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Bem Informado Ninguém é Enganado

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PSC e PHS não enxergam condições para aliança com Rollemberg Lideranças políticas evangélicas planejam formar uma chapa de oposição ao governador

quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Dênio Simões/Agência Brasília
Francisco Dutra
francisco.dutra@grupojbr.com
Inflamados pela promessa não cumprida de regularização de templos, derrubada de prédios religiosos e outras decisões do governo, PSC e PHS descartam, neste momento, qualquer tipo aliança com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB). A posição das duas legendas sepulta a estratégia governista de composição com o segmento evangélico para a corrida eleitoral de 2018.


Na tarde desta quinta-feira (16), o presidente regional do PSC, Daniel de Castro, e o presidente regional do PHS, Gilvando Galdino, reuniram-se com o presidente regional do PRB justamente para discutir a posição política dos partidos para 2018. As três siglas possuem laços naturais com o segmento evangélico. A princípio, elas cogitam caminhar longe de Rollemberg.
O PRB ainda faz parte do governo, mas pondera fortemente o desembarque ainda neste ano. O PSC por outro lado declara abertamente oposição. Segundo Daniel de Castro, a chance de aliança é zero. “Na campanha de 2014, Rollemberg esteve com um dos maiores, talvez o maior líder evangélico do Brasil, Bispo Manoel Ferreira. A única coisa que o Bispo pediu foi a regularização dos templos religiosos. E o que esse governo faz? Derruba os templos”, afirmou.
Gilvando Galdino destacou a falta de palavra do governo nas negociações. “Ele nos prometeu que antes de qualquer derrubada iria notificar os pastores e que falaria antes conosco. Nos iríamos dialogar antes, buscar soluções e, se fosse o caso, anunciar a derrubada. Passou um tempo e o que o governo fez? Derrubou sem avisar ninguém. Nosso diálogo é zero”, relatou.
Mesmo assim, Gilvando enfatiza que as decisões do grupo não são pessoais. “Tudo que a gente quer é o melhor para Brasília. Se o governo for bem melhor para todos”, explicou. Contudo, neste momento, o Palácio do Buriti precisaria comprovar a mudança de postura com atitudes concretas para conseguir ter chance de diálogo.
Do ponto de vista dos partidos, Rollemberg busca uma aliança pragmática apenas para ter mais votos em 2018. Afinal, a comunidade evangélica tem mais 800 mil pessoas no Distrito Federal. Por outro lado, PSC e PHS olham com bons olhos uma composição com o senador licenciado Cristovam Buarque (PPS).
Hoje, o Jornal de Brasília noticiou a estratégia do governo para recompor a base, tentando trazer o segmento evangélico para o Palácio do Buriti. Tudo começaria com uma aliança preliminar com a direção nacional do PROS e com o deputado federal Ronaldo Fonseca, do mesmo partido. Ambos ainda avaliam se aceitam ou não o convite de Rollemberg. Caso tivesse êxito, o Buriti planejava ter Fonseca como uma ponte para se reaproximar da comunidade evangélica. A estratégia pensada pelo governo teria como objetivos os votos evangélicos e a captação de tempo de televisão na campanha de 2018, proporcionado pelos partidos.   http://www.jornaldebrasilia.com.br
 
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