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Mais de 17 políticos distritais disputam duas vagas abertas para o Senado

quinta-feira, 22 de março de 2018

O cargo tem mandato de oito anos e garante a possibilidade de se candidatar no pleito de 2022 a outro cargo, sem riscos de ficar de fora da política em caso de derrota










Mandato de oito anos, salário de R$ 33 mil, foro privilegiado, visibilidade, remunerações e regalias que, somadas, podem atingir a casa do milhão ao ano, além da competência para chancelar escolhas presidenciais aos cargos de ministros, procuradores e embaixadores e ainda autoridade para dar aval a operações financeiras. É extensa a lista de atrativos que tornam as 81 cadeiras do Senado Federal o desejo de diversos nomes do meio político. A vitória nesse projeto garante a possibilidade de concorrer ao GDF nas eleições seguintes, com a vantagem de não ficar sem cargo em caso de derrota. Dos três postos à disposição do Distrito Federal, dois serão disputados em outubro. Até agora, pelo menos 17 pessoas estudam entrar no páreo. A oficialização de algumas candidaturas, contudo, depende das negociações durante a construção das chapas majoritárias.Nome forte na capital pela atuação política e empresarial, Paulo Octávio (PP) pretende entrar na disputa. Pela atual configuração, ele integraria a chapa encabeçada pelo ex-secretário de Saúde, Jofran Frejat (PR), ao lado de um vice-governador indicado pelo presidente regional do MDB, Tadeu Filippelli, e de Alberto Fraga (DEM). Mas o empresário também negocia uma frente alternativa, formada por PTB, DEM, PSD, PSDB, PRB, Patriotas, PSC, PMN e DC.

Pela centro-esquerda, o PV lançou o nome do ex-secretário de Meio Ambiente Eduardo Brandão. O partido articula uma aliança com Rede, PPL e PCdoB e, caso deixe a base aliada ao governo, tende a se aproximar do PDT, do pré-candidato ao Buriti Joe Valle, e do PPS, do senador Cristovam Buarque. “Não temos representantes no Senado, que revisa a maioria das leis. Precisamos de pessoas comprometidas com questões ambientais e nomes ilibados”, apontou Brandão.

Na esquerda, o PSol bateu o martelo sobre seus representantes no pleito. Entrarão no páreo o auditor federal e militante Marivaldo Pereira e o ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas Chico Sant’Anna. “Trata-se de um espaço importante, onde precisamos trabalhar pela diminuição de desigualdades, por meio da experiência em gestão pública e trato social. Acho que a população não vai dar novas chances para quem disputa para se esconder atrás do foro privilegiado”, pontuou Marivaldo.

O Novo, por sua vez, será representado pelo advogado Paulo Roque. A princípio, o partido não pretende formar coligações. O carro-chefe da candidatura será a renovação política, com o uso das bandeiras da legenda, como a dispensa de dinheiro público na campanha e a negativa a indicações políticas a cargos no governo. “Essa eleição é a mais importante dos últimos 30 anos, porque decidiremos se vamos em direção ao exemplo da Coreia do Sul, que, na década de 1960, era mais pobre que o Brasil e hoje é uma potência, ou da Venezuela”, afirmou.

Isolado no cenário eleitoral brasiliense, o PT deve definir, em meados de abril, quem será o candidato do partido ao Senado. A depender da conjuntura, por conta da dificuldade em formar coligações, a sigla pode lançar dois nomes à disputa, numa chapa puro-sangue. Por ora, quatro pessoas colocaram os nomes à disposição: o distrital Wasny de Roure, o conselheiro do Conselho Federal de Economia Júlio Miragaya, o sindicalista Chico Machado, e Marcão, liderança de Taguatinga. Nos próximos dias, novos nomes podem aparecer. A legenda estabeleceu o dia 31 como data-limite para as inscrições.

Além de apresentar propostas que conquistem o eleitorado, os nomes chancelados pelo PT terão a missão de defender o legado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, além de rebater as críticas ao ex-governador Agnelo Queiroz. “O desgaste do PT tem de ser pautado. Há diversos ganhos da sociedade no governo anterior, como também problemas a serem esclarecidos. Irei para o debate lembrando sempre que nunca fui alvo de escândalos e tenho o nome limpo”, adiantou Wasny.Entre os nomes interessados no Senado, há partidos e candidatos que o tratam como plano B. Responsável por grande parte das articulações de centro-esquerda na capital e puxador de votos, o senador Cristovam Buarque (PPS) ainda estuda as opções. Ele constrói uma aliança com o PDT, do pré-candidato ao Buriti Joe Valle (PDT), além de PCdoB e PPL — nesta frente, tentaria a reeleição. Mas há outra alternativa em jogo: o PV oficializou, há duas semanas, o convite ao parlamentar para filiação e disputa à presidência da República. Apesar de sonhar com o Palácio do Planalto, Cristovam pediu tempo para pensar na proposta, mesmo porque a convenção do PPS, que fechou as portas para a possibilidade, está marcada para o próximo fim de semana.


16 dias

Prazo que resta até a data-limite para desincompatibilização de cargos dos políticos que pretendem concorrer nas eleições

Buriti em segundo plano

A Rede trabalha em um projeto de candidatura própria ao Palácio do Buriti, com o lançamento do distrital Chico Leite ao cargo. A legenda, contudo, admite que os planos dependem “do processo de discussão política no DF”. “Trabalhamos num programa de defesa das forças progressistas e no palanque de Marina Silva, que concorrerá ao Planalto. Mas não fechamos as portas para as opções”, apontou o coordenador nacional da agremiação, Pedro Ivo. Hoje, a preferência de Chico Leite é pelo Senado.

Outros dois pré-candidatos ao Executivo local podem desistir dos planos nos próximos meses: Joe Valle e Alberto Fraga. Em frentes distintas, eles negociam uma aliança com Jofran Frejat (PR). Neste cenário, o ex-secretário de Saúde encabeçaria a chapa e os parlamentares concorreriam ao Senado.

Nesta semana, apareceu uma novidade. O ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho se filiou ao PRB do Distrito Federal, com o convite para se candidatar ao Senado. Ele disse que está à disposição do partido. Essa movimentação atrapalha uma eventual candidatura majoritária de outra ex-atleta, a ex-jogadora de vôlei Leila Barros, secretária de Esportes do governo de Rollemberg Rollemberg (PSB), também filiada à sigla. Ela é uma das apostas do governador para o Senado, que conta ainda com a proposta de lançar a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão, Leany Lemos, no páreo. Mas ela ainda não decidiu se vai topar a corrida eleitoral.

Indefinições

Até 7 de abril, prazo para a desincompatibilização de cargos, as duas secretárias podem deixar o cargo, caso aceitem os convites dos partidos. Leany faria parte da linha de frente da chapa de Rollemberg. Com conhecimento técnico sobre as finanças do GDF e as ações da gestão ao longo do mandato, ela seria um bom nome para justificar as decisões impopulares do governador e oferecer propostas viáveis para um eventual novo mandato. Leila, por sua vez, recebeu convites de outras frentes, como a do PDT. Hoje, ela estuda por qual partido concorrerá nas eleições e a qual cargo — distrital ou senadora.     http://www.correiobraziliense.com.br
 
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