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Hospital do Gama recebe superpediatra que alegra crianças nas consultas

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020
Médico usa jalecos de super-heróis como Homem-Aranha, Capitão América, Batman e Super-Homem durante os atendimentos
No Hospital Regional do Gama (HRG), o pediatra Ricardo Fonseca decidiu abandonar a tradicional vestimenta branca para usar jalecos de super-heróis. Não é preciso dizer que a mudança de visual foi um sucesso total entre as crianças, transformando as consultas em um momento de alegria para os pacientes.
“Nos atendimentos, eu via como as crianças tinham medo do jaleco branco. Principalmente as maiores, porque no primeiro ano elas tomam muitas vacinas e acabam associando a dor ao jaleco branco. Então, em 2018, tive a ideia de usar os jalecos de super-heróis para ‘quebrar com esse vilão’. Depois disso, as crianças adoraram”, conta o “superpediatra”, que é como Ricardo se intitula nas redes sociais.
A novidade já era adotada por ele nas visitas médicas e sociais que fazia em creches da Estrutural e na rede privada, onde atuava. A receptividade das crianças foi tão boa que Ricardo aumentou sua coleção de jalecos, adquirindo também os do Homem-Aranha e Capitão América, além de Batman e Super-Homem. Todos são feitos por encomenda em uma loja no Rio Grande do Sul.
Chamado no concurso público da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o “super pediatra” começou a atuar no HRG a partir de janeiro deste ano. “Vi os bons resultados e resolvi usar aqui também. É engraçado porque, com eles, se quebra aquele gelo da consulta entre médico e paciente. Acabamos indo para uma área mais lúdica e humanizada do atendimento”, diz Fonseca.
Além dos trajes de super-heróis, a parte lúdica do atendimento de Ricardo inclui, ainda, truques de mágica e figurinhas coloridas, para a alegria dos pacientes.
A pequena Ana Clara, 6 anos, se impressionou na consulta, quando soprou a caixinha vazia trazida pelo médico e, em um passe de mágica, apareceu dentro dela um boneco do Super-Homem. “Gostei muito”, comentou a pequena, sorridente, enquanto acompanhava a consulta do médico com seu irmão mais novo, Nicolas, de apenas um mês.
Quem também gostou do atendimento foi a assistente de vendas e mãe das crianças, Juliana de Medeiros. “Muitas crianças têm medo ao falar de médicos, hospitais e consultas. Quando um pediatra atende assim, acaba divertindo a criança e, no processo, acalmando a mãe. É muito bom”, elogia Juliana.
As consultas pediátricas no HRG ocorrem entre terça e sexta-feira, nos períodos matutino e vespertino, para pacientes agendados e marcados pelas unidades básicas de saúde (UBS), por meio da regulação da Região de Saúde Sul.
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Secretaria de Saúde abre concurso para emprego temporário

Não haverá cobrança de taxa de inscrição. Agente de vigilância ambiental receberá R$ 2 mil, além do auxílio transporte e do vale alimentação de R$ 394,50
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal  publicou, nesta sexta-feira (31) a autorização para contratação de novos funcionários. Os cargos são temporários.
Segundo a pasta, há uma necessidade temporária excepcional de reforçar o quadro de funcionários. Desta forma, são abertas vagas para os cargos de agente comunitário de saúde e agente de vigilância ambiental em saúde. Ambos exigem nível médio.
São 300 vagas para cada cargo, totalizando 600 vagas, divididas entre contratação imediata e cadastro reserva. O emprego é válido por seis meses, sem condições de prorrogação deste período.
O cargo de agente comunitário prevê salário de R$ 1,7 mil, com benefício de auxílio transporte e auxílio alimentação de R$ 394,50; já o agente de vigilância ambiental receberá R$ 2 mil, além do auxílio transporte e do vale alimentação de R$ 394,50.
O edital completo estará disponível no site do Instituto de Gestão Estratégica em Saúde (Iges-DF) ainda nesta sexta (31), como explica a diretora de Planejamento, Monitoramento e Avaliação do Trabalho da Secretaria de Saúde, Marineusa Bueno.
“A análise dos currículos e a seleção ficarão a cargo do Iges-DF. Depois de escolhidos os candidatos, a Secretaria de Saúde fará a perícia médica e o curso de formação inicial para certificar que os candidatos estão aptos para exercer as atividades”, explica.
São esperadas cerca de 50 mil inscrições. A previsão é que o resultado preliminar do processo seletivo seja divulgado em 20 de fevereiro.
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Hospital Materno Infantil de Brasília vai inaugurar farmácias satélites


Hospital Materno Infantil de Brasília-HMIB. Foto: Delmo Menezes/Agenda Capityal
Novo serviço, disponível a partir de março, ajudará a agilizar o atendimento no hospital
Por Redação*
A partir de março, o Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) contará com o serviço de farmácia satélite, que vai funcionar no pronto-socorro da emergência pediátrica.
A farmácia satélite é uma unidade do Núcleo de Farmácia Hospitalar, que ficará fisicamente localizada no próprio setor da dispensação, onde são estocados os medicamentos e insumos necessários para atendimento. Isso proporciona uma assistência farmacêutica efetiva e direta, de maneira que o paciente passa a ser atendido com mais rapidez e prontidão.
A farmácia satélite ficará localizada no setor da dispensação, onde são estocados os medicamentos | Foto: Breno Esaki / SES
“Com a instalação da farmácia satélite dentro dos setores, vamos diminuir os índices de perda de material e medicamentos por vencimento, desvios, erros de armazenamento e o risco do uso indiscriminado de medicação”, explica o chefe do Núcleo de Farmácia Hospitalar do Hmib, Lairo de Souza Silvestre. “Quando enviamos, não sabemos o que acontece com o medicamento, se está bem armazenado, já que acaba ficando guardado em espaços espalhados pelo setor.”
“Vai ser a primeira farmácia satélite do Hmib”, informa o diretor do hospital, Rodolfo Paulo Alves de Souza. “Depois de inaugurarmos a farmácia da emergência pediátrica, temos o projeto de abrir mais duas – uma para atender a UTI neonatal e o centro obstétrico e outra para atender a UTI pediátrica e o centro cirúrgico.”
Dr. Rodolfo Paulo Alves de Souza, diretor-geral do HMIB
Serviço descentralizado
A descentralização do serviço possibilita uma resposta mais rápida ao paciente e a redução de custos, tanto de medicamentos quanto de materiais. Uma vez que serão retiradas somente as quantidades utilizadas pelo paciente, evita-se o desperdício, assim como a formação de estoques desnecessários no setor.
Os medicamentos serão entregues aos profissionais, mediante prescrição médica, pelo farmacêutico ou pelo técnico, que estarão no local. O funcionamento da farmácia será de 24 horas, sete dias por semana, com assistência direta na emergência pediátrica, proporcionando um atendimento mais individualizado.
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Policial civil que atirou em PM vai a júri popular

sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
Uma mulher também foi atingida na perna por um dos tiros e a vítima foi levada para o hospital e já se recuperou
O policial civil que atirou em um tenente da Polícia Militar do DF após esbarrão em festa vai a juri popular por homicídio. Ele está preso desde à época do crime. 
Péricles Marques Portela Junior atirou em tenente após esbarrão em festa. Crime ocorreu em Águas Claras e foi registrado por câmeras de segurança. O policial civil tem 39 anos e foi acusado de matar o tenente da polícia militar Herison de Oliveira Bezerra. O crime aconteceu em abril do ano passado.
O militar foi assassinado com três tiros, por motivo fútil, após um esbarrão dentro de uma casa de shows, em Águas Claras. O juiz Paulo Afonso Correia Siqueira, responsável pelo caso, considerou ainda que a situação representou “perigo comum”.
Uma mulher também foi atingida na perna por um dos tiros e a vítima foi levada para o hospital e já se recuperou. 
A data do julgamento no Tribunal do Júri ainda não foi divulgada. Se condenado, a pena do agente pode ser fixada em até 30 anos de prisão.
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Chapas para eleição do entorno serão formadas após o Carnaval

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020
A pretensão do governador Ibaneis Rocha (MDB) é de participar das escolhas no entorno com muita “independência”
As tratativas para a eleição do entorno já iniciaram, e o comando palaciano começa a se planejar para o pleito de outubro. A pretensão do governador Ibaneis Rocha (MDB) é de participar das escolhas no entorno com muita “independência”, como ressaltou uma fonte. O quadro político ainda está sendo analisado, mas as chapas devem começar a ser formadas depois do carnaval.

Cidades prediletas

A intenção do governo será participar em todas as 34 cidades do entorno, mas o governador deve focar a atenção nos municípios mais próximos à divisa com o DF. Essas cidades vizinhas acabam refletindo nos números dos serviços públicos de segurança pública, educação e saúde oferecidos pela capital. O olho está aberto para Luziânia, Águas Lindas, Santo Antônio do Descoberto, entre outros.

Candidato lançado

Após encontro com o governador Ibaneis Rocha (MDB) nesta semana, o atual secretário de Desenvolvimento da Região Metropolitana, Paulo Roriz, passou a ser confirmado pelo emedebista como candidato a prefeito de Valparaíso de Goiás. A intenção será fazer uma grande coligação em torno do nome do secretário.

Esquecendo nas gavetas

Dos 13 requerimentos de informação enviados pela CPI do Feminicídio às pastas do GDF e a órgãos de segurança pública (Polícias Civil e Militar), apenas dois foram respondidos. Com exceção dos documentos enviados à Secretaria da Mulher, todos os demais estão vencidos. As secretarias de Segurança Pública e Justiça estão entre as que não responderam.

De olho na responsabilidade

Com a ausência de informações prestadas, o Legislativo local reiterou todos os requerimentos vencidos no dia 13 de janeiro, mas após 10 dias, nada chegou. Lembra a coluna que a falta de respostas a uma Comissão de Inquérito pode configurar crime de responsabilidade do gestor.

Sopro ministerial

Foto: Agência Câmara
Com a reunião ontem, no Palácio do Planalto, dos secretários de Segurança Pública dos estados e o presidente Jair Bolsonaro — e a afirmação de que o governo estudará reduzir a força de Sérgio Moro e recriar o Ministério da Segurança Pública —, o nome de Alberto Fraga voltou a ser citado nas rodas de conversas para compor a Esplanada.

Continência prevista

O brasiliense nunca saiu das proximidades do presidente e se encontrou com o mandatário, ao menos, duas vezes esta semana. Caso chegue um possível convite, a resposta dependerá de uma conversa entre os dois. Se for uma “ordem”, desobedecer o capitão não está nas pretensões do ex-deputado.

Recursos disponíveis

O Fundo Nacional de Saúde liberou R$ 14 milhões em emendas da deputada federal Paula Belmonte (Cidadania-DF) que deve beneficiar hospitais do DF. O Materno Infantil de Brasília (HMIB) deve receber o maior montante individual, R$ 2 milhões. Já outros 11 hospitais regionais devem receber a quantia de R$ 1 milhão cada um. O último R$ 1 milhão será dividido entre quatro unidades básicas de saúde e a Casa de Parto de Sebastião.

Turismo? Suspenso!

Antes do recesso de fim de ano, o Conselho Deliberativo do Sebrae-DF havia determinado que fossem suspensas todas as ações da entidade local para o turismo no DF. Esta decisão colegiada, no entanto, começou a valer agora em janeiro com o início dos cortes promovidos pelo governo federal que atingiu o caixa do Sebrae local em 18,75%.

Times Square privilegiada

A diminuição dos repasses foi feita à época para que o governo transformasse a Embratur em uma agência estatal. Só que os valores tirados do Sebrae, como um todo, foram maiores do que o utilizado para o novo projeto. Em resumo, a propaganda internacional está garantida, terá até outdoor na Times Square, só que o turismo interno perde um incentivo.

Visita de “cortesia”

O senador Izalci Lucas (PSDB/foto) se reúne hoje com representantes da Walt Disney e da Twentieth Century Fox, como publicado na coluna on-line, para discutir novos investimentos das companhias no país. Recentemente, o Cade decidiu reavaliar a compra bilionária da Fox pela Disney. Vale lembrar que o congressista é o relator da Condecine, que tem grande interferência no setor.
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Chicão será administrador de Águas Claras

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
Francisco de Assis da Silva,mais conhecido como “Chicão”, será nomeado nos próximos dias como administrador Regional de Águas Claras. Ligado ao deputado distrital Agaciel Maia, Chicão substitui o empresário Ney Robsthon à frente da Administração. A mudança ocorreu por conta de uma nova composição política com maior aproximação do governador dos deputados distritais. Ney era uma escolha pessoal do governador.
Chicão é empresário. Foi administrador de Samambaia de 2009 à dezembro de 2010.Secretário Adjunto da Secretaria do Estado de Economia e Desenvolvimento Sustentável do Distrito Federal.
Foi fundador e presidente durante 8 (oito) anos da Cooperativa de Crédito SICOOB CREDIBRASIL. Foi conselheiro de administração do SICOOB EMPRESARIAL no período de 2013 à 2016. Em 12 de outubro de 2000 a FIBRA- Federação das Indústrias do Distrito Federal outorgou o titulo de “Mérito Industrial do DF” como reconhecimento público pelos relevantes serviços prestados à causa do desenvolvimento do Distrito Federal.


https://folhadeaguasclaras.com.br/
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Novo secretário de Trabalho do DF já foi acusado de lesar o erário em R$583 mil por compra de pães

Thales Mendes Ferreira é o novo secretário de Trabalho do Distrito Federal. Ele estava, desde 2019, ocupando o cargo de superintendente do Arquivo Público do DF. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do DF (DODF) desta terça-feira (21/01/2020). A Secretaria recupera autonomia após meses de fusão provisória com a pasta da Educação.
Mas Thales, sempre ligado no ex-governador José Roberto Arruda, já foi alvo de denúncia em 2018, quando era secretário-adjunto de Desenvolvimento Social do governo de Rodrigo Rollemberg. Ele fazia parte de um grupo investigado por suposto prejuízo de R$ 583,7 mil ao erário. A quantia refere-se à compra de pães para o Programa de Fortalecimento das Famílias de Baixa Renda (Pró-Família) em 2010, quando atuava na SEDEST, no governo de Arruda. O processo em que consta o nome de Thales e outras três pessoas no TCDF, é de número 12.549/2013.
Segundo fontes, Arruda e Robério Negreiros ficaram muito felizes com a nomeação hoje de Thales. Em contrapartida, a deputada distrital Jaqueline Silva (PTB) não gostou da decisão do governador Ibaneis Rocha (MDB). Ela, que tem como bandeira o trabalho, aguardava  que pudesse indicar uma pessoa de seu grupo político para comandar a Secretaria de Trabalho. As conversas com o Buriti eram nesse sentido. A relação entre a deputada, que também é presidente do PTB-DF, e o governador Ibaneis Rocha, ficou tensa nesta terça.
A nomeação de Thales revela que Arruda (réu no processo de desvio de dinheiro público do Estádio Nacional)  e Negreiros andam dando as cartas no Buriti e que alguns deputados são apenas coadjuvantes do atual governo. Que coisa sinistra!!!
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Senador Izalci Lucas cotado para assumir o Ministério da Educação

Segundo fontes, o complicado e deslumbrado Abraham Weintraub deverá deixar o Ministério da Educação  nas próximas semanas. Ele têm provocado muitos desgastes ao governo de Jair Bolsonaro, que já não vê mais condições de manter o cidadão  no cargo.
E o nome mais cotado no Planalto e no Congresso Nacional para assumir o lugar de Weintraub, é do vice-líder do governo no Senado, o brasiliense Izalci Lucas (PSDB-DF), profundo conhecedor do sistema educacional brasileiro, tem experiência , ética e ideias inovadoras para a educação do Brasil. É aguardar para conferir.
https://donnysilva.com.br
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Robério Negreiros emplaca novo secretário de Trabalho

Deputado distrital Robério Negreiros. Foto: Reprodução
Por Coluna Eixo Capital 
No fim do ano passado, o deputado Robério Negreiros (PSD) chegou a visitar as instalações da Secretaria de Trabalho e muita gente apostou que ele se licenciaria do mandato para assumir o cargo. 
O parlamentar negou essa pretensão e começa o semestre onde começou a legislatura, no gabinete de deputado. Mas conseguiu emplacar alguém de sua confiança na pasta. O novo secretário de Trabalho, Thales Mendes Ferreira, é uma indicação do distrital. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do DF nesta terca-feira (21).
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“Suspensão do fornecimento de refeições prejudica a vida de quem recorre à saúde pública do DF”, diz Osnei

“A Secretaria de Saúde informa que, em atendimento à determinação do Governador Ibaneis Rocha, rescindirá o contrato com a empresa Sanoli”
Na tarde de ontem, o Governo do Distrito Federal (GDF) anunciou a rescisão contratual com a Sanoli — empresa de alimentação hospitalar — devido ao “prejuízo à Saúde do DF”. É o que diz a nota da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) sobre a crise que a empresa passa nos últimos três meses de greve dos funcionários sem receber salários e benefícios trabalhistas.
“A Secretaria de Saúde informa que, em atendimento à determinação do Governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha, rescindirá o contrato com a empresa Sanoli. A empresa vem descumprindo o contrato e trazendo prejuízo à Saúde do DF e, por isso, buscará, de forma legal, a rescisão”, diz o texto.
No fim da tarde de ontem, O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, em despacho, justificou a rescisão contratual com a Sanoli alegando que “a suspensão do fornecimento de alimentação aos servidores e acompanhantes legais configura infração grave ao contrato vigente”. No documento, Okumoto diz que é evidente o dano causado pela irresponsabilidade da Sanoli por prejudicar diretamente a vida dos usuários da rede pública de saúde do DF.
Em entrevista ao Jornal de Brasília, Okumoto, afirmou que a empresa foi notificada da rescisão, mas continua atendendo. “A Sanoli terá o direito ao contraditório”, diz. Se precisar abrir um edital emergencial, Osnei adianta que a SES-DF tem como suprir a necessidade.
“Temos empresas contratadas que podem usar o percentual de aditivos. Há uma necessidade de continuarmos com atendimento”, acrescenta o secretário.
Okumoto explica o que causou a rescisão em meio à crise da Sanoli. “Desde novembro, a Sanoli solicitava os pagamentos. Estamos com o pagamento em dia, e tínhamos as notas das nossas unidades atendidas pela Sanoli. Quando chegava na Secretaria, a gente pagava 30 dias antes. Mesmo fazendo os pagamentos com antecedência, sempre recebíamos as ameaças de paralisação por parte da empresa. Notificamos a Sanoli na última sexta-feira para que retomasse as atividades normais para atender os pacientes, acompanhantes e funcionários de plantão”, explica.
Até a publicação desta matéria a Sanoli alegava não ter recebido nenhuma notificação do GDF a respeito. A assessoria de imprensa da empresa afirma que soube da rescisão pelo noticiário. Apesar disso, o serviço não será interrompido porque o contrato está em vigor. “A empresa não vai se manifestar em relação ao assunto, e até o momento, não foi notificada oficialmente”, informa.

Greves constantes

Os cerca de 2,5 mil funcionários deram início a uma greve nas últimas semanas por falta de pagamento. A empresa alega que não pagou os trabalhadores por não ter recebido cerca de R$ 42 milhões da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) desde 2014, valor referente a uma atualização financeira dos valores da data-base dos funcionários.
Sobre a acusação, a secretaria de Saúde diz que as cobranças são indevidas até que a Justiça determine o pagamento. “Essa cobrança não pode ser paga pela pasta sem uma decisão judicial favorável à empresa”, finaliza o orgão.

No olho da rua e sem verbas rescisórias

A ex-copeira da Sanoli no Hospital de Base, Anne Caroline da Silva, 31 anos, não recebeu os benefícios após ser demitida pela empresa no dia 6 de dezembro do ano passado. Nos cinco anos de empresa, ela diz que sempre teve atrasos salariais. “A Sanoli me deve férias, FGTS, seguro-desemprego. E toda vez que ligo lá, ninguém sabe informar nada. Fui lá uma vez para pegar a carteira de trabalho, deram baixa no dia 4 de janeiro, e desde então, não tenho resposta”, relata Anne.
Moradora de Valparaíso, a ex-funcionária conta as dificuldades que tem passado enquanto desempregada. “Minha família está me ajudando a pagar prestação da minha casa, contas de água e luz atrasada. Fora outras coisas como: comida, taxa de condomínio, van escolar da minha filha, porque moramos longe do colégio”, explica.
A também ex-copeira da Sanoli no Hospital de Base, Thalita Cristina, 33 anos, passa pela mesma situação. Ela foi dispensada no dia 6 de dezembro de 2019 sem justa causa, e cumpriu aviso até o dia 28 do último mês sem precisar ir ao trabalho. “No dia 8 de janeiro, estava marcado para fazer o acerto no sindicato. Mas antes disso, me ligaram e desmarcaram. Até hoje eu aguardo retorno do RH”, protesta.
Moradora do Jardim Ingá – bairro no Entorno do DF – Thalita diz que foi pega de surpresa com a demissão. “A minha geladeira está vazia. É um sentimento de desespero, porque vejo o meu filho pedindo as coisas e não tenho”, lamenta.
Maria do Carmo de Souza, 35 anos, ligou três vezes para o RH da Sanoli ontem para exigir pagamento. Ela, que também era copeira do Base, foi demitida no dia 6 de dezembro. “Nos chamaram para cumprir o aviso em casa até o dia 28. No dia 6 de janeiro, era para voltarmos à empresa com o nosso exame demissional. Nesse dia, perguntaram para mim se eu queria deixar a carteira de trabalho com eles ou no sindicato. No dia seguinte, entraram em contato dizendo que deram baixa na nossa carteira de trabalho, mas não me pagaram”, denuncia.
A ex-funcionária denuncia ainda que a empresa deve a ela quatro meses de FGTS de um período anterior em que ela trabalhou na Sanoli, em 2016. “A gente entra em contato com a empresa e não temos resposta. Hoje (ontem) liguei três vezes, e dizem que diretores estão em reunião, e falam para a gente ‘ver daqui a pouco’”, descreve.
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Júlia Lucy representa ao MPDFT para investigar contrato entre GDF e Sanoli

“Não podemos admitir as constantes interrupções no serviço. Se o governo deixou de pagar, a empresa deve buscar os meios jurídicos para resolução do problema e seguir cumprindo suas obrigações. Os indícios de irregularidades são evidentes e a população não pode seguir pagando essa conta”, explica a parlamentar
A deputada distrital Júlia Lucy (Novo) ingressou, nesta terça-feira (21), com uma representação junto ao Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), para que o órgão investigue a execução dos contratos relacionados ao fornecimento de alimentação hospitalar pela empresa Sanoli, responsável pelo fornecimento de refeições em 7 hospitais públicos e 3 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) no DF, e que vem suspendendo o fornecimento das refeições nos últimos meses.
“Não podemos admitir as constantes interrupções no serviço. Se o governo deixou de pagar, a empresa deve buscar os meios jurídicos para resolução do problema e seguir cumprindo suas obrigações. Os indícios de irregularidades são evidentes e a população não pode seguir pagando essa conta”, explica.
Na representação, Júlia Lucy argumenta que há suspeita de fraude e superfaturamento, além da suspensão da prestação do serviço de forma indevida pela empresa. A parlamentar também questiona a falta de transparência nos repasses do GDF para a Sanoli.
Desde 2009, a prestação dos serviços de fornecimento de alimentação hospitalar vinha sendo realizada com base em contratações emergenciais, com um único fornecedor para toda a rede de saúde. O último ajuste teve vigência até 18/10/2015. A partir dessa data, os serviços foram prestados sem cobertura contratual, segundo as informações disponíveis nos sites de transparência.

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Ibaneis muda nomes do primeiro escalão da Secretaria de Saúde

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Foto: Reprodução
Por Delmo Menezes
O governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB), resolveu mudar alguns nomes do primeiro escalão da Secretaria de Saúde, permanecendo no cargo o secretário Osnei Okumoto, prestigiado pelo governador. As mudanças foram publicadas na edição do Diário Oficial do DF (DODF) desta terça-feira (21/01).
De acordo com fontes ouvidas pelo Agenda Capital, as mudanças foram necessárias para dar mais agilidade nos processos de gestão da pasta.
A substituição mais significativa foi a exoneração da médica Lucilene Maria Florêncio de Queiróz, que ocupava o cargo de Secretária Adjunta de Assistência à Saúde. Em seu lugar foi nomeado Ricardo Tavares Mendes, que exercia o cargo de subsecretário de Atenção Integral à Saúde. Lucilene Florêncio assumirá a Superintendência da Região Oeste. Outra nomeação importante foi da médica pediatra Moema Liziane Silva Campos, que estava à frente da Superintendência da Região Centro-Sul, e que agora vai ocupar o cargo de subsecretária de Atenção Integral à Saúde.
O Diário Oficial trouxe também a nomeação de Thales Mendes Ferreira para exercer o cargo de secretário de Trabalho do DF. Quem respondia interinamente pela pasta era o secretário adjunto Ivan Alves dos Santos.
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Índices alarmantes aumentam o combate ao feminicídio

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020
No âmbito federal, o canal 180 é um serviço oferecido pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos do Ministérios dos Direitos Humanos (MDH)
Há 3 anos, Laura*, 40 anos, decidiu dar um basta na violência que sofreu por 15 anos do ex-marido dentro de casa. Após denunciar seu agressor, agora a sensação é de paz e segurança, como ela mesma descreve.
“Ter o direito de ir e vir faz toda diferença na vida de uma pessoa. Se eu não tivesse denunciado talvez não estaria viva para contar a minha história”, destaca a moradora do Recanto das Emas, cidade que está na sexta posição das Regiões Administrativas que apresentam o maior número de incidências de violência doméstica, segundo dados de 2019 (confira abaixo).  
Ela lembra que no início, o relacionamento com o pai de seus três filhos de 10, 11 e 15 anos parecia ser saudável. “Nos conhecemos na igreja. Namoramos, noivamos e casamos, como manda o figurino. Seis meses depois ele começou como usuário de maconha e se tornou uma pessoa violenta. Eu lutei e acreditei que ele fosse melhorar”, conta.
Meses depois, o ex-companheiro de Laura começou a usar craque, o que piorou o comportamento dele. “Além de me agredir, ele não queria trabalhar e cumprir com as responsabilidades de pai e marido. Os familiares dele decidiram interná-lo numa clínica de reabilitação e eu fui para uma Casa Abrigo. Passei 17 dias lá com os meus filhos e me senti muito acolhida”, elogia.
As ameaças de morte do ex-marido levaram Laura a denunciá-lo pela segunda vez. “Muita gente comenta que ele não teria coragem de me matar, mas quem fala está com intenção. Eu voltei para a Casa Abrigo e lá encontrei forças para recomeçar a minha vida junto com os meus filhos. Tive tratamento psicológico, jurídico e todo apoio necessário”, relembra. 
A história de Laura se assemelha e, até mesmo se iguala, com a de várias mulheres espalhadas pelas cidades da capital, das quais o Governo do Distrito Federal tem dado o suporte psicológico, médico e jurídico, além de várias ações integradas com órgãos do Executivo local, como ressalta o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres. 
“Além da campanha #MetaaColher, que expõe o papel de responsabilidade de cada cidadão como engrenagem importante no combate ao feminicídio, a abertura das delegacias durante os primeiros meses de governo amplia a rede de atendimento dessas mulheres. Desde o ano passado elas não precisam esperar uma DP abrir para denunciar o agressor”, comenta. 
As vítimas de violência doméstica também contam com a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) da Polícia Civil e do programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid).
No âmbito federal, o canal 180 é um serviço oferecido pela Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos do Ministérios dos Direitos Humanos (MDH). O número funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana de forma gratuita e confidencial. 
Torres alerta para a importância da denúncia contra os agressores, que não cabe só à vítima, mas sim a toda a sociedade.
“Após analisarmos os casos de feminicídio desde o advento da lei, criada em 2015, percebemos que a falta da denúncia dificulta evitar esse tipo de crime porque, geralmente, ele ocorre dentro de casa a portas fechada”, observa.
É o que reforça a secretária da Mulher, Ericka Filippelli. “Quando a gente fala de denúncia estamos falando do poder público tomar conhecimento do caso e agir. A partir do momento que a mulher ou a sociedade toma essa atitude, o estado tem a responsabilidade de resguardar a vida dela, de protegê-la e ampará-la, além de investigar e punir o autor da violência”, salienta. 
Em conjunto com outros órgãos do GDF, a Secretaria da Mulher também tem tomado medidas para combater as mortes provocadas por homens com perfis agressivos e ciumentos. A secretária explica que a violência doméstica é reflexo de uma cultura machista, que está presente não só no país, mas como no mundo todo, e que por isso é preciso trabalhar diversas frentes. 
“Em primeiro lugar a educação. Lançamos um programa chamado Amor sem Violência nas escolas. A ideia é falar com os jovens sobre relacionamentos e desconstruir naquele ambiente os estereótipos. Iniciamos também o projeto Jornada Zero, que apresenta para a sociedade os equipamentos que já existem”, relembra.
Outro investimento do governo local é na estrutura dos espaços existentes, como a reabertura do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) na estação de metrô da 102 Sul e de Ceilândia.
“Estamos revitalizando o de Planaltina e a ideia é trazer mais quatro para o DF por meio de emenda federal. Outra frente que temos que trabalhar é com os homens. Temos o Nafavd [Núcleo de Atendimento às Famílias e aos Autores de Violência Doméstica], que trata dos casos judicializados. O índice de reincidência é baixíssimo”, destaca Ericka Filippelli. 
Para ajudar financeiramente essas mulheres, o programa Empreende Mulher – espaço em Taguatinga em parceria com o Banco de Brasília (BRB) – amplia oportunidades de geração de renda e inserção no mercado de trabalho, assim como o Rede Sou mais Mulher, que trouxe o curso Ela Pode financiado pelo Google; o Prospera Mulher, que aumenta o acesso ao crédito às mulheres empreendedoras e o cartão Mastercard Mulher, que é de uso específico para mulheres empreendedoras.                              
Plano estratégico 
De acordo com o Plano Estratégico 2019 – 2060, lançado em maio do ano passado pelo governo, a meta é diminuir em 10% os crimes de agressão relacionados à mulher. Também será aberta a 2ª Deam na Região Oeste, implantada a Casa da Mulher Brasileira em Ceilândia e instituídos núcleos integrados de atendimento nas delegacias de polícia. Por fim, serão ampliados e fortalecidos os projetos de responsabilização e reeducação dos agressores. 
O Executivo local também pretende dispor um dispositivo de monitoramento eletrônico de proteção em caso de medidas protetivas de urgência, realizar campanhas de conscientização da população, reestruturar e ampliar os equipamentos de atendimento à mulher vítima de violência das Regiões Integradas de Segurança Pública, entre outros.     
Em julho, o governo local regulamentou o decreto nº 39.851, que prevê recolhimento de armas de servidores públicos envolvidos em casos de violência doméstica e familiar. O texto abarca funcionários vinculados às forças de segurança e ao Sistema Penitenciário que respondem atualmente a inquéritos sobre o tema ou estão com medidas protetivas contra si.
https://jornaldebrasilia.com.br
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Aprovados terão garantia de vaga

Lei sancionada pelo GDF garante acesso àqueles que passaram, conforme a necessidade do órgão
A partir de agora, os candidatos aprovados em concurso público fora do quantitativo de vagas poderão ser empossados durante todo o prazo de validade do certame. A lei que permite que os candidatos que obtiverem a nota mínima prevista para aprovação poderão cumprir as fases necessárias para a nomeação, conforme a necessidade do órgão, é a 6.488, fruto de projeto de autoria do deputado Cláudio Abrantes (PDT), aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e sancionada pelo governador Ibaneis Rocha.
A Lei 6.488 acrescentará o artigo 16-A à Lei 4.949 de 2012, que estabelece normas gerais para realização de concurso público pela administração direta, autárquica e fundacional do Distrito Federal. De acordo com o artigo, todos os classificados podem ser chamados.

“Questão de justiça”

“Vejo a permanência desses aprovados como possíveis servidores como uma questão de justiça. Se o candidato teve desempenho suficiente para aprovação, e se há a necessidade de ampliar o contingente, não há por que desclassificá-lo”, justificou Cláudio Abrantes.
Segundo o deputado, a medida traz ainda economia ao DF e agilidade à contratação de novos servidores, uma vez que reduz o número de publicação de novos editais devido ao aproveitamento de candidatos classificados.

Cadastro reserva

A Lei 6.488 não invalida o cadastro reserva, apenas estende aos demais classificados a chance de tomarem posse. A lei vale tanto para os concursos em andamento quanto para os que se encontram dentro do prazo de validade ou de sua prorrogação.
A alteração à Lei 4.949 foi publicada no Diário Oficial da última sexta-feira (17). A legislação que trata dos concursos públicos já havia sido alterada em julho do ano passado.
Na oportunidade, foram incluídos três novos incisos que tratavam da isonomia e da transparência. As modificações feitas na oportunidade foram de autoria do deputado Reginaldo Veras (PDT).
Concursos
Hoje, existem dois concursos abertos no DF, para escrivão da Polícia Civil e para analista e técnico da Procuradoria Geral, com 300 e cem vagas, respectivamente. A expectativa é que sejam lançados em breve certames para agentes da PCDF, com 1.800 vagas, e gestor de políticas públicas e analista de políticas públicas da Secretaria de Panejamento, Orçamento e Gestão, com previsão de 300 vagas. Os dois concursos devem contar com uma concorrência acirrada. Com a nova Lei, os candidatos que consigam a nota mínima estabelecida pelo edital poderão sonhar com a vaga.
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Mais benfeitorias para a comunidade de Engenho das Lajes

domingo, 19 de janeiro de 2020

Ponto de Encontro Comunitário (PEC) será construído. GDF também vai lutar por passarela na BR 060


A comunidade de Engenho das Lajes tem sido assistida com carinho pelo Governo do Distrito Federal. Após levar água potável e linhas de ônibus no horário noturno à região, os moradores vão ganhar novas benfeitorias anunciadas neste sábado (18) pelo governador Ibaneis Rocha.
Será feita a intervenção em pistas na Rua Roriz e a construção de um Ponto de Encontro Comunitário (PEC). O chefe do Executivo também prometeu batalhar para erguer uma passarela na BR 060 que cruza o Engenho das Lajes, embora a mesma seja administrada pelo governo federal.
“Estamos aqui juntos e vou pedir ao Fauzi Nacfur (diretor-geral do DER). Sei que é uma avenida, uma estrada federal, mas vamos trabalhar junto a Secretaria de Mobilidade e o Dnit para que a gente consiga uma passarela para cá, que resolva um problema de transporte. Precisamos fazer um trabalho conjunto com o Dnit, mesmo que para isso a gente tenha que utilizar recursos do DF”, afirmou Ibaneis Rocha.
Também neste sábado, o governador inaugurou uma quadra poliesportiva que fica ao lado do Centro Educacional Engenho das Lajes (Cedel). Antes da construção da quadra para aulas de educação física os alunos tinham que atravessar a BR 060 pela falta de um espaço apropriado para a prática esportiva. O GDF cedeu o terreno de 500 metros quadrados ao lado do centro de ensino e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) doou R$ 100 mil para a construção da quadra.
“Queremos estar junto da comunidade, que essa representação de vocês exista cada vez mais. Aqui estão pessoas humildes que merecem tratamento de carinho e um abraço. Peçam as coisas com vontade porque nós temos que fazer tudo que for possível para ajudar essa comunidade. Quem está alegre de estar aqui hoje sou eu e vocês podem contar comigo”, acrescentou Ibaneis.
Inauguração da quadra poliesportiva | Foto: Acácio Pinheiro / Agência Brasília
Durante a semana, os moradores de Engenho das Lajes receberam o anúncio da ampliação da oferta de transporte público coletivo no horário noturno. Duas novas linhas de ônibus estão em operação: uma saindo do Gama, às 20h30; a outra, saindo de Taguatinga, às 22h30.
Outra grande notícia ficou por conta de uma luta de mais de uma década: a de levar água potável para todas as residências. Nesta semana, a Caesb finalizou as obras de ampliação de 1.552 metros de redes em mais em nove ruas, fazendo com que a água potável saísse da orneira da casa de cerca de 250 famílias.
A região tinha 668 ligações de água. Com a ampliação no atendimento, agora são 759. A Caesb tem processo contínuo de expansão de sua infraestrutura, uma vez que, somente em 2019, foram executadas 30 mil novas ligações de água e esgoto. Nessas obras do Engenho das Lajes, os investimentos chegaram a R$ 138,4 mil.

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