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Suspeito de feminicídio em Sobradinho matou namorada em 2006

quinta-feira, 31 de março de 2022

 

Segundo informações da polícia, o homem teria matado a facadas uma namorada em 2006, em Planaltina, e estava em prisão domiciliar

Após a tragédia, a polícia constatou que Sérgio estava em prisão domiciliar  -  (crédito: Reprodução/Redes Sociais)O motorista Sérgio Avelino, de 45 anos, cumpria prisão domiciliar por ter matado à facadas a companheira na época, em 2006, na região de Planaltina. Ele é o principal suspeito de cometer o feminicídio contra a atual companheira Ana Paula Alves, 33 anos, e em seguida ter cometido suicídio na casa onde o casal vivia com os dois filhos, na noite desta quarta-feira (30/3), em Sobradinho.

Segundo o delegado da 13a Delegacia de Polícia Hudson Maldonado, após a tragédia na casa da família, a polícia constatou que Sérgio estava em prisão domiciliar por ter cometido homicídio contra a companheira. “Ele foi condenado e estava em prisão domiciliar, partindo daquele princípio legal da ressocialização e da reintegração. Ele está findando o cumprimento da sua pena já em casa”, ressaltou o delegado.

Na época, não se usava o termo feminicídio para esse tipo de crime. “Ele matou a companheira com golpes de faca e a faca ficou, inclusive, cravada no peito da vítima. Uma cena de terror também”, destacou o delegado sobre o caso anterior ocorrido há 16 anos.

Corpos queimados

Os corpos de Sérgio, 45 anos, e Ana Paula, 33 anos, foram encontrados dentro da casa onde moravam havia cerca de seis meses, na noite desta quinta-feira (31/3), na Quadra 3 de Sobradinho. A polícia investiga o caso e trabalha com a suspeita de que o homem tenha ateado fogo no quarto do casal, matando a mulher e, em seguida, cometido suicídio.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) compareceu ao local e encontrou a residência ainda em chamas. Após 25 minutos de combate, os militares começaram o procedimento de rescaldo (que consiste na averiguação e neutralização de possíveis novos focos de incêndio) e encontraram duas pessoas mortas.

Os vizinhos das vítimas contaram que os filhos do casal, uma menina de 10 anos e um menino de 7, saíram antes do incidente e começaram a pedir ajuda para outros moradores. O casal estava junto há 12 anos.

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Moro vai para o União Brasil e pode desistir de disputa à Presidência

 

A expectativa é de que o ex-juiz largue a pré-candidatura à Presidência e concorra ao Senado ou à Câmara. Ele foi pressionado a mudar seu domicílio eleitoral para São Paulo para continuar no Podemos, mas preferiu se manter Paraná em outra legenda

 (crédito:  Marcelo Camargo/Agência Brasil)Sergio Moro decidiu sair do Podemos e ingressar no União Brasil. o anúncio oficial deverá ser feito ainda nesta quinta-feira (31/3). Com o fim da janela partidária e um mal-estar gerado dentro do antigo partido pelo desalinhamento com os líderes, segundo fontes de bastidores do Podemos, o ex-juiz foi pressionado a sair da legenda.

Outra possibilidade que pode ser anunciada ainda hoje é a de sua desistência à candidatura ao Palácio do Planalto. Diante das conversas sobre uma candidatura única para disputar a chamada “terceira via”, a expectativa é de que, dentro do União Brasil, Moro concorra a uma vaga para Senado Federal ou Câmara dos Deputados.

Para tal, a presidenta do Podemos, Renata Abreu (SP) e outras lideranças insistiam para que o ex-juiz trocasse o seu domicílio eleitoral do Paraná para São Paulo, caso contrário teria dificuldades nas eleições. Porém, se aceitasse a sugestão, Moro estaria sinalizando antes da hora que iria desistir de concorrer à Presidência. 

Ao se manter no Podemos, Moro teria que negociar com Álvaro Dias (PR), que busca a reeleição, para disputar uma vaga no Senado. O senador fez gestos de que abriria mão do cargo para que o ex-juiz disputasse, mas isso fez com que parlamentares ameaçassem deixar o partido.

Mesmo com o imbróglio, Moro preferiu se manter no Paraná, cidade na qual ficou conhecido e que o projetou nacionalmente, com o julgamento da Operação Lava-Jato. Por isso, a troca de partido. Enquanto isso, a esposa do ex-juiz, Rosângela Moro, aceitou transferir o domicílio eleitoral para São Paulo e sairá como deputada federal pelo Podemos.


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Coronel Charles está analisando os partidos para se candidar a Deputado Federal

 

O coronel da reserva remunerada foi candidato a deputado federal e obteve 11.114 votos pelo PROS

Nesta última semana de definição de nominata, o coronel Charles Magalhães tem sido muito procurado por diversos partidos para disputar à Câmara Federal.

“Ainda nesta semana, anunciarei em qual partido assinarei a ficha de filiação para disputar uma das 08 vagas de deputados federais”, disse Charles Magalhães.

Quem é Coronel Charles Magalhães

Charles de Magalhães Araújo Junior é casado, pai de cinco filhos. É Tenente Coronel da reserva remunerada da PMDF. Licenciado e Bacharel em Educação e Física, com três pós-graduações, dentre elas, Gestão Estratégica da Segurança Pública. É Formado em Inglês pelo Instituto Latino Americano de Línguas (ILAL) e em Espanhol Avançado pelo Instituto Cervantes.

Na PMDF começou sua carreira na antiga CPChoque (atual BOPE e BPChoque), comandou importantes unidades na PMDF, dentre elas o 13º Batalhão de Sobradinho e o Centro de Treinamento e Especialização da PMDF. Medalhas Internacionais: DLRG- Alemanha Honor Mérito- Venezuela Títulos Nacionais: Medalha do Mérito da Defesa Nacional Título de Comendador da Cruz do Empreendedor JK pela eficiência na gestão esportiva. Título de Nobre Herói do Mar pela travessia marítima Flamengo – Urca ( Exército Brasileiro) Títulos e medalhas no DF: quatro medalhas e Título de Cidadão Honorário de Brasília.

É empresário do seguimento fitness. Autor de diversas publicações sobre gestão esportiva, atividades físicas, segurança pública e com diversos cursos na área de gestão. Foi apresentador do programa de “TV De Olho na Sua Segurança”, veiculado na Rede Gênesis e na TV Apoio, em rede nacional, e programas de rádio.

Atuou na Missão Internacional de Paz nas Nações Unidas (ONU), na Guatemala, América Central, de onde regressou com o conceito “Excelente” e a medalha da ONU. Visitou e estudou em diversas instituições policiais do mundo. Atuou em vários estados e municípios, como consultor em Vídeo Monitoramento na área de Segurança Pública. Foi palestrante para os secretários de segurança do Conselho Nacional de Secretários. Foi Pro- Reitor adjunto de especialização do Instituto Superior de Ciências Policiais.

É fundador do Partido Republicano da Ordem Social – PROS e foi Secretário Nacional de Projetos e Assuntos Estratégicos do PROS.

Foi Gestor Público – ocupante de cargo comissionado de natureza política, nomeado pelo Governador do Distrito Federal para administrar as cidades de Sobradinho II e da Fercal (cerca de 250.000 habitantes), no período de 17-04-2017 à 06-04-2018.

Como se vê, o coronel Charles Magalhães é um homem preparado, dispõe de notório reconhecimento público e muitas habilidades. Tem experiência na gestão.

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Agaciel Maia ajuda várias categorias de servidores públicos

 Agaciel Maia trabalha unido com os servidores e sempre defende suas demandas , ele diz sempre que servidor público não é despesa , servidor público é investimento.




Nesta Quarta-Feira (30/03) foi um dia de muito trabalho e grandes vitórias para os servidores públicos!
☑️ Vitória para o AVAS!
☑️ Vantagens para os especialistas de saúde e enfermeiros que seguiremos na luta para equiparação com os odontólogos.
☑️ Reestruturação da carreira para os servidores do IBRAM.
☑️ Os sócios educativo também tiveram todas as preposições aprovadas!
☑️ Assim como a gratificação de compensação para repor a insalubridade que havia sido retirada dos servidores do DETRAN!

Felicidade em ser relator de todos os projetos que concederam o reajuste, aumento salarial ou reestruturação de carreira.


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Pop no MDB

O radialista Toninho Pop  assinou nesta segunda-feira (28/3) sua filiação ao MDB-DF. Ele concorrerá a uma vaga na Câmara dos Deputados pela sigla nas eleições deste ano. O comunicador já se candidatou outras vezes e avalia que estar na política é uma oportunidade de ajudar a população. “A rádio também é um meio de comunicação para prestar serviços, mas, na política, é possível fazer mais”, ressaltou.

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De olho nas urnas, administradores regionais do DF deixam cargos

 

Ao menos 10 gestores regionais do Distrito Federal devem concorrer no próximo pleito. Com visibilidade recorrente nos últimos anos, eles têm vantagem sobre os outros candidatos e precisam deixar as funções nas regiões administrativas até sábado (2/4)

Em meio ao período eleitoral de 2022, atores políticos do Distrito Federal se movimentam para figurar nas urnas em outubro. Uma das datas mais importantes para os possíveis candidatos é o prazo para que agentes públicos deixem os cargos para participar da corrida eleitoral. O período se encerra no próximo sábado. Atentos ao calendário do pleito, ao menos 10 administradores regionais devem disputar uma cadeira na Câmara Legislativa do DF (CLDF). Desses, três pediram exoneração das funções e o restante deve deixar os cargos até sexta-feira (1º/4).

Entre os gestores das regiões administrativas que querem atuar como deputados distritais, estão Fernando Fernandes, de Ceilândia; Gustavo Aires, de Samambaia; Alan Valim, de São Sebastião; Daniel de Castro, de Vicente Pires; Vânia Gurgel, da SCIA e Estrutural; Marcelo Ferreira, do Lago Norte; Carlos Dalvan Soares, do Recanto das Emas; Sergio Damaceno, do Paranoá; Renato Andrade, de Taguatinga; e Telma Rufino, de Arniqueira.

Estar à frente de uma administração é, sem dúvida, um diferencial para esses candidatos. A atuação serve de vitrine e palanque, conforme analisa a cientista política Michelle Fernandez, pesquisadora do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB). "Quando a pessoa está em uma administração, ela tem visibilidade e contato com o público daquela região", esclarece.

O ideal, segundo o professor de ciências políticas do Ibmec Jakson de Toni, é que o governo do DF promova listas tríplices. Na própria Lei Orgânica do Distrito Federal, segundo ele, consta que é importante ter participação popular no processo de escolha de administradores, o que não ocorre atualmente. Jakson afirma que, de acordo com pesquisas da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) e reclamações da Ouvidoria do DF, existe uma desigualdade de desempenho nas várias administrações regionais. As dificuldades, geralmente, são as mesmas: saúde, educação, demora no atendimento e baixa resolutividade nos atendimentos das demandas do cidadão. "As eleições democráticas são um meio de punir os administradores que são ineficientes, ineficazes e incompetentes", avalia.

"A má gestão é uma desvantagem, o desempenho eleitoral ficará enfraquecido", esclarece. Essa falta de cuidado respinga no próprio governador, segundo o cientista político, uma vez que é ele quem indica o responsável direto por cada RA. Jakson ainda explica ser provável que as campanhas eleitorais dos administradores estejam bastante ligadas à do chefe do Executivo local.

Ceilândia

Depois de mais de um ano como administrador de Ceilândia, o deputado Delegado Fernando Fernandes (Pros) retomou o posto na CLDF nessa quarta-feira (30/3), a tempo de participar da votação que atualizou a Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos). Ele afirma lutar por mais investimentos em saúde, educação, cultura, esportes e lazer para Ceilândia. "Algumas grandes obras ficaram para trás, como a revitalização de praças e da (avenida) Hélio Prates", argumenta.

São Sebastião

Alan Valim deixará o posto de administrador de São Sebastião. Mergulhador do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF), ele está em conversa com sete siglas e vai priorizar um partido aliado ao governador Ibaneis Rocha (MDB). Para ele, ter um mandato "ajuda em emendas parlamentares, edital e licenças ambientais para trazer equipamentos públicos necessários para a região".

Samambaia

Gustavo Aires decidiu se descompatibilizar do cargo de administrador de Samambaia a partir de uma conversa em família. A saída será nesta sexta-feira (1º/4). "Vamos resgatar as bases", afirma, sobre o plano de ação. Gustavo será candidato pelo MDB, partido do qual o pai, o ex-deputado distrital Odilon Aires, foi um dos fundadores no DF. "Vamos fazer política da forma que sabemos, conversando com familiares, amigos e com a população de Samambaia, a qual a gente teve contato nesses anos como administrador", afirma.

Vicente Pires

Daniel de Castro deixou a administração de Vicente Pires na sexta-feira (1º/4), após três anos e três meses. Ele acredita que o trabalho feito na cidade durante a gestão gera expectativas. "Não fizemos (os trabalhos) por votos, mas acaba ajudando. Esperamos obter o reconhecimento da cidade, que precisa ter um representante", defende. Ele será, novamente, candidato a deputado distrital, cargo que chegou a ocupar por 28 dias, entre setembro e outubro de 2019, quando o parlamentar Iolando Almeida (PSC), de quem é suplente, foi secretário da Pessoa com Deficiência. Daniel será candidato pelo PP, sigla à qual se filiou nesta quinta-feira (31/3). Até então, ele era do PSC.

Paranoá

Sergio Damaceno foi o administrador que mais tempo ficou à frente da gestão regional do Paranoá — quase seis anos. Ele deixou o cargo em 11 de março, para fazer o curso de oficial dos bombeiros, mas afirmou ao Correio que sairia da administração de todo jeito, mesmo se não fosse participar da formação militar. Serginho, como é conhecido, foi candidato a distrital em 2018, pelo Avante. O pré-candidato ainda não sabe por qual sigla disputará uma cadeira na CLDF neste ano. "Por ser militar da ativa, eu escolho partido só nas convenções. Após meu curso (de oficial dos bombeiros), vou estudar as nominatas", planeja.

SCIA e Estrutural

Vânia Gurgel saiu da administração da SCIA e Estrutural nessa quinta-feira (31/3). A ideia da ex-distrital, que foi administradora do Guará, é tentar de novo um assento na CLDF. "Foi muito gratificante assumir a cidade. É onde está o povo carente, que precisa de muito apoio", pondera. "Estou há 11 meses no cargo, e consegui desempenhar e colocar projetos para andar, além de executar o que estava parado", completa. Vânia foi eleita pela primeira vez em 2018, como deputada distrital, pelo Pros. A princípio, ela planeja concorrer pela sigla em outubro.

Arniqueira

Após deixar a gestão da Arniqueira, sexta-feira (1º/4), Telma Rufino vai concorrer novamente a deputada distrital, cargo que ocupou de 2015 a 2018, e voltou em junho de 2021, pelo Pros. A ex-parlamentar será candidata pelo MDB neste ano. Telma destaca que, durante a campanha, vai defender pautas como a regularização de terras e a defesa dos direitos das mulheres. Ela foi presidente da CPI do Feminicídio da CLDF. "Pretendo continuar defendendo as pautas voltadas as mulheres", assegura.

Recanto das Emas

O empreendedor Carlos Dalvan vai deixar o cargo de administrador do Recanto das Emas — onde foi dono de restaurantes de 2014 a 2018 — na sexta-feira (1º/4). "A gente se encontra com líderes comunitários a cada mês, de acordo com a disponibilidade dos moradores", afirma. Ele planeja focar na segurança pública e em melhorias de infraestrutura na cidade, como iluminação de LED, reforma dos equipamentos públicos e colocação de papa-entulhos e papa-lixo "para que a cidade fique mais limpa".

Taguatinga

Advogado e bispo, Renato Andrade é administrador de Taguatinga desde setembro de 2020, após ser exonerado do cargo de secretário de Relações Parlamentares do DF. Renato foi deputado distrital, entre 2007 e 2010 e 2015 e 2018, esteve à frente da administração do Riacho Fundo 2 e comandou outras secretarias em governos anteriores. Ele deve deixar o cargo em Taguatinga até sexta-feira (1º/4) para concorrer à CLDF, novamente pelo PR. "Taguatinga é a cidade que eu moro, temos muitos projetos, que começamos na minha gestão, e vamos trabalhar para concluir todos eles", planeja.

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Mais uma ex

 

A ex-governadora Maria de Lourdes Abadia será candidata a deputada federal, mas não pelo PSB. Filiada ao partido desde o governo passado, Abadia reforçaria a legenda para ajudar a eleição do também ex-governador Rodrigo Rollemberg. Preferiu filiar-se ao União Brasil, apoiando Reguffe e deixando Rollemberg ainda com maior dificuldade para atingir o quociente eleitoral. Além deles, mais um ex-governador tentará chegar à Câmara dos Deputados, Rogério Rosso, pelo PP. Agnelo Queiroz é uma possibilidade, pelo PT, mas ainda não se definiu. Cristovam Buarque, hoje no Cidadania, ficará de fora.

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Eleições: Julia Lucy filia no União Brasil para federal

terça-feira, 29 de março de 2022

 


Júlia Lucy revela o seu novo partido: União Brasil é a sigla escolhida pela deputada distrital para concorrer nas Eleições 2022 à vaga na Câmara dos Deputados. Para Júlia, a escolha do União vai colaborar com um projeto de construção de uma identidade ideológica partidária diferenciada.
“Por ser muito recente, o União irá nos permitir manter a continuidade do nosso trabalho com liberdade, independência e coerência, princípios que me levaram a entrar na política. É um partido recente que no Distrito Federal carece de cadeiras e quadros. Entendemos que a estrutura é apropriada para desenvolvermos o melhor projeto político para o Distrito Federal. Entro no União aliada ao senador Reguffe. Vamos caminhar juntos em prol de Brasília”, afirmou Júlia Lucy.
O presidente do União Brasil DF, Manoel Arruda, expressou o seu contentamento com a decisão de Júlia Lucy. “É uma satisfação muito grande filiar a deputada Júlia Lucy, parlamentar jovem que já no seu primeiro mandato mostrou muita coragem e determinação para enfrentar os desafios que essa cidade tem, principalmente durante a pandemia, quando se mostraram quase que intransponíveis. Mesmo assim, Júlia lutou pela abertura do setor produtivo, lutou pela abertura das escolas, lutou em defesa realmente daqueles que mais precisam aqui no Distrito Federal. É uma honra tê-la nos nossos quadros e também como pré-candidata a deputada federal.


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Bolsonaro deixa Hospital das Forças Arma

 Bolsonaro deixa hospital após sentir desconforto

 

O presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou o HFA (Hospital das Forças Armadas), em Brasília, na manhã desta terça-feira (29). Ele deu entrada na unidade na noite de ontem, após sentir um desconforto. O comboio oficial de transporte da presidência da República deixou o HFA por volta das 6h25 rumo ao Palácio do Alvorada, residência oficial de Bolsonaro. Na segunda-feira (28), Bolsonaro se dirigia a um evento do Republicanos, partido da base de apoio ao governo, quando precisou ir para o hospital.

A agenda de Bolsonaro prevê uma viagem a Ponta Porã (MS) na manhã de hoje, mas ainda não há definição se os compromissos serão mantidos após o mal-estar.

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PSD quer Fraga

 

Após perder o comando do DEM-DF (atual União Brasil, após fusão com o PSL), o ex-deputado federal Alberto Fraga conversa com outras siglas. Presidente regional do PSD, o empresário Paulo Octávio já convidou Fraga que se filie ao partido e dispute a Câmara dos Deputados. Fraga ainda não decidiu.


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Governador Ibaneis Rocha assina decreto que regulariza terras públicas rurais

A medida beneficia produtores rurais, igreja, templos e escolas na área rural do Distrito Federal

Na manhã desta terça-feira (29), o governador Ibaneis Rocha assinou um decreto que regulamenta a Política de Regularização de Terras Públicas Rurais, que beneficiam produtores rurais, igreja, templos ae escolas na área rural.

“Estamos beneficiando milhares de famílias do Distrito Federal, centenas de igrejas. Hoje se fecha o ciclo de regularização das áreas rurais. Estamos dando garantias a essas famílias de que eles são os verdadeiros proprietários dessa terra”, disse Ibaneis durante o evento que aconteceu no Palácio do Buriti.

A situação fundiária rural do Distrito Federal é diferenciada em relação às outras Unidades da Federação, existindo terras pertencentes ao particular, à União, ao Distrito Federal e a Terracap (Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal). A assinatura desta terça resolve o antigo problema das ocupações de terras desapropriadas em comum, cerca de 9% do território do DF.

“Várias situações que serão trazidas da macrozona rural serão regularizadas. Existem também as chamadas glebas urbanas, onde a mancha urbana passou por cima daquela área, entretanto, continua sendo uma unidade produtiva. Essas também estão incluídas no decreto assinado”, explicou o Diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim.

O Deputado Distrital Roosevelt Vilela, presente na solenidade, comemorou o que disse ser um projeto de sua relatoria “quando o projeto de regularização das terras rurais foi enviado para a câmara legislativa, foi exemplo na Casa. Não me recordo de uma discussão tão democrática quanto foi a desse projeto. Tive oportunidade de ser relator em todas as comissões em que passou e fizemos uma entrega em que é consenso no setor produtivo”, discursou.

A princípio, o decreto possibilitará a regularização de mais de 5 mil ocupações de natureza rural no DF, incluindo propriedades, igrejas, escolas e projetos sociais, além de produtores locais. “A paz social se faz aí, dando tranquilidade a quem escolheu o campo para sua moradia. O DF tem uma grande área produtiva, nós temos acompanhado a produção do vinho, o que é de grande valia”, finalizou o governador.

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Ao lado de Ibaneis, deputado Daniel Donizet anuncia obras esperadas há anos pela população do Gama

domingo, 27 de março de 2022

 Foram assinadas as ordens de serviço para a reconstrução da UBS 7 e da reforma da Rodoviária. Campo sintético da quadra 13 do Setor Sul foi inaugurado

Neste sábado (26), o governador Ibaneis Rocha (MDB) e o deputado Daniel Donizet (PL) cumpriram agenda no Gama para anunciar o início e a entrega de obras esperadas há anos pela população da cidade, nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Esporte e Lazer.

“Esse dia é histórico no Gama. Estamos conseguindo tirar do papel pedidos antigos dos moradores. Ver essas obras em andamento e sendo entregues é uma realização enorme pra mim”, declara o deputado.

Na Unidade Básica de Saúde Nº 7, antigo Posto de Saúde Nº 08, o governador assinou a ordem de serviço para o início da reforma e se mostrou muito satisfeito com a conquista. “Eu fiz um compromisso que ia cuidar do Gama e vamos seguir nessa linha”, afirmou.

No CAIC Castello Branco, Ibaneis e Daniel visitaram o andamento da obra da escola, que vai atender cerca de 700 alunos em tempo integral. Já na quadra 13 do Setor Sul, foi celebrada a inauguração do campo de futebol sintético. Por fim, outra ordem serviço foi assinada para o início da reforma na Rodoviária.

“Destinei cerca de R$ 20 milhões em recursos, apresentei mais de mil indicações ao Poder Executivo e tenho muito orgulho de dizer que, hoje, o Gama é um verdadeiro canteiro de obras”, finaliza Donizet.

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Bolsonaro diz que eleição é luta ‘do bem contra o mal’ em discurso com clima de comício

 O chefe do Executivo deu um discurso com roupagem de candidato à reeleição, ainda que isso não tenha sido mencionado


Em um evento com clima de comício, o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse neste domingo (27) que a eleição de outubro não é luta da esquerda contra a direita, mas “do bem contra o mal”, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à frente nas pesquisas de intenção de voto.

“O nosso inimigo não é externo, é interno. Não é luta da esquerda contra a direita, é do bem contra o mal. E nós vamos vencer essa luta, porque estarei sempre na frente de vocês”, disse Bolsonaro durante evento do PL.

O chefe do Executivo deu um discurso com roupagem de candidato à reeleição, ainda que isso não tenha sido mencionado.

“Se é para defender a democracia, a liberdade, eu tomarei a decisão contra quem quer que seja. E a certeza do sucesso é que eu tenho o exército ao meu lado. Este exército é composto de cada um de vocês”, disse ainda. Quando discursou, tinha general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) ao seu lado.

O evento contou com a presença de parlamentares, ministros e apoiadores do presidente.

O discurso de Bolsonaro e dos seus ministros foi direcionado, principalmente, para nordestinos, mulheres e jovens, camadas que têm maior rejeição ao presidente.

Se filiaram neste domingo os ministros Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e João Roma (Cidadania) e o senador Eduardo Gomes (TO).

Antes de o presidente discursar, falaram os ministros Roma, Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Tereza Cristina (Agricultura). Respectivamente, eles devem se candidatar aos governos da Bahia, de São Paulo e ao Senano por Mato Grosso do Sul.

Os três fizeram falas em contraponto aos governos petistas. Tarcísio disse que Bolsonaro está construindo um caminho “sem corrupção” e “que levou água para o nordeste, libertou as pessoas do carro-pipa”.

Roma, por sua vez, mencionou programas de distribuição de renda e disse que o governo Bolsonaro não usurpa direitos e liberdades.

No fundo do palco, uma foto do presidente entre apoiadores com os dizeres: “Capitão do povo”.

O evento começou às 10h deste domingo em Brasília. A expectativa dos apoiadores era de que chegasse a 5.000 convidados.

Apesar da reformulação do evento deste domingo pela campanha, para se adequar às regras eleitorais, Bolsonaro disse no sábado (26) se tratar de lançamento de pré-candidatura.

“Amanhã está previsto às 10 da manhã. Aí não sei, deve ter muita gente lá, muita gente está se inscrevendo. Não precisa se inscrever. Se tiver espaço, vai entrar mesmo quem [não] está inscrito. É o lançamento da pré-candidatura”, disse Bolsonaro.

Como a Folha mostrou, a campanha do chefe do Executivo teve de mudar o anúncio do evento, que inicialmente seria o lançamento da pré-candidatura, após o sinal vermelho da equipe jurídica.

Os organizadores mudaram o material de divulgação e passaram a chamar o evento de “Movimento filia Brasil”, para se adequar às regras.

A legislação eleitoral só permite campanha a partir de 16 de agosto. Comícios não são permitidos até lá, nem eventos públicos de lançamento de pré-candidatura, situação não prevista na legislação eleitoral.

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Flávia Arruda faz balanço de gestão e diz que "política é muito machista"

 

Às vésperas de deixar o primeiro escalão do Executivo federal — com o processo de desincompatibilização para a pré-campanha às eleições —, a ministra faz balanço de gestão

 (crédito: Fotos: Minervino Júnior/CB/D.A Press)Nesta semana, mais precisamente na sexta-feira, terá início a pré-campanha para as eleições de outubro. Com a desincompatibilização, os novos arranjos começam a se firmar e o desenho do cenário eleitoral vai deixando de ser rascunho para ganhar uma forma mais definitiva. Considerada, hoje, um dos principais nomes do DF, a ministra-chefe da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, confirma que não vai disputar o governo local, mas também não crava se será a candidata ao Senado.

"A minha candidatura não será de forma alguma a governo. Ele é o nosso candidato à reeleição. O que eu posso disputar, a gente tem de construir, primeiro, ouvindo a população. Depois, uma construção", diz, nesta entrevista exclusiva ao Correio.

Natural de Taguatinga, Flávia ressalta que cumpriu seu papel na Secretaria de Governo, mas não deixou de olhar para o DF. "Quero poder contribuir com a cidade. Meu projeto é para a cidade, com a cidade. Eu não tenho a política por profissão. A política não é a minha profissão. Quero o que o grupo construir, ouvir a sociedade, saber no que posso contribuir."

Deputada federal pelo PL, Flávia ganhou destaque na Câmara ao ser a primeira mulher a ocupar a presidência da Comissão Especial de Orçamento e Finanças e, depois, assumir um cargo estratégico no governo federal.

Para ela, a missão foi cumprida. "O intuito que eu tinha, quando entrei, acho que consegui preencher, que foi o de construir pontes. Derrubar possíveis muros que fossem construídos nesse meio do caminho, estabelecer o diálogo, a construção de pontes com o Congresso", avalia.

Há desafios mais difíceis e coletivos a serem vencidos. Um deles é garantir menos preconceito e hostilidade na política para as mulheres. "Alguns homens colocam as mulheres (em segundo plano), como, no início (do mandato), tinha sempre 'ah, nós participamos...', e eu não estava sabendo. Então, quando vinha, 'isso aqui, ah, nós discutimos', eu dizia, 'mas eu não participei', então, estou achando que falta alguma coisa, né? Aos poucos, vai se construindo. Mas, nós, mulheres, precisamos provar muitas vezes que somos capazes", frisa a parlamentar, defensora das cotas para candidaturas femininas nos partidos.

Única mulher no Planalto, Flávia elogia o presidente Jair Bolsonaro. "A política é muito machista. O ambiente da política é muito machista. E eu sou a única mulher no Palácio. Mas o presidente me deu todas as oportunidades, a mesma fala e a mesma importância de todos os outros ministros", enfatiza.

Apesar da polarização entre Bolsonaro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Flávia aposta que o eleitorado de Brasília dará uma votação expressiva para o atual chefe do Executivo. "Estive num evento para cinco mil pessoas e, quando falei o nome dele, foi ovacionado."

Qual foi a principal ação que a senhora conseguiu desenvolver neste período no ministério?

O intuito que eu tinha, quando entrei, acho que consegui preencher, que foi o de construir pontes. Derrubar possíveis muros que fossem construídos nesse meio do caminho, estabelecer o diálogo, a construção de pontes com o Congresso. Claro, como o próprio presidente citou, é um ministério difícil, porque você lida com todos os parlamentares. Você nunca vai agradar a todo mundo. Mas, dentro do possível, atendi todas as pessoas que pediram. Acho que saio com mais amigos do que quando entrei. Então, faço um balanço positivo.

Muitos ministros nessa área ficaram pelo caminho, como avalia?

Ser a primeira mulher a ocupar este ministério, este espaço de articulação política, já foi para mim uma grande honra e um grande desafio. Acho que conseguimos superar isso, construir e terminar o meu período de ministério com sucesso, porque estou saindo fruto da necessidade de desincompatibilização. Saindo com outros ministros, porque nosso prazo é agora. Mesmo diante de tantas alfinetadas, dificuldades e desafios, consegui me manter equilibrada.

Qual é a lição mais importante que traz desta experiência no Planalto?

Primeiro, um aprendizado enorme. Acho que o que eu aprendi, nesse um ano aqui, talvez, em livro nenhum consiga aprender tanto quanto na prática. Costumo dizer que, aqui dentro, a gente trata do alfinete ao foguete. Recebe todas as pessoas, parlamentares, vereadores, que vêm acompanhados dos prefeitos e seus deputados.

A gente recebe desde a coisa mais simples, da burocracia de um ofício, até as mais complicadas, de destravar processos que estão tramitando nos outros ministérios, construção de projetos de lei, de PLNs (projetos de leis orçamentárias). É tentar ter um consenso ou, pelo menos, algo que consiga construir um texto dentro de tantos dissensos e diferenças partidárias, ideológicas, que é o que faz o cerne da democracia. É estar sempre aberta ao diálogo, à construção. Fiz grandes amigos, e, obviamente, a gente também é atacada. Faz parte de quem não é 100% agradado.

Partindo desse ponto, das alfinetadas: isso acontece porque, como diz o presidente, o cargo é difícil, ou pelo fato de a senhora ser mulher?

As duas coisas. Este ministério é um grande desafio, porque você lida com muitas pessoas, com diferentes necessidades, pleitos diversos, mas, ao mesmo tempo, tentando um equilíbrio. Este ministério é de construção política, um ministério meio. Não é um ministério fim, de entrega, não tenho caneta e não estou fazendo entrega efetiva, como o Ministério do Desenvolvimento Regional, o da Infraestrutura e todos os outros. Aqui, não. Aqui, sou o papel de mediadora, faço a interlocução de todos os ministérios com o Congresso.

Lógico que, muitas vezes, tem interesses legítimos, mas contrariados, desde projetos que um quer, o outro, não; coisas que o governo queria que aprovasse e, no Congresso, não era bem assim. E o fato de ser mulher, obviamente, a gente, infelizmente, ainda vive numa sociedade muito machista. A política é muito machista. O ambiente da política é muito machista. E eu sou a única mulher no Palácio, mas o presidente me deu todas as oportunidades, a mesma fala e a mesma importância de todos os outros ministros. Eu sou muito grata à oportunidade que ele me deu e com reconhecimento e com a oportunidade de fala igual para todos os ministros, respeitando todos os momentos.

 25/03/2022 Crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press. Brasil.  Brasilia - DF. Entrevista com a Ministra da Casa Civil Flávia Arruda.
25/03/2022 Crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press. Brasil. Brasilia - DF. Entrevista com a Ministra da Casa Civil Flávia Arruda.(foto: Minervino Júnior/CB)

O presidente chegou a dizer que a senhora era a melhor ministra dele?

(Risos). Num evento que a gente fez aqui, ele brincou: dos 23, a minha melhor ministra. Estou aqui no dia a dia. Vira e mexe, estou na sala dele. A gente fala dos assuntos do Congresso. Sempre que posso ajudar de alguma forma, se for para colaborar, eu ajudo. E também escuto muita coisa. Às vezes, tem pautas lá que não dizem respeito a mim, mas eu faço questão de ouvir e aprender. Foi um aprendizado muito grande. Mas tem isso: o machismo é estrutural. No Parlamento, inclusive, a gente ainda vive o machismo estrutural.

O que achou do posicionamento do presidente em relação à pobreza menstrual?

O projeto da saúde menstrual foi muito discutido no Congresso, principalmente na Câmara, e, quando eu estava lá, discutimos isso. É uma realidade da população, principalmente, de nós, mulheres. Sabemos exatamente o que é isso, o que é esse período menstrual e as meninas em situação de vulnerabilidade, de pobreza, não ter acesso. Mas isso existe desde que o Brasil é Brasil e desde que o mundo é mundo. Então, é importante a gente dizer que isso não é uma pauta que veio no governo Bolsonaro. Os outros governos que nos antecederam não discutiram isso antes por quê? Colocar agora: 'Ah, o presidente Bolsonaro não quis'. No caso do presidente, assim que essa pauta chegou aqui, ele, no mérito, sempre falou: 'Eu sei que isso é importante, sei que passou pelo Congresso'.

A necessidade do veto veio por uma exigência da Economia, da Lei de Responsabilidade Fiscal. Pelo mérito do projeto em si, o presidente não foi contra em nenhum momento. A sugestão do veto vem da Economia, porque gerar uma nova despesa incorre no crime de responsabilidade fiscal. Então, nesse caso, vem sugerido pela Economia, pela assessoria jurídica, a necessidade do veto, não pelo mérito do projeto e, sim, porque cria uma nova despesa. O projeto é fundamental e importante. Tanto que o governo sugeriu e editou uma medida provisória. Há uma discussão que: 'Ah, foram menos mulheres'. Porém, o valor que foi na medida provisória é maior do que o do projeto de lei. Então, derrubaram o veto, mas a medida provisória está valendo.

O fato de ser mulher teve um peso maior nas alfinetadas que recebeu?

Sempre tem. Muitas vezes, alguns homens colocam as mulheres (em segundo plano), como, no início (do mandato), tinha sempre: 'Ah, nós participamos...'. E eu não estava sabendo. Então, quando vinha 'ah, nós discutimos', eu dizia, 'mas eu não participei'. Então, estou achando que falta alguma coisa, né? Aos poucos, vai se construindo.

Que conselho daria hoje para as mulheres que pretendem ingressar na política?

Primeiro, que é fundamental a participação de mais mulheres na política, porque só com mais mulheres na política a gente pode fazer mais política de mulheres. O desafio da mulher na política é grande para entrar, por isso, sou a favor da necessidade das cotas partidárias de inclusão das mulheres. São fundamentais. Hoje, já somos 15% do Parlamento brasileiro, mas ainda é infinitamente baixo e menor do que a nossa representação na sociedade: 53%. É fundamental a mulher poder participar de tudo, assim como presidir uma Comissão de Orçamento, como eu presidi. Historicamente, ficava essa reserva de mercado. Números e o Orçamento da União sempre foram discutidos por homens. Vi a ministra Cármen Lúcia (do Supremo Tribunal Federal) falar esses dias uma história muito interessante. Um rapaz, sem maldade nenhuma, disse: 'Olha, vim trazer um documento para uma autoridade, mas me disseram que aqui só mora mulher'.

Ou seja, a mulher não pode ser autoridade. E o que é isso? É o machismo estrutural. E o Parlamento e os Poderes são reflexos da sociedade. Portanto, quando a gente luta para vencer esses obstáculos é para dar mais oportunidades às mulheres. E isso passa, também, por essas cotas de mulheres, partidariamente falando. Hoje, um partido que tiver mais mulheres eleitas tem o dobro do fundo eleitoral. Essa política de cota é compensação. É cota compensatória de tudo o que já ficamos para trás, de toda a falta de oportunidades que tivemos. Na hora que estabelecer, ali, um patamar de 50 a 50, não vai precisar de mais nada disso, mas, aí, os homens que se cuidem, que vamos avançar, e ninguém mais vai nos segurar.

A senhora presidiu a Comissão Mista de Orçamento, quando o chamado orçamento secreto não era como é hoje. Acredita que essas emendas de relator devem acabar?

A gente precisa encontrar um meio-termo para essas emendas. O Congresso é legítimo e tem de ser partícipe da distribuição do Orçamento, porque nós fomos eleitos representantes de vários segmentos da sociedade. E tem a política nacional. Ela é um guarda-chuva muito amplo. O parlamentar conhece a sua região, as necessidades, está lá no dia a dia, é cobrado por quem o elegeu. Nós já temos as emendas impositivas, mas acho que poder participar de alguma forma das indicações, de onde devem ir, também é fruto de uma construção do Parlamento.

Só não acho que da forma que está. Hoje, estou no Executivo, e, principalmente como ministra da Secretaria de governo, o Executivo ficou sem recurso discricionário. Todo esse recurso está alocado na emenda de relator. O Executivo está completamente amarrado para cumprir prioridade de política do governo. Em relação à transparência, sou absolutamente a favor. E não existe orçamento secreto, porque a execução é pública. O que se discute e, talvez, tenha sido colocado de uma forma equivocada, é quem indicou. A gente precisa mudar a lei, dar mais transparência.

Seu nome aparece como candidata forte ao Senado, mas também se fala em concorrer ao governo. O que a senhora quer?

Quero poder contribuir com a cidade. Meu projeto é para a cidade, com a cidade. Não tenho a política por profissão. A política não é a minha profissão. Quero o que o grupo construir, ouvir a sociedade, saber no que posso contribuir, no que posso colaborar com o meu trabalho e, com um grupo político que se forma, colocar ali onde cada um pode ser fundamental. O mais importante é saber o que a sociedade quer, o que espera de mim, qual a contribuição que posso dar. É fruto de uma construção. Primeiro, de ouvir a sociedade e, segundo, de uma construção política de grupo. Um grupo que represente o que a população espera da gente. Aprendi muito nesse tempo.

Já vivi, com Arruda, ainda quando governador, e com toda a experiência política que ele tem, toda a bagagem política, toda a história, todo conhecimento que ele tem, de um gestor e de uma pessoa que estuda muito. O legado político que ele deixou na cidade, de construção, de muita obra, de quem fez e deixou saudade na população. Esse é o lado que eu carrego. Foi isso que as pessoas depositaram em mim e que acho que, com o exercício do mandato, nesses quase quatro anos, pude demonstrar que tenho capacidade, que quero aprender, tenho o que oferecer para as pessoas.

 25/03/2022 Crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press. Brasil.  Brasilia - DF. Entrevista com a Ministra da Casa Civil Flávia Arruda.
25/03/2022 Crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press. Brasil. Brasilia - DF. Entrevista com a Ministra da Casa Civil Flávia Arruda.(foto: Minervino Júnior/CB)

Nesse grupo a senhora põe o governador Ibaneis?

Fazemos parte de uma base, eu sou base. Mesmo estando aqui (no ministério), fiz tudo que pude, enquanto ministra de Estado, contribuí para o Distrito Federal. Fiz além do que podia, indo para os outros ministérios e pedindo tudo que fosse para Brasília. Nas políticas públicas que foram fundamentais, sempre pedi para ter Brasília como uma referência, no Auxílio Brasil, nas vacinas, em todos os projetos estruturantes do governo, investimento em obras, rodovias. Exerci meu papel como ministra, sem nunca ter deixado a minha ligação como parlamentar do Distrito Federal.

Se Ibaneis está no grupo e é candidato à reeleição, é possível inferir que o seu papel vai ser mesmo na candidatura ao Senado?

A minha candidatura não será, de forma alguma, a governo. Ele é o nosso candidato à reeleição. O que eu posso disputar, a gente tem de construir, primeiro, ouvindo a população. Depois, uma construção.

A senhora não descarta nada. Nem a reeleição?

Não descarto nada. Até em não ser nada (risos). Veja: a política dos próximos anos da capital passa muito por nós, que estamos hoje no cenário. Nós temos muitas pessoas jovens — respeitando, obviamente, todos que nos antecederam nessa na política local, como o governador Roriz, como o meu próprio marido, que ainda me ensina muito. Mas há uma renovação.

Essa geração é que, na sua opinião, vai continuar liderando a política brasiliense?

Sim. Passa por um grupo dessa geração e do qual eu acho que faço parte também.

Entre esses jovens, aparece a possível candidatura de Reguffe. Vocês têm boa relação. Como enxerga a candidatura dele?

Reguffe também é uma pessoa jovem, mas que tem uma trajetória na política, tem trabalhado pela cidade. Acho que a gente podia construir juntos, sem distanciar nem dividir grupos. É nesse caminho que eu trabalho sempre. Para a gente, no diálogo, trazer todo mundo para o que é bom para Brasília. E não para a divisão. Nós temos muitos bons políticos, bons talentos, pessoas boas, que querem o bem para a cidade.

A senhora não considera a política uma profissão. O que seria política então?

Política é transformação. É transformar a vida das pessoas. É você se dedicar, se doar, porque a política também é doação, é resignação, é renúncia. A gente abre mão de muita coisa da vida pessoal para a política.

Isso é uma crítica aos políticos profissionais?

Não, não é o meu perfil. Não critico ninguém. Acho que cada um tem uma forma de conduzir as coisas. Para mim, foi uma construção. Eu nunca fui do tipo 'ah, eu quero ser política', mas sempre participei da política de alguma forma desde muito pequena, com meu pai, na distribuição de comida, arrecadando alimento para fazer sopa.

Esse é o seu jeito de fazer política, talvez.

Sim, talvez uma política mais social, mais voltada para o próximo. A política só vale a pena quando a gente transforma a vida das pessoas. Não é para mim, é para os outros. E isso passa, também, pela renúncia. Política também é renúncia. Eu tenho duas filhas pequenas. Estar na política me tira do convívio delas. Então, ela priva a gente do convívio da família, do convívio social. Mas ela vale a pena quando a gente consegue transformar a vida das pessoas. Não é vaidade pessoal, porque eu sei, também, as dores que a política causa.

Uma das bandeiras do seu mandato era a questão da violência contra a mulher? Vai levar a questão adiante?

É uma bandeira minha desde o início do meu mandato. Presidi a comissão de combate à violência contra a mulher. Agora, volto para a Câmara e, certamente, vou fazer parte dela. Isso sempre me provocou muito. Aprovamos, agora, um projeto de lei — do qual fui coautora —, que é o da violência institucional. Queria até ver, antes de sair (do ministério), se a gente conseguiria sancioná-lo. Esse projeto foi estruturado em cima daquele caso da Mariana Ferrer. Ela foi revitimizada o tempo todo. A mulher revive a violência nas delegacias, nos tribunais. O tempo todo você é desafiada: 'Não estava com um vestido curto demais?'.

 25/03/2022 Crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press. Brasil.  Brasilia - DF. Entrevista com a Ministra da Casa Civil Flávia Arruda.
25/03/2022 Crédito: Minervino Júnior/CB/D.A Press. Brasil. Brasilia - DF. Entrevista com a Ministra da Casa Civil Flávia Arruda.(foto: Minervino Júnior/CB)

A sua pauta sobre as mulheres, na verdade, é até mais ampla.

Sim. Defendo não só o combate à violência contra a mulher, mas também o estímulo à participação dela na política e nos espaços de poder. A gente precisa dar a mão à outra, criar oportunidades, mostrar que, juntas, conseguimos fazer muito. Vamos acabar com essa conversa de que mulher não apoia mulher. A coisa mais bonita que a gente tem é a sororidade.

O PL vai tentar reivindicar a Presidência da Câmara em 2023?

Isso passa por uma nova eleição, né? A gente pode chegar entre 65 e 75 parlamentares até o fim da janela partidária. É uma bancada forte. Temos hoje um líder do PL, Altineu Côrtes, que é um grande amigo e comandará essa transição com maestria. Mas reivindicar uma coisa na próxima eleição é muito prematuro e seria até leviano. A gente não sabe nem quem estará lá. Não sabemos qual será o tamanho da bancada, apesar de eu acreditar que qualquer decisão dentro do Congresso vai passar pelo PL.

Mas muita gente vislumbra uma disputa interna no PL entre bolsonaristas "raiz" e a turma que já estava no partido. Como manter uma unidade interna?

Acho que o insucesso do PSL deve servir de lição. É o tipo de coisa que não dá certo. Rachar alas dentro de um mesmo partido só o torna mais fraco. Foi exatamente o que aconteceu com o antigo PSL. Mas não acredito que isso aconteça com o partido sob comando do presidente Valdemar Costa Neto, que é uma pessoa absolutamente do diálogo, da palavra, da construção.

E aqui no DF? Quem vão ser os puxadores de voto?

A gente não consegue prever voto. São muitas variáveis. Há aqueles com mandato, que já disputaram a eleição, mas há, também, aqueles com potencial enorme. É claro que, no caso do PL, com a vinda da deputada Bia (Kicis), ela e eu temos mandato de deputada federal. Entre deputados distritais, há os que têm mandato e outros que estão vindo. Todos têm potencial.

Alberto Fraga vem?

Ainda não tivemos uma conversa definitiva, mas acho que é o caminho mais natural. Fraga sempre esteve com a gente, sempre foi do mesmo campo, mas nós vamos conversar nos próximos dias.

Não passa, então, pelas conversas do PL, ter um candidato próprio para o GDF?

Nos quadros do PL, temos gente para disputar qualquer vaga de majoritária ou de todas as proporcionais. Mas o PL, hoje, é base de governo do governador Ibaneis.

O presidente Bolsonaro, segundo as últimas pesquisas, está em uma fase de ascensão no eleitorado. A que a senhora atribui isso?

Ao fim da pandemia. Todo mundo que está no mandato foi pego em cheio pela covid. Com o arrefecimento da pandemia, começam a aparecer coisas efetivas que foram feitas no governo, como o Auxílio Brasil. Antes era um tíquete médio de R$ 190, agora é de R$ 400. A população toda foi vacinada, não falta vacina. Um dos países que mais vacinaram foi o Brasil.

Ele teve uma votação expressiva em Brasília. Acredita que vai se repetir? Enxerga isso nas ruas?

Enxergo. Estive quarta-feira num evento com cinco mil pessoas. À hora que eu citei o nome do presidente, ele foi ovacionado. Na sexta-feira, num evento que transfere a titularidade de terras da União e permite a regularização fundiária, ele também foi aplaudido. Independentemente de onde ele está, vejo essa grande aceitação dele nas ruas.

Mas as pesquisas ainda apontam o ex-presidente Lula liderando.

Eu ainda não vi o ex-presidente Lula nas ruas. Então, não dá para avaliar a popularidade dele na rua. Obviamente, ele tem um recall político, mas ainda não vi o ex-presidente nas ruas. E o presidente Bolsonaro está diariamente. Também tem essa diferença: você está falando de um presidente em pleno exercício de mandato com tantos problemas enfrentados. Ele começou o governo com a tragédia de Brumadinho. Depois, teve seca, chuva demais, uma pandemia que abalou países enormes. Depois, a guerra. O presidente enfrentou coisas que, na História, acho que ninguém viveu isso com tanta intensidade e ao mesmo tempo.

E temos a inflação de 10% ao ano.

A inflação é mundial. A gente está ainda entre os países com a menor inflação em vista dos outros do mundo. O que para nós pouco importa, porque a gente vive aqui, a gente não vive fora daqui, não é mesmo? Mas o presidente trabalha para combater isso diariamente. Não é uma equação simples, porque não depende dele lá tomar uma decisão e acabou, né? Isso são fatores diversos. Então, temos o presidente Bolsonaro, no exercício do mandato, e o outro candidato, de fora, sendo a oposição, a criticar. Neste momento, está mais cômodo ser oposição do que estar no mandato.

Há possibilidade de uma terceira via, ou a polarização é inevitável?

A eleição levará à polarização. Apesar de haver pessoas muito capacitadas — governadores, ex-governadores — e os que estão achando que vão resolver o mundo, a eleição passa por esses dois lados: o presidente Bolsonaro e o ex-presidente Lula. Esse é o cenário que vamos enfrentar.

Isso não deixa o país dividido?

Deixa. Pessoalmente, não acho uma coisa boa, porque divide a população. Divide famílias, divide opiniões. Mas, infelizmente, é o que estamos vivendo.

A senhora mencionou que seu trabalho aqui no Planalto foi de construir pontes. É papel do político construir pontes, derrubar muros. Só que o país está claramente dividido, tende a repetir o que aconteceu em 2018. A política falhou?

A volta ao cenário político do ex-presidente Lula é que, talvez, tenha deixado esse cenário mais polarizado. A eleição do presidente Bolsonaro em 2018 era tida como improvável. Ele tem sido um presidente extremamente atacado desde o primeiro minuto, mas permanece com uma popularidade consolidada e caminhando para crescer cada dia mais. Acho que o que aconteceu foi isso: a viabilidade de um nome que estava fora da política (Lula) e a concretização e a permanência de um presidente de direita, de ideias diferentes. A História é feita de pêndulos. Acredito que, em algum momento, esse pêndulo volte um pouco mais para o centro, mas agora a gente está com essa polarização.

Ao filiar-se ao PSB, Geraldo Alckmin disse que seria importante para a democracia. O presidente Bolsonaro ameaçou a democracia?

Eu nunca vi o presidente Bolsonaro dizer que ia interferir na imprensa, que não ia cumprir nenhuma decisão. Nunca o vi querendo interferir no Congresso. Quando a gente fala de respeito à democracia, é de um presidente democraticamente eleito e tratando de todo o mandato dele dentro do cerne da democracia, do respeito à independência dos Poderes, dentro das quatro linhas da Constituição. A gente tem de lembrar sempre da independência dos Poderes. Questionar a legitimidade de alguma coisa é natural. Agora, invadir o poder...

A gente tem uma Constituição muito clara. Temos três Poderes bem definidos: Executivo, Legislativo e Judiciário. Se cada um deles atuar dentro das suas atribuições, não vejo nenhum tipo de ameaça. O presidente foi eleito por um regime democrático, permanece nele, trabalha para ele. O que ele diz não é uma ameaça, mas, sim, uma demonstração de transparência das coisas. Como as coisas estão muito acirradas, esse discurso acaba se levantando até mesmo contra ele. Repito: o cerne da democracia é o respeito à independência dos Poderes.

A senhora fica mais uma semana aqui no Planalto. Vai sentir falta dessa rotina?

(Risos) Meu Deus do céu... Sentir falta da rotina, não, porque a rotina de parlamentar e o processo pré-eleitoral também são muito intensos. Talvez, vá sentir falta das pessoas que estão aqui, dos amigos que fiz. Mas não vou, em momento algum, me desligar totalmente. Como parlamentar, esse canal de comunicação com o Executivo não deixar de existir. Não estou indo embora da cidade. Sou parlamentar de Brasília. Sentirei falta do convívio diário, mas vou continuar ajudando o presidente, agora, do outro lado da rua.

O que é mais difícil neste período da campanha?

Até o dia 2, a questão mais difícil é a da janela partidária. A gente vai ter um trabalho muito grande na formação das nominatas, que são fundamentais para a eleição, e no diálogo com os outros partidos. Depois que a gente passa para o processo de pré-campanha, aí é hora de estar mais na rua. É hora, como falei no início, de ouvir as pessoas, entender a demanda, ver a realidade.

A senhora se sente bem nesse momento?

Eu gosto. A minha vinda para cá me tirou um pouco dessa prática. Depois, a pandemia. A pandemia afastou a gente das pessoas. Eu estava toda sexta-feira em um restaurante comunitário, todo dia conversando. É a partir disso que a gente faz o mandato, é ouvindo as pessoas, sabendo qual é a necessidade. Eu não posso ficar trancada dentro do gabinete, ou do escritório, sem saber o que as pessoas precisam. Nunca perdi o meu olhar para o Distrito Federal. Agora, vou ter mais liberdade para ouvir as pessoas. O mandato não acabou, vou querer saber qual é o papel que a população espera de mim neste próximo pleito eleitoral.

E se a população disser: 'A gente quer você governadora'?

Risos.

Aos 42 anos, a senhora é deputada federal, primeira presidente da CMO, ministra. Essa menina de Taguatinga imaginou alguma vez que chegaria aqui?

Essa menina de Taguatinga sempre foi muito batalhadora. Muito determinada e sempre disposta a ajudar o próximo. Mas nunca, nem nos meus maiores sonhos, imaginei chegar aonde cheguei. E acho que mostro para as meninas de Taguatinga, de Ceilândia, de Planaltina, de qualquer outro lugar que, acreditando, estudando, trabalhando, batalhando, elas podem chegar aonde elas quiserem.

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