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Agora é Lei – Estado deve garantir tratamento psicológico e psiquiátrico a pessoas acometidas pela Covid-19 no DF

quinta-feira, 29 de abril de 2021

 

Lei de autoria do seputado Eduardo Pedrosa determina que as redes públicas de saúde e ensino orientem pacientes, alunos e familiares sobre os sintomas de transtornos psicológicos

Lei de autoria do deputado Eduardo Pedrosa determina que as redes públicas de saúde e ensino orientem pacientes, alunos e familiares sobre os sintomas de transtornos psicológicos

O isolamento social, em decorrência da pandemia de Covid-19, é uma realidade vivida por pessoas em todo o mundo. Com ela, vieram algumas consequências que geram transtornos psicológicos e estresse pós-traumático como depressão, ansiedade, pânico e tendências suicidas. Para auxiliar nesses casos, entrou em vigor nesta quarta-feira (28) a Lei nº 6.838/2021, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC), que determina diretrizes e estratégias de divulgação, orientação e tratamento psicológico e psiquiátrico para atendimento à pessoa acometida por estes sintomas.

A lei estabelece que escolas e unidades de saúde da rede pública do Distrito Federal orientem os pacientes, pais, alunos e familiares acerca dos sintomas de distúrbio e transtornos psicológicos causados neste período de pandemia. Determina ainda que o Poder Público deve garantir o acesso à assistência em saúde mental e acolhimento aos pacientes e alunos que tenham sido acometidos pela Covid-19, por meio de tratamentos com profissionais capacitados como psiquiatras e/ou psicólogos. 

Eduardo Pedrosa destaca que, de acordo com pesquisadores, durante epidemias, o número de pessoas que desenvolve distúrbios psíquicos tende a ser maior do que as que são afetadas pelo processo infeccioso. "Sabemos que o evento trágico da pandemia deve passar, contudo, os males emocionais não vão embora. Sentimentos e sintomas de sofrimento psíquico podem levar a transtornos graves que permanecem em muitas pessoas, por muitos anos”, observa o distrital.

De acordo com o texto, o governo local deve auxiliar na redução do nível de estresse agudo de pessoas que contraíram a doença, apoiar no retorno à rotina e na reintegração às atividades de família dos que faleceram e dos que se recuperaram da doença, investir em estratégias de comunicação social que favoreça a recuperação, entre outros objetivos.

https://www.cl.df.gov.br/


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Oportunidade: IGES-DF abre recrutamento para contratar candidatos para 32 cargos

domingo, 25 de abril de 2021

 


Foto: Reprodução iges-df

Expectativa é selecionar cerca de 700 colaboradores para as novas UPAs, bem como para reforçar os quadros das demais unidades 

Por Redação

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGESDF) vai abrir, na segunda-feira (26/4), uma seleção para recrutar profissionais para 32 cargos diferentes, entre eles, médicos de 15 especialidades, enfermeiros, técnicos de enfermagem e de necropsia, fisioterapeutas, cirurgiões dentistas, artífices de manutenção e assistentes administrativos. 

As inscrições poderão ser feitas no site do IGESDF (https://igesdf.org.br/todos-processos-seletivos/), a partir da meia noite de segunda (26), quando os editais estarão disponíveis para consulta. O prazo termina na sexta-feira (30/4). Os salários variam entre R$1.520,00 – para artífice de manutenção que atua 44 horas semanais – e vão até R$13.300,00, no caso de médico categoria III com jornada de 24 horas semanais. Os benefícios são vale-transporte e alimentação. 

A expectativa é de que aproximadamente 700 pessoas sejam contratadas até o final do ano, já que a seleção vai atender as sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs). Além disso, vai reforçar os quadros de recursos humanos nos hospitais de Base (HB) e Regional de Santa Maria (HRSM), bem como nas seis UPAs já em funcionamento. Em conformidade com o artigo 93 da Lei N.º 8.231/91, serão destinadas 5% das contratações às pessoas com deficiência (PCD). 

As etapas do processo seletivo são diferentes para cada cargo, sendo que para todos há análise curricular, comprovação de requisitos de formação e entrevista, que pode ser presencial ou online. 

Após o cadastro, o andamento completo da seleção realizada pela Gerência Geral de Pessoas poderá ser acompanhado pelo site do IGESDF, onde serão publicadas todas as etapas realizadas com os nomes dos candidatos e os respectivos resultados. 

Recrutamento de candidatos
Inscrições: 26 a 30/4
Onde se cadastrar e acompanhar a seleção? https://igesdf.org.br/todos-processos-seletivos/ 

Da Redação do Agenda Capital e Iges

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No DF, pai e filho morrem eletrocutados ao colher abacates

 (crédito: Divulgação/CBMDF)

Os dois usavam uma haste para derrubar os frutos de uma árvores ao lado do colégio Centrão, em Taguatinga, e o cabo encostou na rede elétrica, provocando o choque


Na madrugada deste domingo (25/4), um homem de 49 anos e seu filho, de 17, morreram depois de receberem uma descarga elétrica enquanto colhiam abacates ao lado do Centro Educacional 2 de Taguatinga Sul, o Centrão.

 A haste que eles usavam para derrubar as frutas encostou nos cabos da rede de energia. A descarga elétrica os atingiu e ambos tiveram uma parada cardíaca.

Militares do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal tentaram reanimar o pai durante 45 minutos, mas não tiveram êxito e o óbito foi atestado no local do acidente. Em 38 minutos, a equipe conseguiu reanimar o filho. Ele foi levado ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Contudo, o jovem teve outra parada cardíaca na unidade de saúde e faleceu.

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Flávia Arruda: "Vacinar e preservar vidas são nossas prioridades"

 

Responsável pela articulação entre o Planalto e o Congresso, ministra admite que a CPI da Covid pode se transformar em um palanque eleitoral, mas aposta na responsabilidade dos senadores

 (crédito: Marcos Correa/PR)
A quatro dias de completar um mês no cargo, a ministra da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, considera cumprida a sua primeira missão, o acordo que garantiu a sanção do Orçamento de 2021. "O ano mais apertado em termos fiscais das últimas décadas", diz a ministra em sua primeira entrevista nesses 26 dias no cargo. Agora, ela se prepara para, novamente, tentar assegurar o diálogo crucial para o governo atravessar a pandemia, a CPI da Covid, e tentar recuperar a economia. "O maior desafio do governo e do país é ampliar a vacinação e preservar vidas. A pandemia é a maior crise depois da Segunda Guerra Mundial", afirma.


O fato de ser representante do Parlamento, não significa que vá aceitar tudo o que vier do Congresso em termos de pedidos de liberação de recursos, especialmente, se representar um aumento do crescimento da dívida. "Se formos capazes de sinalizar para o mercado uma diminuição do crescimento da dívida pública, teremos mais investimentos e uma retomada mais rápida da atividade econômica", prevê.

Como única mulher num ambiente tão masculino quanto é hoje o Planalto, ela garante que tem feito seu papel de garantir o diálogo: "Quero construir pontes, não gosto de muros". No entender dela, não há espaços para processos de impeachment, pois o país não suporta mais rupturas. “Há um calendário eleitoral. Vamos seguir nessa direção”, diz. Sobre seu futuro político, ela diz que tudo será decidido na hora certa. A seguir a íntegra da entrevista ao Correio.

O governo passará por uma CPI. Onde a articulação política falhou, uma vez que não conseguiu negociar desde cedo a presidência e/ou a relatoria do colegiado?

O Senado tem sua dinâmica própria, e a CPI pode ser um instrumento propositivo para o país. Ao ouvir todos os segmentos da sociedade, poderá ajudar muito, não apenas na correção de eventuais políticas públicas, como, principalmente, na proposição de novas medidas para enfrentarmos a pandemia e suas consequências. Tenho ouvido muitos senadores que têm essa visão propositiva.

Qual o risco de o governo ser minoria entre os integrantes da CPI da Covid?

Os líderes do governo no Senado e os líderes dos partidos que apoiam o governo agiram de forma muito aberta e democrática no sentido de permitir que todas as correntes políticas estejam presentes nessa discussão tão importante para o país. Há o risco de uma politização exagerada, de um palanque eleitoral? Sempre existe. Mas a minha percepção é a de que os senadores estão preocupados mesmo é em contribuir para encontrarmos os melhores caminhos para vencermos a pandemia. A pontuação de eventuais problemas, tanto no governo federal quanto nos governos estaduais, poderá ter um enfoque mais de ajustes de que de crucificar gestores.

A negociação do Orçamento de 2021 expôs a fragilidade das alianças do governo no Congresso. O ministro da Economia, Paulo Guedes, foi atacado pelos presidentes da Câmara e do Senado? O que foi que aconteceu?

Faz parte do jogo, cada um com suas responsabilidades. Casa que não tem pão, todo mundo grita e ninguém tem razão. Mas todos foram capazes de compreender as dificuldades e construímos, juntos, a solução possível. O importante é que terminou bem. E, agora, vamos cuidar da execução orçamentária com essa mesma visão de conjunto. Vai dar certo.

Analistas dizem que o Orçamento deste ano foi todo elaborado para pavimentar a reeleição do presidente Jair Bolsonaro em 2022. Não é muito arriscado transformar uma questão técnica em política?

Esta avaliação está equivocada. O Orçamento tem uma margem discricionária para o governo de menos de 6% da receita líquida. As despesas obrigatórias tomam todo o espaço orçamentário. Será o ano mais apertado em termos fiscais das últimas décadas. Infelizmente, não será esse o instrumento de ação política. O presidente é um liberal. Se formos capazes de sinalizar para o mercado uma diminuição do crescimento da dívida pública, teremos novos investimentos e uma retomada mais rápida da atividade econômica. E isso pode fazer a diferença.

A mesma confusão que se viu no Orçamento de 2021 vai se repetir em relação ao de 2022, quando o governo terá folga financeira superior a R$ 106 bilhões no teto de gastos por causa da inflação mais alta? Vai haver uma farra de gastos?

Eu espero que tenhamos, já no próximo ano, um crescimento da ordem de 2,5% do PIB e algum aumento de receita que permita mais investimentos públicos. Mas muito aquém do que seria desejável. Muito longe de uma expansão significativa de gastos.

A senhora está confiante na base do governo para levar adiante as reformas que o país tanto precisa para voltar a crescer? A CPI da Covid pode interromper de vez as reformas tributária e administrativa?

Esse é o Congresso mais reformista dos últimos anos. O que atrapalha não é a CPI, que vai envolver 18 senadores dos 81, e ainda temos 513 deputados. O que já está atrapalhando é a dificuldade das sessões presenciais, que são a alma do Parlamento. Perde-se muito com as sessões remotas. Fica muito mais difícil a busca de consensos e a formação de maiorias. Mas vamos avançar. Há essa determinação de avançar nas reformas.

Até que ponto a reeleição do presidente Jair Bolsonaro vai contaminar a agenda do Congresso? Veremos um Legislativo mais refratário ao governo? O que pode ser feito para tornar a relação menos conflituosa?

As eleições de quatro em quatro anos têm um efeito importante na discussão de temas dentro e fora do Congresso. Faz parte da democracia. É bom que seja assim. Não vejo nisso um problema, mas uma oportunidade de pensar o Brasil.

Além da CPI, que outros grandes focos a senhora considera que merecem atenção do governo daqui para frente?

O maior desafio do governo e do país é ampliar a vacinação e preservar vidas. E tem o desafio de não permitir um colapso das atividades econômicas e socorrer as parcelas mais vulneráveis da população. A pandemia e suas consequências são o maior desafio da nossa geração.

Há uma série de pedidos de impeachment do presidente aguardando análise no Congresso e, agora, a oposição já prepara um para juntar parte desses pedidos. A senhora confia que o presidente da Câmara, Arthur Lira, não colocará nenhum desses pedidos para tramitar?

O Congresso tem sido muito responsável em não criar mais crises do que as que já temos. Tanto que o então presidente Rodrigo Maia, quanto o presidente Arthur Lira não viram nada que justificasse medidas excepcionais. E a sociedade, majoritariamente, não deseja mais rupturas. Há um calendário político eleitoral a ser cumprido. Vamos trabalhar nessa direção.

O presidente ainda está sem partido. Ele pode ir para o PL?

O presidente tem uma força eleitoral muito grande e tem muitas opções partidárias. O PSL teve um crescimento gigantesco exatamente em função do presidente. Mas eu não sei qual será a opção dele.

Em relação a 2022, qual a senhora acredita que deva ser o tema de maior relevância? Saúde, economia/empregos, segurança pública?

Ainda é cedo para essa avaliação. Eu não sei se o que vou dizer é um prognóstico ou um desejo. Mas eu creio que, nas próximas eleições, haverá uma vontade de olhar para frente. Aprender com as lições dessa grave crise e projetar um país que combine crescimento econômico, geração de empregos e diminuição das desigualdades sociais.

A senhora acredita na reeleição de Bolsonaro ? O presidente do PSD, Gilberto Kassab, disse que o presidente pode ficar fora do 2º turno.

É muito fácil ser engenheiro de obra pronta. A verdade é que a pandemia é a maior crise depois da Segunda Guerra Mundial. Ela destruiu vidas e famílias no mundo inteiro. E o Brasil, com nossas desigualdades, tem muito mais dificuldades de isolamento social do que os países ricos. O Brasil também foi obrigado a rever conceitos, mudar ministros e estratégias. Mas o importante é que a vacinação está avançando e vamos aos poucos vencendo esse que é o maior desafio da nossa geração. Tenho muita esperança em dias melhores para os brasilienses e todo povo brasileiro. Com fé e trabalho, vamos seguir em frente.

O Planalto é ocupado basicamente por homens. Como é ser a única mulher nessa seara da articulação política do governo?

O presidente e os ministros têm me ouvido com muito respeito. Esses dias, estava numa reunião com o presidente e eram 21 homens, eu era a única mulher. Saiu até uma foto na imprensa destacando isso. Eu tenho consciência de que estou cumprindo um papel também na busca de uma maior participação das mulheres nas grandes decisões. Sou parte de uma mudança na sociedade. Já estou acostumada com isso. E, além do meu papel político, tento sempre diminuir os conflitos, e nós, mulheres, somos boas nisso.

As mulheres, geralmente, têm várias tarefas acumuladas, além do trabalho fora de casa, e a senhora sempre foi uma mãe muito presente. Como está sendo essa rotina?

Meu marido tem ajudado muito em casa e com nossas filhas, mas eu continuo muito presente. Tempo é questão de prioridade, e minhas filhas são minha prioridade emocional. Estar com elas me descansa e me conforta. Às vezes, tem uma ou outra dificuldade, mas minha família é muito presente também. Avós, tios e primos nos apoiam muito.

O que a senhora apontaria como seu maior êxito nessas primeiras semanas no cargo?

O maior desafio desses meus primeiros dias no ministério foi buscar o entendimento possível para o Orçamento. Foi muito difícil conciliar os limites da área econômica com a responsabilidade fiscal, a necessidade de recursos para combater a pandemia e os compromissos com as emendas parlamentares, fundamentais para vários setores do país.

Qual o principal desafio daqui para frente?

Creio que o país tem três grandes desafios: combater a pandemia, socorrer os mais necessitados e lançar as bases para a retomada da economia e dos empregos.

Muitos políticos dizem que, para se ter sucesso no cargo da senhora, é preciso ter a certeza de que a palavra empenhada será cumprida e um dos problemas é a escassez de recursos orçamentários para as emendas. A sanção do Orçamento resolveu esse problema?

Realmente é uma função muito difícil. Mas não está relacionada apenas à liberação de emendas ou recursos, até porque todos temos a dimensão exata da escassez orçamentária, mas ao diálogo constante com todas as forças políticas. Eu quero construir pontes. Não gosto de muros.

Em relação à política local, como está o relacionamento com o governador Ibaneis Rocha? A senhora pensa em apoiá-lo em 2022?

O governador e todo o GDF têm meu total apoio em todas as iniciativas que trazem dignidade para as pessoas e desenvolvimento para a nossa cidade. Temos realizado parcerias importantes na retomada de projetos e destinação de recursos, como o retorno da Cesta Verde, do Mãezinha Brasiliense, construção de novas UPAS e luta pela segurança pública.

A senhora será candidata a algum mandato eletivo no ano que vem?

Sinceramente, no meio de uma pandemia e com tantas dificuldades, não acho que é hora de fazer planos eleitorais. Estou trabalhando muito, fazendo todo o esforço para ajudar Brasília e o Brasil. No momento certo, vamos pensar nisso.

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Flávia Arruda senadora?

sábado, 24 de abril de 2021

 

Se depender do grupo arrudista, a deputada federal Flávia Arruda deverá mesmo disputar o Senado em 2022. Se der certo, ela terá 8 anos de mandato e poderá disputar a eleição para o GDF em 2026.

https://donnysilva.com.br/

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Morre aos 69 anos, Levy Fidelix, presidente do PRTB

 


Equipe do político confirmou a morte de Levy nesta sexta-feira (23/4)

Por Redação*

Morreu, nesta sexta-feira (23/4), o político Levy Fidelix, presidente do PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro), aos 69 anos. Fidelix estava internado há quase um mês em um hospital particular de São Paulo por conta da covid-19.

Por meio das redes sociais, a equipe do político confirmou a morte: “É com profunda dor e pesar que o PRTB, por sua diretoria, comunica o falecimento do nosso Líder, Fundador e Presidente Nacional Levy Fidelix, ocorrida nesta data na cidade de São Paulo. Descanse em paz homem do Aerotrem!”.

Também pelas redes sociais, políticos lamentaram a morte de Fidelix, como Rodrigo Manga, prefeito de Sorocaba (SP) e o deputado federal José Medeiros (Podemos/MT).

Histórico

Natural de Minas Gerais e formado em Comunicação Social, Fidelix foi o fundador do PRTB e se tornou mais conhecido após insistir no projeto do aerotrem. Um ponto de polêmica na carreira do político foi quando proferiu ataques contra a comunidade LGBTQ+ ao declarar em um debate na Record TV em 2014 que “Pelo que eu vi na vida, dois iguais não fazem filho. E digo mais, digo mais: desculpe, mas aparelho excretor não reproduz”.

Fidelix tentou ser prefeito de São Paulo por quatro vezes. Disputou em 2010 e 2014 para a presidência da República. No último pleito, em 2018, desistiu de concorrer após o general Hamilton Mourão, que é filiado ao PRTB, ser escolhido como vice do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Pelas redes sociais, o vice-presidente lamentou a morte do amigo Levy Fidelix e companheiro de partido.

O político, que era também jornalista e publicitário, fundou o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro. Ele deixa a mulher, Aldinea Rodrigues Fidelix Cruz, vice-presidente do PRTB, e uma filha, Lívia Fidelix, que tentou se eleger deputada nas eleições de 2018.

*Com o informações do CB e Agenda Capital 

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Morre menina de seis anos torturada pela mãe e pela madrasta em porto real

Menina sofreu maus tratos entre a sexta-feira, 16, e a madrugada de segunda, 19. Segundo a polícia, durante todo o período ela sofreu com agressões e não foi devidamente alimentada (crédito: Reprodução/Facebook)

Morreu na madrugada deste sábado (24/4) a menina Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, de apenas 6 anos, que foi torturada por pelo menos três dias pela mãe e pela madrasta na cidade de Porto Real, no sul fluminense. Ela estava internada desde o início da semana em um hospital privado na cidade de Resende.
A menina sofreu maus tratos entre a sexta-feira, 16, e a madrugada de segunda, 19. Segundo a polícia, durante todo o período ela sofreu com agressões e não foi devidamente alimentada.

A mãe da menina e a companheira dela são acusadas pelo crime. As duas mulheres, de 27 e 25 anos, estão presas e, de acordo com a polícia, confessaram os maus tratos.

 No mês passado, o menino Henry Borel, de apenas 4 anos, também morreu vítima de maus tratos. O caso aconteceu no Rio. O padrasto do menino, o médico e vereador Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, e a mãe de Henry, Monique Medeiros, estão presos temporariamente acusados pelo crime. A defesa de ambos negam as acusações.



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"Estou sem chão", diz pai de jovem assassinada em Sobradinho

 (crédito: Arquivo pessoal/redes sociais)

Tatiely Cruz, 25 anos, foi morta a tiros. Ela deixa quatro filhos com idades entre 6 e 1 ano. A polícia investiga duas pessoas suspeitas


 O assassinato brutal de Tatiely Cruz, 25 anos, na manhã deste sábado (24/4), em Sobradinho II despertou sentimentos de revolta e medo entre os moradores da região. Na rua onde ela foi morta a tiros, as pessoas definem a jovem como muito “sociável, tranquila”. Ela deixa quatro filhos de seis, cinco, três e um ano.

Tatiely foi morta a duas ruas da casa onde morava com o pai, o cabeleireiro Cícero Paes, 56 anos, e os irmãos. “Estou sem chão. Ninguém merece uma coisa dessas”, resumiu o pai.

De acordo com relato de vizinhos, os tiros foram disparados por volta das 10h40, por pessoas que estavam em um veículo. As balas acertaram a cabeça e o ombro dela. O Correio apurou que duas pessoas são investigadas pela participação no crime.

Após o assassinato, o corpo de Tatiely permaneceu na calçada mais três horas, enquanto a perícia trabalhava na cena para colher provas que levem à prisão e condenação dos culpados.

Os investigadores da 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho II) apuram o crime.

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Agaciel Maia elogia dedicação e trabalho dos pastores

sexta-feira, 23 de abril de 2021

 O deputado Agaciel Maia  (PL-DF) parabeniza o trabalho dos religiosos. 



Agaciel Maia afirmou que "não tem dinheiro que pague o trabalho dos pastores e pastoras". Frisou que eles são homens que resgatam almas, ajudando a construir uma sociedade melhor e mais fraterna.

O deputado falou da importância de muitos pastores, que abrem mão da profissão para se dedicar ao trabalho religioso. "Aquele que almeja o episcopado, boa obra busca", afirmou citando trecho da carta de Paulo a Timóteo. 

Agaciel Maia elogiou a dedicação e a fé dos pastores  que levam a palavra de Deus , que mesmo com as restrições se adequaram e continuam levando a mensagem de paz e o amor de Deus "parabéns pastores", disse o deputado.


BLOG NOSSO GAMA
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Gama é Turismo Religioso!

 

Capela São Francisco de Assis
Situada no Núcleo Rural Casa Grande, a Capela São Francisco de Assis, foi inaugurada em 10 de outubro de 2004. Segundo o cardeal da época, Dom José Freire Falcão: “Aqui Deus está presente e fará prodígios e milagres.”
O nosso Turismo em Ação desembarcou aqui para fazer uma visita técnica ao local, onde foram feitas análises sob o olhar do turismo com intuito de buscar melhorias e oportunidades para receber ainda mais visitantes.


http://www.capitaldoentorno.com.br/
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Uniformização

A senadora Leila Barros comemorou a votação, pelo Senado, do PL que objetiva uniformizar o atendimento à mulher

 A senadora Leila Barros (PSB-DF/foto) comemorou a
votação, pelo Senado, do projeto de lei que objetiva uniformizar o atendimento à mulher e medir o grau de risco das vítimas de violência doméstica, que relatou.

Delegacias – O texto determina que as delegacias de polícia apliquem o chamado Formulário Nacional de Risco e Proteção à Vida durante esse tipo de atendimento. “O primeiro atendimento dado à vítima mulher é essencial para que ela tome a decisão de permanecer na relação violenta ou procurar novos caminhos para sua vida”, afirmou ela.



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Telemedicina: IGES-DF já realizou mais de 2,4 mil atendimentos

 


Diretor-presidente do Iges conferiu pessoalmente serviço que possibilita videoconferências ao vivo entre médicos 

Por Redação*

Com uma estrutura composta por computadores e telões onde são transmitidas videoconferências para discussão de casos de pacientes graves entre médicos ao vivo, o Serviço de Telemedicina instalado no Hospital de Base (HB) recebeu a visita, nesta quinta-feira (22), do diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), Gilberto Occhi. 

Ele foi conferir como funciona o serviço, que é coordenado pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep) do Iges e consiste em ofertar – para médicos do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – apoio de especialistas das áreas de cardiologia, pneumologia, clínica médica, infectologia, endocrinologia, nefrologia e psiquiatria. 

“Os especialistas orientam médicos e sugerem intervenções, em tempo real, durante atendimentos a pacientes”, explicou a diretora da Diep, Emanuela Ferraz. “Esse é um serviço importante que facilita os profissionais a tomarem decisões de forma mais rápida para melhor atender os pacientes”, avaliou Occhi. 

Adotada durante a pandemia pelo Iges-DF, a telemedicina já realizou aproximadamente 2,4 mil atendimentos entre abril de 2020 e março de 2021. Mais de 80 médicos já receberam o suporte. 

Funcionamento 

Os médicos das UPAs ou do HRSM enviam uma solicitação pelo sistema e são direcionados para o especialista que atenderão a demanda. A partir daí, em poucos instantes, o médico do Hospital de Base (HB) inicia a discussão do caso clínico em tempo real. 

O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h e as unidades que recebem o auxílio também contam com computadores exclusivos. 

Além do apoio por especialidade, a telemedicina do Iges-DF oferta a opção de discussão dos casos por reuniões clínicas virtuais, nas quais os médicos plantonistas das UPAs debatem o quadro de saúde dos pacientes internados com todo o grupo de especialistas escalados.

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O Primeiro nome no Livro de Aço dos Heróis da Pátria: O patrono da Polícia Militar

quarta-feira, 21 de abril de 2021

 Conheça a história do herói nacional que o país homenageia nesta quarta-feira

O país presta nesta quarta-feira a sua homenagem ao Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, patrono das polícias Militar de todo o Brasil. A data comemorativa foi instituída em 1946, mediante o Decreto-lei nº 9.208, que considerou os patrióticos serviços prestados à segurança pública pelo policial militar e guardião da sociedade.

As ações de Tiradentes até mesmo anteriores aos fatos históricos que levaram à declaração de independência do Brasil, foram cuidadosamente consideradas para a decretação do patrono das polícias militares, pois como soldado da Lei e da Ordem, as suas ações deveriam constituir um paradigma para os que hoje exercem funções de defesa da segurança pública.

Escolhido para liderar a Inconfidência Mineira, por sua bravura e habilidade, Tiradentes chamado assim por também exercer o ofício de dentista foi o precursor da Independência do nosso país.

Quando o grupo foi descoberto, o oficial da Polícia Militar de Minas Gerais se entregou em favor dos colegas e foi condenado à morte e se tornou mártir e herói nacional.

Nascido em 1746 e batizado em 12 de novembro do mesmo ano no Sítio Fazenda do Pombal, hoje cidade de Ritápolis, em Minas Gerais, Tiradentes foi preso no dia 10 de maio de 1789 e enforcado em 21 de abril de 1792, com aproximadamente 46 anos.

A data de sua morte passou a ser feriado nacional em 1965, quando tornou-se também Patrono Cívico da Nação Brasileira.

Segundo registros históricos, Tiradentes entrou para o Regimento de Cavalaria de Minas Gerais com 29 anos de idade, como Alferes, correspondente hoje à insígnia de Tenente. Por causa de sua inteligência e de seus ideais, Tiradentes também era chamado de "O República", "O Liberdade" e o "Gramaticão".

Agência Brasília/Mary Leal

Em Brasília em um dos seus monumentos históricos que homenageia pessoas que tiveram papel fundamental na construção do País no Panteão da Pátria Tancredo Neves, localizado na Praça dos Três Poderes, existe um livro com páginas de aço que relaciona os heróis oficialmente reconhecidos do Brasil.

O "Livro dos Heróis e das Heroínas da Pátria", como é chamado, reúne nomes que entraram para a história nacional e atualmente, o livro registra como primeiro nome o do policial militar Alferes Joaquim José da Silva Xavier, Tiradentes, que estreou o livro, em 21/4/1992.

O Livro de Aço homenageia a liberdade, a democracia e todos os homens e mulheres que se sacrificaram para garantir a autonomia e o engrandecimento da nação nos episódios históricos em que o direito à liberdade foi colocado em risco.

E seguindo o exemplo das ações patrióticas dos guardiões da sociedade podemos citar também o primeiro policial militar a tornar-se presidente do Brasil, o coronel da Polícia Militar de Minas Gerais, Juscelino Kubitschek, que fundou em 21 de abril de 1960, a nova capital do país, Brasília, a Capital da Esperança, cidade pela qual os policiais arriscam a própria vida para defendê-la.

E Neste glorioso 21 de abril, a PMDF parabeniza todos os policiais militares valentes e guerreiros da paz e segurança que honram o legado do Patrono Tiradentes e a toda sociedade brasiliense pelos 61 anos da capital do país.

http://www.pmdf.df.gov.br/

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Família que teve bebê salvo por policiais militares visita Comandante-geral da PMDF

 


A família do pequeno Gael visitou o gabinete do Comandante-geral da PMDF, coronel Vasconcelos, na manhã desta terça-feira (20). Os pais do jovem agradeceram a atuação dos policiais militares do Grupo Tático Operacional do 21º Batalhão (Gtop 41) e o comandante elogiou a atuação dos militares que salvaram o bebê que estava engasgado.

O pai do bebê pediu socorro à equipe que patrulhava o centro de São Sebastião, às 18h do último dia 14. “Ele mal conseguia falar pra gente o que estava acontecendo”, afirmou o Sargento Gentili durante o encontro. Os policiais prestaram os primeiros socorros e encaminharam o bebê para a UPA da cidade. Todos os detalhes da ocorrência aqui.

A equipe do Gtop 41 formada pelo Sargento Gentili, Cabo Freitas e Soldados Fagner Oliveira e Barreto foi homenageada pelo coronel Vasconcelos.

“Apesar de ser um ato de agradecimento, a ação não é do Comandante-geral, é dos nossos policiais. Eles são nossos heróis anônimos que estão todos os dias nas ruas”. E completou. “Nos dá alegria ver que uma vida foi salva, ainda mais uma tão jovem. Quero sobretudo agradecer os nossos policiais porque eles que fazem a máquina girar”, ressaltou o Comandante da PMDF.

Além da equipe do Gtop 41, o Comandante do 5º Comando de Policiamento Regional (5º CPR), Coronel Alencar, e o Subcomandante do 21º Batalhão, Major Aguiar, também estiveram presentes no gabinete do Comandante-geral. “Estamos vendo que a polícia não é só repressão ao crime, é importante termos momentos como esse,” ressaltou o Comandante do 5º CPR.

Encontro entre heróis e vítima

“Foi uma satisfação termos ajudado a família, em 10 anos de Polícia nunca tinha passado por algo parecido. Tenho uma filha de dois anos e só pensava nela enquanto fazia o socorro. Esse é o nosso trabalho e o faço com honra”, afirmou o Sargento Gentili do Gtop 41.

A família do jovem Gael, hoje com 14 dias, afirmou que os policiais os visitaram outras duas vezes em São Sebastião. “Eles compareceram na minha casa para saber se a criança estava bem”, afirmou a mãe Dailane de Jesus. Além da mãe, o pai do jovem, Cléber Borges da Silva, e a irmã, Eloá dos Santos também compareceram ao Quartel do Comando-Geral.

A mãe do bebê revelou o como é reencontrar a equipe do Gtop 41 após o salvamento. “Hoje é um momento de alívio, porque ele chegou no hospital quase morto”.

O coronel Vasconcelos finalizou a reunião revelando ter orgulho dos policiais da PMDF. “Valorizo muito homens e mulheres que dão valor a vida. Por isso nosso lema é muito mais que segurança”, revelou o Comandante-geral.

http://www.pmdf.df.gov.br/


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Exército brasileiro: Um vídeo que vale mais que mil palavras

 Esta cena marcou o dia 8 de abril de 2021 em Brasília, quando Generais bateram continência ao presidente Jair Bolsonaro, num gesto de respeito, durante solenidade de Promoção de Oficiais-Generais.  Momento ímpar que retrata o zelo do Exército pela República, pelo Brasil.

https://donnysilva.com.br/ 

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De olho em 2022, Bolsonaro foca no segmento evangélico


Pr. Orcival Xavier e lideranças evangélicas da CCB. Foto: Agenda Capital

Em meio ao avanço do novo coronavírus, ao fechamento de templos e às investidas da oposição no eleitorado, presidente recebe líderes de igrejas, com o objetivo de tentar manter o apoio entre fiéis da religião, que conta com cerca de 60 milhões de adeptos

Por Redação*

Numa agenda frenética com lideranças evangélicas, o presidente Jair Bolsonaro trabalha para não perder apoio, nas igrejas, à reeleição em 2022. Nesta segunda-feira (19/4), ele reuniu-se com os pastores Silas Malafaia, presidente do Conselho Interdenominacional de Ministros Evangélicos do Brasil (Cimeb), e Fábio Sousa, da Igreja Fonte da Vida.

O entrave no caminho do chefe do Executivo é o avanço da pandemia, que tem provocado o fechamento de templos. A disseminação do vírus no meio religioso e a perda de vidas entre fiéis e pastores geram forte impacto no respaldo político ao governo.

Ao mesmo tempo, o Planalto vê o PT, com foco no pleito do ano que vem, e partidos do Centrão iniciarem uma cruzada em meio às lideranças evangélicas. A disputa é por uma grande fatia do eleitorado. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), em 2010, havia 42,3 milhões de evangélicos. Como a religião está em franco crescimento no Brasil, hoje já seriam mais de 60 milhões de fiéis.

Ao contrário da Igreja Católica, os evangélicos não têm uma liderança única, muito menos entidade ou grupo em nível nacional com influência sobre todas as vertentes — há diversas subdivisões, muitos templos independentes, que não atuam em coligações ou associações.

As declarações de Bolsonaro contra o uso de máscaras, o distanciamento social e as demais medidas sanitárias são vistas como uma desvalorização da vida da população, o que desagrada a fiéis e pastores. Nos cultos, pastores e bispos têm destacado a importância do uso de álcool em gel e medição de temperatura, além de manter distância dentro e fora dos templos para evitar a propagação da doença.

O pastor Josimar Francisco da Silva, presidente do Conselho de Pastores Evangélicos do Distrito Federal (Copev), afirmou que a igreja tenta se manter longe da política. “Os evangélicos oram muito por ele (Bolsonaro), não sei por quê. Quando houve essa mudança de governo, a igreja estava sendo muito perseguida pela esquerda… Nós tentamos manter distância da política”, frisou. “Não é pelo presidente que oramos, é pelo país, pela estabilidade. Já oramos pelo ex-presidente Lula, pelo Temer, que representam os rumos do Brasil.”

Ele destacou que Bolsonaro é a favor de pautas em comum com a igreja evangélica, mas que não existe apoio irrestrito. “Ele defende muito a liberdade religiosa, o que já é uma grande coisa, mas não estamos ligados à pessoa do Bolsonaro, mas, sim, à figura de presidente da República. Estamos tomando nossos cuidados, usando máscaras, independentemente do que o presidente diz”, assegurou. “Respeitamos os decretos dos estados e atuamos seja presencial seja a distância. A igreja é independente, apesar de muitos líderes serem próximos de políticos.”

Mestre e doutoranda em teologia pela Escola Superior de Teologia do Rio Grande do Sul, Denise Santana enfatizou que pastores das grandes igrejas não falam por todo o segmento. “Os dois pastores que se encontraram com Bolsonaro falam em nome deles, respondem pela igreja deles, e não em nome de todo o segmento evangélico do Brasil, que é muito fragmentado. Ele tem um amplo apoio, mas não é de 100%”, disse.

Em tempo: O Agenda Capital consultou algumas lideranças evangélicas e quase todos afirmaram que o pr. Silas Malafaia representa apenas a sua igreja, Assembleia de Deus Vitória em Cristo, e que ele não fala em nome do segmento. De acordo com um respeitado líder evangélico do DF, que preferiu neste momento não se identificar, o presidente Bolsonaro na realidade ainda não tem a verdadeira dimensão de quem realmente fala em nome da igreja evangélica no Brasil. 

http://agendacapital.com.br/

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Cláudio Abrantes elogia desempenho da segurança pública em Planaltina

 

Deputado associa a queda na criminalidade ao trabalho do governo atual de incentivo aos policiais e resgate da dignidade da corporação

Deputado associa a queda na criminalidade ao trabalho do governo atual de incentivo aos policiais e resgate da dignidade da corporação

A atuação dos profissionais das polícias civil e militar em Planaltina, durante o ano de 2021, foi alvo de elogios por parte do deputado Cláudio Abrantes (PDT), na sessão remota da Câmara Legislativa desta terça-feira (20). Conforme apontou o distrital, a região administrativa já esteve no topo da criminalidade do DF, tendo chegado a registrar sete homicídios num único final de semana; ao passo que, nos últimos 110 dias, quatro assassinatos foram contabilizados.  

“Sobretudo a partir de 2019, com um trabalho de incentivo aos policiais, de resgate da dignidade da corporação, com equipamentos, temos números que precisam ser reconhecidos, e Planaltina já tem um índice de criminalidade muito menor”, afirmou o distrital. 

https://www.cl.df.gov.br/

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Criança morta após ataque de pitbull é enterrada em Luziânia (GO)

terça-feira, 20 de abril de 2021

 

Menino de 2 anos e o irmão, de 7, foram atacados pelo cachorro no último domingo. Cão foi morto a tiros pela PM. Animal era de um tio das vítimas e convivia com a família há vários anos

 (crédito: Luana Patriolino/CB/D.A Press)Amigos e familiares se despediram, ontem, da criança de 2 anos, moradora de Luziânia (GO), morta após ataque de um cão da raça pitbull, no domingo. Sob forte comoção, o enterro foi realizado no cemitério Jardim da Consolação, no município goiano. O menino e o irmão, de 7 anos, foram atacados pelo cachorro na casa onde moravam no Parque Paulistano, Gleba B. A ocorrência foi atendida por policiais militares de Goiás, que atiraram para conter o animal. O cachorro morreu na hora.

De acordo com o laudo necroscópico, o menino teve uma parada cardiorrespiratória e lesões graves na cervical e na lateral direita do corpo. O irmão ficou ferido no antebraço, mas passa bem. Segundo os policiais, testemunhas gritavam desesperadas próximo ao cachorro. Mesmo depois de morto, vizinhos queriam estrangular o bicho, que foi recolhido por um técnico do Centro de Zoonoses do município para exames. As duas crianças foram encaminhadas à unidade de pronto atendimento (UPA) de Luziânia. A ocorrência foi registrada na 1ª Delegacia de Polícia da cidade.

Na avaliação do delegado responsável pelo caso, Cassius Zamo, tudo indica que o ataque foi acidental. “Por enquanto, não foi identificada nenhuma responsabilidade, justamente porque o animal era de convívio da família por vários anos. Há informações de que as crianças já tiveram contato com o animal em muitos outros momentos”, explica.

De acordo com Zamo, o pai das crianças, identificado como André (sobrenome não revelado), 34 anos, contou à polícia que o cachorro, na verdade, pertencia ao cunhado, que morava na residência, e foi embora há pouco tempo e deixou o animal na residência. “Infelizmente, acho que foi uma fatalidade. No depoimento do pai, ele destaca que o animal pertence à família há muito tempo. Foi criado desde filhote pelo seu cunhado, que morava na residência. Ele se mudou há dois dias. O cachorro vivia solto no quintal, convivia com as crianças e dormia na varanda”, explica o delegado.

Os policiais conduziram o pai das vítimas, 34 anos, e uma testemunha para prestarem depoimento. “Já foram ouvidas duas pessoas da família. Não conversamos ainda com outras pessoas, porque entendemos que esse momento é de dor. Vamos esperar alguns dias para falar com todos”, diz o delegado.

Ao Correio, uma vizinha da família que não quis se identificar afirmou que todos da casa e da rua estão extremamente abalados. “A família está muito chocada. Hoje, eles passaram o dia fora de casa para resolver as coisas do enterro”, conta.

De acordo com o advogado Karlos Gad Gomes, especialista em direito penal, o caso pode ser enquadrado no artigo 31 da lei de contravenções penais, por conta da omissão nos cuidados com o bicho. “A omissão na cautela é justamente isso: não tomar cuidado na guarda de animal. Deixar em liberdade, confiar a guarda de pessoa inexperiente ou não guardar com a devida cautela animal perigoso”, explica. A pena pode variar de dez dias a dois meses de prisão simples. A prisão simples é reservada para contravenções penais — delitos de baixíssimo potencial ofensivo. Ela não admite o regime fechado e não requer o cumprimento em estabelecimento com rigor prisional.

Cuidados

O médico veterinário comportamental Luis Olivio explica que existem animais com predisposição genética para o ataque. “Pitbull, chow-chow e sharpei, por exemplo, são cães que foram criados para combate, para rinha”, afirma.

Para o especialista, o período em que o cachorro é filhote é fundamental para que seja feita uma sociabilização adequada. De três semanas a quatro meses de idade é o tempo ideal para ensinar um cão a viver em sociedade. “Um dos principais motivos que ocorrem essas questões de agressividade é por conta de uma sociabilização malfeita. Porém, também pode ser falta das necessidades básicas: física, mental, social e alimentar”, alerta o veterinário.

Traumas também contribuem para comportamentos intempestivos dos animais. Os cachorros podem atacar crianças, adultos ou outros animais. “Geralmente, para o cachorro ter esse comportamento com crianças, pode ser que ele não foi apresentado para elas. Ele não teve uma boa sociabilização, e quando ele se vê perante uma criança que está correndo, balançando os braços, por exemplo, o instinto dele de predação acaba sendo ativado. Ou pode ser por medo também”, conclui.

https://www.correiobraziliense.com.br/

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Papa-Lixos no Gama

domingo, 18 de abril de 2021

 O GDF por meio do SLU e Administração Regional do Gama, continua as instalações de Papa-Lixos em nossa cidade. Dia 15 foram realizadas as instalações de dois pontos no Núcleo Rural Casa Grande na VC-341 e ainda serão realizadas instalações na Ponte Alta, na DF-180 e DF-290 / VC-379.

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O papa-lixo é um contêiner semi enterrado, com capacidade de 5 metros cúbicos (equivalente a uma caçamba), que permite o armazenamento dos resíduos de forma segura e limpa, minimizando os riscos de proliferação de vetores de doenças. Esse equipamento foi criado para atender a demanda da população que reside em locais de difícil acesso aos caminhões de coleta. Os resíduos despejados serão coletados diariamente.

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Além de facilitar o acesso à coleta, o papa-lixo também tem ajuda a sensibilizar a população para a importância de manter a limpeza urbana. Para isso, o local onde o equipamento é instalado recebe um projeto urbanístico com paisagismo ao redor, com uma mensagem de limpeza, saúde e cuidado.


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