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Hospital da Criança de Brasília inaugura nova ala de Terapia Renal Substitutiva

terça-feira, 19 de outubro de 2021

 O local passou por reforma para dar mais conforto e segurança para crianças, profissionais  e acompanhantes


Para comemorar a Semana das Crianças, o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) inaugurou (15/10), a nova ala de Terapia Renal Substitutiva (TRS), que já está funcionando e beneficia diversas crianças as quais precisam fazer diálise. No ato da inauguração houve a apresentação de uma orquestra de violoncelos e de piano pelo estudante Eduardo Oliveira, de 9 anos.

O superintendente executivo do HCB, Renilson Rehem, destacou que o objetivo do hospital é prestar a melhor assistência possível aos seus pacientes e ser reconhecido como o melhor hospital pediátrico não só no Brasil, mas no mundo.

“O HCB foi pensado e construído com a proposta de que a criança não esqueça que é criança, mesmo estando em um tratamento difícil. Precisamos de gente comprometida e que trabalhe com amor, pois este amor é fundamental”, afirma.

Toda a planta física do local foi modernizada para proporcionar mais conforto e segurança tanto às crianças quanto à equipe durante o atendimento. A reforma considerou as necessidades dos acompanhantes e das equipes que trabalham no local. O novo ambiente para refeições confere comodidade e privacidade ao período em que pais e responsáveis pelos pacientes precisem permanecer no hospital.

“Vimos a necessidade de tornar este ambiente o menos doloroso possível, pois não é fácil ver uma criança fazendo diálise por quatro horas seguidas, três vezes na semana, até conseguir um transplante. Hoje, nós somos o único local que tem hemodiálise para crianças e não há fila de espera para este procedimento. Por isso, fico muito feliz em proporcionar mais conforto para nossas crianças, pois esse tipo de tratamento não é fácil”, completa.

Representante do secretário de Saúde do DF, general Manoel Pafiadache, a secretária-adjunta de Assistência, Raquel Beviláqua, fez questão de ressaltar que o HCB tem um serviço de excelência e oferece atendimento humanizado de alta complexidade, o que é motivo de orgulho para a Secretaria de Saúde, de ter uma unidade que faz parte da rede pública de saúde de referência no atendimento pediátrico.

“É muito sofrido lidar com o sofrimento de uma criança e aqui no HCB temos profissionais extremamente qualificados e o atendimento humanizado, lúdico, para amenizar o máximo possível a dor da criança em tratamento. Tentamos replicar esta humanização em outros hospitais da rede”, pontua Raquel.

Situação atual

O Hospital da Criança de Brasília recebe crianças e adolescentes, encaminhados pelo Complexo Regulador de Saúde da Secretaria de Saúde do DF, que tenham doenças renais e precisem passar por terapias como a hemodiálise e a diálise peritoneal.

Atualmente, nove crianças passam por hemodiálise, acompanhadas por equipe especializada e com uso de equipamentos próprios para o público pediátrico. Outras 19 crianças realizam diálise peritoneal em casa, após a família receber o treinamento da equipe do HCB.

Presente na solenidade, a secretária de Justiça, Marcela Passamani, ressaltou que o cuidado com a criança é algo muito complexo e, a criança e o adolescente são pautas de prioridade absoluta para o Estado, que deve assegurar e garantir acesso e recursos a serviços de qualidade.

O deputado distrital Agaciel Maia (PL) foi à inauguração da ala de Terapia Renal Substitutiva e afirmou, em seu discurso, que o HCB sempre foi uma prioridade em seus mandatos e que acompanha de perto o hospital desde sua construção.

“Neste ano, destinei R$ 4 milhões de emendas para o Hospital da Criança de Brasília (HCB) e em 2022 eu vou dobrar este valor para R$ 8 milhões, pois o trabalho realizado neste lugar é um exemplo e referência para o país. Aqui, as crianças são bem assistidas”, avalia.


https://donnysilva.com.br/

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‘Só empobrece quem mais precisa’, diz Ibaneis sobre crise

 O governador do DF, que coordena o Fórum dos Governadores, disse que no Brasil o debate foi esquecido e que a polarização de ideias pode prejudicar o destino do País

Foto: Elisa Costa/Jornal de Brasília

Na manhã desta terça-feira (19), o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), foi homenageado com a outorga da Medalha, do Troféu e do Diploma Raymundo Faoro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Após a solenidade, o mandatário comentou sobre a atual situação política e econômica que o País atravessa.

“Nós continuamos vivendo uma divisão que ocorreu nas últimas eleições. Isso não é bom para o Brasil, não é bom para as pessoas carentes, que é quem realmente sofre. Isso vivemos um período de inflação alto, dólar alto, bolsa de valores em queda. Isso gera um cenário que só empobrece aqueles que mais precisa”, disse Ibaneis Rocha.

O governador do DF, que coordena o Fórum dos Governadores, disse que no Brasil o debate foi esquecido e que a polarização de ideias pode prejudicar o destino do País.

“É um momento de preocupação com os destinos da política nacional. Precisamos avançar nas pautas da democracia para que possa haver uma eleição com debate de ideias. Sabemos que o debate tem que correr pelo centro das ideias, sem a radicalização dos embates. Meu conselho é pensar um pouco mais na população carente porque são os que sofrem nesse momento que estamos passando””, afirmou Ibaneis Rocha.

Medalha Raymundo Faoro

Foto: Elisa Costa/Jornal de Brasília

A medalha serve para homenagear os advogados que se destacaram na profissão e prestaram bons serviços à advocacia e à sociedade. Conforme a OAB, Raymundo Faoro foi um grande presidente do Conselho Federal e em um momento muito importante da vida brasileira.

Como presidente da OAB, ele praticamente foi o artífice do fim do AI-5 (Ato Institucional número 5) e do início da redemocratização do País, com o chamado processo de abertura.

“Honraria que me alegra muito, são 25 anos de total dedicação a advocacia. Ocupei quase todos os cargos na OAB, me deixa com o coração acalentado […] sou merecedor dessa medalha sim, porque me dediquei a essa instituição, vou carregar com muito gosto, quero mostrar para os meus filhos”, disse Ibaneis Rocha.

https://jornaldebrasilia.com.br/

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Tribunal de Contas do DF aprova contas do governo do DF com ressalvas

 


Publicado em 

Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) decidiu, por unanimidade, que as contas do governo de Ibaneis Rocha (MDB) relativas ao exercício de 2020, primeiro ano da pandemia, estão tecnicamente aptas a receber a aprovação da Câmara Legislativa.

 

A apreciação do relatório analítico e parecer prévio (RAPP) ocorreu em sessão especial do plenário nesta terça-feira (19). O relator foi o conselheiro Inácio Magalhães Filho.

 

O TCDF apontou 13 ressalvas e fez cinco determinações relacionadas às contas do segundo ano de gestão do governador Ibaneis Rocha. Essas questões já constavam do parecer prévio das contas de 2019, mas não foram integralmente cumpridos. 


Em um ano tão atípico como o de 2020, o impacto orçamentário da pandemia de Covid-19 no Distrito Federal ganhou um capítulo especial na análise realizada pelo TCDF.


O relatório de 2020 mostra que a arrecadação acima do previsto se deu, em boa parte, pelos recursos extraordinários recebidos da União para auxiliar no enfrentamento à pandemia.


Essa arrecadação foi responsável por 68,2% da ampliação do orçamento. O recebimento desses recursos extras contribuiu para que, de forma inédita em mais de uma década, a receita nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social superasse a previsão inicial da Lei Orçamentária Anual.

 

A pandemia também foi determinante na atuação pública distrital em 2020. A contabilidade registrou o emprego direto de ao menos R$ 1,6 bilhão no combate à covid-19.

 

A maior parte desse montante – R$ 1,2 bilhão – foi custeada com recursos transferidos pela União, cuja receita registrada no orçamento local alcançou R$ 1,3 bilhão em 2020. Foi possível identificar a aplicação de ao menos R$ 472,4 milhões em recursos próprios do GDF diretamente no enfrentamento à pandemia e seus efeitos. 

 

Do total de R$ 1,3 bilhão recebidos pelo DF em verbas federais extras para o combate à Covid-19, R$ 346 milhões saíram por meio do Fundo Nacional de Saúde e foram majoritariamente destinados ao Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IGES/DF), que administra o Hospital de Base do DF e o Hospital Regional de Santa Maria, além das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Ceilândia, do Núcleo Bandeirante, do Recanto das Emas, de Samambaia, de São Sebastião e de Sobradinho.

 

RESSALVAS:

a)quanto ao planejamento governamental:  

i. superestimativa nas receitas e despesas de capital e no Orçamento de Investimento, o que indica necessidade de adoção de critérios e controles efetivos na elaboração das leis orçamentárias, de maneira a tornar as previsões mais próximas da efetiva realização;  

ii. deficiência na definição, apuração e estabelecimento de metas de indicadores de desempenho para avaliar programas governamentais, inclusive quanto à alteração das metas ao final do exercício de forma a adequar o planejamento ao executado; 

b) quanto à execução orçamentária e financeira:  

i. realização de despesas sem cobertura contratual;  

ii. não disponibilização de dotação ao Fundo de Apoio à Cultura do saldo decorrente das diferenças entre o mínimo especificado pela Lei Orgânica do DF e o montante efetivamente empenhado nos exercícios anteriores, na forma da Lei Complementar nº 934/17;  

iii. realização de repasses financeiros à Fundação de Apoio à Pesquisa em montantes inferiores aos duodécimos exigidos pela Lei Orgânica do DF;  

iv. não disponibilização da dotação mínima ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, exigida pelo art. 269-A da Lei Orgânica do DF, e execução aquém da quinta parte desse montante;  

v. registro de saldo negativo na conta única em diferentes meses do exercício; 

c) quanto às demonstrações contábeis:  

i. inconsistência nos valores da dívida de precatórios judiciais do Distrito Federal;  

ii. insuficiência de notas explicativas junto às demonstrações contábeis;  

iii. utilização de classes de contas divergentes das estabelecidas pelo Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público na elaboração dos Balanços Financeiro e Patrimonial;  

iv. inconsistência da posição patrimonial da conta Investimentos e Aplicações Temporárias a Curto Prazo integrante das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2020;

d) ausência de metodologia para avaliação do custo/benefício das renúncias de receitas e de outros incentivos fiscais;

e) descumprimento do percentual mínimo de 50% estabelecido no art. 2º da Lei nº 4858/2012 e no  § 2º do art. 5º da Lei Complementar nº 840/2011 quanto ao preenchimento de cargos em comissão por servidores de carreira ocupantes de cargos ou empregos efetivos no âmbito da Administração Pública direta e indireta dos poderes do Distrito Federal.


DETERMINAÇÕES 
 

a) providenciar solução para as ressalvas apontadas;  

b) dar continuidade à efetivação do registro em cartório dos imóveis transferidos ao patrimônio do Fundo Solidário Garantidor do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal – Iprev/DF, em decorrência das Leis Complementares nº 899/15, 920/16 e 932/17;  

c) adotar medidas tendentes a aprimorar a gestão orçamentária e financeira dos fundos especiais;  

d) aperfeiçoar os mecanismos de controle e gestão da dívida ativa, em especial quanto a adequar os saldos contábeis aos valores recuperáveis;  

e) dar continuidade à implantação das normas de contabilidade aplicadas ao setor público, segundo cronograma estabelecido, incluído o sistema de apuração de custos.

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Na inauguração da Upa do Paranoá, distrital anuncia ampliação do GDF Saúde para colaboradores do IGES

 


A UPA do Paranoá é a segunda de sete novas unidades que serão entregues pelo governador Ibaneis Rocha nos próximos meses; a de Ceilândia foi inaugurada em setembro, e cinco outras estão em construção | Foto: Renato Alves/Agência Brasília

Nova UPA tem capacidade de atender 4,5 mil pessoas por mês,com sala de raios-X e laboratório de exames

Por Redação

Na manhã desta segunda-feira (18/10), o governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB), inaugurou a primeira Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Paranoá Parque. A unidade terá capacidade para atender mensalmente 4,5 mil pessoas, além disso é a segunda das sete UPAS que foram prometidas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF).

Durante a cerimônia, o deputado Jorge Vianna pontuou: “O Paranoá está completo porque temos Equipe de Saúde da Família, Unidade de Pronto Atendimento e um grande hospital. Temos todo um serviço de saúde pública estabelecido na cidade e agora estamos buscando melhorias para um melhor atendimento”.

Na ocasião, Vianna afirmou que em breve o plano de saúde dos servidores públicos (GDF Saúde) poderá se estender aos colaboradores do Iges. “Não seria justo esses profissionais estarem trabalhando no serviço público e não terem esse benefício”

Para que a unidade fosse colocada de pé e começasse a atender a população já a partir das 14h desta segunda, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu cerca de R$ 7 milhões, sendo R$ 5,140 milhões em obras estruturantes e R$ 1,778 milhão em equipamentos e móveis.

Deputado Jorge Vianna e colabiradores da nova Upa do Paranoá. Foto: Sindate-DF

Também foram contratados 146 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros, técnicos e colaboradores. A unidade ainda conta com internet gratuita, por meio do projeto Wi-Fi Social, da Secretaria de Ciência e Tecnologia (Secti).

Durante a solenidade, o governador Ibaneis lembrou ter recebido a gestão em 2019 com a rede hospitalar sucateada. Desde então, seis UPAs foram reformadas, sete novas unidades construídas, duas foram entregues e cinco estão com obras em andamento. “E queremos ainda fazer mais duas, uma no Guará e outra na Cidade Estrutural, que precisam desse reforço de atendimento”, informou Ibaneis.

Nas UPAs são atendidos casos de urgência e emergência de clínica médica, como pressão e febre alta, sintomas respiratórios (como falta de ar), desmaio, convulsão, diarreia aguda, infecção do trato urinário, dor abdominal de moderada a aguda e complicações cardiológicas e neurológicas (como infarto e AVC).

Os médicos prestam socorro, prescrevem medicamentos e exames e analisam se é necessário encaminhar os pacientes a um hospital, mantê-lo em observação por 24 horas ou dar alta após o atendimento. Por isso, as UPAs são consideradas atenção pré-hospitalar.

“Em nenhum estado do Brasil têm-se inaugurado tantas UPAs, tantas UBSs, e [estamos] já prevendo [a construção de] um hospital. Portanto, o que o governo tem feito pela saúde do DF é um marco que será deixado para a população”, afirmou o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache.

A inauguração da unidade foi festejada pela população local, que compareceu à solenidade. “É um mini-hospital que vai funcionar de domingo a domingo e desafogar a emergência do Hospital da Região Leste”, disse o administrador regional do Paranoá, Sérgio Damasceno.

Servidor da saúde, o deputado distrital Jorge Viana elogiou o empenho do GDF em oferecer melhores condições de atendimento público. “O Paranoá está completo. Temos equipes de Saúde da Família, uma UPA e um grande hospital. Há aqui todo o serviço de saúde pública estabelecido numa cidade”, afirmou.

A cerimônia foi prestigiada por autoridades políticas distritais e federais. Estavam presentes o presidente da Câmara Legislativa, Rafael Prudente; a ministra-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República, Flávia Arruda; a deputada federal Celina Leão e o empresário e ex-senador Paulo Octávio, além de secretários de Estado.

Localizada no Paranoá Parque, a UPA Paranoá segue o Porte 1 – Opção 3. Isso significa que tem 1,2 mil m2, com dois leitos de atendimento crítico emergencial na Sala Vermelha, seis leitos de observação e um leito de isolamento na Sala Amarela, dez poltronas de medicação/inalação e reidratação na Sala Verde e três consultórios.

Pela normatização do Ministério da Saúde, laboratório para exames de urgência, eletrocardiograma e salas de raios-X não são obrigatórios nas UPAs, mas foram acrescentados à unidade para dar maior agilidade aos atendimentos, tanto de atenção primária quanto secundária.

As novas unidades também foram equipadas com uma sala de ensino onde os profissionais terão treinamentos e cursos de atualização permanentemente. Os médicos da UPA poderão contar com o suporte de especialistas do Hospital de Base (HB), por meio da telemedicina e telediagnóstico, em que os profissionais do HB farão os laudos dos exames de eletrocardiograma.

A diarista Jussandra Pereira, 55 anos, mora há seis anos no Paranoá Parque e aguardava com expectativa a abertura da nova unidade médica. “O hospital regional está ficando muito cheio. Agora a gente vai ter chance de ser mais bem-atendido, mais rápido e com mais qualidade”, acredita.

O auxiliar de serviços gerais Adelmiro Gomes, 26 anos, também prevê economia – de tempo e de dinheiro. “A gente não vai precisar mais sair correndo para outros lugares mais distantes, pagando passagem de ônibus e demorando para ser medicado”, aposta.

Diretora do Sindate-DF Isa Leal. Foto: Reprodução.

Novas UPAs vêm aí

A UPA Paranoá é o segundo estabelecimento do gênero concluído pelo Instituto de Gestão Estratégica em Saúde (Iges-DF) em menos de um mês. Em 24 de setembro, o governador Ibaneis Rocha entregou a UPA Ceilândia II.

Com informações da Ag. Bsa e Agenda Capital

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TSE reabre processo por suposto abuso de poder contra Rollemberg

 


O fim do racionamento de água no DF foi anunciado em coletiva de imprensa pelo governador Rollemberg, nesta quinta-feira (3). Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília

Tribunal negou recurso da defesa do ex-governador. Caso seja condenado, o político corre o risco de ficar inelegível por oito anos

Por Redação 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou os recursos do ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) no processo de suposto abuso de poder político nas eleições de 2018. A Corte determinou a reabertura do caso no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). Se condenado, o político corre o risco de ficar inelegível por oito anos.

Em 14 de outubro deste ano, o TSE concluiu o julgamento, negando provimento ao recurso interposto pela defesa do ex-governador. A sentença manteve o acórdão que havia determinado o retorno do processo ao TRE-DF, para a apuração do suposto uso de veículos oficiais na campanha pela reeleição de Rollemberg em 2018.

A ação em questão foi apresentada pela coligação do então candidato e atual governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB). O objeto do processo é uma viatura da Defesa Civil do DF envolvida em um capotamento. Ao chegar ao local, o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) teria identificado dentro do veículo a presença de material de campanha.

“A decisão confirma que as suspeitas levantadas por Ibaneis Rocha contra Rodrigo Rollemberg durante as eleições de 2018 eram fundadas e merecem as devidas apurações”, afirmou a advogada Taynara Tiemi Ono, representante jurídica do chefe do Executivo distrital no caso.

Em 14 de outubro deste ano, o TSE concluiu o julgamento, negando provimento ao recurso interposto pela defesa do ex-governador. A sentença manteve o acórdão que havia determinado o retorno do processo ao TRE-DF, para a apuração do suposto uso de veículos oficiais na campanha pela reeleição de Rollemberg em 2018.

A ação em questão foi apresentada pela coligação do então candidato e atual governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB). O objeto do processo é uma viatura da Defesa Civil do DF envolvida em um capotamento. Ao chegar ao local, o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) teria identificado dentro do veículo a presença de material de campanha.

“A decisão confirma que as suspeitas levantadas por Ibaneis Rocha contra Rodrigo Rollemberg durante as eleições de 2018 eram fundadas e merecem as devidas apurações”, afirmou a advogada Taynara Tiemi Ono, representante jurídica do chefe do Executivo distrital no caso.

O TSE acolheu o pedido da acusação, e a defesa do ex-governador recorreu. Na nova decisão, a Corte determinou a reabertura do processo para as denúncias de abuso de poder político e conduta vedada, excluindo a acusação de compra de votos. O tribunal entendeu que o fato foi identificado após o período eleitoral e não caberia mais investigação sobre ele.

Outro lado

Segundo a defesa de Rollemberg, as acusações não procedem e, ao final, o processo será extinto. Para os advogados, a suposta existência de dois cartazes dentro do carro é irrelevante. Além disso, avaliam recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Leia a nota da defesa na íntegra:

Rollemberg tem compromisso irrestrito com a ética e a moralidade, tendo pautado a sua campanha eleitoral dentro desses parâmetros. Diante disso, tem irrestrita confiança de que o resultado final do processo será a total improcedência, pois a conduta tida por ilícita é absolutamente irrelevante – transporte de dois cartazes encontrados dentro de um veículo da Defesa Civil – a qual não foi praticada com a sua ciência ou muito menos a sua anuência, o que inviabiliza a aplicação de qualquer sanção.

Por outro lado, como reconhece a própria decisão do TSE, houve uma drástica mudança de entendimento para a eleição de 2018, o que revela a necessidade de levar a questão ao STF, pois há questões constitucionais relevantes a serem analisadas e que podem levar, desde logo, à extinção do processo.


https://agendacapital.com.br/

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Morte de empresária no Pôr do Sol é o 17º feminicídio neste ano no DF

segunda-feira, 18 de outubro de 2021

 

 (crédito: Reprodução/Redes Sociais)O empresário Francisco de Assis Guembitzchi não aceitava o fim do relacionamento com Olívia Makoski, que o denunciou por perseguição em 26 de setembro. Em 2021, a capital registrou 17 mortes de mulheres no contexto de violência doméstica

Feminicídio, seguido de suicídio. Esta é a principal linha de investigação da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam II) para as mortes dos empresários Olívia Makoski, 47 anos, e Francisco de Assis Guembitzchi, 55, na madrugada de ontem. Olívia entra para a trágica estatística das mulheres assassinadas em razão de gênero e no contexto de violência doméstica no Distrito Federal. Somente este ano, foram 17 casos, quatro a mais do que no mesmo período de 2020.


As informações preliminares colhidas pelos investigadores apontam que os filhos dos empresários, duas mulheres de 23 e 25 anos e um rapaz de 29, estavam em casa no momento do crime. De acordo com os relatos dos filhos, Francisco teria atirado duas vezes em Olívia e, em seguida, se matado com golpes de faca no peito e no pescoço. “Uma das filhas acordou com a irmã gritando ‘o que você fez com a minha mãe’ repetidas vezes e, quando chegou na varanda, encontrou a mãe morta e o pai andando de um lado para o outro do quintal se esfaqueando no peito e no pescoço”, afirmou o delegado plantonista da Deam II, Bruno Gomes.


Quando a reportagem chegou à residência da família, no Pôr do Sol, os corpos já haviam sido levados pelos profissionais do Instituto de Medicina Legal (IML). Os vizinhos preferiram não comentar sobre o crime ou a rotina da família. Dois homens conversavam no portão da casa. Um deles, Jason Clemente, se identificou como advogado da família e o outro disse ser sobrinho de Olívia. Ambos foram categóricos em dizer que nenhum membro da família comentaria sobre o corrido devido ao estado emocional de todos.

Em choque

O casal era dono do restaurante Querência do Sul, na QNP 30, em Ceilândia. Olívia, Francisco e os filhos estavam sempre no estabelecimento. Uma netinha do casal também circulava com frequência entre as mesas encantando os clientes. Neste domingo, pela primeira vez em anos, as portas do estabelecimento que funcionava todos os dias estavam fechadas. Durante aproximadamente 60 minutos em que a nossa equipe esteve no local, presenciou clientes chegando em busca de informações.

O crime chocou frequentadores e comerciantes da quadra, com quem Olívia e Francisco mantinham um bom relacionamento. Ninguém com quem o Correio conversou imaginava que o homem seria capaz de matar Olívia. Muito menos que eles enfrentavam uma crise no casamento. “Era um casal muito tranquilo. A mulher, super atenciosa. O homem também. Nunca presenciei grosseria entre eles”, relatou a servidora pública aposentada Luzia Elvira da Nóbrega, 57 anos. Cliente antiga, comprava a marmita diariamente no Querência do Sul.


No entanto, Olívia e Francisco viviam um momento complicado na relação, com relatos de idas e vindas. Segundo o que a polícia apurou até o momento, Francisco não aceitava o fim da união e estava inconformado com o fato de Olivia ter começado um relacionamento com outra pessoa. O casal iniciou o processo de separação há cerca de dois meses e, em 26 de setembro, a mulher denunciou o marido por perseguição.


Ao Correio, o delegado plantonista da Deam Bruno Gomes informou que a empresária havia tentado romper o casamento outras vezes, mas os dois acabavam reatando por insistência dele. Quando o denunciou este ano por perseguição, ela havia decidido dar um basta na relação. “Ela queria terminar o casamento e ele não aceitava. Ela começou um novo relacionamento e ele passou a persegui-la, para descobrir quem era a pessoa”, relatou o delegado plantonista da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Ceilândia (Deam II). Olívia pediu medidas protetivas de urgência e a Justiça concedeu. Francisco Guembitzchi deveria sair de casa e estava proibido de se aproximar ou fazer qualquer contato com ela.


Dono de uma farmácia a poucos metros do restaurante, Gustavo Ferreira, 36 anos, custou a acreditar que os vizinhos estavam mortos. “É um pessoal muito trabalhador. Para quem está de fora, parecia um casal tranquilo. Agora que ouvimos dizer que ele saía e voltava de casa. São muito queridos por aqui, não incomodavam ninguém. Foi um choque”, resumiu Gustavo.

Investigações

Policiais da Deam II reúnem elementos para traçar os últimos passos dos empresários e concluir o inquérito. “No local, foi encontrada uma arma (revólver calibre 38) e duas facas, possivelmente as usadas no crime. Mas só teremos a confirmação com o laudo pericial e, também, do IML”, pontuou delegada-chefe da unidade, Adriana Romana.


O corpo do casal foi encontrado do lado de fora da casa. O crime aconteceu por volta de 1h. O Corpo de Bombeiros tentou socorrer as vítimas, mas, quando chegou, elas estavam mortas. “Ela (Olívia) estava na área e ele um pouco mais afastado, como se fosse na parte do quintal”, detalha a delegada. Segundo informações, os filhos do casal estavam na residência com os pais, no entanto, devido ao abalo emocional, ainda não prestaram um depoimento detalhado.

  • Olívia Makoski, 47 anos, e Francisco Guembitzchi, 55, deixam três filhos
    Olívia Makoski, 47 anos, e Francisco Guembitzchi, 55, deixam três filhosFoto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
  • Cliente do restaurante do casal, Luzia Elvira ficou chocada com o crime
    Cliente do restaurante do casal, Luzia Elvira ficou chocada com o crimeFoto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
  • Olívia foi morta pelo marido na madrugada deste domingo (17/10). Homem não aceitava separação
    Olívia foi morta pelo marido na madrugada deste domingo (17/10). Homem não aceitava separaçãoFoto: Reprodução/Redes Sociais

Machismo que mata

No Brasil, três mulheres são vítimas de feminicídio a cada 24 horas, e 30 são agredidas fisicamente no intervalo de um dia, como denuncia a Agência Patrícia Galvão. Os ataques físicos são apenas parte das perversidades praticadas por homens contra suas companheiras e namoradas. Há ainda as violências psicológica, moral, patrimonial e sexual.
Assistente social e pesquisadora do grupo Violes, da Universidade de Brasília (UnB), Ana Paula Penante reforça que é necessário agir sobre a cultura do machismo. “Com a Lei Maria da Penha, tivemos um avanço na obrigação do Estado de prevenir e dar encaminhamento para a violência da mulher, mas, enquanto sociedade, não há um convencimento de que o machismo mata. A população precisa entender que esta é uma pauta social”, afirma a especialista.
Ana Paula frisa, principalmente, a importância de uma intervenção na educação dos homens. “Precisamos trabalhar desde cedo esse debate, junto às comunidades e a população, sobre a cultura de violência. Inclusive se deve dialogar com os homens, que, enquanto cidadão, costumam ter esse comportamento agressivo, de querer resolver as situações de forma violenta e se sentir proprietário da mulher”, pontua.

Revolta

Os pais da estudante de direito Milena Cristina, 24, assassinada no apartamento dela, no último sábado, no Riacho Fundo, ficaram revoltados ao saber que o assassino confesso foi indiciado por homicídio culposo (sem a intenção de matar). “É lamentável que tenha sido assim”, disse o pai de Milena, Vanderlan Souza Conrado.
Enquanto se prepara para a cerimônia de despedida da filha, Vanderlan se agarra a possibilidade, de no decorrer das investigações, com o laudo do Instituto Médico Legal (IML), o indiciamento mudar para feminicídio.
O Correio apurou que o suspeito do crime foi recolhido para a Carceragem do Departamento de Polícia Especializada (DPE) e que a audiência de custódia deve acontecer hoje. Além disso, a partir desta semana, a investigação ficará sob a responsabilidade dos agentes da 29ª Delegacia de Polícia (Riacho Fundo), onde o crime ocorreu.

Onde pedir ajuda?

Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência — Secretaria de Políticas para as Mulheres
da Presidência da República
Telefone: 180 (disque-denúncia)

Centro de Atendimento à Mulher (Ceam)
De segunda a sexta-feira, das 8h às 18h
Locais: 102 Sul (Estação do Metrô), Ceilândia, Planaltina

Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam)
Entrequadra 204/205 Sul — Asa Sul
(61) 3207-6172

Disque 100 — Ministério dos Direitos Humanos
Programa de Prevenção à Violência Doméstica (Provid) da Polícia Militar
Telefones: (61) 3910-1349 /
(61) 3910-1350

Ciclo da violência

O termo ciclo da violência doméstica foi criado em 1979 pela psicóloga norte-americana Lenore Walker para identificar padrões abusivos em uma relação afetiva. O ciclo é composto por três fases que se repetem. A primeira se refere ao chamado “aumento de tensão”, quando o agressor demonstra irritação com assuntos irrelevantes, apresenta acessos de raiva, humilha, faz ameaças. Na maioria dos casos, a vítima se culpa pelo comportamento do agressor. A segunda fase é chamada de “ataque violento”, momento no qual o agressor perde o controle e materializa a tensão da primeira fase. Vale lembrar que as agressões não são apenas físicas ou verbais. Há violações psicológicas, morais, sexuais e patrimoniais. Por último, vem a fase chamada de “lua de mel”, quando o companheiro demonstra arrependimento, diz que o episódio não vai se repetir e busca reconciliação. O agressor torna-se carinhoso e altera algumas atitudes. O ciclo se repete até que o espaço de tempo entre uma agressão e outra se torne menor e a violência cada vez mais grave.

Não se nasce mulher,  mas se morre por ser mulher

A paráfrase da célebre afirmação de Simone de Beauvoir, que dá título a este artigo, não é minha. Pertence à saudosa professora Lourdes Bandeira, uma das mais conceituadas estudiosas do tema da violência contra a mulher em nosso país, e que recentemente nos deixou.
Também não é a primeira vez que me aproprio desta lição para refletir sobre o quanto a violência de gênero que estupra, agride fisicamente, cerceia o direito de ir e vir, a liberdade de expressão e, por fim, mata, é um poder em si mesma. Uma parte do sistema patriarcal que visa garantir a custódia das mulheres mediante sua docilidade e obediência pelo medo.
Ser “bela, recatada e do lar”, assim como, propagar que “meninos vestem azul e meninas vestem rosa” são exemplos de um projeto misógino historicamente capitaneado por setores reacionários da sociedade e admitido pelo Estado que, por sua vez, garante a impunidade de perpetuadores dos mais diversos tipos de violência, das quais o feminicídio é o ápice.
Pesquisas têm apontado que o que conhecemos por feminicídio (de regra decorrentes de violência doméstica e familiar) é somente o cume do iceberg de misoginia, ou seja, de repulsa, de ódio ao feminino onde não estão computadas “todas” as mortes violentas de mulheres e de “todas” as mulheres — cis e trans.
Por isso, toda vez que nos deparamos com um novo caso de feminicídio que vem à luz, não o podemos encarar como um a mais na macabra estatística. Tampouco como mais um resultante do trágico final de um relacionamento abusivo. O que precisamos enxergar é que, ao nascermos como mulheres — repito, cis e trans — somos marcadas para morrer por esta razão. Mortes anunciadas em um país onde as demais opressões de raça e classe são também marcantes para a manutenção do discurso de setores retrógrados da sociedade e a continuidade da impunidade garantida pelo Estado.

Soraia Mendes, pós-doutora em Teorias Jurídicas Contemporâneas, professora, advogada criminalista especialista em direitos das mulheres e autora de diversas obras sobre o tema

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Sobradinho II completa 32 anos e ganha Unidade Básica de Saúde

sábado, 16 de outubro de 2021

Na próxima semana, por exemplo, será inaugurada na quadra 5 da Vila Buritizinho, uma Unidade Básica de Saúde

A nova UBS fica na quadra 5 da Vila Buritizinho. Foram investidos mais de R$ 2,7 milhões em dois anos de obras| Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília

A 26ª região administrativa do Distrito Federal comemorou aniversário na última segunda-feira, 11. Para assoprar as velinhas com felicidade, Sobradinho II recebeu presentes materializados na forma de várias melhorias e benefícios para os moradores da cidade.

Na próxima semana, por exemplo, será inaugurada na quadra 5 da Vila Buritizinho, uma Unidade Básica de Saúde. Foram quase dois anos de obras sob o comando da Novacap e investimentos do Tesouro do GDF no valor de mais de R$ 2,7 milhões. Para o administrador Osmar Felício, trata-se de grande conquista que transformará a vida de milhares de moradores daquela área da RA.

“Era uma reivindicação antiga dos moradores daquele bairro e que sempre foi negligenciada pelos outros governos”, conta. “Agora, com o governador Ibaneis, o projeto foi concretizado e vai mudar a vida das pessoas daquela região”, garante.

Para a moradora, Nívia Oliveira da Rocha, 44 anos, há dez anos vivendo na Vila Buritizinho, vai bastar atravessar a rua. Isso porque ela mora do outro lado da UBS. “Se as pessoas soubessem há quanto tempo estamos pedindo por essa UBS, agora está maravilhoso”, agradece. “Com esse ‘postinho’ aqui, nossas casas serão valorizadas, valoriza o bairro, sem falar que, precisou de atendimento, é um pulo”, brinca.

São quase mil metros quadrados de construção, com recepção e sala de espera, área administrativa e gerência, depósitos para estocagem de medicamentos, espaço destinado para atividades educativas e palestras, nove consultórios – quatro deles odontológicos -, além de salas de vacinas e curativos e, claro, banheiros. “A cidade vai crescendo e a população necessitando de mais serviços de atendimento, na área de saúde, sobretudo”, avalia o gerente de vendas, Roberto Alencar de Souza, 37 anos.

Várias melhorias

Para dar mais segurança, bem-estar e qualidade de vida para os quase 90 mil habitantes da cidade, a Administração Regional de Sobradinho II, em atuação com vários parceiros, tem promovido e intensificado várias ações de melhoria das ruas, quadras e bairros da RA. Só de calçadas na atual gestão, foram construídos 5 km. A meta é fazer mais 3 km até o final de 2022.

Boa parte dos passeios dão acesso à DF-420, uma das principais avenidas local, a uma feira itinerante e ao terminal rodoviário. “Tinha muito lugar em que era melhor andar no meio da rua”, recorda o pedreiro Antônio Silvério da Silva, 46 anos. “Já fiz muitas calçadas, elas melhoram e muito o passeio das pessoas, sei do que estou falando”, diz.

Várias melhorias

Para dar mais segurança, bem-estar e qualidade de vida para os quase 90 mil habitantes da cidade, a Administração Regional de Sobradinho II, em atuação com vários parceiros, tem promovido e intensificado várias ações de melhoria das ruas, quadras e bairros da RA. Só de calçadas na atual gestão, foram construídos 5 km. A meta é fazer mais 3 km até o final de 2022.

Boa parte dos passeios dão acesso à DF-420, uma das principais avenidas local, a uma feira itinerante e ao terminal rodoviário. “Tinha muito lugar em que era melhor andar no meio da rua”, recorda o pedreiro Antônio Silvério da Silva, 46 anos. “Já fiz muitas calçadas, elas melhoram e muito o passeio das pessoas, sei do que estou falando”, diz.

Na área de lazer, a cidade está bem servida. Só de Pontos de Encontros Comunitários já foram instalados cinco. Um sexto equipamento, em breve, irá ocupar o terreno que fica do lado da administração da cidade. Morador da Rua 8, que fica próxima à Unidade de Pronto Atendimento da cidade, o autônomo Abel Vieira, 64 anos, gosta de ficar “brincando” com os aparelhos de ginástica. “São bons, esses brinquedos. Enquanto a gente fica esperando o atendimento, vem aqui, faz um pouco de exercício, que faz parte da saúde”, comenta, maroto. “E são bonitos, coloridos, pela manhã sempre tem bastante gente se exercitando aqui”, revela.

Para o presidente da Novacap, Fernando Leite, um dos grandes parceiros das administrações regionais do DF, ajudar na manutenção das RAs é um dos papeis da empresa. “Cuidar das cidades por meio de manutenção e zeladoria é nossa missão. Em Sobradinho II, várias melhorias já foram realizadas e outras benfeitorias serão executadas”, destaca o gestor.

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HCB realiza evento em comemoração ao dia das crianças

 


O Hospital da Criança, inaugurado em 2011, realizou um evento em homenagem ao Dia das Crianças, comemorado na terça-feira, 12. A celebração contou com a presença de diversas autoridades, além da participação principal dos pequenos que fazem tratamento no HCB.

O deputado Distrital Agaciel Maia (PL-DF), esteve presente na ocasião. Em um discurso, Maia afirmou que agora a meta é modernizar o setor de hemodiálise do local. “Existem crianças que fazem tratamento três vezes por semana, durante quatro horas. Então, esse setor foi reestruturado com sala para os pais que acompanham e esperam o tratamento das crianças.”, disse.

O deputado, que normalmente destina emendas ao HCB, anunciou no evento que, em 2022, vai destinar mais R$ 8 milhões para o local. “Em 2021 eu coloquei R$ 4 milhões para montar o laboratório e criar o centro de oftalmologia. E em 2022 vou colocar mais R$ 8 milhões, para que o hospital fique cada vez melhor.”, declarou.

O Hospital da Criança é referência em atendimento e, só tende a crescer. Na ocasião, foi inaugurada a nova estrutura de terapia renal substitutiva.



FONTE: https://jornaldebrasilia.com.br/

Foto do evento 

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