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Escolha do vice de Ibaneis ainda pode sofrer reviravoltas no tabuleiro eleitoral

quinta-feira, 28 de abril de 2022

 

Por Delmo Menezes

Muito se fala sobre a candidatura da ex-ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, após ter seu título transferido para o Distrito Federal. Uns afirmam que a ex-ministra deverá mesmo sair candidata ao Senado pelo Republicanos. Outros juram de pé juntos, que Damares vai disputar uma vaga na Câmara dos Deputados e ainda há os que afirmam que ela deverá pleiteiar a vice de Ibaneis. Nos bastidores, o movimento é visto como pressão para Flávia Arruda (PL) ceder a vaga da primeira suplência de sua chapa para o Republicanos.

O que está em jogo

Na realidade, o que está por de trás disso é a disputadíssima vaga a vice-governador na chapa de Ibaneis. Desde 2020, o Republicanos em reunião com sua cúpula tendo a frente o deputado e presidente da legenda Marcos Pereira, tem sinalizado que a vice-governadoria no DF deveria ser dos evangélicos. Só que nesse caso no entendimento dele, o escolhido seria um representante dos Republicanos, partido que é ligado a Igreja Universal do Reino de Deus.

No balão de ensaio, o Republicanos lançaria com “pompas” o nome de Damares para o Senado, para fazer com que a deputada Flávia Arruda pressione Ibaneis e fazer com que ele aceite o vice “evangélico” dos Republicanos.

Um nome que hoje figura como o grande preferido de Ibaneis é o do empresário e ex-governador Paulo Octávio. O empresário tem afirmado em rodas de conversas que pretende disputar uma vaga ao Senado. Na realidade, Octávio quer mesmo ser vice de Ibaneis ou lançar sua esposa, Anna Christina Kubitschek, neta do fundador de Brasília.

Não podemos esquecer que o atual vice-governador Paco Britto (Avante) tem sido fiel escudeiro de Ibaneis, e não tem pretensões de se lançar daqui há 04 anos ao GDF. Paco quer continuar como vice e seu nome tem sido constantemente elogiado pelo governador.

Outros nomes

O lançamento de outras pré-candidaturas ao Senado, tem como pano de fundo, se cacifarem para conseguirem uma suplência ou mesmo fazer bonito na disputa majoritária, para no segundo turno tentar uma negociação com os candidatos ao GDF.

Outro imbróglio que terá que ser resolvido, é a candidatura do pastor Egmar Tavares (Republicanos). O pastor da Assembleia de Deus do Gama tem marcado seu posicionamento para ser o suplente de Flávia Arruda (PL), caso a ex-ministra venha mesmo disputar o Senado.  O problema é que a vaga está acertada com o empresário Fernando Marques, dono da União Química, filiado ao PP no DF. Importante ressaltar, que o presidente do Republicanos no DF, Wanderley Tavares, é irmão do pastor Egmar Tavares.

O governador Ibaneis Rocha tem afirmado em suas entrevistas que a escolha do vice em sua chapa será mais para frente, ou seja, no limite do que a legislação permite.

Pode haver surpresas? A resposta é sim. Na realidade, esta eleição está sendo jogada como um jogo de xadrez. Cada um esperando a movimentação do outro. A escolha do vice tanto de Ibaneis como de outros pré-candidatos ao GDF pode sim passar por um evangélico, porém de um nome que realmente represente o segmento. Os pré-candidatos ao GDF com certeza sabem disso.

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Da Redação do Agenda Capital

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DIAGNÓSTICOS MAIS RÁPIDOS E CONFIÁVEIS

 

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) dará início, em setembro de 2022, à realização de exames de ressonância magnética – auxílio importante no tratamento de doenças degenerativas neurológicas, tumores em geral e encefalites, entre outras doenças. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, visitou as futuras instalações da ressonância na terça-feira (26/04/2022).

Durante a visita, o governador foi acompanhado pelo secretário de Saúde, Manoel Pafiadache o secretário de governo do DF, José Humberto, e o secretário de Justiça e Cidadania, Jaime Santana, além do vice-presidente Corporativo do Banco do Brasil, Enio Mathias; da presidente da Abrace, Maria Ângela Marini; e da presidente do Conselho de Administração do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), Glória Guimarães. O presidente do Icipe, Francisco Duda, e a superintendente executiva do HCB, Valdenize Tiziani, recepcionaram os visitantes.

A oferta de ressonância magnética no HCB é mais um passo do Hospital em busca da melhor assistência em saúde a crianças e adolescentes que precisam de cuidados terciários. A estimativa é de que, com o equipamento instalado e a nova equipe treinada, até 330 crianças sejam atendidas por mês.

“O Hospital já presta um excelente serviço, com qualidade excepcional; com a implantação dessa ressonância magnética, vamos melhorar cada vez mais o atendimento. Aqui não é só um hospital, é um centro de excelência que deve ser reconhecido assim por todos e onde as crianças fazem seus tratamentos com alegria, o que é muito importante para todos nós”, afirmou o Ibaneis Rocha.

O aparelho utilizado para os exames (foto acima) foi adquirido em março e é um equipamento apropriado para casos graves e complexos, que gera imagens de alta resolução – possibilitando diagnósticos mais confiáveis. Fabricado pela empresa Philips, ele realiza os exames até 50% mais rápido, gerando agilidade nos atendimentos e proporcionando mais conforto a quem passa pelo procedimento.

Segundo o secretário de Saúde do DF, o novo equipamento é importante em uma unidade de saúde que, além de ser acreditada, se dedica a ensino e pesquisa. “Evidentemente estamos em um hospital que é um dos ícones em excelência na área de saúde na rede. mais de 3.500 serão atendidas anualmente com esse equipamento, colocando o diagnóstico muito mais preciso e facilitando o tratamento dessas crianças.”, disse Pafiadache.

verba empregada na compra é proveniente de um projeto apresentado pela Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace) ao Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente (CDCA), da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) do DF, em 2016. Em outubro de 2021, após a liberação de nove milhões e meio de reais, teve início o processo de compra.

O novo equipamento complementa o setor exames de imagem do HCB, que já inclui raio-X e tomografia computadorizada. A expectativa é que, com o novo exame disponível, a demanda para uso do tomógrafo diminua – no entanto, o Hospital continuará a realizar tomografias nos casos em que há indicação. Enquanto o tomógrafo é recomendado quando há necessidade de visualizar estruturas ósseas e realizar reconstruções 3D, a ressonância magnética é indicada para visualização de partes moles e doenças musculares e do sistema nervoso. 

 

Texto: Maria Clara Oliveira
Fotos: Messala Ciulla

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Ailton Miranda anuncia pré-candidatura

quarta-feira, 27 de abril de 2022

 


Ailton Miranda, pré-candidato a deputado distrital pelo PTB-DF, realizou o lançamento da sua pré-campanha na noite desta terça-feira, dia 26/04.

O evento aconteceu na cidade do Gama, com a presença de amigos e apoiadores e do pré-candidato a deputado federal Virgílio Neto. Cerca de 300 pessoas participaram do lançamento.





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Governador Ibaneis entrega 223 escrituras para igrejas e entidades assistenciais

 Gestão beneficia igrejas e entidades assistenciais. Número de escrituras representa um aumento das regularizações nos últimos nove anos

Foto: Renato Alves / Agência Brasília

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), usou as redes sociais para tratar sobre a regularização dos templos no DF. Em sua conta do Twitter, Ibaneis afirmou que entregou 223 escrituras públicas para igrejas e entidades assistenciais.

“Isso demonstra nosso compromisso com a legalização no DF. Antigamente, as entidades viam seus processos caminharem lentamente, mas estamos mudando essa realidade”, declarou.

Em três anos de gestão, o governo entregou 223 escrituras públicas a entidades religiosas e assistenciais, marca superior aos últimos nove anos, quando 190 escrituras foram entregues, de 2009 a 2018.

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Brasília Shopping celebra 25 anos com a presença de autoridades

 

Empresário Paulo Octavio recebe o governador Ibaneis Rocha
  • O Brasília Shopping brindou seus 25 anos em grande estilo, recebendo convidados em seu rooftop. A festa contou com a presença do idealizador do empreendimento, Paulo Octávio, além do governador Ibaneis Rocha, empresários e formadores de opinião da cidade. Uma exposição em mapping, que conta a história do shopping, também marcou a celebração.
Claudia Pereira e a mãe Wilma
  • Arte, música e gastronomia compõem a experiência no rooftop do Brasília, aberto ao público de 20 de abril a 21 de maio. Além de abordar a construção do shopping e seus eventos emblemáticos, a mostra homenageia Ruy Ohtake. Os visitantes podem ainda desfrutar de sushis, drinks e uma seleção especial de rótulos de vinhos no lounge bar do restaurante Vasto.
André Octavio Kubitschek, Geraldo Mello e Gilberto Azevedo
  • Em sua campanha de aniversário, o centro de compras homenageia a identidade brasiliense por meio de peças desenvolvidas por artistas da cidade. O processo artístico das obras também faz parte da exposição. “A exposição celebra a essência do shopping e da cidade: a ousadia estética e a pluralidade”, disse a gerente de Marketing do local, Renata Monnerat.
Maíra Gadelha e Renata Monnerat
  • “O Brasília Shopping foi um marco histórico no segmento. A arquitetura inovadora do saudoso Ruy Ohtake destacou-se na paisagem e ele tornou-se uma referência também por ser um espaço que atende bem a vida intensa da Asa Norte. Construí-lo e administrá-lo é um prazer para todos nós”, disse Paulo Octavio ao lado governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha.

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Ibaneis completa chapa até julho

 “Só concorreria à reeleição se tivesse boa aceitação, o que agora constatamos que existe e é confirmada pelas pesquisas”


O governador Ibaneis Rocha espera que até julho sua chapa majoritária esteja completa, com a indicação de um vice. Pode até ser o atual, Paco Britto, de quem Ibaneis diz não ter “nada a reclamar”, pois “foi um excelente vice”. Acha, porém, que a escolha depende de uma composição das forças políticas que o apoiam. “Devem reunir-se, como já fizeram uma vez e conversar para que possamos fazer uma chapa com a cara de Brasília”, explica. O governador não deixa de fazer uma comparação com sua eleição em 2018. “Da outra vez, ninguém queria a vice, pois só tínhamos 1% das intenções de voto, mas agora não”, comenta. Afinal, explicava Ibaneis na manhã desta terça-feira, logo antes de visitar as obras de instalação de ressonância magnética no Hospital da Criança, “só concorreria à reeleição se tivesse boa aceitação, o que agora constatamos que existe e é confirmada pelas pesquisas”.

Bolsonaro quer fazer senadora

Ibaneis reconhece que existe um problema de acomodar as candidaturas já lançadas das ex-ministras Flávia Arruda – sua companheira de chapa oficial – e Damares Alves. No entanto, é otimista quanto a isso. Acredita que as duas têm consciência da situação e se entenderão. Afinal, diz, “o que o presidente Bolsonaro quer é eleger uma senadora pelo Distrito Federal e isso se fará”.

Projetos em vista

Antecipando planos que serão mostrados na campanha, Ibaneis diz que há muito a crescer na infraestrutura e que é preciso repaginar a cidade. Ele mesmo completou obras de governos anteriores e recuperou o patrimônio da cidade. “Encontrei um viaduto no chão, tive de recuperar as tesourinhas, estamos fazendo o mesmo na Ponte Costa e Silva, como faremos na Ponte JK”, enumera. Agora há novos bairros a serem criados, como o Taquari 2, junto à Torre Digital, ou o Jóquei. O governador cita como prioridades também a saúde, “onde há muito a fazer”, e a educação, onde lembra a organização do contra-turno escolar, em especial o contra-turno digital.

Superlotação senatorial

Caso vá adiante a candidatura da ex-ministra Damares Alves à cadeira brasiliense em jogo no Senado, haverá uma superlotação na corrida. Já são quatro os nomes colocados: Flávia Arruda, pelo PL, Paula Belmonte, no Cidadania, Paulo Octávio, no PSD, e muito provavelmente Gim Argello, já no Pros. Ainda por cima, Flávia, Paulo Octávio e Gim concorrem por partidos que integram a chapa do governador Ibaneis Rocha, assim como o Republicanos, de Damares. Surgiria assim uma aberração, chapa com uma cabeça, o governador Ibaneis, e quatro candidatos a senador. Essa aglomeração teria ainda um efeito colateral, o lançamento pelo PT da deputada Érika Kokay, que tem sido desaconselhada a concorrer, mas que certamente se encorajará ao constatar a divisão de votos entre os adversários. Haverá ainda outras candidaturas, pois a federação liderada por Keka Bagno ao Buriti, pelo PSOL, abrirá espaço para um nome da Rede ao Senado.

Não deixou por menos

No evento de seu lançamento, na noite da segunda-feira, 25, Damares não deixou por menos. Avisou: “desafio aceito, mas não aceito apenas para compor uma chapa, mas para ganhar a eleição, quando for candidata, e para ser a primeira mulher presidente do Senado”. Não pode se queixar do tratamento dado pelo Republicanos. Apareceram por lá o presidente regional Wanderley Tavares, o deputado federal Julio Cesar Ribeiro, o distrital Martins Machado e até a nova ministra da Mulher, Cristiane Britto, que assumiu a pasta no lugar de Damares e também está filiada ao Republicanos. Ou seja, embora faça permanentes juras de apoio a Ibaneis, o partido endossou com força a ex-ministra.

Bagunçar o jogo

Por essas e outras é que a candidatura de Damares convive com duas interpretações. Pela primeira, ela seria um balão de ensaio do Republicanos para ampliar sua fatia em futuro governo, tanto nacional como principalmente local. O Republicanos já fez promessas públicas de apoio à reeleição de Ibaneis, em reuniões de que participaram inclusive dirigentes da Igreja Universal do Reino de Deus, mostrando que a coisa é séria. Funcionaria, por exemplo, como pressão para Flávia ceder a vaga da primeira suplência de sua chapa para o Republicanos (hoje é do PP) e Flávia deverá ser candidata ao Buriti daqui a quatro anos. Ou mesmo para o partido fazer um vice, pois Ibaneis deve concorrer ao Senado e seu companheiro de chapa assumiria o Buriti. Pela segunda interpretação, Damares seria um cavalo de Tróia, abrindo caminho para criação de uma nova chapa, ultrabolsonarista, rachando a base de Ibaneis com objetivo de abrir um palanque exclusivo para o presidente no Distrito Federal. De qualquer forma, tem tudo para bagunçar o jogo.

Deputado admite candidatura avulsa

Liderança do Republicanos e deputado brasiliense, Julio Cesar Ribeiro defende a indicação de Damares e admite a possibilidade de que a ex-ministra concorra como candidata avulsa. Ele reitera que o Republicanos já manifestou apoio à reeleição de Ibaneis Rocha, em decisão referendada pelas direções nacional e regional, devendo manter a postura até a eleição. Argumenta, porém, que Damares tem toda a legitimidade para pleitear o cargo, assim como Flávia Arruda ou mesmo Paula Belmonte. Diz, porém, que seu simples lançamento indica que “há sinalização do presidente Bolsonaro”. Julio Cesar acha até que existe “aproximação maior de Bolsonaro de Damares do que de Flávia Arruda”. Aposta, porém, que haverá um consenso, pois as ex-ministras “podem até ser adversárias no campo político, mas não inimigas”.

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As alternativas

Julio Cesar Ribeiro acredita que haverá tempo para encontrar uma solução, pois as chapas só deverão ser decididas por volta de 30 de julho, já no período das convenções. Vê duas alternativas para isso. A primeira será fazer uma chapa só de governo. “O Ibaneis será o candidato a governador de qualquer forma, enquanto o Senado é uma construção”, explica. A segunda seria o lançamento de uma candidatura avulsa, em que uma das candidatas seria inscrita na chapa e a outra concorreria de forma avulsa, embora no mesmo campo político. “O partido está comprometido, no plano nacional e regional; aqui temos chances de fazer três distritais, dois deputados federais e uma senadora, portanto não podemos abrir mão disso”, calcula Julio Cesar.

De armas nas mãos

Candidata ao Buriti pelo PDT, a senadora brasiliense Leila Barros avançou de vez no espírito oposicionista. Aproveitou sessão de homenagem ao aniversário da Universidade de Brasília para abrir fogo contra o governo. “Estamos atravessando um período”, disparou, “onde o fanatismo, o negacionismo e as fake news tentam se contrapor à ciência, ao progresso e ao conhecimento, mas o mundo não pode retroagir para a ignorância e o obscurantismo”. Por isso, concluiu, “é tão importante celebrar os 60 anos da Universidade de Brasília, instituição que carrega em sua história o pioneirismo, a resistência, a inovação e o sucesso”.

E a reeleição vai ficando

Quando as excelências não querem alguma coisa, mesmo que de público digam o contrário, acham múltiplas formas de torpedeá-las, sob o mais absoluto silêncio. Em 2015, o senador José Antônio Reguffe, recém-eleito pelo Distrito Federal, apresentou proposta de emenda constitucional acabando com o instituto da reeleição, promessa de dois presidentes da República que seria depois endossada por mais um, o atual. A emenda, batizada como PEC 3 de 2015, foi colocada no site do Senado e recebeu o apoio de 424 internautas, com rejeição de apenas 11. Só que, nos sete anos seguintes, a emenda circulou apenas pelas gavetas. Nunca foi designado um relator. Em compensação, passou a tramitar em conjunto com outras cinco, que propõem mais ou menos a mesma coisa. Claro, nenhuma das seis andou – todo mundo no Congresso sabe que, quando não se quer a aprovação de um projeto, propõe que seja apensado a outro. Acaba de acontecer mais uma vez.

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Identificado suspeito de espancar e ameaçar adolescente de 14 anos no DF

segunda-feira, 25 de abril de 2022

Identificado como Victor de Sales Batista, 27, o suspeito de agredir o jovem deve comparecer à 11ª DP, da região, para prestar depoimento sobre o caso nesta segunda-feira (25/4)

Victor de Sales Batista, 27 anos, é acusado de espancar jovem, de 14, no Núcleo Bandeirante, na tarde de sábado (23/4) -  (crédito: Reprodução/Redes socais)Victor de Sales Batista, 27 anos, é acusado de espancar jovem, de 14, no Núcleo Bandeirante, na tarde de sábado (23/4)

O homem que espancou um adolescente, 14 anos, em uma quadra de esportes do Núcleo Bandeirante, no sábado (23/4), foi identificado pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), na tarde desta segunda-feira (25/4). Victor de Sales Batista, 27, deve comparecer à 11ª DP, da região, para prestar depoimento sobre o ocorrido. 

  • Victor de Sales Batista, 27 anos, é acusado de espancar jovem, de 14, no Núcleo Bandeirante, na tarde de sábado (23/4)Reprodução/Redes socais
  • Victor de Sales Batista, 27 anos, é acusado de espancar jovem, de 14, no Núcleo Bandeirante, na tarde de sábado (23/4)Reprodução/Redes socais
 

Logo depois, será oficializado o encaminhamento do caso ao Poder Judiciário para julgamento do acusado. Até a publicação desta reportagem, o suspeito não havia chegado à unidade policial. Em depoimento prestado na 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), o adolescente, 14 anos, contou à Polícia Civil que o agressor o havia ameaçado outras vezes e sempre falava que “não ia com sua cara”. A ocorrência foi registrada como lesão corporal, injúria, ameaça e crimes praticados contra criança e adolescente.

Mãe pede justiça 

"Quero que a justiça seja feita". Essa é a frase de protesto da cuidadora de idosos Vera, 44 anos, mãe do adolescente, de 14, espancado pelo vizinho Victor de Sales Batista, 27, em uma quadra de esportes do Núcleo Bandeirante, na tarde de sábado (23/4).

Em em entrevista ao Correio nesta segunda-feira (25/4), a moradora da região pede seriedade com a investigação do caso que envolve o menor de idade. Uma semana antes, Vera, que não quis informar o sobrenome, conta que o vizinho xingou e ameaçou o filho dela. "Ele estava xingando meu menino porque estava incomodando, dizendo que o menino fica assoviando", relata.

 Em seguida, ela ouviu do vizinho uma ameaça de morte contra o filho. "Se você não matar ele, quem vai matar ele sou eu, dizendo que não tem medo de polícia", relembra. Vera diz que ficou a marca do sapato nas costas do filho. "O meu menino é uma criança normal, que gosta de brincar", defende a mãe do adolescente.

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"Da próxima vez vou te matar", disse homem que espancou adolescente

Em depoimento, o menino, 14 anos, relatou à polícia que já havia sido ameaçado pelo homem. O caso é investigado pela PCDF como lesão corporal, injúria e ameaça

No chão e sem reagir, adolescente é agredido por homem no Núcleo Bandeirante -  (crédito: Reprodução)No chão e sem reagir, adolescente é agredido por homem no Núcleo Bandeirante 

Em depoimento prestado na 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), o adolescente, 14 anos, espancado por um homem, 27 anos, em uma quadra de esportes, contou à polícia que o agressor o havia  ameaçado outras vezes e sempre falava que “não ia com sua cara”. Vídeo gravado por testemunhas flagraram a agressão, que ocorreu na tarde de sábado (23/4) (veja a filmagem abaixo).

O adolescente relatou que jogava bola com alguns amigos na quadra atrás de uma igreja, na 3º Avenida, na Vila Divinéia, no Núcleo Bandeirante. Por volta das 16h30, Victor de Sales Batista teria se aproximado e dito: “E agora? Você vai correr? Você não disse que não sou seu pai?”. Logo depois, segundo o menor, o agressor desferiu o primeiro soco no rosto dele.

A cena de violência foi acompanhada por pessoas que estavam na quadra. Na filmagem, é possível ouvir os gritos: “Ajuda, ajuda”, disseram as testemunhas. Caído no chão, o adolescente foi espancado com chutes, xingado e ameaçado. “Da próxima vez vou te matar”, disse Victor, segundo o menino. Após as agressões, o suspeito fugiu do local caminhando tranquilamente e zombando da situação.

A Polícia Militar do DF (PMDF) foi acionada e, no momento em que os policiais chegaram ao local, encontraram o adolescente ferido. Os PMs chegaram a patrulhar a área para tentar localizá-lo, mas sem sucesso. O adolescente e a mãe foram conduzidos à 11ª Delegacia de Polícia (Núcleo Bandeirante), onde prestaram depoimento. O menino também passou por exame de corpo delito no Instituto Médico Legal (IML). O caso é investigado pela PCDF como lesão corporal, injúria e ameaça.


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“Qualquer um fala o que quer”, diz coronel Vasconcelos sobre ataques de Fraga

sábado, 23 de abril de 2022
Coronel Vasconcelos contou sua história de vida. Filho de nordestinos  chegou ao topo da carreira na PM-DF e agorta pretende ser deputado federal- Créditos: Foto Hs. SOUZA -DFMobilidade

Coronel Vasconcelos contou sua história de vida. Filho de nordestinos chegou ao topo da carreira na PM-DF e agorta pretende ser deputado federal- Créditos: Foto Hs. SOUZA -DFMobilidade

O militar concedeu entrevista ao portal DFMobilidade 

O ex-comandante da PM-DF, Márcio Vasconcelos contou sua história vencedora até chegar ao mais alto comando militar da corporação. Ele liderou a Polícia Militar do DF de abril de 2021 a abril de 2022.

Perguntado sobre “largar” o Comando e decidir  disputar um cargo eletivo o militar respondeu com outra pergunta: “Por que não?”, destacando que nos últimos dois meses a construção de uma candidatura que representa a corporação na Câmara dos Deputados foi viabilizada com estudo e maturidade.

 Com formação em Direito e Educação Física, o novo Comandante Geral tem mais de 28 anos de serviço e é especializado em Ciências Policiais e em Gestão Estratégica de Segurança Pública. Atuou no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, no comando do 3º Batalhão da PMDF além de Coordenar Eventos e Atividades Especiais da SSP/DF.

O ex-comandante-geral, coronel Márcio Cavalcante Vasconcelos, pediu exoneração do cargo a fim de concorrer nas eleições deste ano. A intenção é disputar uma vaga na Câmara dos Deputados.

Sobre uma proposta de melhorias para os militares, ele disse que já começou a fazer quando era comandante. “Nós fizemos uma proposta de reestruturação”, esclareceu.

Sobre o porte e a posse de arma, Vasconcelos disse que sua opinião pessoal é: “Todo cidadão tem o direito de se defender”, disse e completou que os requisitos da lei sejam preservados. Ele ainda afirmou que o problema em armar a população são as armas sem o devido registro.

Questionado sobre os ataques e criticas do ex-deputado federal Alberto Fraga ele disse que ” Qualquer uma fala o que quiser. A renovação não depende de mim o que cabe a mim é colocar o meu nome a disposição”.

Não há o que se falar ou criticar a segurança pública no governo de Ibaneis Rocha. “É só pegar os números”. O número de homicídio na DF é o melhor nos últimos 42 anos.

Ainda sobre as criticas o militar reforçou: “A única forma de derrubar as críticas infundadas é falando a verdade, mostrando a verdade”. Destacou.

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Chapa Ibaneis Rocha/Paulo Octávio pode virar realidade

 

Em entrevista ao Correio Braziliense ontem, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) fez a seguinte afirmação sobre seu atual vice, Paco Britto: “O que eu posso dizer, em relação ao Paco, é que ele foi um grande companheiro ao longo desses três anos.”

Com essa afirmativa, fica claro que Ibaneis não terá mais Paco Britto (AVANTE) como seu vice, e que se abre o leque para conversas com outras siglas que compõem a base de apoio do governo. Paco não conseguiu fazer uma nominata de peso, fato que enfraqueceu seu partido no DF. Sem votos e com o partido fragilizado, não será mais vice de Ibaneis.

Ainda na entrevista, Ibaneis já revela como está a composição da chapa majoritária: Ele, candidato à reeleição ao GDF, Flávia Arruda (PL) candidata ao Senado, tendo o empresário dono da União Química, Fernando Queiroz (PP) como primeiro suplente.

E se depender de um novo vice, que tenha um grande partido, recursos e votos, o nome mais cotado é do empresário, ex-deputado federal, ex-senador e ex-vice-governador do DF Paulo Octávio.

Aliados de Ibaneis ouvidos pelo Blog afirmaram que Paulo Octávio é presidente do PSD no DF (o partido tem três distritais na CLDF) e  reconhecido articulador político na cidade, além de ser bastante conhecido e querido por onde passa.

O fato é que a possível chapa Ibaneis/PauloOctávio já incomoda adversários e movimenta os bastidores da política local.

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Ato de Bolsonaro leva impasse ao STF, que foca Daniel Silveira inelegível

 Cogitada, a ideia de uma resposta imediata perdeu força frente à constatação de que alimentaria o clima de tensão com Bolsonaro

Foto: Reprodução/Agência Brasil

Os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) avaliam o momento adequado para reagir ao indulto da graça concedido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) ao deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ).

O benefício foi concedido por meio de um decreto 24 horas após o tribunal, por ampla maioria, condenar o parlamentar por ataques verbais e ameaças a integrantes da corte.

Cogitada, a ideia de uma resposta imediata perdeu força frente à constatação de que alimentaria o clima de tensão com Bolsonaro. Para alguns dos ministros, o foco é assegurar que pelo menos as penas de perda de mandato e de direitos políticos impostas ao deputado vinguem.

Há, no entanto, preocupação de que o episódio gere sensação de impunidade e percepção de que o presidente da República tem mais poder que o Supremo. O ato de Bolsonaro pegou ministros de surpresa. Nenhum dos 11 ministros se manifestou publicamente desde a publicação do decreto.

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Malafaia diz que Mendonça envergonha o povo evangélico e chama Moraes de cretino

sexta-feira, 22 de abril de 2022

 O pastor Malafaia afirmou que está decepcionado com o ministro André Mendonça, do STF, por dar um dos votos que condenou Daniel Silveira

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O pastor Silas Malafaia afirmou que está “terrivelmente decepcionado com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), por ter dado um dos votos que condenou o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) a 8 anos e 9 meses de prisão por atacar a democracia e incitar ataques contra integrantes da Corte.

Em vídeo publicado no YouTube, Malafaia disse que Mendonça “envergonha o povo evangélico”. “Terrivelmente decepcionado com o ministro André Mendonça, que se rende ao ditador da toga e envergonha o povo evangélico. … Você foi chamado para cumprir a Constituição (caput do art 53 da CF), não tem saída nem para você e os outros 9 ministros do STF. VERGONHA TOTAL!”, criticou Malafaia no vídeo e em postagem no Twitter.

Ele também concentrou ataques no ministro Alexandre de Moraes, relator do processo contra Silveira. O pastor disse que Moraes lidera uma “ditadura da toga” e chamou o ministro de “cretino e desgraçado”. Ele ainda acusou o STF de fazer um “tribunal de exceção” e classificou a condenação como inescrupulosa.

“Nós não temos um Supremo Tribunal Federal. Temos um tribunal de exceção, comandado por Alexandre de Moraes, que coloca 9 ministros de joelho, rasgando sistematicamente a Constituição brasileira. Ditador cretino, desgraçado. Condenação inescrupulosa, que mancha o Judiciário brasileiro… Vocês livraram Lula, que comandou o maior esquema de corrupção da história política do Brasil. Que vergonha!”, afirmou, em tom de revolta.

Malafaia foi um dos principais defensores da indicação de Mendonça ao STF, após Bolsonaro prometer que colocaria na Corte um “ministro terrivelmente evangélico”. Também indicado por Bolsonaro, Kassio Nunes Marques recebeu elogios do líder religioso por ter sido o único a votar pela absolvição de Silveira. “Parabéns ministro Kassio Nunes, terrivelmente você me representa”, disse.

Após cobranças de bolsonaristas, o ministro foi às redes sociais hoje justificar o voto. Mendonça defendeu que ele, “como cristão,” não poderia “endossar comportamentos que incitam atos de violência contra pessoas”.

O pastor também não poupou os presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), chamando-os de “covardes e frouxos”.

Por 10 votos a 1, o STF condenou Silveira a 8 anos e 9 meses de prisão, além de multa no valor de R$ 192,5 mil, por incitar agressões a ministros da Corte e atacar a democracia, defendendo em vídeos, o fechamento da instituição. A maioria do STF entendeu que a conduta do deputado foi criminosa e não estava protegida pela imunidade parlamentar.

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Deputados bolsonaristas criticam voto de Mendonça contra Daniel Silveira

quinta-feira, 21 de abril de 2022

 A Corte formou maioria para condenar o parlamentar à prisão e à perda de mandato e dos direitos políticos, o que o torna inelegível

Foto: Agência Brasil https://jornaldebrasilia.com.br/

Deputados bolsonaristas demonstraram decepção com o voto do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, pela condenação do deputado federal Daniel Silveira (União Brasil-RJ) por estimular atos democráticos e ameaçar instituições, como o STF. A Corte formou maioria para condenar o parlamentar à prisão e à perda de mandato e dos direitos políticos, o que o torna inelegível.

Mendonça acompanhou os demais ministros e foi favorável à condenação, mas propôs uma pena de 2 anos e 4 meses de prisão, menor do que a de 8 anos e 9 meses sugerida pelo relator do processo, Alexandre de Moraes.

O voto surpreendeu bolsonaristas, já que o ministro foi indicado ao Supremo por Jair Bolsonaro (PL), aliado do deputado. Também indicação do presidente, Kássio Nunes foi o único que votou pela absolvição do deputado, o que lhe rendeu elogios de apoiadores do chefe do Executivo.

“Quem diria que Kassio Nunes acertaria e André Mendonça erraria tanto”, publicou a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) no Twitter. Sem citar Mendonça, o deputado federal Daniel Freitas também mostrou contrariedade com a posição do ministro. “Triste. Que vergonha”, escreveu.

Junio Amaral (PL-MG) parabenizou Nunes Marques pelo voto a favor de Silveira. “O Ministro Nunes Marques representou em sua fala todos os brasileiros de bem que defendem a liberdade. Deixou claro que Daniel Silveira pode até ter usado palavras de baixo calão, mas não cometeu NENHUM crime. Há esperança! #STFVergonhaNacional”, publicou.

A deputada estadual Janaína Paschoal (PRTB-SP) criticou a condenação. “Nunca defendi o vídeo do Deputado, nunca sustentei que estaria alicerçado na liberdade de expressão e manifestação. Mas uma condenação a 8 anos, por uma situação que poderia caracterizar, no máximo, infração de menor potencial ofensivo é assustador!”, escreveu no Twitter.

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STF condena deputado Daniel Silveira a oito anos e nove meses de prisão

 

Deputado Daniel Silveira: Foto: Reprodução

Para a maioria do Plenário, as manifestações do deputado não estão protegidas pela imunidade parlamentar nem pela liberdade de expressão. A pena deve ser cumprida em regime inicial fechado.

Por Redação*

O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ) a ​oito anos e ​nove meses de reclusão, em regime inicial fechado, por crimes de ameaça ao Estado Democrático de Direito e coação no curso do processo. Para a maioria do Plenário, as declarações que motivaram a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) não foram apenas opiniões relacionadas ao mandato e, portanto, não estão protegidas pela imunidade parlamentar nem pela liberdade de expressão.

O relator da Ação Penal (AP) 1044, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que a PGR comprovou, por meio de vídeos e registros de sessões da Câmara dos Deputados e da audiência de instrução, a materialidade delitiva e a autoria criminosa das condutas relatadas pela acusação. “Em seu interrogatório, o réu confirma o teor das falas criminosas apontadas na denúncia, reafirmando as ameaças efetivamente proferidas”, salientou.

Ameaça

O ministro destacou que, na época em que as ameaças foram feitas, já havia um procedimento penal contra Daniel Silveira em tramitação no STF, o que configura o crime de tentar impedir, com emprego de violência ou grave ameaça, o livre exercício do Poder Judiciário. Como exemplo, o relator lembrou que Silveira afirmou que já havia imaginado, “por várias e várias vezes”, o ministro Edson Fachin “na rua, levando uma surra”, junto com outros ministros.

Intimidações

O ministro salientou que, além de ameaças físicas, o deputado citou, de modo expresso, a cassação de ministros do STF e disse que desejava “um novo AI-5” para essa finalidade. Para o relator, a gravidade das intimidações teve potencial danoso relevante, especialmente porque foram disseminadas em ambiente virtual e amplamente divulgadas pela mídia e entre os seguidores de Silveira.

Interesse próprio

Para o relator, o parlamentar buscou favorecer seu próprio interesse porque, na condição de investigado em inquérito instaurado pelo Tribunal, tentou evitar, a todo custo e de forma ilícita, a possibilidade de condenação e, consequentemente, evitar o risco de se tornar inelegível pela determinação da perda de seu mandato.

Novas ameaças

O ministro afirmou que a justificativa apontada pela defesa de que as declarações teriam ocorrido por suposta “raiva” ou “desabafo” não se confirmou na instrução penal, pois, no momento de sua prisão em flagrante, Silveira gravou e divulgou novo vídeo reiterando as ameaças, citando nominalmente integrantes da Corte, com menção expressa à sua disposição de “matar pelo seu país”.

Na avaliação do relator, o deputado, ao dizer diversas vezes que estava amparado pela imunidade parlamentar, tentou utilizar essa garantia constitucional “como escudo protetivo para práticas de condutas ilícitas”. Ele lembrou que, em pronunciamento na Câmara, na manhã de hoje (20), o parlamentar voltou a ameaçar o STF.

Lei de Segurança Nacional

O relator afastou a alegação da defesa de que a acusação estaria prejudicada em razão da revogação da Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170/1983) pela Lei 14.197/2021, após a aceitação da denúncia, pois as condutas descritas na LSN continuam na nova norma, apenas com tratamento e sanções diversas. Dessa forma, a nova norma deve ser aplicada de forma retroativa apenas nos pontos em que beneficia o réu.

Pena

Em razão da gravidade das condutas, o relator propôs a condenação de Silveira a oito anos e nove meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelos crimes de incitação à abolição violenta do Estado Democrático de Direito (artigo 23, inciso IV, combinado com o artigo 18 da Lei 7.170/1983) e coação no curso do processo (artigo 344 do Código Penal). Entre os efeitos da condenação, determinou a suspensão dos direitos políticos e a perda do mandato parlamentar.

A condenação abrange, ainda, 35 dias-multa no valor de cinco salários mínimos, corrigidos monetariamente na data do pagamento (R$ 212 mil, em valores atuais).

O voto do relator foi seguido, integralmente, pelas ministras Rosa Weber e Cármen Lúcia e pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Luiz Fux.

Imunidade parlamentar

O ministro Nunes Marques, revisor da ação penal, divergiu do relator e votou pela improcedência da ação penal, por entender que Silveira apenas fez duras críticas aos Poderes constitucionais, que, a seu ver, não constituem crime, nos termos do artigo 359-T do Código Penal.

Ainda para o ministro revisor, as declarações de Silveira estão protegidas pela imunidade parlamentar (artigo 53, caput, da Constituição Federal). Na sua avaliação, o parlamentar, utilizando sua rede social para informar seus eleitores (e, portanto, em razão de seu mandato), expôs fatos que entendeu injustos. “É uma opinião com palavras chulas e desonrosas, mas não crime contra a segurança nacional”, disse.

Nunes Marques afirmou que, de acordo com a jurisprudência do Supremo, só há crime político quando houver lesão real ou potencial à soberania nacional e ao regime democrático, o que, segundo ele, não ocorreu no caso. Ele também não verificou, nos atos do parlamentar, ameaça ao curso do processo capaz de se concretizar.

O ministro André Mendonça divergiu apenas parcialmente do relator e votou pela condenação de Silveira apenas em relação ao crime de coação no curso do processo, propondo a pena de dois anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial aberto, e 130 dias-multa. No entanto, ele absolveu o parlamentar das acusações de incitar a animosidade entre as Forças Armadas e o STF e pela suposta tentativa de impedir o livre exercício dos Poderes da União. Para ele, apesar do alto grau de reprovabilidade, a conduta não se enquadra no tipo penal atual.

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