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Bem Informado Ninguém é Enganado

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Ana Íris é enterrada sob forte comoção no Cemitério de Taguatinga

domingo, 15 de outubro de 2017
Myke Sena
Raphaella Sconetto
rahaella.sconetto@jornaldebrasilia.com.br
Ana Íris Mendes dos Santos, de 12 anos, foi enterrada na manhã deste domingo (15), no Cemitério de Taguatinga. O clima era de comoção entre amigos e familiares, que foram prestar suas últimas homenagens à criança, que foi assassinada pelo primo de 16 anos, em Samambaia, e foi encontrada no dia 26 de setembro, depois de 16 dias desaparecida.


Durante o sepultamento, a tia da garota Cleonice dos Santos, 25 anos, contou que até ontem a mãe não acreditava que a filha tinha morrido. “A dor maior vem da Maria das Graças, ela está inconsolável. Mesmo vendo, ela não acreditou. Ela achava que a Ana Íris ia aparecer a qualquer momento”, relata Cleonice.
No momento do enterro, amigos pediram por paz em Samambaia. O professor de takedown de Ana Íris, William Lima, esteve no local e pediu que as famílias tenham mais cuidados com as crianças.
A mãe da menina, Maria das Graças Santos, estava incrédula com a morte da filha. Abalada, afirmou apenas que “vai deixar os outros filhos serem crianças, brincando”. Familiares relataram que ela ficou em pânico depois do sumiço de Ana Íris e, desde então, questiona o tempo todo onde os filhos estão. Além da garota, Gracinha, como é chamada, tem outros quatro filhos.
Relembre o caso
Ana Íris foi encontrada morta em um matagal em Samambaia no dia 26 de setembro. Ela estava desaparecida há 16 dias. Um primo da menina, de 16 anos, confessou o crime.
De acordo com o delegado que investigou o caso, antes de ser morta, a garota implorou para que deixasse ela viver. “De bruços, ele a estrangulou. Ela ainda pediu para não ser morta”, contou com base no relato do menor.
Ana Íris saiu junto com os quatro irmãos para a casa da avó, no dia 10 de setembro. A menina de 12 anos, vestia camiseta azul e uma bermuda jeans. Porém não retornou para casa.
A mãe da criança, Maria das Graças, informou, na ocasião, que a filha não tinha costume de sair de casa sem dar notícias. Durante os dias em que a menina estava desaparecida, familiares e amigos se mobilizaram para encontrar a criança. O caso é tratado como feminicídio.   http://www.jornaldebrasilia.com.br
 
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