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Novos aliados procuram Frejat para fechar chapa

sexta-feira, 3 de agosto de 2018


Novos aliados procuram Frejat para fechar chapa
Foto: Raphael Ribeiro/Cedoc

Aliados no plano nacional, PSDB e DEM querem integrar o PR em nova frente.


Após aprovar a aliança brasiliense entre DEM, PSDB e PR, o líder tucano e candidato ao Palácio do Planalto Geraldo Alckmin quer trazer Jofran Frejat (PR) de volta às urnas para disputar uma vaga no Senado Federal. O grupo político do presidenciável sonda o ex-secretário de Saúde do Distrito Federal. Caso receba um aceno positivo para uma conversa sobre o assunto, Alckmin pretende conversar pessoalmente com Frejat para pedir seu retorno.
A princípio a aliança entre DEM e PSDB deixou a cúpula nacional tucana receosa, pelo fato da proximidade entre o candidato ao GDF e presidente regional do Democratas, Alberto Fraga, com o candidato à Presidência da Republica, Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas atuais. Mas, seguindo a orientação do Centrão no Congresso Nacional, Fraga prometeu palanque exclusivo para Alckmin.
Ganhar um palanque com fôlego, retirando ao mesmo tempo o espaço de um grande rival soou bem para o PSDB. Agora, o tucanato quer maximizar a chapa para, consequentemente, garantir mais musculatura para a chapa de Alckmin. Neste contexto, o retorno de Frejat seria um começo promissor. O ex-secretário de Saúde é um dos “cabos eleitorais” com maior potencial nestas eleições.
Além disso, uma candidatura poderá aumentar os votos do candidato ao Senado e presidente regional do PSDB Izalci Lucas. A alavancagem seria impulsionada pelo direcionamento do segundo voto dos eleitores, lembrando que nesta eleição serão escolhidos dois senadores. Na teoria o plano é atraente. Mas na prática é difícil a execução, principalmente pelo fato de que, quando Frejat desistiu de concorrer ao GDF, houve uma tentativa de ressurreição da candidatura, cujo resultado foi um fracasso desgastante.
Segundo o deputado federal Laerte Bessa (PR), candidato a reeleição, já houve uma conversa com Frejat para o Senado, em outro contexto. “Infelizmente, ele não quis. Seria muito bom para a cidade. Mas acho muito difícil”, pondera o parlamentar. Izalci faz a mesma analise. Ter Frejat no palanque seria ótimo, mas é improvável.
Izalci batalhou arduamente para disputar o GDF neste ano. “Franco Montoro e Raul Seixas diziam: Sonho que se sonha só é só um sonho. Mas sonho que se sonha junto é realidade”. Não desisti do governo. Em 2022, vou tentar novamente. Até lá vou ajudar a plantar as bases com Fraga”, conta.
Fraga tentará atrair Paulo Octávio
Ainda entre os planos quase impossíveis, Fraga gostaria de conseguir o apoio do PP na coligação. Até então o PP está com MDB e Avante. Na manhã de ontem, na convenção nacional do DEM chamou a atenção a presença do empresário Paulo Octávio (PP). A esposa de “PO”, Anna Christina Kubitschek (PP), neta de JK, é considerada uma excelente opção para vice-governadora na coligação.
“Vejo com simpatia ir junto com o PP. Está claro que o Paulo Octávio e o PP não estão confortáveis onde estão. Não vão eleger ninguém. Não vai eleger nem mesmo a Celina Leão (PP) para federal. É uma chapa suicida”, sentencia o parlamentar. Contudo, Fraga considera remota a possibilidade de uma mudança de rumo do PP no DF.
No entanto, a aliança nacional entre PSDB e PP abre uma brecha para a discussão. Afinal, a senadora Ana Amélia Lemos (PP) será candidata no posto de vice-presidente de Alckmin. A porta está aberta para um debate.
Sobre a questão de Frejat, a princípio, Fraga compartilha das visões de Bessa e Izalci. “Frejat, quando disse que ia me apoiar, falou que se fosse preciso cairia na campanha de rua. Mas não tenho o direito de pedir isso para o Frejat. Se ele quiser será muito agradecido. Mas não tenho direito de pedir para que ele assuma uma candidatura para me apoiar”, desabafa Fraga.
Jornal de Brasília tentou conversar com Frejat sobre um eventual retorno, agora para o Senado Federal. Mas não teve retorno, até o fechamento desta reportagem.
Saiba Mais
As chapas da centro-direita no DF estão pulverizadas. Além do grupo de DEM, PP, MDB e Avante existem as coligações encabeçadas por Eliana Pedrosa (Pros), general Paulo Chagas (PRP), Alexandre Guerra (Novo) e Rogério Rosso (PSD). Ou seja, estão em campo cinco coligações do campo conservador.
Quando anunciou que deixaria a campanha pelo GDF, Frejat lançou uma frase que repercute até hoje: “Não venderei minha alma ao diabo”. Mas até hoje não nominou o capeta.
Bessa aproveita a frase para alfinetar o governo. “Entre o diabo e Rollemberg, eu voto no diabo. Porque o Rollemberg é pior que o próprio diabo”, provocou.
Apesar da influência das redes, as campanhas continuam a apostar no convencimento do voto nas ruas, reuniões e rodas de conversa.     http://www.jornaldebrasilia.com.br
 
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