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Bem Informado Ninguém é Enganado

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Polícia Federal inocenta padre Moacir Anastácio

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Foto: Gabriel Jabur/Agência Brasília
João Paulo Mariano
redacao@jornaldebrasilia.com.br
Depois de um revés, os integrantes da Comunidade Renascidos em Pentecostes e seu fundador, padre Moacir Anastácio, estão aliviados. Após apuração, a Polícia Federal o considerou inocente e sem qualquer envolvimento com os crimes apurados pela Operação Lava Jato. A PF declarou que os R$ 950 mil recebidos de três empreiteiras, por intermédio da Paróquia São Pedro, em Taguatinga, foram lícitos e sem vestígios de irregularidades.
O caso começou a ser investigado em 2016 após denúncia de que a doação de R$ 350 mil em 2014, advindos da empresa OAS – uma das investigadas na Lava Jato, poderia ser fruto de algum esquema escuso. Essa entrega teria sido feita por intermédio do então senador Gim Argello (sem partido), que está preso desde o ano passado, condenado a 19 anos de cadeia. As doações das outras empreiteiras teriam ocorrido no mesmo ano. Foram R$ 300 mil tanto da Via Engenharia S/A quanto da Andrade Gutierrez.
As informações estão no inquérito policial n.º 2058/2015-4, assinado pelo delegado da PF, Ivan Ziolkowski, no dia 26 do mês passado. Na decisão, o policial cita que não foram encontrados indícios que os recursos recebidos da OAS pela Paróquia São Pedro tivessem destinação estranha à execução da obra do Centro de Evangelização da Comunidade Renascidos em Pentecostes e que não há suspeita de pedido de contra partido de nenhuma das partes.
Para chegar aos resultados, houve perícia em diversas partes da obra para verificar o preço do material utilizado e ver a possibildade de sobrepreço. Nada foi encontrado. Tudo estava conforme o contrato dizia e com os valores do mercado.
“Não restou comprovada qualquer espécie de contrapartida proporcionada pelo padre Moacir Anastácio, seja de cunho financeiro direto, vantagens genéricas ou benefícios eleitorais entre os fiéis em prol de Jorge Afonso Argello ou outro”, relata o delegado da PF que expõe que as diligências na esfera policial estão esgotada.
O padre Moacir Anastácio preferiu não conversar com a reportagem, mas seu defensor, Wellington Medeiros, afirmou que a decisão da Polícia Federal apenas mostrou aquilo que já era verdade. “O padre não repassou nenhum dinheiro, nem fez saque. Todos os pagamentos forma precedidos de notas ficais”, assegura. Ele lembra que devido as investigações, o padre e a comunidade passaram por diversos constrangimentos. Mas, que agora, tudo está claro.
 
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