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quarta-feira, 8 de março de 2017

Polarização supersalarial

Dois parlamentares personificam lados opostos do debate sobre os supersalários na Câmara. O líder do governo, deputado Rodrigo Delmasso (Podemos), defende o projeto de teto apresentado pelo Palácio do Buriti. Já o líder do PT, Ricardo Vale (PT), não vê a proposta com bons olhos. Para vingar, texto deve tramitar nas comissões da Casa e ter os votos de 16 dos 24 distritais.
Pelo teto
“A base é favorável. É preciso separar o que é direito de remuneração fixa. A redação não pode tirar os direitos. Para mim, se o empregado incorporou e está acima do teto, não sendo aposentado, tem que ter o corte”, argumenta Delmasso. O parlamentar só acha que o limite não deve ser estabelecido para o BRB. “Por que? Porque ele compete com o mercado. Diferente de outras estatais, o BRB não tem o monopólio da atividade”, explica.
Contra o teto
“Tem que ver o lado legal, como os sindicatos têm colocado. O que rege o regime dessas empresas é a CLT.Falamos de direitos adquiridos. Já dá para prever uma série de ações de servidores. É capaz dessa discussão parar em lugar nenhum. Qual é o impacto desses supersalários? Olha, me parece mais um trabalho de marketing do governo”, defende Ricardo Vale.
Posição do presidente da Câmara
A princípio, o presidente da Câmara, Joe Valle (PDT), é favorável à discussão e ao freio aos supersalários. “Há que se adequar dentro do contexto que nós vivemos de crise a questão desses salários fora das faixas humanamente aceitáveis. Logicamente, nós não podemos achar que vamos encontrar bons executivos pagando quase nada”, pondera Joe. “Legal tem haver com lei. Lei é legislativo. Nós estamos na Câmara Legislativa para mudar as leis que forem necessárias, para que a gente ajuste à necessidade e ao atendimento da população”, completa.
Pipiripau
A visita à barragem de Pipiripau, na última segunda-feira, não sai da cabeça do senador Cristovam Buarque (PPS). O sistema de abastecimento de Sobradinho e Planaltina foi construído durante o governo de Buarque, com o objetivo de garantir água para as comunidades até 2030. Cristovam lembra que em 1998 o racionamento não era um horizonte, a não ser as localidades beneficiadas pelo Pipiripau. Hoje, a situação se inverteu: Brasília sofre a pior crise hídrica da história em quase todas as regiões. As únicas que estão fora são, exatamente, as abastecidas pelo Pipiripau. Para o parlamentar, esse é um exemplo de que planejamento a longo prazo é a solução para vários problemas que estão por vir.
Pela íntegra dos áudios da Drácon
A Mesa Diretora da Câmara solicita para o Tribunal de Justiça a divulgação completa dos áudios colhidos pela Operação Drácon na Casa. O pedido é do presidente da Casa, Joe Valle.
 
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