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Oposição contratará pesquisas para definir a cabeça de chapa

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Oposição contratará pesquisas para definir a cabeça de chapa
Fraga cobra pesquisa mais consistente para definir a viabilidade do candidato que disputará o governo local. Foto: Josemar Gonçalves/Cedoc
Francisco Dutra
francisco.dutra@grupojbr.com
O “Dia D” para formação das chapas majoritárias e proporcionais da centro-direita brasiliense começa a ser planejado. Para definição de nomes, DEM, PMDB, PR, PTB, PSDB e PP contratarão uma instituição de pesquisa independente de fora do Distrito Federal para mapear o cenário pré-eleitoral. O grupo analisará a viabilidade jurídica e a capacidade de aglutinação de forças de cada pré-candidato. O personagem com melhores condições será o cabeça de chapa para o Palácio do Buriti.
“Há semanas, só se fala no nome do Jofran Frejat (PR) como nosso candidato. Ora! A pré-candidatura dele foi jogada pela presidência do PR. Mas tem pesquisa onde ele aparece com 6% de intenção voto, eu com 4% e 67% de votos indefinidos. Isso não diz nada. Queremos uma pesquisa mais consistente”, argumenta o pré-candidato ao GDF, presidente regional do DEM, deputado federal Alberto Fraga.
A divergência das últimas pesquisas locais despertam desconfiança no mundo político. Por isso, o novo mapeamento será feita após o Carnaval. Para evitar direcionamentos, as datas e locais de coleta de dados serão sigilosos. Devido a grande parcela de eleitores indecisos e dispostos a votar branco e nulo, neste momento, a taxa de rejeição será também indicador estratégico.
Na sequência, a centro-direita fará o diagnóstico da viabilidade jurídica de cada pré-candidato. O grupo não quer repetir a estratégia de 2014, quando o ex-governador José Roberto Arruda (PR) começou a disputa pelo GDF com risco de sofrer uma impugnação pela Justiça Eleitoral. Antes da sentença desfavorável, Arruda passou o bastão para Frejat. Contudo, a frente acabou derrotada pelo então candidato e atual governador Rodrigo Rollemberg (PSB).
Segundo Fraga, o terceiro ponto é a capacidade de agregação de outros partidos para a coligação. “Não adianta ter pressa. O que não podemos fazer é nos dividir. Esse grupo não pode brigar. Juntos, de cara, teremos o maior tempo de televisão da campanha. E também não temos que ter vergonha do espólio de Arruda e do ex-governador Joaquim Roriz. Foram governos de grandes realizações para DF”, afirma o parlamentar.
O pré-candidato e presidente regional do PSDB, deputado federal Izalci Lucas, acredita que todos os membros do bloco buscarão a cabeça de chapa até o último minuto. “Mas sempre digo que quem pode mais, pode menos”, completa. Ou seja, os demais componentes serão acomodados em candidaturas de vice-governador, senador e até mesmo de deputado federal.
Apesar de não repercutirem como as vagas majoritárias, as cadeiras para a Câmara dos Deputados são as meninas dos olhos das cúpulas de todos os partidos. Afinal, o número de deputados estabelece tempo de TV e verbas do Fundo Partidário.
Serão aliados ou adversários?
Izalci e Fraga possuem interpretações distintas sobre o bloco alternativo, gestado por PDT, PPS, PSD e PCdoB. O tucano enxerga um aliado em potencial. Já o democrata observa uma força que dividirá votos apenas com Rollemberg.
“Vejo a possibilidade de união entre nossos grupos. Todos concordamos que é preciso tirar Rollemberg. É um governo de incompetência na Segurança, Saúde e Educação. E a falta da Educação mata o futuro de uma geração”, explica.
Para Fraga, a chamada “3ª Via” é a “dissidência do governo Rollemberg”. Afinal PSD, PDT e PPS apoiaram o governador no passado. Por tanto, caso vingue, a frente alternativa brigará por votos com o PSB.
Saiba mais
Fraga e Izalci respondem a diversos processos na Justiça. A dupla é alvo de longas investigações de órgãos de controle, a exemplo do Ministério Público. Ambos alegam que as acusações são falsas ou equivocadas.
Na análise da centro-direita, Rollemberg terá uma vantagem expressiva na eleição com a força da máquina pública. Por isso, após o Carnaval, o grupo redobrará a vigilância para detectar abusos.
Além da vaga direta para o Senado, existem também as suplências. São posições estratégicas e altamente cobiçadas.
Em 7 de abril, acabará o prazo para filiações. A partir de julho, os partidos farão as convenções eleitorais. Até agosto será possível definir chapas. 
  Fonte:Jornal de Brasília
 
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