a papear com o jornalista.

Gilberto publicava suas colunas no Jornal de Brasília, com informações em primeira mão sobre política e outros temas, até o ano passado, quando se aposentou. Lia Dinorah assumiu a página. Em entrevista no ano passado, O jornalista relembrou a passagem pelo veículo. “Minha experiência no JBr foi muito boa. É um jornal que cresceu muito nos últimos anos e, hoje, é o mais lido da capital.”

“Trabalhei nas melhores emissoras de TV e de rádio do Brasil, assim como nos melhores jornais do país. O que mais eu posso querer? Nada. Eu construí no Brasil e no mundo, um nome respeitado. Vivi experiências únicas e conheci lugares que talvez outra profissão não me proporcionaria”, pontuou na ocasião.

Gilberto Amaral faria 88 anos no próximo dia 17. Ele deixa a esposa Mara Amaral, com quem foi casado há mais de 60 anos, além dos filhos Rodrigo, Bernardete e Marcelo Amaral. O velório será nesta quarta-feira (13), às 13h30, na capela 9 do cemitério Campo da Esperança (Asa Sul); o sepultamento está marcado para 16h na Ala dos Pioneiros.

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