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Deputado Claudio Abrantes: “Vivemos uma reconstrução como há tempos não se via”

terça-feira, 24 de novembro de 2020

 

20/05/2019. CREDITO: VINICIUS CARDOSO VIEIRA/ESP. CB/D.A. PRESS.

Entrevista // Claudio Abrantes, deputado distrital e líder do governo na Câmara Legislativa

Como líder do governo, qual avaliação o senhor faz da relação entre Executivo e Legislativo nesses primeiros dois anos?
Temos hoje um Executivo que dialoga com os demais poderes, dialoga com o Legislativo, com a sociedade. E o Legislativo, por sua vez, preza pela harmonia com o Executivo, mas preserva sua independência. Então, vejo hoje em dia um respeito mútuo que não existia anteriormente. Além de um objetivo comum, e isso é o mais forte e presente, que é de trabalhar pelo cidadão, pelo Distrito Federal. Muito disso vem do próprio perfil do governador, que não é um homem de falar e deixar alguma coisa parada, mas sim de fazer, em um ritmo que muito nos alegra e que está transformando a capital. Vivemos hoje uma reconstrução como há tempos não se via, e não se trata apenas de obras físicas, mas de ações ousadas, como o GDF Saúde e o novo Refis. As diferenças, por sua vez, passam então a ser vistas de forma positiva, como parte natural do processo democrático. E, no fim das contas, isso é muito produtivo para a sociedade, pois são diferentes ângulos de visões que se afinam por resultados que impactem, de maneira benéfica, o DF, o cidadão.

Houve momentos mais tensos como a tentativa de instaurar a CPI da Pandemia. O que foi preciso fazer para contorná-la?
Em primeiro lugar, é importante destacar que toda e qualquer atitude que venham a ser lesivas aos cofres públicos devem ser investigadas, apuradas. E os responsáveis por tais atitudes devem ser responsabilizados e punidos na forma da lei. Sobretudo, se houver algum tipo de oportunismo, de aproveitamento de uma situação de crise. Então, ninguém é contra o olhar criterioso do Estado. O que não pode haver é politização e, ainda, que se faça um corte temporal que deixe de fora todo o histórico da pasta. Se é para investigar, vamos a fundo, não vamos satanizar uns e endeusar outros, excluindo-se aí possíveis aliados de partidos e políticos que estão na ativa. Para resumir, não somos contra, não temos o menor problema com nenhuma ferramenta de fiscalização, mas elas têm de ser isentas.

Quais projetos o Executivo prioriza para esse fim de ano? Ainda dá tempo de aprovar alguma pauta importante para a cidade?
Sim, ainda temos quase um mês de sessão legislativa, ainda dá tempo de aprovar pautas de relevância para a cidade. Temos ainda pela frente diversas pautas que dizem respeito a orçamento e de ajustes de final de ano, e é de fundamental importância que nós as votemos. Também consta o IPVA e o IPTU, pautas sobre carreiras e concursos. Estamos afinando o que ainda entra, e posso adiantar que é por aí.

O que deve nortear o ano de 2021?
São vários vieses importantes para o DF. Um deles é o olhar cuidadoso sobre a economia, sobre a reconstrução dos setores mais afetados pela pandemia do novo coronavírus. Outro, mas esse depende acima de tudo da chegada da vacina, é a imunização da população do DF. Digo isso baseado nas recentes notícias, como o anúncio da vacina da Pfizer e outras que começam a se tornar realidade. Também acredito na retomada dos espaços que foram suspensos durante o ano de 2020, como as escolas, os órgãos. Então acredito que a conscientização, o acolhimento ao cidadão, vão ser bastante presentes. No mais, nada parou. De forma cuidadosa as obras em todo o DF seguiram, os programas foram lançados e Câmara se reinventou e seguiu firmemente.

O senhor se candidatou à presidência da Casa nas últimas eleições. Vai disputar dessa vez ou apoiar, como o governador, o atual presidente Rafael Prudente?
Ser presidente da Casa é uma honra para todos os deputados, e se para o fim do ano nossa decisão for por entrar no pleito por essa missão, isso ocorrerá no mesmo diapasão que sempre direcionou o nosso mandato, que é trabalhar pelo cidadão, de forma transparente, ética e honesta. E, se Deus porventura nos presentear com mais esse desafio, não seria diferente.

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Morre ex-secretário de Saúde e ex-deputado federal Frejat, aos 83 anos

 Frejat

CRÉDITO: ED ALVES/CB/D.A PRESS.


Publicado em CB.Poder

ANA MARIA CAMPOS

Morreu uma referência na saúde pública do Distrito Federal. O ex-deputado federal Jofran Frejat estava em tratamento de quimioterapia por conta de um câncer de pulmão e não resistiu.

Tinha 83 anos, sendo mais mais de 40 anos dedicado à saúde e à política.

Frejat foi cinco vezes deputado federal e secretário de Saúde dos governos de Aimé Lamaison e Joaquim Roriz. Era do tempo em que não se viam escândalos nos gastos de saúde. Fez história nos hospitais de Brasília, não apenas como cirurgião, mas também como gestor. Costumava dizer que não permitia ingerências políticas em seu trabalho. Disse não várias vezes para o governador que lhe chefiava.

Frejat conhecia como poucos o funcionamento da rede pública. Trabalhou na estruturação do Sistema Único de Saúde e na construção de vários centros de saúde do DF.

O médico Jofran Frejat nasceu em Floriano (PI), em 19 de maio de 1937, numa família com muitos irmãos. O mais conhecido é José Frejat, que foi deputado federal pelo PDT do Rio de Janeiro e é pai do cantor Roberto Frejat.

Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1962, fez pós-graduação pela Universidade de Londres em 1972.

Era querido entre servidores da saúde e da segurança pública. Diretor do Instituto Médico Legal do Distrito Federal entre 1973 e 1979, nos governos Hélio Prates da Silveira e Elmo Serejo Farias, foi também secretário-geral do Ministério da Previdência Social.

Eleito deputado federal pelo PFL do Distrito Federal em 1986, participou da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição de 1988. Reeleito em 1990, afastou-se para ocupar a Secretaria de Saúde no segundo governo Joaquim Roriz. Filiado ao PP, foi reeleito em 1994, ingressou no PPB, votou contra a Emenda da Reeleição e conquistou um novo mandato em 1998, afastando-se para retornar à Secretaria de Saúde no terceiro governo Joaquim Roriz. Em 2002, disputou uma cadeira no Senado Federal. Mas não se elegeu.

Frejat poderia estar agora na metade de seu mandato como governador do Distrito Federal. Favorito nas pesquisas de intenção de votos em 2018, ele abriu mão inexplicavelmente da pré-candidatura. Na época, disse que não aceitaria fazer um pacto com diabo. Na época, houve muitas interpretações, mas nem mesmo os aliados mais próximos sabiam dizer o real motivo de Frejat abdicar de um mandato quase certo, em torno do qual se uniam políticos como José Roberto Arruda, Alberto Fraga, Eliana Pedrosa, Alirio Neto e Ibaneis Rocha.

Frejat era respeitado até pelos adversários. Quando desistiu da candidatura, recebeu a solidariedade até do adversário com quem disputou o segundo turno quatro anos antes, Rodrigo Rollemberg (PSB)

Repercussão

Diversos políticos e representantes da capital federal lamentaram a morte do médico. O governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) relembrou a trajetória de Frejat na política e na área da saúde. “Sua dedicação fez do Distrito Federal uma referência no tratamento da saúde pública. Foi deputado federal atuante, constituinte, enfim, um homem que dedicou sua vida ao serviço público”, comentou Ibaneis. “Nos aproximamos na época da última eleição para governador, quando cheguei a abrir mão da minha candidatura para apoiá-lo, até que ele desistiu da disputa”, acrescentou.

O ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB) também prestou homenagem ao político. “Acabei de receber, com muita tristeza, a informação do falecimento de Jofran Frejat. Embora adversários na eleição de 2014 sempre mantive com ele uma relação de respeito e diálogo. Frejat exerceu a política com dignidade e tinha minha admiração. Que Deus conforte sua família”, disse.

A deputada federal Flávia Arruda (PL-DF) foi candidata a vice-governadora na chapa de Frejat em 2014. “Perdemos um amigo, um líder e um homem público exemplar. Tive a honra de ser vice do Frejat em 2014 e aprendi muito com ele.”

“Frejat era um homem admirado pela honestidade, capacidade de trabalho, que sempre lutou por Brasília. Deixa um grande legado, especialmente, por tudo que realizou na área de Saúde. Como amigo particular e colega de bancada no Congresso Nacional, fomos deputados constituintes, eu manifesto meu profundo sentimento de perda pelo falecimento de Frejat. Nos conhecemos desde a década de 60, antes da política. Frejat era amigo dos seus amigos”, disse o ex-senador e ex-ministro do Tribunal de Contas da União Valmir Campelo.

Colega de profissão o senador e ex-ministro da Educação Cristovam Buarque (Cidadania) lamentou o ocorrido: “O Distrito Federal perdeu hoje um dos seus pioneiros mais respeitados. Jofran Frejat foi um médico competente e um político sério que ajudou a fazer Brasília. Uma grande perda para a cidade e para todos que convivemos com ele”.

A senadora do Distrito Federal Leila do Vôlei (PSB) destacou a importância de Frejat na área da saúde. “Perdemos um homem que lutou pelo SUS e foi um dos responsáveis pela criação da Faculdade de Ciências de Saúde do DF”, destacou.

O senador do DF  Izalci Lucas (PSDB) destacou o “imenso legado” deixado pelo amigo. “Jofran Frejat médico, Jofran Frejat deputado, Jofran Frejat gestor público era sempre o mesmo Frejat, aquele que fazia o bem sem olhar a quem. Dedicou a maior parte de sua vida ao nosso Distrito Federal como médico, deputado federal e Secretário de Saúde”, reforçou.

Para o presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT) do Distrito Federal, Georges Michel, o falecimento é uma perda para sociedade brasiliense. “Jofran Frejat, honrado político, ocupou altos cargos no Distrito Federal, no Governo Federal e foi deputado federal, sempre pautado na ética e no interesse público”, frisou.

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Alunos da rede pública terão acesso à orientação educacional

segunda-feira, 23 de novembro de 2020

 

Projeto do deputado José Gomes prevê que instituições de ensino médio incluam em calendário semana sobre o assunto

Definir a profissão é um dos principais desafios dos estudantes. Para ajudar os alunos das escolas públicas a tomarem essa importante decisão, o deputado José Gomes (PSB) protocolou, na Câmara Legislativa do Distrito Federal, Projeto de Lei que institui diretrizes para orientação escolar sobre profissões técnicas e científicas e cria no calendário educacional uma semana dedicada ao tema.

“Esse é um momento muito conturbado da vida dos nossos jovens. Se eles tiverem acesso às informações sobre as principais profissões existentes e às atribuições delas, a tendência é que eles tenham uma escolha mais consciente do que querem fazer no futuro”, frisou José Gomes.

O deputado ainda ressalta que é comum ver alunos que ingressam em um curso desistirem dos estudos, no meio do caminho, pois percebem que não era aquilo que eles queriam fazer. “Vamos reduzir o número de frustrações e preparar profissionais conscientes. Quando você se identifica com uma profissão, as chances de sucesso são bem superiores”, salientou o parlamentar.
 
As escolas de ensino médio irão promover atividades, exposições, palestras, aulas, discussões e demais recursos didáticos adequados para que os adolescentes tenham mais condições de escolherem a profissão que irão seguir. O acesso às informações a que se referem a proposta poderão ocorrer por atividades ministradas de forma presencial ou virtual.

Gabinete do deputado José Gomes

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VÍDEO: Após a morte de sargento vítima de COVID-19, Comandante Geral da PM se manifesta nas redes sociais

 


 
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A morte do 3º sargento Renato dos Santos no último dia 20, e que abriu um debate dentro da categoria sobre a necessidade da realização dos cursos online (EAD/à Distância), levou o comandante da corporação, coronel Pontes, a se manifestar através das redes sociais.

Em suas palavras, o comandante cita que a prioridade é a preservação das vidas dos policiais diante dessa pandemia e, por razões óbvias, resolveu suspender o próximo curso previsto para início na corporação (CAEP).

Segundo ainda o comandante, diante do quadro pandêmico que vivemos, para a realização dos cursos sua tropa sempre é ouvida antes (aqueles agraciados pelas convocações).

Assista ao vídeo:

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Policial Civil morre de infarto dias após ser atropelado e receber alta

 

O agente aposentado da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) Givelson Carlos Batista da Cunha, 54 anos, faleceu na tarde deste domingo (22/11), por volta das 17h30, de infarto.

Ele foi atropelado em 8 de novembro, na DF-205, após a Fercal, na região de Sobradinho II, enquanto andava de bicicleta. O motorista responsável fugiu do local para não ser autuado em flagrante. Em estado grave e com fratura no crânio, Givelson foi submetido a cirurgia no Hospital de Base (HBDF) e recebeu alta nessa sexta-feira (20/11).
Muito abalada, a presidente da Associação dos Aposentados da PCDF, Sandra Lobo, confirmou  o falecimento de Givelson. “Ele passou mal hoje à tarde e foi trazido ao Hospital de Base”, explica. “Não tenho mais detalhes, a irmã dele está deseperada; vou encontrar a família”, disse Sandra.

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Distrital Jaqueline Silva milita por mais 45 conselheiros tutelares

 De acordo com a parlamentar, houve 32,7% de aumento no número de denúncias de violência doméstica no primeiro semestre de 2020


A deputada distrital Jaqueline Silva (PTB/foto), que incluiu nas diretrizes orçamentárias do DF (LDO) para 2021 a criação de nove novas unidades de conselhos tutelares, tem pedido por mais conselheiros em Brasília e Regiões Administrativas.

Violência – Segundo a deputada, a demanda dos conselhos já existentes tem crescido, o que é resultado do aumento de 32,7% do número de denúncias de violência doméstica no primeiro semestre de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Importante – Conforme a proposta de Jaqueline, caso a emenda de sua autoria na LDO do DF seja sancionada pelo GDF, 45 novos conselheiros passarão a atuar em favor dos direitos de crianças e adolescentes do Distrito Federal. “É uma ampliação importante e necessária”, disse ela.

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Vem aí a “Cidade da Segurança Pública”

 

A iniciativa – itinerante – começa a oferta de diversos serviços relacionados ao tema em Planaltina (DF), no estacionamento da Administração


SSP lança programa de descentralização

O Governo do Distrito Federal lançará nesta semana o projeto “Cidade da Segurança Pública”, que reúne as principais funções das corporações da área na capital e se insere no âmbito do programa DF Mais Seguro. A iniciativa – itinerante – começa a oferta de diversos serviços relacionados ao tema em Planaltina (DF), no estacionamento da Administração Regional, entre quarta-feira (25) e sábado (29).

A estrutura abrigará postos avançados da Polícia Militar (PMDF), da Polícia Civil (PCDF), do Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) e do Departamento de Trânsito (Detran-DF). De acordo com a SSP, o objetivo é descentralizar a oferta de acordo com a demanda dos serviços públicos, como emissão de carteiras de identidade. De acordo com a cúpula da segurança candanga, é, também, uma oportunidade de ligar os gestores aos executores das diretivas, agentes geograficamente mais afastados da administração

Para Anderson Torres, titular da pasta, as visitas programadas aos batalhões e delegacias da região têm o intuito de dar voz a quem, geralmente, apenas recebe ordens.

“Queremos ouvir os profissionais que estão na ponta, que lidam diretamente com o público e com a criminalidade”, aponta o secretário.

Outro ponto é o verificação de medidas protetivas e acompanhamento das condições locais. “[Haverá] reforço das ações policiais, cumprimento de mandados em aberto, fiscalização de estabelecimentos, combate ao transporte pirata e melhorias na sinalização de trânsito”, esclarece Torres

Ainda segundo o gestor, as demandas dos agentes lotados em Planaltina serão consideradas para possíveis modificações nos sistemas de patrulha e repressão às atividades criminosas.

Todo o sistema de segurança pública se mobilizará para atuar de forma integrada em Planaltina. Este é o formato definido para a Cidade da Segurança, programa inovador que será aplicado em outras regiões do DF”, comemora o secretário.

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Distritais iniciam corrida em busca de apoio para eleição da Mesa Diretora

 

A menos de um mês para escolha dos cinco novos integrantes da Mesa Diretora, deputados começam a se articular para tentar vaga na presidência da Casa. Por enquanto, três nomes estão cotados para concorrer ao cargo



Marcada para 15 de dezembro, a eleição da Mesa Diretora da Câmara Legislativa começa a gerar articulações entre os distritais. Ao menos três deputados estão cotados para concorrer à presidência da Casa: o atual chefe do Legislativo, Rafael Prudente (MDB); Eduardo Pedrosa (PSD); e Reginaldo Veras (PDT). Entre eles, o único a assumir publicamente a candidatura foi o pedetista, que diz ter o apoio dos colegas da oposição.

“Sou pré-candidato, meu nome é sempre cotado. Enquanto estiverem cotando, sou pré-candidato. Sei que a minha chance é pequena. Hoje, eu teria sete votos. Mas quem tem sete, tem capacidade de ampliar para 13. Eleição é sempre uma surpresa”, afirmou Reginaldo Veras. Apesar da fala, o distrital não descarta ser candidato a vice, caso surja um nome com mais chances de vencer a eleição interna.

No entanto, para isso, Reginaldo Veras teria de contar com a anuência de todos os colegas da oposição. Juntos, eles têm poder de negociação, principalmente, se houver um racha entre os governistas. “Cogito ser de algum candidato com mais viabilidade. Aceito ser presidente ou vice-presidente. São os únicos cargos da mesa diretora que me interessam”, completou o parlamentar.

Entre os deputados, Rafael Prudente é considerado favorito. Embora não admita que será candidato, o distrital tem conversado até com parlamentares de partidos de oposição, como o PT. O atual presidente da Casa também tem força junto ao Palácio do Buriti, habilidade de negociação e é considerado leal aos acordos. O deputado integra o mesmo partido do governador Ibaneis Rocha, e a candidatura dele ganhou força após as polêmicas relacionadas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

Rafael Prudente devolveu o requerimento que pedia a instalação da CPI e, com isso, a possibilidade de recondução ao cargo se potencializou, para o Executivo local. Pessoas próximas ao parlamentar avaliam que ele conseguiu de vez o apoio de Ibaneis para a disputa. Nos últimos dias, o parlamentar tem acompanhado o governador em agendas. Além de estar presente à cerimônia de sanção do Programa de Incentivo à Regularização Fiscal do DF (Refis-DF 2020), o atual presidente da Câmara Legislativa tem aparecido em eventos mais populares — como na entrega de casas em Samambaia e para a assinatura do decreto de regularização de lotes no Riacho Fundo 2.

Agora, Prudente passará um tempo em quarentena, para se recuperar da covid-19. Se tudo correr bem, em breve, ele estará de volta ao corpo a corpo eleitoral. Caso oficialize a candidatura e vença as eleições, o parlamentar será o primeiro presidente reeleito da Casa. A possibilidade de recondução ao cargo recebeu sinal verde no ano passado, depois de os deputados aprovarem uma emenda à Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF).

Além dele, parlamentares avaliam que o atual vice-presidente da Casa, Rodrigo Delmasso (Republicanos), teria chance de receber apoio do governo local. Em 2019, ele cogitou tentar o cargo, mas abriu mão e apoiou o emedebista. Neste ano, em vez de forçar uma negociação, ele trabalha pela própria reeleição como vice. Para isso, conta com o suporte da bancada evangélica, integrada por seis distritais.

Grupos

Dos seis blocos da Câmara Legislativa, dois destacam-se em relação ao alinhamento com o Governo do Distrito Federal: o DF Acima de Tudo e o Força do Trabalho. Juntos, eles somam 10 parlamentares. Um deles, Agaciel Maia (PL) tem pretensões de assumir o posto mais alto da Casa, mas só deve se candidatar se tiver apoio do Buriti e a quantidade necessária de votos para se eleger. Caso esses dois grupos se mantenham alinhados, o candidato que tiver a aprovação de ambos pode largar com apenas três votos a menos que o necessário para a vitória.

O fiel da balança deve ser o bloco Brasília em Evolução, formado por cinco componentes. Embora assuma uma tendência governista, o grupo pode ter candidato próprio: Eduardo Pedrosa (PTC), que busca o apoio dos colegas do chamado Centrão para fazer frente a candidatura de Rafael Prudente. Antes disso, porém, vai precisar do respaldo dos colegas de bloco, uma vez que o Brasília em Evolução tem distritais bem próximos do atual presidente, como Roosevelt Vilela (PSB) e Reginaldo Sardinha (Avante).

Independência

Especialistas que acompanham a Câmara Legislativa afirmam que o apoio do governo será fator de peso nas eleições para a Mesa Diretora. Como o Buriti tem tido facilidade em aprovar projetos na Casa, a tendência é de que também consiga votos para o candidato mais próximo do governo. “Para entender quais são as tendências, podemos ver o caso da CPI da Pandemia. O governador conseguiu se articular politicamente para barrá-la. É possível perceber que o Legislativo local tem independência, mas o governo pode conseguir maioria. A minoria é relativamente pequena”, pondera Pedro Pitanga, pós-graduando em relações institucionais e governamentais.

Além de Prudente, parlamentares consideram que colegas como Agaciel Maia (PL) e Cláudio Abrantes (PDT) também teriam chances de receber o apoio do governo. Ana Paula Duarte, analista política, avalia que o cenário pode favorecer o Executivo local. “Neste momento, o governo está em lua de mel com a Câmara Legislativa. Tivemos um Refis que foi aprovado por unanimidade. Depois da pandemia, o governo trabalhou bastante para reorganizar a base. Agora, ela está organizada e fiel a ele. Se não acontecer nenhum fato novo até lá, o GDF tem condições de viabilizar o candidato dele”, pontua Ana Paula.

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Corpo de Beto Freitas é enterrado no RS com a aliança do casamento que estava marcado para dezembro

domingo, 22 de novembro de 2020

 

O cortejo passou pelas alamedas do cemitério São João e levou o corpo até o local em que Beto foi sepultado

Corpo de Beto Freitas é sepultado no RS com a aliança do casamento que estava  marcado para dezembro - 21/11/2020 - Cotidiano - Folha
Divulgação

 

Coberto com um véu branco, o corpo de Beto Freitas, que morreu aos 40 anos em Porto Alegre após ser espancado por seguranças de uma loja do Carrefour, foi velado em Porto Alegre na manhã deste sábado (21), no cemitério São João, cercado por familiares.

A viúva, Milena Borges Alves, 43, abriu sua mochila e, de dentro dela, tirou uma aliança dourada. Levantou o véu e colocou a aliança perto da cabeça de Beto. Eles iriam se casar no início do próximo mês. “Seríamos os padrinhos”, conta a amiga Charlene Viana, 37, ao lado do marido, Sidnei Viana, 41.

Beto usava uma camiseta branca com os dizeres “Escobar” e a foto de Pablo Escobar, que, segundo Charlene, era de Beto. “É uma camiseta nova que ele nunca tinha usado. Ele tinha essas coisas engraçadas. Tinha um lado excêntrico”, conta Charlene. “Ele assistiu à série na Netflix”, conta Sidnei.

Uma bandeira do clube São José, do qual era torcedor, foi colocada sobre o caixão aberto.

“Assunto não faltava. A gente se via todos dias, fazia churrasco”, conta o amigo Noé Fernando Pithan, 61.

No velório, a filha Thais Alexia Amaral Freitas, 22, lembrou que o pai ficou feliz quando nasceu a neta. Beto tinha outros três filhos. “Ele levou um ursinho de pelúcio para ela. Sempre foi um bom pai e dizia que não deixaria faltar nada para a neta”, contou a filha.

A mãe de Thais, que foi namorada de Beto na juventude, lembra que Beto era um garoto estudioso. “Ele estudava bastante, tinha sonhos. O nascimento da filha mudou muita coisa, mas ele sempre foi bom pai mesmo depois que nos separamos. Estou aqui como família. Minha mãe foi no casamento dos pais deles”, contou Rita de Cássia do Amaral, 40.

Além de Thaís, também estavam presentes duas filhas do relacionamento com Marilene Santos Manuel, 40: Desireé, 9, e Tainará, 16. O filho João Alessandro, 15, preferiu não acompanhar a cerimônia. “Ele sente tanto a dor que guarda para si e não quis vir”, disse Marilene. “Ele escolheu o nome de todos filhos. A gente se separou, mas ele nunca abandonou as crianças”, disse a ex-mulher. Ela disee ainda que ele dividia a torcida pelo São José com sua simpatia pelo Grêmio.

O pai de Beto, João Batista Rodrigues Freitas, 65, diz que o filho tinha planos de ir ao culto da Igreja Unidos em Cristo com ele.

“Ele chegou a ler a Bíblia conosco na última semana de vida. Lemos juntos o Salmo 121, que dá uma palavra de conforto e ânimo”, disse o pastor Ângelo de Almeida. “Jesus diz que é para a gente não se entristecer, porque foi preparado um lugar pra nós. Este lugar já está preparado. Um dia ou outro vamos partir, mas nosso lugar está preparado”, disse o pastor aos presentes no velório.

O cortejo passou pelas alamedas do cemitério São João e levou o corpo até o local onde foi sepultado. “Ele intercede por minha alma”, cantavam em coro os familiares, carregando o caixão. Uma salva de palmas encerrou a cerimônia e o enterro por volta das 11h45.

Familiares disseram que viram os vídeos das agressões sofridas por Beto e ficaram chocados. “Foi horrível. Foram animais. Lamento que com a nossa Justiça logo estarão soltos”, disse Thaís.

Uma pessoa carregava um pequeno cartaz que dizia “Exigimos justiça para Beto”e “Vidas negras importam”.

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