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Bem Informado Ninguém é Enganado

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Eleições 2018: aliados de Rollemberg já ensaiam a saída da aliança vitoriosa

quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Foto: Manoel Lira
Millena Lopes
millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br
Embora eleições não sejam formalmente assunto da pauta do Palácio do Buriti, as articulações nos bastidores indicam que começou a se movimentar o governador Rodrigo Rollemberg. Aliados de antigamente – leia-se 2014 – já ensaiam a saída da aliança vitoriosa. PDT, que aproveitou o episódio da votação da previdência para manifestar insatisfação com o governo, estaria sendo paparicado pelo Executivo, enquanto o PSD espalha por aí que vai lançar candidatura própria.


No Buriti, a conversa oficial é de que “o PSD continuará caminhando junto no projeto político de tornar Brasilia uma cidade com maior e melhor qualidade de vida”. Na prática, ainda estão no governo o vice, Renato Santana, e o secretário de Justiça, Arthur Bernardes. E, na base, o distrital Cristiano Araújo (PDT). “O PSD tem contribuído bastante para que o Governo de Brasília alcance o equilíbrio econômico-financeiro do governo”, reforça o governo, no discurso oficial.
Renato Santana, do PSD, é ainda o número 2 do governo Rollemberg. Foto: Breno Esaki
Renato Santana, do PSD, é ainda o número 2 do governo Rollemberg. Foto: Breno Esaki
Se sair da aliança, com quem Rollemberg poderá compor? Com o PDT, que já marcou data para um provável desembarque? Com o PSDB, que vive mais uma crise interna e uma queda de braço pelo comando? Com o PSD, cujo presidente Rogério Rosso, já disse que a sigla deve encarar uma candidatura própria no ano que vem?
Enquanto, oficialmente Rollemberg diz não pensar em campanha, uma reunião com o presidente do PDT nacional, Carlos Lupi, já teria selado o futuro para as eleições do ano que vem. A aliança nacional, com a candidatura de Ciro Gomes, se refletiria no DF. Com o mesmo mote, uma conversa já estaria adiantada também com o PSDB, do distrital Robério Negreiros e também do federal Izalci Lucas. “Desde o início do governo, estamos trabalhando para arrumar a casa. A eleição é assunto para o ano que vem, quando for a hora”, disse o governador em entrevista ao Jornal de Brasília, na semana passada.
Na Câmara, o presidente Joe Valle e o deputado distrital Reginaldo Veras estão postos como parlamentares independentes. Veras disse ontem, inclusive, que a chance de ele voltar à base é “zero”.
PDT marca data para definir o seu futuro
Em reunião na noite de ontem, o presidente do PDT, Carlos Lupi, o presidente da legenda no DF, Georges Michel, e os deputados distritais Joe Valle e Reginaldo Veras marcaram a data em que a executiva regional do PDT deve deliberar sobre a relação do partido com o governo Rollemberg.
Em nota, Veras confirmou que a decisão de permanecer ou não na base de sustentação do Governo do DF deve sair na semana que vem. Ele mesmo protocolou, na semana passada, um requerimento no partido pedindo a reunião da executiva para definir os rumos que o partido tomará. Ele é um dos que defende que a legenda se posicione com urgência sobre a questão.
No PSD, nem Rogério Rosso, nem Arthur Bernardes, nem Renato Santana, se pronunciaram sobre o assunto.
BRIGA INTERNA
  • Enquanto o deputado distrital Robério Negreiros está na base do governo, o deputado federal Izalci Lucas tenta, a todo custo, manter o comando do partido no DF. Ele não esconde a intenção – e já se comporta como – de se candidatar ao governo. Diz contar com apoio da executiva nacional e enfrenta uma briga com a outra ala do partido, com tendência a se aliar a Rollemberg.
  • Izalci sustenta que o partido precisa protagonizar uma candidatura para dar palanque a Geraldo Alckmin, que deve ser o candidato tucano ao Palácio do Planalto. Ele defende o protagonismo da sigla na capital federal. Negreiros, por outro lado, que diz não se interessar pelo comando, argumenta que Lucas já virou piada e, se não consegue unidade nem no partido, como poderá aglutinar apoios para se candidatar ao governo.
 
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