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Secretário de Transporte garante que permissionários da rodoviária não serão prejudicados com PPP

sexta-feira, 11 de março de 2022
Valter Casimiro garantiu que o foco não é explorar os permissionários, que continuarão pagando os preços públicos como acontece hoje - Foto: CLDF

Valter Casimiro garantiu que o foco não é explorar os permissionários, que continuarão pagando os preços públicos como acontece hoje - Foto: CLDF

Após ouvir os apelos de permissionários, durante Comissão Geral promovida pela Câmara Legislativa, o secretário de Transporte e Mobilidade do GDF, Valter Casimiro, garantiu que os comerciantes regularizados da rodoviária do Plano Piloto não serão prejudicados pela Parceria Público Privada (PPP) que o governo pretende fazer no local. Casimiro afirmou que a garantia vai constar do edital de concessão e que o preço público, tarifa paga atualmente pelos permissionários, continuará sendo definida pelo governo.

“Nada disso vai mudar e constará do edital de licitação da PPP, assim como o direito de permanência de quem está regular hoje”, disse, acrescentando que não será isso que trará receita para o operador, mas outros dispositivos e serviços, como a publicidade, estacionamento, tarifa de acostagem e aluguel de novas lojas.

 Para Keeslew Caixeta Lobo, presidente da Associação dos Usuários da Rodoviária, Brasília é um lugar que atrai brasileiros de vários lugares e a rodoviária é onde as pessoas encontram abrigo, pois representa o centro de Brasília. Segundo ele, a rodoviária acolhe as pessoas e oferece os preços mais baixos do DF, desenvolvendo um papel social.

“500 mil pessoas circulam por dia na rodoviária e a grande preocupação é que esta população seja prejudicada com a PPP, já que uma empresa vai querer ganhar lucro. Associação nunca se colocou contra a PPP, mas é contra a exploração indevida da rodoviária”, argumentou Caixeta Lobo, citando preços abusivos cobrados pelas lanchonetes da rodoviária interestadual e do aeroporto.

Para a associação, a rodoviária deveria ser considerada uma região administrativa à parte e contar com orçamento próprio, por causa da sua importância social. “A pandemia provocou grande aperto aos permissionários, que até hoje enfrentam dificuldades para equilibrar suas contas. É descabido que um equipamento público que recebe a quantidade de pessoas diariamente como a rodoviária não tenha um orçamento digno”, ressaltou ele.

A deputada Arlete Sampaio (PT) considera a rodoviária como o ponto mais importante de concentração da população, com trabalhadores circulando diariamente pelo local. “Não se pode pensar que a rodoviária vai virar um centro de lazer da classe média, não é essa a finalidade daquele lugar. Não é possível compatibilizar uma PPP com o perfil da rodoviária. Não demorará a cobrança de taxas abusivas”, sentenciou a deputada, afirmando que trabalhará para derrubar a PPP.

Já o deputado Agaciel Maia (PL) classificou a rodoviária como “muito mais do que um ponto comercial, um verdadeiro ponto turístico que está exatamente no centro dos eixos de Brasília”. Para ele, o espaço deveria ser tratado como atração turística e ser muito bem cuidado pelo governo. “A primeira preocupação de qualquer decisão do governo deve ser as pessoas”, ressaltou, defendendo a manutenção dos atuais permissionários no terminal rodoviário.

Para Keeslew Caixeta Lobo, presidente da Associação dos Usuários da Rodoviária, Brasília é um lugar que atrai brasileiros de vários lugares e a rodoviária é onde as pessoas encontram abrigo, pois representa o centro de Brasília. Segundo ele, a rodoviária acolhe as pessoas e oferece os preços mais baixos do DF, desenvolvendo um papel social.

“500 mil pessoas circulam por dia na rodoviária e a grande preocupação é que esta população seja prejudicada com a PPP, já que uma empresa vai querer ganhar lucro. Associação nunca se colocou contra a PPP, mas é contra a exploração indevida da rodoviária”, argumentou Caixeta Lobo, citando preços abusivos cobrados pelas lanchonetes da rodoviária interestadual e do aeroporto.

Para a associação, a rodoviária deveria ser considerada uma região administrativa à parte e contar com orçamento próprio, por causa da sua importância social. “A pandemia provocou grande aperto aos permissionários, que até hoje enfrentam dificuldades para equilibrar suas contas. É descabido que um equipamento público que recebe a quantidade de pessoas diariamente como a rodoviária não tenha um orçamento digno”, ressaltou ele.

A deputada Arlete Sampaio (PT) considera a rodoviária como o ponto mais importante de concentração da população, com trabalhadores circulando diariamente pelo local. “Não se pode pensar que a rodoviária vai virar um centro de lazer da classe média, não é essa a finalidade daquele lugar. Não é possível compatibilizar uma PPP com o perfil da rodoviária. Não demorará a cobrança de taxas abusivas”, sentenciou a deputada, afirmando que trabalhará para derrubar a PPP.

Já o deputado Agaciel Maia (PL) classificou a rodoviária como “muito mais do que um ponto comercial, um verdadeiro ponto turístico que está exatamente no centro dos eixos de Brasília”. Para ele, o espaço deveria ser tratado como atração turística e ser muito bem cuidado pelo governo. “A primeira preocupação de qualquer decisão do governo deve ser as pessoas”, ressaltou, defendendo a manutenção dos atuais permissionários no terminal rodoviário.

A permissionária Maria de Jesus Miranda destacou a luta diária dos comerciantes que trabalham no local. Ela cobrou do governo que ouça os usuários da rodoviária e pediu um encontro com o governador Ibaneis Rocha para tratar do assunto. “Infelizmente, há três anos a rodoviária está esquecida pelo governo. Precisamos que o governo nos ouça”, finalizou. Outros permissionários que participaram do debate também se manifestaram contra a possível privatização da rodoviária e enfatizaram os riscos da medida para as milhares de pessoas que circularam diariamente pelo espaço.

Josué Martins, administrador da rodoviária, assinalou que o governador Ibaneis Rocha não levará adiante nenhuma uma proposta que prejudique os permissionários.

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