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Um palanque para Ciro

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

 No entanto, admite o presidente regional do PDT, Georges Michel, está difícil ampliar o arco de alianças para fortalecer Ciro na capital. Por enquanto estão adiantadas apenas as conversações com PV e Rede

O PDT do Distrito Federal tem a missão de construir na capital um palanque para seu candidato presidencial Ciro Gomes (foto). Não está fácil. O partido tem um candidato natural ao Palácio do Buriti, o ex-deputado Joe Valle, que conseguiu repercussão ampla quando presidiu a Câmara Legislativa. No entanto, admite o presidente regional do PDT, Georges Michel, está difícil ampliar o arco de alianças para fortalecer Ciro na capital. Por enquanto estão adiantadas apenas as conversações com PV e Rede.


Nada de Moro


Uma alternativa de peso para fortalecer o palanque seria a coligação com o senador José Antonio Reguffe, que já venceu bem uma eleição majoritária e pertenceu ao próprio PDT até a metade de seu mandato. Já houve contatos nesse sentido. Reguffe pode ser candidato a governador ou compor a chapa majoritária do partido buscando a reeleição ao Senado. O problema aí seria a compatibilização das candidaturas presidenciais de Ciro e do ex-ministro Sérgio Moro. O PDT nem pensa em uma coligação com o Podemos de Reguffe por conta da presença de Moro no partido. “O Brasil não pode ser elemento de nova experiência de laboratório, apostando no desconhecido, como já fez com Collor e Bolsonaro”, diz Georges Michel.


Sem acordo


Mesmo na hipótese de uma desistência de Ciro, hipótese que Georges Michel nem comenta, o apoio a Moro seria impensável para o PDT. Ciro se vê hoje apertado pela polarização de Lula e Bolsonaro, incomodado pela proliferação de nomes de terceira via, pressionado pela dificuldade de crescer nas pesquisas e desgastado, como em campanhas anteriores, pelas arestas que ele próprio cria. Mesmo assim, sua candidatura resiste e o PDT brasiliense só trabalha com essa hipótese. De qualquer forma, com Moro concorrendo pelo Podemos, uma aliança com Reguffe só seria possível se o senador trocasse de partido. Eventualmente indo para o próprio PDT.


Na chapa


De qualquer forma, o PDT tem esperanças na eleição do Distrito Federal. A ex-deputada Eliana Pedrosa, que em 2018 disputou o Buriti, filiou-se ao partido e deve ser a principal puxadora de votos para a Câmara dos Deputados. Para a Câmara Legislativa o PDT conta com dois distritais que devem concorrer à reeleição, Cláudio Abrantes, se permanecer no partido, e Reginaldo Veras.

jornaldebrasilia.com.br

 
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