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Escolas do Gama batem metas e se destacam no Ideb

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

 (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press                     )

No ranking de melhores resultados no Ideb do DF, escolas de ensino médio da cidade ocupam as primeiras posições. Atividades em tempo integral e profissionalizantes ganham destaque na conquista do bom desempenho


Referência na indústria e no futebol do Distrito Federal, o Gama ganha relevância, também, na educação. Os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) colocaram a região administrativa em destaque no ensino médio: das cinco escolas com melhor desempenho, as três primeiras estão no Gama. Duas delas, inclusive, ultrapassaram a meta de 2021 e oferecem ensino integrado com educação profissional.

O que as três escolas têm em comum é o ensino integral, isto é, atividades de reforço e extensão no contraturno das aulas regulares — além de serem públicas. Mas, cada caso tem suas especificidades. O primeiro lugar, ocupado pelo Centro de Ensino Médio Integrado do Gama (Cemi) faz parte rede pública de ensino do Distrito Federal e é uma unidade voltada à educação de nível médio associada à educação profissional.

O segundo lugar é ocupado pelo Instituto Federal de Brasília Campus Gama, também com ensino médio integrado ao técnico, mas pertencente à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A terceira posição é do Centro Educacional (CED) 8 do Gama — anos finais do ensino fundamental (6º a 9º) e médio — que também é da rede distrital de educação


O Cemi despontou com nota 6,2 — um ponto acima da meta do Ideb e 1,7 superior à média do Distrito Federal, que ficou em 4,5. O índice projetado para 2019 no DF foi 5,2. O estudante do 2º ano do ensino médio Gabriel Vieira Gomes, 16 anos, frequenta o colégio desde o ano passado e credita o sucesso à modalidade de ensino integral e proximidade entre educadores, estudantes e família. “A gente cria vínculos muito fortes. Toda essa bagagem que a escola traz para a gente é muito importante para o contexto de vida que a gente vai precisar, não só no âmbito profissional mas no pessoal”, ressalta o adolescente. O irmão, Danilo, 15, está no 1º ano do ensino médio, e também é só elogios à escola. “Os professores são ótimos, trabalham lá há muito tempo e sabem como passar o conteúdo. Acho uma escola boa e dedicada no que faz”, afirma o jovem

De acordo com o diretor da escola, Carlos Lafaiete Formiga, o principal elemento para o bom desempenho é o engajamento dos professores e alunos, cuja relação o educador descreve como a de uma família. A unidade investe na formação dos professores e atividades extracurriculares, como o Projeto Afrobrasilidades, para discutir o racismo estrutural; oficinas audiovisuais; acolhimento psicológico da comunidade escolar, com apoio da Secretaria de Saúde; projetos de iniciação científica; e aulas de pilates e ioga.

IFB Gama

Para João Pedro Veloso Gomes, 18, a possibilidade de participar ativamente de discussões em sala de aula e a elevada quantidade de iniciativas extracurriculares oferecidas pelo Instituto Federal de Brasília são elementos que proporcionaram a boa avaliação. Com nota 5,5, a escola superou tanto a meta de 2019 (5,2) quanto a de 2021 (5,4).

Diretor-geral do campus Gama, Rômulo Ramos Nobre Júnior afirma que o modelo de educação profissional e tecnológica, associado à alta qualificação dos profissionais e boa infraestrutura, são os elementos que garantiram o resultado positivo.

“A gente quer sempre se superar, então é continuar com o trabalho de sucesso que temos desempenhando, mas com vistas de aprimorar mais. A dedicação vai permanecer, e esse resultado positivo vai dar mais motivação para que a gente consiga dar aos alunos o maior nível de qualidade de ensino possível que a instituição pode oferecer”, frisa Rômulo Ramos

CED 8

Apesar de não ter atingido a meta projetada pelo indicador para 2019, o Centro Educacional (CED) 8 do Gama ficou em terceiro lugar no ranking de escolas do DF. Ainda assim, o resultado é gratificante, segundo a coordenação, uma vez que, no último ciclo, em 2017, a escola não foi avaliada por não ter alcançado a participação mínima de 80% dos alunos. Além disso, os índices de evasão e reprovação dos alunos eram elevados.

Em 2017, a reprovação dos alunos do 1º ano do ensino médio foi de 65,3%. O indicador de rendimento, que mede a taxa de aprovação — na qual 1 representa a totalidade dos estudantes — subiu de 0,76, em 2017, para 0,92, em 2019 (em todos os anos da etapa). “O CED 8 passou por uma fase muito difícil, de ser cogitado um processo de intervenção na escola. Os professores e a comunidade uniram-se para mudar a realidade da escola. A gente não tem mais evasão escolar. Não é só questão da nota da Ideb, mas é ver, também, que houve um crescimento. O importante é que os meninos estão melhorando”, avalia a diretora da unidade, Eufrázia de Souza Rosa.

Gestão

A Coordenação Regional de Ensino do Gama é chefiada pela professora Cássia Nunes desde o ano passado. Ela promoveu mudanças na gestão, focando em um trabalho mais humanizado nas unidades escolares, ao qual atribui os bons resultados na região. “A escuta foi o principal diferencial, porque quando você compartilha a decisão com o colegiado, você consegue ter melhores ideias do que se você centralizar. Outra coisa é o envolvimento, quando dividimos responsabilidades, a gente consegue o comprometimento das pessoas”, explica Cássia.

Do Piauí, a pedagoga veio para o Distrito Federal bebê, com seis meses e, desde então, mora no Gama. Estudou sempre em unidades públicas da região, passando pela Escola Classe 6 e pelo antigo CEF 12 do Gama, atual Cemi; e é professora da Secretaria de Educação há 26 anos. “Eu acredito tanto na escola pública. Já fui estudante, professora, coordenadora e gestora da Escola Classe 6. E, este é histórico de várias escolas daqui, escolas de sucesso, onde várias gerações vão se formando. Esse sentimento de pertencimento é o que faz o diferencial”, define Cássia.


Ranking das escolas do DF

Ensino Médio

 Cemi Gama 6,2

 IFB Campus Gama 5,5
 CED 08 do Gama 4,9
 CEM 01 de Brazlândia 4,9
CEM Setor Leste 4,8

*Média do Distrito Federal: 4,5
*Meta do Distrito Federal: 5,2

Regional de Ensino do Gama

» 50 escolas, incluindo jardins de infância

» 44 escolas de ensino fundamental e médio
» Cerca de 33 mil alunos
» Cerca de 2.700 professores

  • O trabalho de Rômulo Nobre e a equipe de professores do IFB Campus Gama fizeram a unidade alcançar nota 5,5, superior à meta do DF para 2021
    O trabalho de Rômulo Nobre e a equipe de professores do IFB Campus Gama fizeram a unidade alcançar nota 5,5, superior à meta do DF para 2021Foto: Ed Alves/CB/D.A Press
  • Time docente do CED 8 do Gama conseguiu reverter a alta taxa de reprovação dos estudantes. Em 2017, 65,3% dos alunos do 1º ano não foram aprovados
    Time docente do CED 8 do Gama conseguiu reverter a alta taxa de reprovação dos estudantes. Em 2017, 65,3% dos alunos do 1º ano não foram aprovadosFoto: Ed Alves/CB/D.A Press

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Beneficiários do auxílio emergencial terão gratuidade em restaurantes comunitários

O autor do projeto, Delegado Fernando Fernandes, agradeceu a sensibilidade dos parlamentares com as dificuldades enfrentadas pela população durante a pandemia


Os deputados distritais derrubaram nesta quinta-feira (17) o veto total do governador ao projeto de lei que assegura refeições gratuitas aos beneficiários do auxílio emergencial em restaurantes comunitários do Distrito Federal. Prevista no PL nº 1.098/2020, a medida vai beneficiar famílias inscritas tanto no programa federal quanto no distrital. De acordo com o texto, o direito à gratuidade poderá ser comprovado por meio do Cadastro Único (CadUnico) ou de autodeclaração, conforme a Lei Federal nº 13.982/20.

A derrubada do veto – com o apoio dos 17 parlamentares presentes na sessão remota – foi comemorada pelo autor da proposta, deputado Delegado Fernando Fernandes (Pros): "Agradeço a sensibilidade de todos. São muitas dificuldades nesse período de pandemia; muitos enfrentam dificuldades até para se alimentar".

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Na Educação

segunda-feira, 14 de setembro de 2020

 O deputado distrital Eduardo Pedrosa (PTC) conversou, esta semana, com o secretário de Educação do DF, Leandro Cruz, sobre as construções do CIL para as Regiões Administrativas de Itapoã e Riacho Fundo II, de uma escola no Paranoá Parque e da continuidade da obra CEM 10 da Ceilândia.

Benefícios – “São obras importantes que beneficiarão crianças e jovens dessas cidades”, ressaltou Pedrosa. Ele também tratou da aplicação da lei de sua autoria que garante, aos alunos de escolas públicas, testes para detectar problemas de visão ou audição, para que esses alunos possam receber o tratamento e acompanhamento necessários.

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Sem pichações

 



O deputado distrital Agaciel Maia (PL) é autor de um projeto de lei em tramitação na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) que institui o chamado “Programa de Combate a Pichações”.

Estética – De acordo com o deputado, o objetivo é diminuir a poluição visual no DF e a degradação paisagística da capital do país. “Precisamos respeitar os atributos históricos e culturais de Brasília, bem como sua estética urbana”, afirmou.?

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Vai começar o caminho do Gama na Série D

sábado, 12 de setembro de 2020

Foi divulgado os horários e locais dos jogos do Gama no primeiro turno da fase de grupos da Série D do Brasileirão.

A primeira partida do alviverde, que está alocado no Grupo A-6, será fora de casa, diante do Atlético de Alagoinhas/BA, no Estádio Carneirão, às 20h30 do dia 19/09.
Dentro do Bezerrão, a primeira partida será na segunda rodada. O alviverde espera o vencedor de Brasiliense x Tocantinópolis/TO.


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Membros da bancada do DF no Congresso definem rumo da MP da Segurança Pública na capital

 Os parlamentares na reunião saíram com algumas missões específicas, tudo para acelerar a tramitação do texto


Nesta sexta-feira (11), parlamentares membros da bancada do DF no Congresso Nacional chegaram a um acordo dobre a MP 971, que trata do reajuste das forças de segurança pública do Distrito Federal. O relator da MP, o deputado federal Luis Miranda (DEM/DF), vai atender as emendas do texto que não influenciem no financeiro da União.

Os parlamentares na reunião saíram com algumas missões específicas, tudo para acelerar a tramitação do texto.

Muito próxima do Palácio do Planalto, a deputada Bia Kicis vai tratar do assunto com o governo federal e a base. Érika Kokay (PT) será responsável por articular com a oposição. O MDB receberá a orientação de Tadeu Filippelli em favor da aprovação integral e célere da matéria. Da mesma forma agirá Paula Belmonte, junto ao partido Cidadania, e Júlio César, no Republicanos.

Caberá a deputada Flavia Arruda, coordenadora da bancada do DF, levar ao presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM/RJ), o pedido para uma reunião na segunda-feira (14).

No entendimento do relator da MP 971, Luis Miranda, a ideia é fazer com que o texto vá ao Plenário com a anuência do Governo Federal e apoio dos líderes. “A reunião foi muito produtiva. Temos certeza que estamos construindo um texto bem lapidado para que consigamos aprovar a MP o quanto antes. Será uma vitória para a Segurança Pública e à população do DF”, diz.

Participaram da reunião os deputados Érika Kokay, Tadeu Filippelli, Bia Kicis, Paula Belmonte, Júlio César, Luis Miranda e Flávia Arruda.

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CBMDF passa por troca no comando-geral É a terceira mudança registrada no atual governo

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

 O Corpo de Bombeiros (CBMDF) tem um novo comandante-geral. O coronel Lisandro Paixão dos Santos dará lugar ao também coronel William Augusto Ferreira Bomfim. A mudança foi publicada no Diário Oficial (DODF) desta sexta-feira (11).

É a terceira troca no cargo registrada no governo Ibaneis. No início da gestão, o coronel Emilson Ferreira era o comandante-geral, mas o militar pediu para deixar o cargo em dezembro de 2019, dando lugar ao coronel Lisandro. “O Coronel Emilson reuniu a tropa do QCG, na tarde de hoje, a fim de informar que, por motivos pessoais, pediu exoneração do cargo de Comandante-Geral”, disse o CBMDF à época.

Veja o trecho do DODF que mostra a mudança:

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Mulheres: a luta continua

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

A deputada federal Flávia Arruda se pronunciou sobre a mais baixa participação das mulheres do mercado de trabalho dos últimos 30 anos


 A deputada federal Flávia Arruda (PL-DF) se pronunciou sobre levantamento do Ipea que apontou a mais baixa participação das mulheres do mercado de trabalho dos últimos 30 anos. “É mais um alerta sobre a importância de agir por mais igualdade”, disse.

“Escancarado” – “A pandemia escancarou a sobrecarga da mulher, com mais peso do trabalho doméstico, cuidado com os filhos. É preciso entender essa realidade para criar políticas públicas de incentivo e apoio”, defendeu.

Mais vagas – Para Flávia os dados mostram a importância de ações como ampliação de vagas em creches, capacitação de meninas para o mercado de trabalho e desconstrução do machismo estrutural, para que responsabilidades familiares sejam compartilhadas.

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Aumento

 O deputado distrital Agaciel Maia (PL) divulgou esta semana detalhes sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias do DF – que vai nortear o próximo orçamento. Segundo ele, o fundo constitucional destinado ao DF tem uma previsão de aumento da dotação autorizada de 4,69% em 2021 em relação à destinação deste ano.

Receita corrente – Além disso, explicou que o aporte do fundo para 2021 é de R$ 16,4 milhões. Desse montante, 49% serão destinados às áreas de Saúde e Educação, enquanto 52% vai para a Segurança Pública. “A previsão da receita corrente líquida em 2021 é de R$ 24,3 bilhões”, contou o parlamentar.

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“Chegamos em 2019 ao menor índice de homicídios dos últimos 35 anos”, diz secretário de Segurança do DF

terça-feira, 8 de setembro de 2020

 Secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres

ED ALVES/CB/D.A PRESS
Publicado em Eixo CapitalEntrevistas

À QUEIMA-ROUPA

Delegado Anderson Torres

Secretário de Segurança do DF

“Apesar de uma população crescente e de um efetivo em redução nos últimos anos, chegamos em 2019 ao menor índice de homicídios dos últimos 35 anos”

Está totalmente recuperado da covid-19?
Totalmente. Foram dias difíceis, mas contei com a ajuda de profissionais extremamente competentes, com o apoio da família e de amigos, e com as bênçãos de Deus.

Ficou com alguma sequela?
Nenhuma sequela física, mas ficar em uma UTI por cinco dias sempre leva a muitas reflexões. E após minha recuperação, saí ainda mais animado para seguir fazendo meu trabalho.

Depois de deixar o hospital o que o motiva?
A certeza de que vínhamos fazendo um trabalho importante para o DF, e que deve seguir sendo feito. O Distrito Federal e sua população, merecem a melhor segurança pública possível.

Qual é o maior resultado de sua gestão até agora?
Sem dúvida alguma, o fato de termos conseguido diminuir os índices de criminalidade seguidamente é algo a ser muito comemorado. Sempre digo que, a cada mês, tornamos nosso trabalho cada vez mais difícil, pois estamos há praticamente 19 meses batendo recordes de diminuição de criminalidade. Isso só tem sido possível em decorrência de um grande trabalho de integração de esforços e de inteligência, com participação intensa de todas as forças de segurança do DF. Apesar de uma população crescente e de um efetivo em redução nos últimos anos, chegamos em 2019 ao menor índice de homicídios dos últimos 35 anos. E agora em 2020 já estamos com nova redução. É realmente motivo de muita satisfação para todos nós da Segurança Pública do DF.

Com as pessoas de volta às ruas, houve aumento na criminalidade no DF?
O crime é algo secular e incrivelmente mutante. Se o cenário muda, como foi no caso da pandemia este ano, ele se adapta e busca novas formas de atuação. Em um primeiro momento, com o lockdown efetivado, houve uma queda significativa nos crimes contra pessoas, mas aumentaram aqueles contra residências e comércios. Rapidamente nos ajustamos para combater isso. Atualmente, com a retomada progressiva de todas as atividades no DF, estamos preparados para dar todo tipo de combate à criminalidade, e está dando resultado, em todos os índices. Hoje, temos excelentes dados a comemorar, como a significativa queda de quase 43% no número de feminicídios, em comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se de um crime hediondo que tanto temos combatido desde os nossos primeiros dias na Secretaria de Segurança. De todo modo, não podemos parar um minuto. Inovação, tecnologia, integração e inteligência são pilares da nossa gestão, que mostram que estamos no caminho certo. Sabemos que não há crime zero, mas não descansaremos enquanto não chegarmos a níveis cada vez mais baixos de criminalidade.

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Galpão cultural

 




A deputada distrital Jaqueline silva (PTB) está acompanhando de perto e cobrando agilidade do Governo do Distrito Federal na reforma do Galpão Cultural de Santa Maria, que, conforme relatou, encontra-se em situação crítica.

Emendas – Jaqueline encaminhou recursos para a obra por meio de emendas parlamentares. “Espero que logo tenhamos nosso espaço em condições de receber os moradores com dignidade e conforto. Nossa luta é para que Santa Maria siga no caminho do desenvolvimento”, disse.

FONTE- https://jornaldebrasilia.com.br/

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Izalci conversa com Onix sobre recursos para assistência social no DF

“Esse dinheiro tem de ir logo para quem tem fome, está na rua e precisa de ajuda para viver”


O senador Izalci Lucas (PSDB-DF) participou na última semana de uma audiência com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, ao lado de instituições de assistência social do DF, para falar para sobre possíveis demoras no repasse de verbas para combate à covid-19.

 Repasse – Conforme contou, recebeu a informação do ministro de que há três meses foram repassados R$ 23 milhões para o Distrito Federal. “Esse dinheiro tem de ir logo para quem tem fome, está na rua e precisa de ajuda para viver”, afirmou ele, ao acrescentar que nem todas as entidades confirmaram o recebimento de tais recursos.

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Congresso perdoa dívidas de R$ 1 bilhão de igrejas; Bolsonaro precisa sancionar

segunda-feira, 7 de setembro de 2020

 

O texto aguarda a sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro, que tem na bancada evangélica um importante pilar de sustentação política de seu governo


Um projeto aprovado pelo Congresso Nacional pode anular dívidas tributárias de igrejas acumuladas após fiscalizações e multas aplicadas pela Receita Federal. Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o valor do “perdão” seria de quase R$ 1 bilhão. O texto aguarda a sanção ou veto do presidente Jair Bolsonaro, que tem na bancada evangélica um importante pilar de sustentação política de seu governo. Ele tem até 11 de setembro para decidir se mantém ou não a benesse aos templos religiosos.

Como revelou o Estadão/Broadcast no fim de abril, Bolsonaro promoveu na época uma reunião entre o deputado federal David Soares (DEM-SP), filho do missionário R. R. Soares, e o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto, para discutir os débitos das igrejas. O presidente já ordenou à equipe econômica “resolver o assunto”, mas os técnicos resistem. Bolsonaro também já defendeu publicamente a possibilidade de acabar com taxas ainda pagas pelas igrejas e “fazer justiça com os pastores, com os padres, nessa questão tributária”.

David Soares foi autor da emenda que introduziu, durante a votação na Câmara dos Deputados, o perdão que pode beneficiar inclusive a Igreja Internacional da Graça de Deus, fundada pelo pai do deputado. A instituição tem R$ 37,8 milhões inscritos na Dívida Ativa da União, além de outros débitos milionários ainda em fase de cobrança administrativa pela Receita.

Contatado por telefone e informado do conteúdo dessa reportagem, o deputado disse que não concederia entrevista.

Drible na legislação

As igrejas são alvos de autuações milionárias por driblarem a legislação e distribuírem lucros e outras remunerações a seus principais dirigentes e lideranças sem efetuar o devido recolhimento de tributos. Embora tenham imunidade no pagamento de impostos, o benefício não afasta a cobrança de contribuições (como a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, a CSLL, ou a contribuição previdenciária).

Esses dois tributos são justamente os alvos da anistia aprovada pelo Congresso Nacional por meio do projeto de lei 1581/2020, que trata de descontos em pagamento de precatórios (valores devidos pela União após sentença definitiva na Justiça).

A emenda proposta pelo deputado David Soares exclui as igrejas do rol de contribuintes da CSLL, ampliando o alcance da imunidade prevista na Constituição. O texto ainda diz que “passam a ser nulas as autuações feitas” com base no dispositivo anterior à proposta recém-aprovada – ou seja, elimina a dívida.

Outro artigo declara “nulas as autuações emitidas” pela Receita Federal antes de outra lei, de 2015, que buscava frear as autuações sobre a prebenda, como é chamado o valor recebido pelo pastor ou líder do ministério religioso por seus serviços.

A prebenda é isenta de contribuições à Previdência, desde que seja um valor fixo, mas o Fisco começou a identificar pagamentos variáveis, com características de participação nos lucros ou bonificações a quem tem os maiores “rebanhos” de fiéis. Os auditores começaram então a lançar autos de infração e cobrar os tributos devidos com multas e encargos.

Cunha e R.R. Soares

Uma lei aprovada em 2015 tentou colocar um ponto final às cobranças, isentando valores pagos em forma de ajuda de custo de moradia, transporte e formação educacional. Em um vídeo publicado nas redes sociais em outubro de 2016, o missionário R. R. Soares aparece ao lado do então presidente da Câmara Eduardo Cunha, ligado à bancada evangélica, agradecendo pela aprovação da lei.

A Receita, porém, reagiu exigindo a comprovação desses gastos e continuou aplicando multas nos casos em que não havia apresentação de documentos, ou ainda sobre outros tipos de parcelas pagas aos pastores. Enquanto isso, abriu-se uma verdadeira queda de braço em torno do passivo acumulado, que agora o Congresso Nacional quer perdoar.

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, a área econômica deve recomendar veto aos trechos que anulam as dívidas das igrejas. Procurado por meio de sua assessoria de imprensa, o Ministério da Economia não quis comentar. A Secretaria-Geral da Presidência da República, que abriga a Subchefia de Assuntos Jurídicos (SAJ), principal órgão de assessoramento jurídico do presidente, informou que “o projeto citado está em análise”.

Hoje as igrejas têm ao todo R$ 1,5 bilhão em débitos inscritos na Dívida Ativa. O perdão, no entanto, valeria apenas para as autuações sobre não pagamento de CSLL e contribuição previdenciária. A consulta pública da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) mostra que os templos acumulam R$ 868 milhões em dívidas previdenciárias de qualquer espécie (não necessariamente apenas sobre prebenda), mas não detalha débitos da CSLL.

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Candangolândia

sexta-feira, 4 de setembro de 2020


O deputado distrital Hermeto (MDB) comemora a obra de revitalização da área entre a feira permanente da Candangolândia e a Igreja São João Operário. Contou que a via, muito deteriorada, já havia causado vários acidentes.

Pedido – A revitalização consiste num pedido de Hermeto ao GDF. “Repassei solicitação feita a mim por um grupo de senhoras que frequentam a igreja e agradeço ao governo e à administração regional pelo atendimento”, afirmou.

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Microchip

 


O deputado distrital Daniel Donizet (PL) apresentou projeto que torna obrigatória a identificação eletrônica de todos os cães e gatos do DF por meio da implantação de microchip e o cadastramento desses animais pelo poder público.

Dados gerais – “O microchip poderá conter todo tipo de informação do animal, até se foi castrado ou não. Facilitará a solução de casos de maus-tratos, abandono, perda ou roubo de animais”, explicou o parlamentar, sempre atento à defesa dos animais.

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Atletas

 


O deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF) ficou particularmente satisfeito com o decreto publicado ontem pelo GDF que autorizou a retomada das atividades esportivas nos clubes. Ele tem lutado em defesa dos direitos dos atletas da cidade e fez esse pleito recentemente ao governo.

‘Sensatez’ – O decreto permite treinos para nadadores federados. “Foi uma decisão sensata do governo, que olhou com sensibilidade para essa causa. Os atletas precisam treinar com o mínimo de estrutura e em locais seguros, já que são referência no país e a preparação para competições futuras é fundamental”, afirmou.

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Articulação para barrar CPI da Pandemia pode atrapalhar reeleição de Rafael Prudente

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

 


A CPI da Pandemia está amarrada a outra articulação importante na Câmara Legislativa. A eleição para a Mesa Diretora que ocorre em dezembro. Candidato à reeleição, o atual presidente, Rafael Prudente (MDB), trabalha para impedir uma investigação política contra o Executivo. Mas barrar a criação da CPI que tem 13 assinaturas pode significar um desgaste com eleitores de sua recondução. Dilema para Prudente. Sorte dele que ainda não há um nome forte na concorrência.

Nas mãos da Procuradoria

Rafael Prudente pediu um parecer da Procuradoria da Câmara Legislativa sobre o requerimento da CPI da Pandemia. O vice-presidente da Casa, Rodrigo Delmasso (Republicanos), questiona duas coisas: a criação de uma CPI para apurar irregularidades com recursos federais, como é o caso da saúde; e a instalação de uma comissão quando há requerimento de outras duas na frente, uma, inclusive, já está em funcionamento, a do Feminicídio.

Centrão é o nó

Se a CPI da Pandemia for criada, o nó estará no centrão da Câmara Legislativa. Pela divisão dos blocos, o autor do pedido de criação da comissão, Leandro Grass (Rede), e a deputada Arlete Sampaio (PT) devem ser indicados. Do centrão, sairá outro nome. Esse é o ponto. O indicado deve ser Eduardo Pedrosa (PTC), um independente. Os governistas não querem.

Fonte:https://donnysilva.com.br/

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Ao vivo

 O deputado distrital Robério Negreiros (PSD) solicitou ao governo a liberação de apresentações de música ao vivo em locais que já cumprem os protocolos de segurança exigidos pelo GDF e OMS.


Crise – De acordo com o parlamentar, o pedido objetiva atender reivindicação dos músicos, que estão com vários problemas financeiros, em virtude da paralisação das suas atividades desde março passado.

Cuidados – “A flexibilização para a retomada das apresentações em estabelecimentos que já possuam esse controle não traria riscos de aumentar a proliferação do coronavírus, desde que músicos e técnicos mantenham os cuidados necessários e básicos”, disse ele.

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Republicanos sinalizam intenção em trazer vacina da Covid-19 ao Brasil

domingo, 30 de agosto de 2020

 

Deputado Julio Cesar Ribeiro reuniu-se com o embaixador da Rússia, Sergey Akopov


O deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF) e o deputado distrital e vice-presidente da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Rodrigo Delmasso (Republicanos-DF), estiveram nesta quinta-feira (27) com o Embaixador da Rússia, Sergey Akopov, para tratar sobre um acordo com o país para trazer ao Brasil a vacina contra o novo coronavírus (Covid-19).

“Estamos em um momento em que a população anseia por uma solução mais rápida para a imunização contra a doença. Tenho certeza que o nosso trabalho em breve resultará em uma solução compatível com o desejo do povo brasileiro”, destacou Julio Cesar.

O encontro teve o objetivo de iniciar as tratativas para o processo de assinatura do protocolo de intenções para que Brasília entre na lista de participação dos testes e na fabricação das vacinas.

“Brasília já está fazendo parte dos testes com a China, e a nossa ideia é ampliar”, afirmou Delmasso.

Também estiveram presentes, o secretário de Saúde do DF, Osnei Okumoto; o presidente e a vice-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (Iges-DF), respectivamente, Sergio Costa e Emanuela Ferraz.

Vacina russa

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou a vacina contra o novo coronavírus no último dia 11, seria a primeira do mundo. O chefe do Fundo Soberano da Rússia, Kirill Dmitriev, disse, na quarta-feira (26), que a fase 3 dos testes em humanos vai começar na próxima semana e 40 mil pessoas vão participar.

https://republicanos10.org.br/

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Bolsonaro deve prorrogar auxílio por mais 4 meses, mas com valor de R$ 300

 O anúncio do Renda Brasil, programa social que substituirá o Bolsa Família e será a marca social do governo Bolsonaro, ficará para um segundo momento


O governo deve prorrogar o auxílio emergencial até dezembro deste ano, com quatro parcelas de R$ 300, valor defendido pelo presidente Jair Bolsonaro, segundo apurou o ‘Estadão’ com fontes das alas política e econômica do governo.

O anúncio do Renda Brasil, programa social que substituirá o Bolsa Família e será a marca social do governo Bolsonaro, ficará para um segundo momento para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tenha mais tempo para encontrar espaço para acomodar o novo gasto dentro do teto, que limita o avanço das despesas à inflação.

O presidente quer um plano que não inclua a revisão ou a extinção de outros benefícios, como o abono salarial, uma espécie de 14º salário pago a trabalhadores com carteira com salário até R$ 2.090 e que custa cerca de R$ 20 bilhões ao ano. O abono é considerado ineficiente pela equipe econômica, mas a proposta foi rejeitada pelo presidente em reunião na terça-feira, 25. No dia seguinte, em viagem a Minas Gerais, Bolsonaro avisou que não vai “tirar de pobres para dar a paupérrimos”.

Na primeira referência pública de Guedes às críticas do presidente, o ministro – que chegou a ser alvo de rumores de que pediria demissão – disse que tomou um “carrinho” de Bolsonaro nesta semana. “Ainda bem que foi fora da área, senão era pênalti”, brincou Guedes em uma live organizada pelo setor do aço. Ontem, o ministro e Bolsonaro se encontraram fora da agenda oficial dos dois.

Técnicos discutiam ontem uma revisão no seguro-defeso, pago a pescadores artesanais no período de reprodução dos peixes, quando a pesca é proibida. Para acabar ou restringir o programa, que tem um custo de R$ 2,5 bilhões por ano e é sempre criticado por ter alto índice de fraudes, é preciso aprovar um projeto de lei – o que exige menos apoio do que os três quintos necessários para mudar a Constituição e mexer no abono. No entanto, governos anteriores também fracassaram nas tentativas de modificar o seguro-defeso.

Pouso suave

Enquanto não aponta a fonte do novo programa, a ideia do governo é que a extensão do auxílio seja uma transição para um “pouso suave” no novo Renda Brasil. Os técnicos da área econômica continuam debruçados sobre as alternativas para liberar espaço no Orçamento para o Renda Brasil e não desistiram nem mesmo de tentar convencer o presidente a propor alguma mudança no alcance do abono salarial atual. A ideia é tentar emplacar a mesma alteração proposta na reforma da Previdência, que restringia o abono a quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.045). A medida também foi rejeitada pelo Congresso.

Ontem, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que quem dá o “timing” sobre temas como a prorrogação do auxílio emergencial e a criação do Renda Brasil é a política. Segundo ele, a equipe econômica tem simulações prontas sobre os gastos que os benefícios vão acarretar.

“Eu sempre repito que o timing quem dá é a política. Nós temos as simulações todas preparadas, agora o timing, o nível de auxílio emergencial, de Renda Brasil, tudo isso são decisões políticas”, afirmou Guedes na portaria do ministério. Ele foi questionado se o Renda Brasil começaria a ser pago já no início do ano que vem. “Talvez antes, talvez no começo do ano que vem”, respondeu.

Sobre o auxílio emergencial, o ministro disse que “a gente sabe que R$ 600 é muito e R$ 200 é pouco”. “Estamos tentando acertar os números. Mas está tudo claro, tudo tranquilo.”

O auxílio emergencial foi criado originalmente para durar três meses (tendo como base os meses de abril, maio e junho). Depois, o governo prorrogou por duas parcelas (julho e agosto) por meio de decreto. O valor de R$ 600 foi mantido em todo esse período. Para mexer no valor, será preciso editar uma Medida Provisória (MP), que tem vigência imediata.

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Nova sede

quinta-feira, 27 de agosto de 2020

 



O deputado Cláudio Abrantes (PDT) está animado com a construção da nova sede da Polícia Militar em Planaltina, que teve o aviso de licitação para as obras publicado terça-feira (25) no Diário Oficial do Distrito Federal.

Pedido – “Esta é mais uma conquista da população, pois o reforço da segurança passa pela modernização das instalações, com condições dignas de acomodação aos combatentes”, afirmou. A modernização do batalhão foi um pedido de Abrantes ao governador.

Novidades – A expectativa do deputado é que a sede venha a permitir a implantação de modernos sistemas de coibição da criminalidade, o que agilizará os atendimentos à população. De acordo com o DODF, o valor da licitação é de R$ 6,5 milhões.

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Aprendizagem

 



O deputado Eduardo Pedrosa (PTC) comemorou a sanção, ontem, pelo governador Ibaneis Rocha, da Lei 6650/20, de sua autoria, que garante a realização de testes de avaliação de distúrbios de aprendizagem, visão e audição nos alunos da rede pública de ensino.

“Comuns” – “Estudos diversos demonstram que déficits de alunos decorrentes de problemas de visão e audição são bem mais comuns do que imaginamos. Com os exames, pais e professores terão melhores condições de acompanhar e avaliar o aprendizado dos alunos e reduzir a evasão escolar” afirmou o parlamentar.

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Alimentação: distrital busca apoio para derrubada de veto do governador

 “Com cerca de mil empresas fechadas e ruptura de contratos, a fome é uma triste realidade no DF,” diz Fernando Fernandes


O deputado distrital Fernando Fernandes (Pros) anunciou esta semana que coloca todas as suas emendas parlamentares do orçamento à disposição do projeto de lei de sua autoria que prevê alimentação gratuita para os beneficiários do auxílio emergencial.

Custeio – O texto, aprovado pela CLDF, foi vetado pelo governador. “Peço o apoio dos parlamentares para derrubar esse veto e deixo todos os valores das emendas a mim destinadas reservados para o custeio do projeto”, afirmou.

Impactos – “Com cerca de mil empresas fechadas e ruptura de contratos, a fome é uma triste realidade no DF. Mesmo com o empenho do governo em minimizar os impactos da pandemia, a falta de recursos tem impedido o direito à alimentação adequada”, disse ele.

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Dispensa

quarta-feira, 26 de agosto de 2020

 O deputado distrital Robério Negreiros (PSD) sugeriu esta semana ao governador Ibaneis Rocha a dispensa da cobrança de tarifa para abertura de novas empresas no DF. A ideia toma como modelo, segundo ele, iniciativa do governo de São Paulo, que suspendeu tais taxas por 60 dias como medida para estimular o empreendedorismo.


Estímulo – Para Robério, é preciso que sejam implantadas alternativas semelhantes em Brasília e Regiões Administrativas. “Precisamos estimular a atividade econômica e a geração de emprego e renda para reduzir os impactos negativos da economia entre a população, decorrentes da pandemia do novo coronavírus”, afirmou.

Jornal de Brasília

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Bolsonaro diz que deve decidir valor do auxílio emergencial até sexta-feira

terça-feira, 25 de agosto de 2020
" É obrigação nossa ajudar o Brasil a sair da crise que ainda temos e venhamos então voltar à normalidade", disse

O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na noite desta terça-feira (25/8), que poderá decidir o novo valor do auxílio emergencial até sexta-feira (28/8). O presidente já havia informado que prorrogaria o pagamento das parcelas do auxílio emergencial até dezembro. No entanto, Bolsonaro ainda não bateu o martelo sobre a quantia praticada, que deverá ficar entre R$ 250 e R$ 400.

O mandatário citou ainda uma reunião com a equipe econômica na tarde de hoje. Ele defendeu que a "economia tem que pegar" até o fim do ano.

“Pretendemos prorrogar até o fim do ano, não com este valor que está aí, que pode até ser pouco para quem recebe, mas é muito para quem paga. Quem paga somos todos nós. E não é dinheiro que o governo tem. Isso vem de endividamento. Então, estamos negociando. Hoje teve mais uma reunião com equipe econômica. Demos mais um passo no tocante a isso daí. Acreditamos que teremos mais um endividamento, não na ordem de R$ 50 bilhões por mês, como é este auxílio emergencial no momento, de R$ 600, mas diminuir um pouco este valor para ver se a economia pega. Nós temos que pegar. A economia tem que pegar”, declarou durante a abertura do 32° Congresso Nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Bolsonaro completou que ainda não se chegou a um consenso sobre o valor. “Outras coisas foram discutidas, logicamente não batemos o martelo ainda. A gente espera que até sexta-feira esteja quase tudo definido para darmos mais uma ajuda, não é favor não, é uma obrigação nossa. É obrigação nossa ajudar o Brasil a sair da crise que ainda temos e venhamos então voltar à normalidade”, concluiu.

O governo pretendia anunciar ainda hoje, juntamente com o pacote do programa Pró- Brasil, os novos valores do auxílio. Porém, como os valores não foram fechados, o pacote foi adiado a pedido do presidente.

No último dia 19, Bolsonaro afirmou que o valor seria menor do que os R$ 600 já pagos. Na data, o chefe do Executivo justificou que o atual valor do auxílio custa aos cofres públicos mais de R$ 50 bilhões mensais. Em referência ao ministro Paulo Guedes, o presidente apontou que “alguém na equipe econômica” sugeriu R$ 200, quantia que Bolsonaro considera pouco, apesar de ter elencado o mesmo valor quando a medida foi aventada. Bolsonaro completou dizendo que é possível chegar a um “meio termo”.

“Então R$ 600 é muito, o Paulo Guedes fa…, alguém da economia falou em R$ 200, eu acho que é pouco. Mas dá pra chegar em um meio termo e nós buscarmos que seja prorrogado por mais alguns meses, talvez até o final do ano de modo que consigamos sair dessa situação e fazendo com que os empregos e formais e informais voltem à normalidade e nós possamos então continuar naquele ritmo ascendente que terminamos e começamos o início desse ano, que a economia realmente estava apontando para os melhores do mundo para o Brasil depois de algumas décadas de patinação”, declarou.

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