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Indicação de Gilberto Occhi para o Iges-DF é aprovada por Comissão

terça-feira, 2 de março de 2021
Para ser nomeado, Occhi ainda precisa passar pelo plenário da CLDF -  (crédito: Tania Rego/Agência Brasil - 30/1/18)
Para ser nomeado, Occhi ainda precisa passar pelo plenário da CLDF 

A Comissão de Educação, Saúde e Cultura aprovou o ex-ministro da saúde para cargo de diretor-presidente do Iges-DF. Occhi precisa agora ser aprovado no plenário da Câmara Legislativa do DF para assumir o cargo.


Nesta segunda-feira (1/3), a Comissão de Educação, Saúde e Cultura (Cesc), após sabatina, aprovou a indicação de Gilberto Occhi para o cargo de diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), responsável pela gestão do Hospital de Base e do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), além das unidades de pronto atendimento (UPAs).

Occhi foi indicado pelo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), mas, para ser nomeado, ainda precisa passar pela aprovação do plenário da casa. A deputada Arlete Sampaio (PT), presidente da Cesc, garantiu que finalizaria nesta segunda-feira o relatório contendo o resultado da avaliação do colegiado, que poderá ser apreciado na sessão remota desta terça-feira (2/3). A distrital disse que aprovava a indicação, mas a contragosto. “Se, por acaso, fosse eleita governadora, meu primeiro ato seria extinguir esse instituto e pensar outro modelo que não representasse o esquartejamento da saúde do DF”, declarou.

Segundo a deputada, somente resolvendo os problemas de atenção primária é que haveria uma diminuição das filas dos hospitais. “Dê o encaminhamento correto ao Iges”, pediu à Occhi. Outros três integrantes da Cesc votaram favoravelmente ao nome do indicado: Delmasso (Republicanos), Cláudio Abrantes (PDT), suplente do Delegado Fernando Fernandes, e Jorge Vianna (Podemos).

Quem votou contra a indicação foi Leandro Grass (Rede). “Não tenho nada contra a pessoa do senhor Occhi. Mas, para manter a coerência, entendo que o Iges-DF tem que acabar, pois, até o momento, além de servir de cabide de emprego, o que fez foi sugar o dinheiro e devolver à população um serviço que não atende à demanda”, ressaltou.


Situação do Iges-DF


O Instituto chega ao quarto presidente em pouco mais de dois anos e já acumula diversas críticas. Os deputados citaram, por exemplo, o uso irregular do cartão corporativo, contratos ilegais, desrespeito aos usuários, falta de planejamento, devolução “irregular” de servidores à Secretaria de Saúde (SES-DF), gastos excessivos com pessoal e problemas na construção de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).

O deputado Jorge Vianna, devido À influência da SES-DF no Instituto, questionou quem iria comandar realmente o Iges-DF, e Occhi defendeu que seria a diretoria do Instituto. Gilberto Occhi também garantiu que dará atenção especial às áreas de controle e auditoria e informou que pretende rever os contratos, calculando, com a medida, uma economia de cerca de R$ 18 milhões. “Aceitei o convite com o objetivo de melhorar a saúde da população”, disse.

Vale lembrar que em 19 de fevereiro, os deputados distritais entraram com pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar irregularidades no Iges-DF. Na última semana de fevereiro, o Instituto também foi alvo de reações dos profissionais de saúde devido à realocação dos servidores do Iges-DF para a Ses-DF.

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