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Rédeas curtas para a verba indenizatória (Millena Lopes & Francisco Dutra redacao@jornaldebrasilia.com.br) 07/03

terça-feira, 7 de março de 2017
Emparedada pela sequência histórica e crônica de escândalos, a Câmara Legislativa estuda a revisão das regras para o desembolso da verba indenizatória. O presidente da Casa, deputado Joe Valle (PTD), encapa o projeto de criação de uma conta institucional dos recursos, aposentando o atual modelo no qual o dinheiro fica à disposição de cada gabinete. Ou seja, o deputado que quiser sacar o dinheiro terá que pedir especificamente a quantia desejada apresentando notas fiscais. O lema da proposta é: controle completo dos desembolsos.
Sobras voltarão para o GDF
O distrital também quer sepultar o acumulo e uso das sobras das verbas. O dinheiro não gasto será devolvido ao cofre do GDF. Desta forma, o Executivo poderá aplicar os recursos onde bem entender. Nestes tempos turbulentos para a Câmara, Joe considera que a revisão da verba é o passo necessário para a recuperação da credibilidade da instituição. “O mais importante de tudo isso é que vamos trabalhar na causa. Qual é a causa de todos esses problemas? Verba indenizatória. Vamos trabalhar em um modelo diferenciado”, sugere Valle.
72 horas para Faraj e o futuro da Drácon
O relógio está correndo para a deputada distrital Sandra Faraj, acusada de uso irregular da verba indenizatória. A Mesa Diretora determinou o prazo de 72 horas para a parlamentar apresentar as notas fiscais da operação objeto de questionamentos. A Casa também avalia qual linha pretende adotar em relação aos deputados sob a mira da Operação Drácon, conduzida pelo Ministério Público para apurar um suposto esquema criminoso para destinação de emendas em troca de propina.
Frankenstein morrerá
O mega bloco de 13 deputados distritais costurado pelo governo Rollemberg (PSB) para a vitória na batalha pelas comissões da Câmara será desmembrado até o final da próxima semana. A aliança fisiológica de parlamentares da base, independentes e até oposição tinha como prazo validade apenas a eleição. Tal qual Frankenstein, imortalizado no romance de Mary Shelley, o monstro legislativo morrerá no final da história.
Aposta na educação
A educação vem ganhando destaque na agenda do governo Rollemberg. Entre obras, projetos e contratações, o Buriti planeja uma série de entregas na área ao longo do ano. Se o Executivo conseguir construir uma ponte com os professores, poderá fazer a diferença no futuro de milhares de famílias e quem sabe construir bons índices de aprovação para 2018. No papel, é a aposta necessária para o futuro do DF. Ontem na posse de novos docentes, o governador contou com o apoio dos deputados distritais Wasny de Roure (PT), Reginaldo Veras (PDT) e Israel Batista (PV).
Dinheiro, para quê?
Servidores da Saúde se indignaram com a resposta do secretário Humberto Fonseca a um comentário de um funcionário da pasta no Facebook. O questionamento era sobre as novas regras para pagamento de gratificação por titulações: “Pobres dos que só se motivam por dinheiro”, escreveu o titular da pasta.
Abatimento
Chegou bastante abatida ao almoço com o governador Rodrigo Rollemberg a deputada distrital Sandra Faraj (SD). E ganhou palavras de apoio do chefe do Executivo, que disse estar “solidário” à causa da parlamentar da base.
Andem logo com isso
O governador tem pressa. Pediu aos somente 10 deputados que atenderam ao chamado de almoçar com ele que se organizem logo em blocos definitivos para que os projetos andem na Câmara Legislativa. Pediu que esperem apenas que os três petistas se retirem do blocão que foi formado para eleger os presidentes de comissões permanentes ao gosto do Palácio do Buriti. E o partido prometeu fazer isso logo, disse Rollemberg.
Mais R$ 6 milhões
O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) acatou representação apresentada pelo deputado distrital Wasny de Roure (PT) que questiona a fórmula de cálculo do Fundo dos Direitos da Criança e Adolescente (FDCA). Com isso, o petista diz que o fundo terá um acréscimo de mais de R$ 6 milhões. A Corte de Contas determina ainda que o Poder Executivo disponibilize a integralidade dos recursos obrigatórios de aporte ao fundo.
Benefícios
“É gratificante ver o resultado de um estudo bem fundamentado, proporcionando benefícios para tantas entidades que prestam assistência social e ajudam a vida de tantas famílias que mais precisam”, afirmou o parlamentar, ressaltando que os recursos serão destinados para investimento e implementação de políticas de atendimento, defesa e promoção dos direitos das crianças e adolescentes, beneficiando diretamente aqueles que estão em situação de vulnerabilidade social.
 
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