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Programa Jovem Candango completa cinco anos no Distrito Federal

sábado, 31 de agosto de 2019


Em comemoração aos cinco anos do Programa Jovem Candango, foram realizadas, nessa quinta-feira (29), duas sessões solenes no Auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O principal objetivo do programa é ampliar as oportunidades do primeiro emprego aos estudantes de 14 a 18 anos de idade, que estejam cursando as últimas séries do ensino Fundamental e Ensino Médio.

Presente ao evento, o vice-governador Paco Britto ressaltou que o programa é bem-sucedido. “Temos que pensar não apenas no presente, mas, também, no futuro desses adolescentes. Esse programa tem essa intenção: preparar o jovem para o mercado de trabalho, visando um futuro promissor, longe das ruas e da criminalidade”, pontuou.Idealizador da Lei 5.216/2013, que cria o Programa Jovem Candango no Distrito Federal, o presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças da CLDF, deputado distrital Agaciel Maia, explicou a iniciativa. “Os jovens têm a oportunidade de ingressarem no mercado de trabalho por meio de contratação em órgãos públicos do GDF, com carteira assinada, recebendo um salário mínimo, vale transporte e alimentação e os demais direitos trabalhistas”, destacou Agaciel Maia.
 Para o deputado, a homenagem visa incentivar, reconhecer e motivar os alunos que se empenham no estudo e no trabalho, estimulando o processo de ensino e aprendizagem. Ele garantiu ainda que não só manterá o programa, mas que pretende ampliá-lo.

 “Que os empresários vejam com bons olhos e decidam por contratar e preparar esses menores aprendizes, pois o retorno, tenho certeza, será de benefícios para todos brasilienses”, valorizou Paco Britto. “Em nome do governador Ibaneis, afirmo que o Governo do Distrito Federal valoriza e possibilita essa oportunidade para os jovens aprendizes, a fim de que possam ingressar no mercado de trabalho – por meio de contratação nos órgãos públicos do GDF – com todos os direitos trabalhistas garantidos”, reforçou o vice-governador.

 Paco Britto e Agaciel Maia entregaram simbolicamente certificados de Honra ao Mérito aos participantes do programa. Foram distribuídos 1.108 diplomas aos formandos das instituições Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração (Renapsi) e Obras Sociais do CEF Jerônimo Candinho. 

Certificados
Representando a instituição Jerônimo Candinho, a jovem Stephany Beatriz Silva, 19 anos, do Paranoá – convidada a compor a mesa –, falou sobre o tempo de aprendizado durante o programa. “A gente cresce como profissional e como pessoa. É uma experiência diferente. São 16 meses difíceis, pois convivemos com pessoas diferentes diariamente e o cansaço bateu forte. Mas podemos mostrar quem somos e que podemos ser melhores”, opinou.

Paulo Henrique Fidelis, 16 anos, morador do Gama, também fez parte da mesa, representando a instituição Renapsi. “O jovem não tem muita credibilidade, principalmente, o da periferia. E o primeiro emprego é a oportunidade para abrir as portas. Agradeço ao programa por essa oportunidade. Eu saio agora de cabeça erguida”, ressaltou.


Atentas aos discursos, no auditório, as amigas Luma da Silva Araújo, 17 anos, cursando o terceiro ano do Ensino Médio em Samambaia, e Janaína Barbosa de Araújo, 16 anos, de Taguatinga Sul, estavam felizes por também receberem os certificados. “Ele não é apenas um certificado. Representa a valorização do trabalho, é um aprendizado”, resumiu Luma. A amiga acrescentou: “É uma oportunidade única”.


Os participantes que lotaram o auditório assistiram a um vídeo com depoimento, no ano passado, de um ex-aluno do programa. O secretário da Juventude, Léo Bijos, confessou que também foi aprendiz em um programa similar ao do Jovem Candango. “Se hoje estou aqui (como secretário), é porque acreditei e também acreditaram em mim”, disse. Compôs também a mesa Daniel Maia, do Força Jovem. 

https://www.agenciabrasilia.df.gov.br
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CEB lança programa com condições especiais para clientes quitarem dívidas

quinta-feira, 29 de agosto de 2019
CRÉDITO: BRUNO PERES/CB/D.A PRESS.


Ana Viriato

Na iminência da privatização, a CEB Distribuição lançou, nesta quinta-feira (29/08), o programa Recupera, destinado à renegociação de R$ 264 milhões em dívidas de clientes. Conforme a distribuidora, serão contemplados os 240 mil consumidores com débitos registrados até 31 de dezembro de 2018. O plano prevê a isenção das multas e dos juros incidentes sobre as contas de luz em atraso, além da possibilidade de parcelamento dos valores em aberto.

O programa está disponível até 30 de setembro. Os inadimplentes poderão optar por quitar as dívidas à vista ou pagá-las com 20% de entrada e parcelamento do valor remanescente em até 60 vezes. Caso o montante seja renegociado em mais de cinco vezes, há incidência do índice de financiamento, com índices de 0,50% a 1,5%. Para a divisão sem entrada ou com o primeiro repasse inferior a 20%, a CEB Distribuição exigirá um fiador.

Diretor comercial da subsidiária da CEB Holding, Fabiano Cardoso alegou que a empresa pública tem “expectativas conservadoras” com o programa e espera a adesão de cerca de 30% dos contribuintes. “Isso  porque a maioria dos devedores, cerca de 80%, são unidades residenciais. Muitas das dívidas são objetos de locação de imóveis ou de de pessoas que já se mudaram. Essa é tentativa de achá-los para regularizar a situação”, explicou. 

 Cardoso acrescentou que, após o fim do plano, a subsidiária deve adotar uma postura mais combativa. “Vamos dar continuidade à suspensão do fornecimento aos clientes que não quiserem negociar e à negativação dos inadimplentes. Também reforçaremos a fiscalização e o combate às ligações clandestinas”, acrescentou Fabiano.

O presidente da CEB Holding e diretor-geral da distribuidora, Edison Garcia, afirmou que o programa contribuirá para a reversão do rombo bilionário dos caixas da subsidiária. O Recupera foi concebido com dois objetivos muito claros. Um é recuperar a capacidade de arrecadação do caixa da companhia e o outro dar aos clientes a capacidade de recuperar a capacidade de pagamento das contas de luz”, declarou.

Os contribuintes que optarem pelo parcelamento devem procurar qualquer uma das agências de atendimento da CEB ou postos do Na Hora. No caso da quitação à vista, o desconto das multas e dos juros ocorrerá de forma automática, no momento de pagamento da fatura.

Produtos e serviços que não pertencem à distribuidora, como a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), constarão no saldo devedor, mas não poderão ser parcelados, tampouco terão a isenção de encargos. A 2° via das faturas vencidas pode ser obtida por meio do aplicativo “CEB Distribuição”, disponível para aparelhos iOs ou Android, ou pelo site agenciavirtual.ceb.com.br.

Privatização


A CEB Distribuição está em processo de privatização. A empresa pública firmou acordo de cooperação com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para a estruturação do projeto de alienação de 51% das ações da distribuidora de energia — os demais 49% permanecerão com o GDF.

A subsidiária acumula R$ 1,1 bilhão em dívidas. Desde o início da gestão, a companhia adota medidas para tentar sair do vermelho. Em junho, fez um aporte de R$ 81,173 milhões na distribuidora para liquidar dívidas em atraso com fornecedores de energia. Além disso, intensificou a cobrança de inadimplentes — mais de 558 mil clientes devem R$ 634,9 milhões.

As intervenções, no entanto, não foram suficientes. Por isso, o contrato com o BNDES inclui a montagem prévia de operação de captação de recursos para a reestruturação financeira da subsidiária a fim de torná-la mais atraente para o mercado.

Para os clientes que optarem pelo parcelamento, poderão incidir as taxas de financiamento. Confira:

— Até cinco vezes: sem índice de financiamento;
— Até 12 vezes: com índice de financiamento de 0,5% ao mês;
— Até 24 vezes: com índice de financiamento de 0,68% ao mês;
— Até 36 vezes: com índice de financiamento de 0,99% ao mês;
— Até 60 vezes: com índice de financiamento de 1,50% ao mês.
http://blogs.correiobraziliense.com.br
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TELEMEDICINA: Consultas médicas na palma da mão

Modalidades de teleatendimento reduzem fila e esclarecem casos com mais rapidez
Imagine um grupo de médicos, cada um em uma cidade do Brasil, trocando informações por voz, vídeo e imagem. A cena é mais trivial do que o futurismo profetizado no cinema, mas esse contato virtual é faceta das práticas da telemedicina no País. Desde junho de 2018, o Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desenvolve o projeto Regula+Brasil, cujo objetivo é reduzir as filas de espera no Sistema Único de Saúde (SUS).
Segundo o coordenador de Inovação e Tecnologia do Sírio, Cesar Biselli, a telemedicina coloca o paciente no lugar certo, na hora certa. “Este é um dos lemas do programa: otimizar o atendimento e usar os meios disponíveis para isso”, explica. “Muito se fala que é preciso investimento robusto para a prática da telemedicina, mas se houver acesso a um smartphone e internet, é possível fazer muita coisa boa.”
Biselli conta que, só em 2019, dos 181.597 casos encaminhados ao Regula+Brasil, 62.489 foram aprovados para consultas mais específicas após a aplicação de protocolos de teleatendimento ou discussão telefônica. Os outros dois terços (mais de 60%) foram atendidos via atenção primária. Apenas com uma triagem mais certeira, os casos mais graves viram a fila de espera para consultas e exames cair de 163 dias para apenas 6.
Atualmente, o programa funciona em unidades de saúde do Amazonas e do Distrito Federal, e nas cidades de Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS). Uma cidade do Nordeste deve ser a próxima a ser incluída no mapa do Regula+Brasil.
Para Cesar, o acesso a médicos do Sírio em 13 especialidades, dando suporte à rede do SUS, é uma ferramenta que só tende a beneficiar a troca de informações e a rapidez nos diagnósticos. “Vivemos em um país continental, onde os serviços não chegam de maneira distribuída. Algumas iniciativas da telemedicina podem ajudar a diminuir custos e entregar mais valor à sociedade.”
O conselheiro federal do Conselho Federal de Medicina (Cremesp), Aldemir Soares, que participou de um painel sobre o tema no Estadão Summit Saúde 2019, concorda. “A tecnologia entra nas comunidades onde há carência de um médico em tempo integral e também quando as distâncias geográficas entre a comunidade e um ponto de atendimento médico viram uma barreira.”
Tecnologia na pele. Além do Regula+Brasil, existem outras iniciativas no Brasil que já se beneficiam de práticas da telemedicina. O Hospital Israelita Albert Einstein investe no segmento por conta própria desde 2012 e uma das especialidades atendidas é a dermatologia.
Por meio de um produto criado pelo hospital com foco na figura do médico de família, os profissionais do Einstein conseguem orientar o médico da Unidade Básica de Saúde a ir por três caminhos: agendar e aguardar a consulta com um dermatologista, fazer o tratamento indicado pelo médico de família com auxílio de um especialista e, em casos mais graves, como suspeita de melanoma, ser encaminhado com urgência para a cirurgia. A avaliação é feita com fotos enviadas por mensagem de celular.
Em 2017, a teledermatologia do Einstein encaminhou e resolveu de 69 mil casos dermatológicos na cidade de São Paulo. Neste ano, a iniciativa foi levada para a região de Catanduva, no interior do Estado.
Também desde 2017, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, utiliza um programa voltado à especialidade da dermatologia. Trata-se da plataforma DermatoNet, desenvolvida para auxiliar médicos do SUS na identificação de doenças de pele e no melhor encaminhamento dos casos. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul, que participa da iniciativa, foram realizados 5 mil teleatendimentos no Estado entre fevereiro de 2017 e março de 2019.
Não há dados consolidados sobre diminuição de filas em postos de saúde, mas, segundo o coordenador do projeto, Natan Katz, foi possível observar sua diminuição, uma vez que a triagem mais assertiva faz com que tanto o paciente quanto o médico ganhem em tempo e qualidade no atendimento. A Coordenadoria de Telemedicina da universidade também tornou disponível o auxílio à oftalmologia e estuda implementar teleatendimento para casos de tuberculose.
Cautela com os avanços. Apesar da euforia com os avanços tecnológicos e os benefícios prometidos, parte da comunidade médica pede cautela. O presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), Mario Jorge Tsuchyia, admite que a telemedicina é irreversível e uma realidade, mas é preciso um debate mais aprofundado antes de ela ser regulamentada no Brasil.
“Precisamos caminhar passo a passo com a regulamentação. E um assunto muito amplo. Não vamos conseguir fazer tudo de uma vez. Para que a sociedade se beneficie e tenha segurança, esse é o ponto de maior preocupação para o conselho regional”, diz Tsuchyia. “Enquanto não houver redução dos riscos dessa nova tecnologia ; será difícil a regulamentação. E preciso discutir e definir qual o melhor formato. A sociedade precisa participar desse processo.”
A visão mais crítica de Tsuchyia, que debateu o tema no painel que abriu o Estadão Summit Saúde 2019, “O que Esperar da Telemedicina no Brasil”, se dá pelo alto custo de implementação das tecnologias e pelos problemas estruturais do Brasil, como a falta de unidades básicas de saúde e acesso ruim à internet em boa parte do País.
http://agendacapital.com.br/
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GDF desburocratiza regularização de templos religiosos e assistenciais

quarta-feira, 28 de agosto de 2019
Por Redação 
GDF lança programa Igreja Legal, que apresenta medidas para desburocratizar questões fundiárias. Governador Ibaneis acena com a proposta de regularizar, em médio prazo, até mil templos.
Em um evento que reuniu centenas de representantes e lideranças religiosas no Salão Branco do Palácio do Buriti, o governador Ibaneis Rocha participou, nesta quarta-feira (28), da solenidade de assinatura de lançamento do programa Igreja Legal. Projeto encampado pela Terracap abarca uma série de medidas que prometem destravar a questão fundiária dos terrenos e de templos no Distrito Federal. Uma delas institui percentual mínimo de lotes destinados a entidades religiosas e de assistência social em novos parcelamentos urbanos.
O documento possibilita ainda o pagamento de concessão de uso por meio do instrumento moeda legal, além da utilização de carta de crédito na venda direta dos imóveis. Para melhor entendimento do tema, a Terracap lançou a Cartilha de regularização de entidades religiosas e assistenciais, disponível no site da empresa.
“Temos que resolver os problemas da nossa cidade e temos problemas antigos, como essa questão da regularização das entidades”, disse o governador. “Nossa expectativa é que, com esse nosso projeto, possamos, em um ano, regularizar mil templos. Vamos dar um salto nessa situação para que possamos conviver em paz e sempre conversando para resolver os problemas. Temos que encontrar caminhos que não sejam a derrubada de igrejas. Isso eu não quero no governo”. Em seguida, ele assinou um documento que oficializa a entrega da escritura pública à Sociedade Espírita de Amparo ao Menor Casa do Caminho.
Em maio deste ano, a Terracap homologou a primeira Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) a uma entidade, o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, que, localizado em Sobradinho, atende a 70 idosos em situação de vulnerabilidade social.
Lotes
Na prática, o programa Igreja Legal, que abrange, sem distinção, todas as religiões, prevê que novos bairros criados pela Terracap ou pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) destinem áreas às entidades religiosas de qualquer culto. Também serão contempladas sociedades assistenciais. Os lotes estarão disponíveis em licitação pública, tendo o preço de venda, nesses casos, menor do que para um lote destinado ao comércio.
De acordo com a Lei Complementar nº 806/2009 – dispositivo que cuida da questão da regularização não apenas de áreas religiosas e de organizações sociais, mas também urbanísticas no DF –, cerca de 1,2 mil entidades que ocupam esses terrenos até a criação dessa norma estão aptas a receber suas escrituras, mas esbarram em entraves burocráticos que, nas novas diretrizes do GDF, vão acabar.
“O lançamento desse decreto representa uma colheita coletiva que está sendo benfazeja em virtude da vontade política do governador Ibaneis Rocha, que reconhece a merecida importância das entidades religiosas e assistenciais, trazendo-as como parceiras no desenvolvimento social da nossa cidade”, comentou o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim.
O coordenador de Assuntos Religiosos do GDF, Kildare Meira, destacou o programa como um grande avanço para a sociedade em geral.  A coordenação, vinculada diretamente ao gabinete do governador, tem a missão de estabelecer o diálogo entre o GDF e as entidades religiosas e sociais.  “Esse decreto que está sendo assinado hoje foi um pleito da Arquidiocese de Brasília desde o começo do governo, que é uma política pública essencial para dar um passo à frente no processo de regularização fundiária de organizações religiosas”, ressaltou o gestor.
Transparência
Há 30 anos envolvido com trabalhos assistenciais, o pastor Arlindo José de Souza cuida de três entidades – duas em São Sebastião (DF) e uma em Anápolis (GO) – que ajudam na recuperação de dependentes de álcool e drogas. O religioso explica que uma das dificuldades para conseguir a regularização dos terrenos está na burocracia e acredita que as novas tratativas do GDF sobre o tema possam melhorar a situação de todos. “Acho importante essa iniciativa do governo em nos ajudar a trabalhar dentro da legalidade”, elogia.
Na visão de Alexandre de Oxalá, representante das religiões de matrizes africanas, a iniciativa do Governo do Distrito Federal vai democratizar e dar transparência ao processo de aquisição das áreas destinadas às entidades religiosas. “Com a licitação sendo destinada a templos religiosos, vamos poder ter o equilíbrio, todos vão poder participar, o que é muito bom”, observou. 
 http://agendacapital.com.br/
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Um trabalho exemplar do Secretário Municipal de Saúde de Valparaíso, Dr. Leonardo Esteves.

terça-feira, 27 de agosto de 2019
"O prefeito Pábio Mossoró e o Município de Valparaíso de Goiás estão me dando a chance de mostrar meu trabalho"

Escolhido pelo prefeito Pábio Mossoró para tocar a Secretaria Municipal de Saúde, o Dr. Leonardo Esteves é um profissional da área, bem articulado e conhecido na cidade por seu excelente trabalho na secretaria de saúde de Valparaíso de Goiás.
 A atuação do doutor Leonardo no município de Valparaíso de Goiás iniciou em 2009 no governo da Prefeita Leda Borges. Naquela ocasião ele teve a oportunidade de assumir a Direção Técnica do CAIS II e construir uma relação de confiança junto a Prefeita Leda Borges, ao Secretário de Governo Francisco Carvalho e à Secretária de Saúde Dra. Vânia. Esse entendimento acabou lhe proporcionando mais responsabilidades, assumiu a coordenação de toda equipe médica do município, tanto a nível de Atenção primária quanto média e alta complexidade. Na ocasião teve o privilégio de conhecer o atual prefeito Pábio Mossoró quando ele ainda era vereador, nascia ali uma relação de confiança e até de amizade. "Acredito que minha escolha para o Cargo de Secretário de Saúde foi consequência do perfil técnico que demonstrei ter desde então, além de uma história de lealdade", disse doutor Leonardo.




 Médico com Especialização em Ginecologia e Obstetrícia e Sub Especialização em Medicina Fetal e Alto Risco, atribuições estas que lhe credenciam perante os profissionais da Saúde, sem sombra nenhuma de dúvida esses critérios nortearam não só a sua  escolha, como a de todos os outros auxiliares do prefeito Pábio Mossoró.




Fonte:nossogama.com.br com Informações do Jornal Opção do Entorno
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O deputado Agaciel Maia externa solidariedade com a morte da jovem advogada Letícia Sousa Curado e pede a Deus que conforte a família nesse momento de dor.

 "Lamentamos a perda da jovem que tinha um "futuro brilhante” interrompido de forma trágica ", disse o deputado. Agaciel Maia parabenizou a atuação exemplar, rápida e eficiente da Polícia do Distrito Federal.


Fonte:nossogamaa.com.br / Pr. Ronne do Gama
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Serial Killer: quem é Marinésio

Marinésio dos Santos Olinto, 41 anos, é morador do Vale do Amanhecer. Cozinheiro, estava desempregado desde junho de 2018, quando deixou a empresa terceirizada onde trabalhava. Há um mês arranjou um trabalho em um restaurante na Asa Norte. Apesar de não ter antecedentes ou processos judiciais, ele confessou o assassinato de Genir Pereira de Sousa, 47 anos, em junho deste ano. Funcionária de uma pizzaria, ela desapareceu em 2 de julho e, dez dias depois, o corpo foi encontrado.
Marinésio é casado e pai de uma adolescente de 16 anos, que deixou no colégio antes de dar carona a Letícia. O homem negou fazer transporte clandestino na Chevrolet Blazer prata que usou no crime. No carro, os agentes encontraram o celular da advogada atrás do banco e, no porta-luvas, relógio, fichário e material de estudo da vítima. Entre o momento que deixou a filha no colégio e o assassinato de Letícia Curado, Marinésio esteve na casa da irmã.


Marinesio assasino de Leticia e genir_ foto : Vitor Mendonã/Jornal de Brasília

Assassinato repercute

A deputada distrital e Procuradora Especial da Mulher, Júlia Lucy (Novo), lamentou a morte de Letícia Curado e caracterizou o assassinato como “triste e revoltante“. Segundo ela, mais uma mulher foi vítima de uma “cultura assassina“.
“Está evidente a necessidade de se trabalhar a mudança cultural do machismo que vivemos no Brasil”, afirmou.
A parlamentar, que chegou a compartilhar a notícia do sumiço da servidora, não entende que houve uma “falha do Estado”, mas enfatizou a importância de uma política de prevenção para evitar novos casos.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, por meio de uma rede social, comentou a crueldade do caso. “Letícia Curado saiu de casa para trabalhar no MEC, mas a crueldade e a violência interromperam seu trajeto. Presto minha solidariedade e apoio à família da vítima, que deixa um filho de 3 anos.” Ele cobra uma resposta severa das autoridades competentes.
“Espero que a Polícia e o Poder Judiciário punam o culpado dessa barbárie!”




Genir Pereira de Souza , mais uma vitima de Marinesio foto : reprodução

O deputado distrital Fábio Felix (Psol) declarou tristeza a mais um caso de violência contra a mulher. “Mais uma vítima de feminicídio. Meus sentimentos à família”, afirmou. “Letícia, como muitas mulheres, disse não a um assédio sexual e isso bastou para que ela fosse assassinada“.
Em nota, a diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) e da Subseção de Planaltina declarou que “lamenta profundamente a perda da advogada Letícia Curado, jovem profissional recém inscrita nos quadros da instituição, com um futuro brilhante, infelizmente interrompido de forma trágica“. A organização nacional do órgão também se mobilizou: “Reafirmamos mais uma vez nosso compromisso inarredável com o enfrentamento à violência contra mulheres. Não podemos aceitar que mulheres continuem morrendo por serem mulheres.”


Deputada Julia Lucy. Jbr. 02-01-2019. Foto: Raianne Cordeiro/Jornal de Brasilia

A Comissão Nacional da Mulher Advogada também declara que “lamenta profundamente que mais uma mulher, dessa vez uma colega advogada, tenha sido vítima de violência de gênero em nosso país”.

Vítimas em 2019

Patrícia Alice de Sousa
04/01
23 anos
Vanilma dos Santos
05/01
30 anos

Diva Maria Maia da Silva
28/01
69 anos
Veigma Martins
30/01
56 anos
Cevilha Moreira dos Santos
11/03
45 anos

Maria dos Santos Gaudêncio
17/03
52 anos
Edileuza Gomes de Lima
29/03
68 anos
Isabella Borges
31/03
25 anos
Luana Bezerra da Silva
14/04
28 anos
Elaine Maria Sousa
21/04
49 anos
Jacqueline dos Santos Pereira
06/05
39 anos
Cacia Regina Pereira da Silva
09/05
47 anos
Maria de Jesus do Nascimento Lima
09/05
29 anos
Débora Tereza Correa
20/05
43 anos
Genir Pereira de Sousa
22/06
47 anos
Joyce O. Azevedo
22/07
21 anos
Letícia Sousa Curado
26/08
26 anos
https://jornaldebrasilia.com.br/
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Telhado do Hospital Regional do Gama está sendo substituído

segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Chuvas de setembro poderão prejudicar a unidade caso a troca não seja concluída. Diretora promete, aos poucos, trocar tudo o que estiver danificado 
Prevendo e prevenindo as prováveis chuvas da segunda quinzena de setembro, o Hospital Regional do Gama está realizando a troca do telhado de toda a unidade. A reforma faz parte do pacote de manutenção predial do hospital.
Os telhados do Pronto-Socorro, da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e do Centro Cirúrgico já foram substituídos. Tudo que está danificado dará lugar a estruturas novas, segundo a diretora administrativa da Região de Saúde Sul, Verbena Lúcia Melo. “Vamos trocar tudo o que estiver danificado, fazendo por etapas. Além disso, estamos recuperando as calhas e substituindo a manta de impermeabilização”, explica.
As infiltrações espalhadas pela unidade também deverão ser consertadas. No Pronto-socorro, está sendo colocada tubulação no telhado para aumentar a vazão da água da chuva e levantamento do piso para mudança de escoamento.
As reformas fazem parte do pacote de manutenção predial do Hospital Regional do Gama. O valor total das obras está orçado em R$ 3,5 milhões e inclui diversas áreas da unidade, como a reforma do laboratório, dos banheiros, da Radiologia e do Pronto-socorro infantil.

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Na tribuna, distrital demonstra preocupação com PMs

sexta-feira, 23 de agosto de 2019
Reginaldo Veras, ao lado do deputado Hermeto, explanou a sua preocupação com os efeitos da não redução de interstício na PMDF. O sentimento dentro das corporações é de decepção, após o governador negar a redução dos interstícios para as promoções de Praças e Oficiais
Na tribuna da Câmara Legislativa desta terça-feira (20), o deputado Reginaldo Veras (PDT) explanou a sua preocupação com os efeitos da não redução de interstício para as promoções na PMDF. Ele iniciou sua fala relembrando a Audiência pública para tratar da reestruturação da carreira de policiais militares e bombeiros, proposta pelo deputado Hermeto.
A partir daí o deputado Veras explanou sobre os pontos do Artigo 5º da Lei 12.086/09, onde é definido que:
PROMOÇÃO É ATO ADMINISTRATIVO E TEM COMO FINALIDADE BÁSICA A ASCENSÃO SELETIVA AOS POSTOS E GRADUAÇÕES SUPERIORES, COM BASE NOS INTERSTÍCIOS DE CADA GRAU HIERÁRQUICO
“No mesmo artigo define-se o Interstício como sendo o tempo mínimo que cada policial militar deverá cumprir no posto ou graduação. Cumpridas as demais exigências estabelecidas para a promoção, o interstício poderá ser reduzido em até 50% (cinquenta por cento), sempre que houver vagas não preenchidas por esta condição“, concluiu o deputado.
Ele frisou que “sempre que houver vagas não preenchidas por esta condição”. O que é caso agora, vagas existem, mas o GDF alega não ter recursos, em especial, por causa de conflitos com o TCU.
Segundo o parlamentar, atualmente a PMDF tem uma previsão legal de 16.552 praças (entre soldados, cabos, sargentos e subtenentes), deste total, apenas 8.552 vagas estão preenchidas.
Segundo ele, é possível afirmar que são 7.890 vagas desocupadas de soldado a subtenente, inclusive com policiais próximos de completar os 30 anos de serviço. “Temos as vagas senhor governador!! Basta apenas a redução!”, disse ele.
Veras também explicou que “diferente de outros órgãos, incluindo da própria segurança pública, a PMDF vive o drama, pois todas as vezes é penalizada por falta de dinheiro. “Em outros órgãos, cumprindo o tempo o policial é promovido. Já na PMDF além do tempo mínimo na graduação é necessário ter a vaga, uma junção injusta e cruel. Como vimos, promoção é um direito, não um favor! Não podemos deixar de lado, aqueles que estão ao nosso lado, protegendo a as nossas famílias, arriscando as suas próprias vidas por nós”, completa o deputado.
“Mas que falta de dinheiro é essa se o orçamento é do fundo constitucional e os recursos deveriam ser baseados no efetivo previsto em lei? Precisamos ajudar a definir senhores, mesmo sendo da competência federal, melhores critérios para tais promoções”, concluiu Veras em defesa dos policiais militares.
Ao final ele lembrou que grande parte dos policiais militares foram seus alunos em algum momento, por isso ele tem fortes relações com a instituição.
Clima tenso nas corporações
O clima dentro da Polícia Militar não anda nada bem após a negativa do governador em conceder a redução de interstício para as promoções de agosto, nem de Oficiais e nem de Praças. É sabido que para as promoções das Praças cabe ao Comandante Geral da corporação a iniciativa e para a dos Oficiais um Decreto do governador.
A alegação do governo é que as recentes decisões do Tribunal de Contas da União (TCU) acabaram por colocar o GDF numa situação gravíssima, com cortes orçamentários no Fundo Constitucional que poderá comprometer as folhas de pagamento das áreas de segurança, Saúde e Educação.
Os recursos oriundos para a manutenção e organização dos órgãos de segurança pública do DF vem através do FCDF (Fundo Constitucional do DF) e, portanto, verbas federais. Pela lógica, a decisão do TCU de proibir que os recursos do Fundo pagassem os salários de aposentados e pensionistas das áreas de saúde e educação foi uma decisão acertada na opinião de vários especialistas. “Com essa decisão, obviamente, mais recursos seriam direcionados à PMDF, PCDF e CBMDF. Se tem dinheiro sobrando, não há justificativa para que não houvesse a redução dos interstícios para as promoções que, indiretamente, acabaria dando um alívio no bolso de muitos militares”, afirmou um especialista.
Ao Correio Braziliense, o Presidente da Associação dos Oficiais da PMDF (ASOF), tenente-coronel Eduardo Naime, disse que a categoria ficou “desapontada”, uma vez que o GDF promoveu policiais civis e os recursos são oriundos da mesma fonte. “A redução do interstício acaba sendo uma pequena recomposição salarial, pois esperamos o aumento há anos e ele sequer foi enviado ao Congresso”, lamentou.
Luta agora será para as reduções em dezembro e a implementação de um Plano de Carreiras
Para o deputado Hermeto (MDB), vice-líder do governo na Câmara Legislativa, as tratativas para a redução dos interstícios já vinham se arrastando a tempo, mas a decisão do Executivo é soberana. “Muitos entendem que por sermos base do governo temos o poder de decisões. Não, não funciona assim. Fizemos gestões junto ao governador e comando da corporação para que o pretendido fosse atendido. No entanto, nós distritais, temos limitações que não nos permite tomar decisões”, afirmou.
Para Hermeto, a luta agora deverá ser muito mais madura para que em dezembro possa acontecer as reduções e consequentes promoções. A elaboração de um novo Plano de Reestruturação de Carreiras com o devido encaminhamento ao governo federal é outro ponto que deverá ser acelerado até o final do ano. “É preciso, urgentemente, elaborarmos uma nova Lei para substituir a que aí está. As distorções existentes hoje prejudicam demais os militares. A Lei atual está defasada, obsoleta e não é justo termos vagas para as promoções e não podermos implementá-las por conta de um tempo de serviço exigido para tal ser tão longo”, reforçou.
Fonte: Blog do Aderivaldo / Blog do Poliglota
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Roosevelt Vilela na mira da Polícia Federal O órgão de investigação fez oitivas com testemunhas e tem convocado ex-servidores de administrações regionais para depor no caso que envolve o distrital

Distrital sob suspeita

O deputado distrital Roosevelt Vilela (PSB/foto) está sendo investigado pela Polícia Federal por supostas irregularidades durante a campanha eleitoral de 2018. O órgão de investigação fez oitivas com testemunhas e tem convocado ex-servidores de administrações regionais para depor. Além de um possível caixa 2 de campanha, há a suspeita na PF de que o parlamentar chegou a supostamente utilizar cargos públicos nas administrações regionais para pagar salários de campanha.

Polícia Federal suspeita

Em ofício à Casa Civil, ainda sob o comando de Eumar Novacki, A PF chegou a solicitar todos os atos de nomeações e exonerações dos cargos vinculados às administrações regionais do Park Way, da Candangolândia e do Núcleo Bandeirante, de abril a dezembro de 2018 (o prazo contempla o período eleitoral).                                                                        Direito de resposta I

Em resposta à coluna, a assessoria do distrital afirmou que o parlamentar “está ciente” da investigação e que trata-se de “uma informação anônima e caluniosa”. Por meio de nota, o distrital disse que não chegou a ser indiciado, nem ouvido pela PF. “A Polícia Federal está fazendo o seu papel legítimo de investigar e buscar a verdade”, enfatizou.

Direito de resposta II

O gabinete também informou que o “deputado alcançou votação importante em diversas Regiões Administrativas, não havendo uma região determinante”. “Roosevelt Vilela foi eleito distrital de forma transparente e justa como o pleito deve ser e suas contas foram aprovadas junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE)”, concluiu.  
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Disputas partidárias


O PTB local foi um dos partidos que mais recebeu adesões em 2019. O aumento foi de 5,15% e fez com que a legenda chegasse a ocupar a 11ª posição entre os que possuem mais filiados no DF. Mesmo longe do topo, o PTB apresenta progressos sob o comando da distrital Jaqueline Silva. Outros quatro partidos (PT, PSL, PRB e PV) não diminuíram. O resto, caiu.           
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Filhos De Flordelis Revelam Trama De Envenenamento, Plano De Morte E Desavenças Familiares

Deputada federal teria, também, tratamento diferenciado entre adotados e biológicos; veja o que disse cada filho até agora
Flordelis durante uma entrevista coletiva, dias após o crime: ela diz que um dos filhos pegou o celular de Anderson Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo
RIO — De família perfeita a umatrama de intrigas , desavenças financeiras , suspeitas deenvenenamento e, por fim,plano de morte . Pouco a pouco, os filhos da deputada federal Flordelis (PSD) fazem relatosque deixam a polícia mais perto de entender o que motivou oassassinato do marido da parlamentar, o pastor evangélico Anderson do Carmo , em 16 de junho. O inquérito , ao qual O GLOBO teve acesso com exclusividade, mostra que pelo menos cinco filhos do casal — que tinha 55, a maioria adotivos — deram depoimentos quecomprometem a mãe . O mais contundente foi o do vereador de São Gonçalo Wagner Pimenta, conhecido como Misael , que chamou Flordelis de “ mentora intelectual ” do crime . Foi ele que deu pistassobre um dos pontos mais obscuros da investigação : o paradeiro docelular da vítima, que nunca foi entregue à Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo. Misael garante que a própria deputada — ao contrário da versão que Flordelis apresentou a investigadores — contou a ele que quebrou o aparelho e o jogou da Ponte Rio-Niterói .
O destino do celular, de acordo com um depoimento que Misael prestou em 24 de junho, teria sido revelado durante uma visita que ele fez a Flordelis na casa da família em Pendotiba, Niterói, onde Anderson foi morto com vários tiros ao voltar de um passeio com a mulher pela Zona Sul do Rio. Ele afirmou que os dois estavam num quarto quando a mãe teria escrito num pedaço de papel: “Nós quebramos o celular do Niel (apelido de Anderson ) e jogamos na Ponte Rio-Niterói”. O papel com a anotação, segundo o vereador, foi visto pela mulher dele, Luana, e por um de seus irmãos, Daniel dos Santos. Antes, o telefone teria passado pelas mãos do motorista de Flordelis, Márcio da Costa Paulo, conhecido como Buba.
Sobre o celular, há ainda o relato de outro filho, Luan. Ele disse que presenciou o momento em que Buba teria entregado o aparelho a Flordelis. Logo em seguida, segundo ele, o filho biológico da deputada, Adriano de Souza, tomou o aparelho da mãe. Flordelis teria pedido então que ele apagasse “aquilo que tá lá”. Pela versão, a mulher de Adriano a alertou para o risco de policiais descobrirem que algo havia sido deletado. Para Misael, Flordelis foi a “mentora intelectual” do crime porque manipulou os filhos para que cometessem o assassinato. O motivo seria financeiro. O filho biológico de Flordelis, Flávio dos Santos Rodrigues, foi detido durante o enterro de Anderson. Ele confessou ter feito seis disparos. Lucas Cézar dos Santos, filho adotivo, também foi preso, suspeito de ter comprado a pistola usada no assassinato. A arma estava no quarto de Flávio e, segundo a perícia, tinha um pelo dele preso ao cano.
Outro ponto que tem sido explorado nas investigações é a denúncia, também feita por Misael e outros filhos, de que Anderson estava sendo medicado a mando de Flordelis. O objetivo seria envenená-lo. O vereador afirmou que seu pai ficou internado por cinco dias e perdeu 20 quilos. Foram anexados ao inquérito cinco registros de atendimento ao pastor em hospitais somente no ano passado. E, no dia do assassinato, um neto da deputada teria se recusado a prestar os primeiros socorros.    
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