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Plenário amplia idade máxima para veículos de táxi para oito anos

terça-feira, 25 de junho de 2019
A Câmara Legislativa aprovou, em primeiro turno, na noite desta segunda-feira (24), o PL n° 302/2019, que amplia a idade máxima para veículos prestadores de serviço de táxi para oito anos. A proposta, de autoria do deputado Valdelino Barcelos (PP), traz isonomia com os motoristas de aplicativo que já tiveram lei aprovada neste sentido na CLDF.  
Durante a votação Valdelino relatou sua experiência profissional como taxista e as dificuldades enfrentadas pela categoria. "É uma situação muito difícil, você não sabe o destino e os riscos quando o passageiro entra no táxi". O deputado acrescentou que haveria margem até para "a utilização dos veículos por 10 anos".
O deputado Hermeto (MDB), em seu pronunciamento, lembrou que havia presentado projeto semelhante, mas que a proposta ficou em boas mãos com Valdelnino, tendo em vista sua atuação ligada ao transporte público. Hermeto também trabalhou como taxista e fez críticas ao modelo dos aplicativos, como Uber. "Muitos motoristas dizendo que não estão ganhando mais, que o lucro fica todo na multinacional", afirmou.
Já Chico Vigilante (PT) propôs ao governador que reduza a frota de motoristas de aplicativo no DF, como "tem sido feito em outros países", tendo em vista a não observância aos direitos trabalhistas. Por outro lado, Daniel Donizet (PSDB) alertou para o risco de "se jogar uma categoria contra outra". O distrital observou ainda que tanto os taxistas como os motoristas de aplicativos prestam serviços relevantes à sociedade. "A gente sabe que o serviço dos aplicativos tem que ser melhorado, que a remuneração é baixa. Mas no DF são 30 mil pais de famílias cadastrados nas plataformas. Esse trabalho leva o pão para os seus filhos".

Diabetes – Outro projeto que movimentou o plenário na foi o PL 316/2019, do deputado Hermeto, que incluí a cirurgia metabólica como opção terapêutica para pacientes portadores de Diabetes Mellitus Tipo 2 (DM2) sem resposta ao tratamento convencional. De acordo com o autor do projeto, a cirurgia restabelece a qualidade de vida dos pacientes quando se esgotam os recursos medicamentosos. Hermeto destacou que a primeira cirurgia será realizada amanhã com a presença do governador e do ministro da Saúde.
A relatora do projeto, deputada Arlete Sampaio, destacou a elaboração de um substitutivo que consertou imperfeiçoes relativas a normas cirúrgicas e explicou que a cirurgia metabólica se assemelha à bariátrica.
Reginaldo Veras, por sua vez, destacou que o hospital de referência em bariátricas no DF é o HRAN. No local são feitas em média de 12 cirurgias por mês. O potencial, no entanto, é de 40 cirurgias, o que não ocorre por porque falta de uma bandeja de material cirúrgico. "Com um equipamento de R$ 40 mil, o governo poderia zera a fila de espera em quando e meio". Veras disse ainda que tratou do assunto com o governador Ibaneis e que também apresentou emenda parlamentar para que o HRAN providencie a bandeja.  
http://www.cl.df.gov.br
 
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