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Bem Informado Ninguém é Enganado

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Consórcio entre DF e Goiás dará força ao sistema hídrico da região

sexta-feira, 15 de setembro de 2017
FOTO: TONY WINSTON/AGÊNCIA BRASÍLIA
                             As obras do Sistema Produtor do Corumbá estão com entrega prevista para dezembro de 2018. A iniciativa é fruto de um consórcio entre o Distrito Federal e o Goiás, no qual a Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb) é responsável pela construção da Estação de Tratamento de Água em Valparaíso (GO) e de 15,3 quilômetros da adutora, já a Saneamento de Goiás S.A. (Saneago) deve construir a rede de captação, a Estação de Tratamento em Luziânia (GO) e os 12,7 quilômetros restantes da adutora. 
O sistema de captação foi orçado em R$ 540 milhões, divididos igualitariamente entre o Goiás e o Distrito Federal. A água do Lago Corumbá 4, passará pela estação de bombeamento, em seguida pela de tratamento e por fim, distribuída nas seguintes regiões administrativas do DF e municípios do Goiás, respectivamente: Gama, Santa Maria, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, no DF e Cidade
Ocidental, Novo Gama, Luziânia e Valparaíso, no Goiás. Neste primeiro momento, cerca de 1,3 milhão de pessoas serão beneficiadas com a captação de água do Lago Corumbá, são 650 mil em cada estado. Na segunda etapa, o número de receptores quase dobrará, chegando a 2,5 milhões pessoas abastecidas pelo Sistema Produtor do Corumbá, sempre considerando metade para cada unidade federativa.
Na primeira fase de captação, o volume de água distribuído será de 2,8 mil litros por segundo, sendo 1,4 mil para o DF e 1,4 mil para o estado de Goiás. Na segunda etapa, serão bombeados 5,6 mil litros por segundo, distribuídos 50% para o DF e 50% para o GO. Segundo Maurício Luduvice, presidente da Caesb, a partir de dezembro de 2018 (primeira fase de captação), a vazão do Corumbá corresponderá a 30% do total de água distribuída no Distrito Federal.
Crise hídrica X Estiagem
O Distrito Federal chega à marca de 115 dias sem chuva e declara estado de alerta (quando a umidade relativa do ar oscila entre 12 e 20%), fator que influencia diretamente na crise hídrica instalada na capital. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início das chuvas está previsto para a segunda quinzena deste mês, porém a longa estiagem causou sérios danos aos reservatórios da região, o nível da água está mais baixo que o registrado no mesmo período de 2016 e por esta razão, algumas medidas de contenção foram tomadas, como o rodízio de racionamento, que ainda não tem data para acabar. 
Além das obras do Sistema Produtor de Corumbá, o Distrito Federal mantém investimentos em obras de captação secundárias, como o Subsistema Bananal, o Subsistema Produtor do Lago Norte e outras pequenas obras distribuídas pela capital.
O Subsistema Lago Norte 
Com o andamento das obras mais adiantado, o Subsistema Produtor do Lago Norte já concluiu 80% de sua construção e começara os primeiros testes em 20 de setembro. Com entrega prevista para 2 de outubro, a captação corresponderá a 700 litros por segundo que abastecerá: Asa Norte, Itapoã, Lago Norte, Paranoá, Taquari e parte de Sobradinho II, regiões hoje cobertas pelo Sistema Produtor Santa Maria – Torto. A estação compacta conta com membranas de ultrafiltração, uma das tecnologias mais modernas e o investimento foi de R$ 42 milhões, financiado pelo Ministério da Integração Nacional.
O Subsistema do Bananal
Com 67% das obras já executadas, o Subsistema Produtor do Bananal produzirá 726 litros de água por segundo, beneficiando cerca de 170 mil pessoas. O investimento foi de R$ 20 milhões, oriundos do Fundo Constitucional de financiamento do Centro-Oeste, do Banco do Brasil.                                            http://www.alo.com.br 
 
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