A rejeição ao velho método de fazer política se adensou e, com inesperada capilaridade, alcançou todos os rincões do país. Na capital da República não poderia ser diferente e os Partidos Políticos foram obrigados a se adequarem a nova realidade para não sucumbirem diante da nova ordem política.
Um exemplo de antecipação aos acontecimentos nos é fornecido pelo PRP – Partido Republicano Progressista. Ao perceber as alterações que os renovados tempos trariam, inovou e ofereceu à população do Distrito Federal novos quadros para o pleito de 2018. O resultado não é surpreendente, por ser consequência de planejamento, mas evidencia a sinergia criada pela direção do Partido no DF com os eleitores brasilienses.
Apesar de se caracterizar entre os Partidos médios e pequenos, o PRP foi o destino de mais de 609 mil votos, elegendo uma deputada federal (Bia Kicis) e um deputado distrital (Daniel Donizete), ambos iniciantes na área política e frutos de incansável trabalho de prospecção do Partido e de planejamento e execução de campanha em conjunto candidato/Partido.
O sucesso do planejamento garantiu certa independência da regional, permitindo o apoio formal do Partido, imediatamente logo após o fim do primeiro turno, ao candidato Ibaneis, do MDB, preferido pelos brasilienses ao governo do Distrito Federal, virtualmente eleito.
O êxito dessa empreitada é corretamente debitado aos membros do PRP/DF, mas sua criação e coordenação têm nome e sobrenome: Adalberto Monteiro, Presidente do PRP/DF.