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Bem Informado Ninguém é Enganado

Bem Informado Ninguém é Enganado

De cada cinco moradores do DF, um está desempregado

quinta-feira, 30 de março de 2017
Fila em busca de emprego na Agência do Trabalhador: setor de serviços acelerou a queda. Kléber Lima
Eric Zambon
eric.zambon@jornaldebrasilia.com.br
O desemprego no DF atinge 322 mil pessoas, o equivalente a 20% da População Economicamente Ativa (PEA) da capital, conforme a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED). É o pior desempenho desde 2013 e o próprio Governo de Brasília serviu de “âncora” este mês. Entre temporários em fim de contrato, aposentadorias e demissões de comissionados, a Administração Pública deixou 27 mil pessoas sem emprego desde fevereiro de 2016.
Indústria ensaia alta
Já se fala em investir
  • O Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 2,9 pontos em março ante fevereiro, alcançando 90,7 pontos, após cair 1,2 pontos no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, a média do primeiro trimestre fecha em 89,2 pontos, 3,5 acima do trimestre anterior.
  • A alta na confiança industrial ocorreu em 17 de 19 segmentos pesquisados e, segundo a FGV, se espalhou por todos os quesitos do levantamento. Houve avanço tanto nas expectativas dos empresários quanto no indicador que mede a situação atual.
  • O Índice de Expectativas (IE) avançou 3,8 pontos, para 93,1 pontos, o maior nível desde abril de 2014 (96,9 pontos) e o Índice da Situação Atual (ISA) subiu 2,1 pontos, para 88,5 pontos, o maior desde janeiro de 2015 (89,1 pontos).
    • 30No IE, a maior contribuição foi dada pelo quesito que mede as expectativas com a evolução da produção, que teve alta de 4,6 pontos em março, atingindo 93,3 pontos. Neste período, houve elevação da proporção de empresas que preveem aumentar a produção nos três meses seguintes, de 27,6% para 30,9%, e relativa estabilidade na parcela das que esperam baixar.
Essa redução corresponde a 13% do total e foi a maior dentre todos os setores de atividade considerados pela PED, realizada pela Companhia de Planejamento (Codeplan). A Construção Civil também acusou o golpe, com variação negativa de 3,1% na quantidade de empregos em relação ao mesmo mês do ano passado.
O diretor de Estudos e Pesquisas Socioeconômicas da Codeplan, Bruno Cruz, afirma que tem havido criação de vagas de emprego desde outubro do ano passado. “No entanto, como um número ainda maior de pessoas entraram no mercado, a taxa de desemprego cresceu. As ocupações criadas não foram suficientes para reduzir o montante à procura de emprego”, analisa.
Responsável por mais de 90% do Produto Interno Bruto (PIB) do DF, o setor de serviços teve pequena melhora (1,2%), mas apenas porque o governo divide quase meio a meio a participação com a iniciativa privada nesse setor terciário. No País, o setor encolheu.
“O DF, no ano passado, mesmo com a crise, foi o segundo melhor unidade da federação em volume de receita (do Setor de Serviços). Ou seja, a não dependência do setor privado, onde a crise é mais intensa, acaba protegendo um pouco mais a receita desse setor no DF”, explica o economista Fábio Bentes, da Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Ele lembra que, no Brasil, janeiro de 2017 teve o pior desempenho desde 2012, com redução de 2,2% na receita na comparação com dezembro de 2016. “E é improvável que o setor de serviços se recupere esse ano. Precisa de investimento e isso depende de confiança, que ainda não tem”, lamenta.
Setor de serviços puxa queda na renda
O volume de serviços prestados teve retração de 2,2% em janeiro de 2017 ante dezembro de 2016, na série com ajuste sazonal, informou na manhã de ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa de dezembro ante novembro foi revisada de alta de 0,6% para 0,7% A taxa acumulada em 12 meses registrou perda de 5,2%.
Na comparação com janeiro do ano anterior, houve queda de 7,3% em janeiro deste ano, já descontado o efeito da inflação, de acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, iniciada em 2012.
Desde outubro de 2015, o órgão divulga índices de volume no âmbito da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). Antes disso, o IBGE anunciava apenas os dados da receita bruta nominal, sem tirar a influência dos preços sobre o resultado. Por esse indicador, que continua a ser divulgado, a receita nominal caiu 1% em janeiro em relação a dezembro de 2016. Na comparação com janeiro do ano passado, a queda na receita nominal foi de 2%.
O setor costuma ser o último a entrar na recessão e também o último a sair dela. Dessa forma, só quando houver recuperação da renda e do emprego o setor vai iniciar a recuperação. Segundo IBGE, foi por isso que as famílias e as empresas brasileiras reduziram a demanda aos prestadores de serviços em 2,2% em dezembro.
 
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