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Agaciel Maia fica na liderança e abre prazo para Rollemberg respirar

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Agaciel Maia fica na liderança e abre prazo para Rollemberg respirar
Foto: Myke Sena
Equilibrando os papéis de personagem de um dos principais partidos de oposição e líder de governo na Câmara Legislativa, o deputado distrital Agaciel Maia (PR) permanecerá na liderança governista até a definição oficial das coligações para as eleições deste ano. O movimento do parlamentar é um alívio para a gestão Rollemberg (PSB). Até agora não existem nomes para substituí-lo nas fileiras da base aliada.
Especialmente neste ano eleitoral, o Palácio do Buriti depende de personagem com capacidade para a aprovação de projetos e remanejamentos orçamentários na Casa. “O processo político em si ainda está muito prematuro. Não vislumbro minha saída da liderança do governo agora. Até a conclusão das coligações para as eleições deste ano, lá para abril, estou tranquilo para cumprir minhas metas como líder do governo”, comenta Agaciel.
A independência de Agaciel é fruto de uma condição de independência afiançada por acordos selados com Rollemberg e as direções nacionais e locais do PR. “Meu trabalho é técnico. No futuro poderá ajudar Rollemberg ou quem estiver no governo. No começo, o DF estava entre as quatro piores unidades da federação. Hoje estamos entre as seis melhores. Saimos do rebaixamento e entramos na Libertadores”, pondera o parlamentar, fazendo alusão ao Campeonato Brasileiro de Futebol.
Em recuperação após tratamentos de saúde, o presidente regional do PR, Salvador Bispo, assina em baixo das palavras de Agaciel, mas espera o apoio do parlamentar após a consolidação das chapas. Bispo promete honrar o acordo feito pelos partidos de direita e formar uma chapa para destronar a gestão Rollemberg.
“Agaciel entrou no PR com uma condição: ser fiel ao partido. Na hora certa, ele vai apoiar nosso candidato, Jofran Frejat. Isso pode acontecer até o registro das candidaturas. E Agaciel é um homem de palavra. Se ele não estivesse ajudando Rollemberg, o governo já tinha afundado”, afirma Bispo. Se as portas do PR para o PSB estão fechadas, segundo Bispo uma composição com partidos como o PPS estão bem abertas.
Nos gabinetes do Buriti, não existe um nome para entrar em campo no lugar de Agaciel. “Ninguém nunca pensou nisso. Primeiro, nada está decidido ainda. Tudo pode acontecer com o PR até abril. Quem sabe o partido não vem para base em uma grande composição? Pode até mesmo ocorrer uma composição para os cargos majoritários”, secretário adjunto de Relações Legislativas, José Flávio de Oliveira.
Em conversas reservadas, governistas, no Executivo e Legislativo, julgam como certo o futuro desembarque de Agaciel. Contudo, niguém aposta que o distrital subirá o tom da oposição contra Rollemberg. Não seria coerente. A maioria dos personagens desenha um cenário em que o deputado continue votando com o Palácio do Buriti.
Vale tudo para remanejar verbas
A votação do crédito de R$ 1,3 bilhão de crédito do Iprev, marcada para 15 de janeiro, é a primeira prova da necessidade de um líder de governo eficiente para o GDF. A liberação do recurso é crucial para a execução do plano de governo de Rollemberg, seja para a realização de obras, seja para a nomeação de concursados.
Para conseguir a aprovação do texto, Agaciel colocará à disposição da Câmara técnicos da Secretaria de Planejamento para esclarecer as dúvidas dos distritais. De acordo com o líder, o governo também está disposto a fazer ajustes na redação do texto.
Parlamentares governistas, de oposição e independentes mostraram desconforto com a falta de detalhamento nos investimentos, especialmente na Saúde e Educação. Em uma resenha de buteco, ninguém deseja dar um cheque um branco para Rollemberg em ano de eleição.
Extraoficialmente, o Buriti estuda a inclusão das demandas do projeto Câmara em Movimento para a construção de duas escolas, uma no Itapoã e outra em São Sebastião.
Saiba mais
  • Um nome que tinha fôlego para substituir Agaciel, seria Rodrigo Delmasso (Podemos). Só que não. “Não quero a liderança do governo. Vou cuidar da minha reeleição”, crava. Desde 2017, ocorrem atritos entre o GDF e Delmasso.
  • Salvador Bispo desmente um racha no PR. Segundo Bispo, o partido está unido, incluindo os grupos de Frejat e do ex-governador Arruda.
  • As lideranças dos partidos conservadores acordaram que definirão os candidatos conforme o desempenho nas pesquisas de intenção de voto e capacidade de formação de alianças dos candidatos                                                                                         http://www.jornaldebrasilia.com.br
 
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