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Frejat participa da primeira reunião do grupo de saúde da transição

terça-feira, 20 de novembro de 2018
Filipe Cardoso/Especial para o Metrópoles
O ex-secretário de Saúde Jofran Frejat (PR) disse que ajudará o governo de transição de Ibaneis Rocha (MDB) como uma espécie de curador de experiências que deram certo no Distrito Federal.  “Ele [Ibaneis] conversou comigo sobre a questão da coordenação, mas eu optei por servir como ‘memória’. Vou mostrar o que e como fizemos, como criamos os centros de saúde, os hospitais regionais e laboratórios”, comentou.
Na tarde desta segunda-feira (19/11), ocorreu a primeira reunião oficial da equipe no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Segundo o coordenador-geral da transição, o vice-governador Paco Britto (Avante), o encontro foi apenas de apresentação da metodologia de trabalho. “A partir daí serão criados subgrupos. Toda sexta-feira será entregue um relatório das discussões para sabermos o que será tratado na semana seguinte”, explicou.
Participaram da reunião 14 pessoas, como o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adeilson Loureiro Cavalcante, e a superintendente do Instituto de Cardiologia do DF (ICDF), Núbia Welerson Vieira. Ainda não há um coordenador do grupo.
IHBDF
Sobre o Instituto Hospital de Base (IHBDF), Frejat disse que o método não vai prosperar. “Quando você bota estatutário e celetista com cargas horárias e salários diferentes, dá problema. Quando você faz esse tipo de diferenciação, não funciona. Vai ter briga permanente”, afirmou.
PARA O EX-SECRETÁRIO DE SAÚDE, A CULPA DO ESTADO DA SAÚDE NO DF NÃO É DO SERVIDOR PÚBLICO. “ELE TEM UMA CAPACIDADE ENORME DE FAZER O TRABALHO. COMO ELES FORAM COMPETENTES NA NOSSA ÉPOCA E NÃO SÃO MAIS? FICARAM BOBOS? CLARO QUE NÃO. A QUESTÃO É DAR CONDIÇÕES PARA QUE ELES FAÇAM UM BOM TRABALHO”, ARGUMENTOU.
Frejat também comentou sobre a divisão da Secretaria de Saúde em duas. “Esse equívoco já se cometeu no passado. Acho que ele [Ibaneis] entendeu que não era uma boa ideia. Não tem problema ter um secretário e colocar quantos adjuntos quiserem. Quando foi colocado o secretário de saúde e o presidente da fundação hospitalar, os dois bateram cabeça”, lembrou.
Para Frejat, as prioridades na área são atenção primária, hospitais em condições de ter atendimentos secundários e terciários e as policlínicas. “As policlínicas são intermediárias entre os centros de saúde e o hospital, onde você coloca profissionais clínicos especializados, tirando pessoas dos hospitais, que não estão conseguindo atendimento.”
Fonte: Metropolis
 
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