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Policial militar de folga salva vítima de afogamento no Lago Paranoá; veja vídeo

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

PMDF/Divulgação
Douver Barros
douver.barros@jornaldebrasilia.com.br
Boas atitudes são ações que mudam, principalmente, a vida de quem as faz. Foi o que aconteceu com o cabo Ferreira, da Polícia Militar do DF, que salvou uma vítima de afogamento no Lago Paranoá, por volta das 16h dessa segunda-feira (27). O militar estava de folga e passeava em um barco com a família quando avistou, de longe, uma pessoa em meio às águas, próximo à Ponte JK.
“Quando vi de longe pensei se tratar de um mergulhador. Até meio que o repreendi por estar ali sem qualquer equipamento de mergulho. Só quando me aproximei foi que ouvi os gritos de socorro”, lembra Ferreira. “Peguei a boia, joguei e pulei na água. Ele tava assustado, mas eu falei: ‘Olha, vou te salvar. Vou te puxar e te levar para a lancha’, e ele foi relaxando”, completa.
A vítima, identificada por Jerry Eduardo Rodrigues Barreto, de aproximadamente 60 anos, disse havia tentado atravessar o lago nadando, mas sentiu forte cãibras no percurso. Segundo Ferreira, o idoso estava com a perna inchada e recebeu massagens até ir se tranquilizando. Ele recusou atendimento médico e foi deixado na margem do lago.
A mãe do militar filmou todo o momento do resgate. Confira:

O ato heroico foi celebrado em casa com familiares. “Fui dormir umas 3h porque ainda estava agitado com todo o ocorrido”, diz Ferreira que espera servir de exemplo: “Se alguém puder repetir essa atitude, também me deixa feliz”.A ação bondosa do militar de 33 anos, na PMDF há seis, deixou o pai, que celebrava aniversário, todo orgulhoso. Na embarcação também estavam primos e um casal de amigos. “Meu pai ficou muito feliz em ver o filho salvando uma pessoa. Ligou para toda a família para anunciar o que eu havia feito”, diz Ferreira, emocionado.
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Operação Drácon: Bastidores De Um Gabinete Em Crise

Em conversa, Cristiano conta que Celina chorou por rumores de prisão de deputados investigados na Drácon.

Por MATHEUS TEIXEIRA-CORREIO/Marcelo Ferreira/Esp. CB/D.A Press –
Depois da Operação Drácon, Cristiano Araújo discutiu estratégias de aproximação com o GDF e a repercussão da denúncia de venda de uma emenda. Diálogos foram captados em escuta autorizada pela Justiça.

As gravações realizadas pelas escutas instaladas nos gabinetes dos distritais após a deflagração da Operação Drácon expuseram os bastidores da política do Distrito Federal. Diferentemente do comportamento em público, quando costumam dar declarações ensaiadas, nos áudios obtidos com exclusividade pelo Correio, os parlamentares falam abertamente sobre estratégias e trocam impressões sobre os colegas. Nas conversas gravadas em seu gabinete, o deputado Cristiano Araújo (PSD) comenta com interlocutores sobre dificuldades de aproximação com o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) à época. Na semana passada, os dois fecharam um acordo político e o distrital passou a integrar a base governista.

Cristiano votou com o bloco de Rollemberg na eleição das comissões permanentes da Câmara Legislativa e deve ganhar um cargo no Executivo. A aliança foi selada com o aval do presidente regional do PSD, deputado Rogério Rosso. Em seu gabinete, Cristiano fala em pressionar com o governo como membro da CPI da Saúde e reclama de uma interferência negativa do hoje secretário de Cidades, Marcos Dantas, conhecido como Marcão, em possível aproximação com o governo. “Ele (Rollemberg) não gosta da gente. (…) Marcão vivia queimando a gente”, diz.

Cristiano também detalha os bastidores da reação dos colegas diante da deflagração da Operação Drácon. Segundo o deputado, começaram a surgir rumores de que um pedido de prisão do Ministério Público do Distrito Federal à Justiça contra os investigados. A distrital, então, teria convocado uma reunião com os deputados mais próximos para discutir a situação. Naquele encontro, ela teria demonstrado abatimento. “(Celina) foi para a sala chorando como uma criança. Ela se desesperou e chamou eu, Agaciel, Prudente, Sandra e Juarezão”, relata. Na opinião de Cristiano, porém, Celina poderia se complicar com eventuais denúncias no Detran. “Por que onde vão pegar ela? Na questão do Detran, no negócio do Detran. Na verdade, vão pegar o Sandro (Sandro Vieira, secretário parlamentar)”.

“Vai chegar na gente”
Em outro trecho, Cristiano conversa a respeito das dívidas do GDF com empresas prestadoras de serviço. Um dos interlocutores relata uma reunião com empresários sobre o assunto. “Eu falei na questão de você (empresário) ter um deputado que vai fazer aquele trabalho por você ali. Você apoiou o cara na eleição, que não é o caso, mas você tem uma grana presa na Saúde. O cara tem que ir lá viabilizar o lado do empresário”, diz. Cristiano responde: “Isso é republicano, é legítimo”.

O distrital também se mostra apreensivo em relação às investigações sobre supostas irregularidades no contrato do Hospital da Criança. “Delegados já têm toda cadeia e tal. E a questão de como é feito o repasse das empresas, as contratações de servidor. E agora pediram autorização para quebrar sigilo dos médicos e empresas. Olha, não tenha dúvida que tem tudo, endereço. E vai chegar na gente”, diz aos assessores.

Num dos trechos mais contundentes, como mostrou a reportagem do Correio, na edição de sábado, Cristiano Araújo comenta que não há “virgens” no meio político. “Vamos ser sinceros: ninguém aqui é virgem”.

Em nota, a assessoria de Cristiano Araújo lamenta que conversas mantidas em ambiente privado sejam divulgadas. “Esse tipo de vazamento não contribui em nada com as investigações e apenas expõe a vida do parlamentar, que sempre colabora com as autoridades”, diz a nota. “Os áudios, aliás, só reforçam que o deputado não participou do esquema no qual seus adversários políticos e o Ministério Público insistem em envolvê-lo, mesmo sem ter provas para isso”, acrescenta. E finaliza: “Todas as atitudes do deputado Cristiano são feitas dentro da lei. O deputado Cristiano Araújo sempre pautou sua trajetória no exercício do mandato de forma plena, procurando atender reivindicações de todos os setores da sociedade brasiliense, sem discriminação ideológica ou partidária e sempre com respeito à lei.”

No gabinete de Cristiano Araújo:

TODOS PERDEM
“Eu falei pro Eric (Seba). Eu vou falar com o governador, que nesse jogo não existe vencedor.”


SEM REGISTRO DE PROPINA
“(…) O computador de Câmara não tem nada. O fato que tá sendo investigado. Eu não falei com ninguém. Mas acho muito difícil ela (Celina) ter falado ‘eu acertei a propina com o cara tal”.


BIRRA NO GOVERNO
“Quando pega birra é foda. Acho que a gente deu uma sorte ali. Eu fui pro lado do Rômulo (Neves). Marcão (Marcos Dantas) não gostava de mim, não queria a gente. Rômulo que ligou na época. Aí o Rômulo saiu, Marcão assumiu e vivia queimando a gente”.


VAI CHEGAR NA GENTE
“Eles tão fazendo investigação sobre Hospital da Criança. Já pegaram lá em novembro. Delegados já têm toda cadeia e tal. A questão de como é feito o repasse das empresas, as contratações de servidor. E agora pediram autorização para quebrar sigilo dos médicos e empresas. Olha, não tenha dúvida que tem tudo, endereço. E vai chegar na gente. Essa é investigação do Eric (Seba), tá bem avançada”.

ROLLEMBERG DISTANTE
“Com governo vai ser difícil. Ele (Rollemberg) não gosta da gente. Deve ter algum motivo pessoal”.


CELINA CHORA
“A Celina se desequilibrou, foi pra sala chorar como criança. Chegou a notícia de um pedido de prisão dela. Para completar notícia do HD dela que tinha sumido. Na verdade, eu acho que não tem nada. Ela se desesperou e chamou eu, Agaciel, Prudente, Sandra, Juarezão. Ela chorando, chorando, e o Wasny entrou. E ela: ‘Wasny, pode esperar mais um minutinho?’ Ele resmungou”.

Diálogo

DETRAN E EMPRESÁRIOS
“Cristiano: Por que (sic) onde vão pegar ela (Celina)? Na questão do Detran, no negócio do Detran. Na verdade vão pegar o Sandro”.

Interlocutor: “Tive com pessoal aí, um grupo de empresários. E eu falei na questão de ter um deputado que vai fazer aquele trabalho por você ali. ‘Você é empresário, ah, você tem uma demanda. Você apoiou o cara na eleição’, que não é o caso, mas você tem uma grana presa na Saúde. O cara tem que ir lá viabilizar o lado do empresário”
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EIXO CAPITAL “Esse Governador É 10 Vezes Mais Bandido Que Agnelo”

“Ele (Rollemberg) continuou tudo o que Agnelo começou”

Por Ana Maria Campos-Correio Braziliense/Marcelo Ferreira/CB/D.A Press –
As primeiras gravações

A primeira gravação das escutas ambientais na Operação Drácon no gabinete da deputada Celina Leão (PPS) ocorreu no momento em que policiais civis e promotores de Justiça promoviam a busca e apreensão autorizada pela Justiça, em 23 de agosto. O áudio mostra o delegado Alexandre Linhares, chefe da Delegacia de Combate aos Crimes contra a Administração Pública (Decap), comentando com um interlocutor a suspeita de que um computador tenha sido retirado do gabinete de Celina antes da operação.

Pior do que Agnelo

Nos primeiros dias depois da Operação Drácon, Celina Leão (PPS) responsabilizava o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) pela denúncia da deputada Liliane Roriz (PTB) que deflagrou a investigação do Ministério Público. Celina fez discurso e deu entrevistas apontando o dedo para o ex-aliado. No gabinete, também não o poupou. “Esse governador é 10 vezes mais bandido que Agnelo”, disse, conforme revelam as gravações ambientais da Drácon. E acrescentou: “Ele (Rollemberg) continuou tudo o que Agnelo começou”.

Inimigo

“Aprendi uma coisa: amigo é amigo. Inimigo é inimigo”. A frase é da deputada Celina Leão (PPS) referindo-se ao deputado Chico Vigilante (PT), num dos momentos em que ela discute com assessores as investigações sobre a vida pessoal e parlamentar do petista. Celina preparava a vingança. Ela não perdoa Vigilante por ter denunciado, depois da Operação Drácon, que Sandro Vieira, seu assessor, levou um computador da Câmara um dia antes da busca e apreensão. O caso é investigado pelo Ministério Público do DF.

Defesa em áudio

Num dos trechos dos diálogos gravados com escuta ambiental pela Operação Drácon, a deputada Celina Leão (PPS) diz a Cristiano Araújo (PSD): “Não há verdade nessa história. Nós vamos desmarcarar”.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Escutas da polícia, autorizadas pela Justiça, envolvem parlamentares investigados pela Operação Drácon. Conversas foram publicadas neste sábado pelo jornal Correio Braziliense.



Os áudios gravados pela polícia, com autorização da Justiça, mostram situações em que os parlamentares se articulam para acusar adversários políticos e montar dossiês para tirá-los do foco das investigações da operação que investigou suposto esquema de corrupção na Câmara. Segundo o jornal, também aparecem situações em que Celina Leão demonstra descontentamento com a atuação do deputado Chico Vigilante, do PT .
Jornal divulga conteúdo de escutas feitas pela polícia em gabinetes de deputados
A Operação Drácon teve início no dia 23 de agosto do ano passado, quando promotores e policiais recolheram documentos e computadores em gabinetes da Câmara Legislativa, para investigar um suposto esquema de corrupção. Os alvos foram os deputados Celina Leão e Raimundo Ribeiro, do PPS, Julio Cesar, do PRB, bispo Renato, do PR, e Cristiano Araújo, do PSD, suspeitos de articularem a aprovação de uma emenda parlamentar para liberar R$ 30 milhões para empresas de UTI, em troca de propina.
No dia 2 de setembro, veio a segunda fase da operação Dracon. Os investigadores estavam atrás de mais documentos, mas as equipes não divulgaram o principal objetivo: retirar as escutas ambientais que tinham sido instaladas nos gabinetes.
Segundo informações divulgadas pelo jornal correio braziliense – e confirmadas pela TV Globo – nas gravações a ex-presidente da CLDF, Celina Leão, demonstra ódio ao distrital chico Vigilante, que denunciou a retirada de computadores do gabinete dela dias antes da operação policial.
Ainda segundo o jornal, há uma gravação que mostra servidores de Celina interessados em informações sobre o filho do deputado petista, inclusive onde o rapaz mora, para “começar a incomodar” Vigilante.
Em outro trecho, diz o jornal, Celina também recebeu em seu gabinete Jefferson Rodrigues Filho, estelionatário que invadiu e clonou o celular do governador Rodrigo Rollemberg.
A deputada Celina disse à TV Globo neste sábado que recebeu Jeferson, mas estava acompanhada de dois policiais civis.
“ Eu sou uma deputada de oposicão, tenho por obrigação receber qualquer tipo de denuncia […]. No caso do governador do Distrito Federal eu nao divulguei nada para a imprensa e encaminhei à Policia Federal para que ela fizesse a investigação. Para saber se aquilo que era dito pelo Jeferson era verdade ou era mentira”.
Sobre “incomodar” o filho do deputado Chico Vigilante, Celina Leão informou que não se responsabiliza pelo que os assessores dela falam.
As escutas também teriam comprovado algo que muito já se falava nos bastidores da Câmara Legislativa: o uso político da CPI da Saúde. Em vez de apurar as denúncias do setor, a CPI seria usada para atacar o governador Rollemberg e retirar o foco das suspeitas sobre os deputados distritais.
O jornal também aponta conversas gravadas no gabinete do deputado Cristiano Araújo em que ele admitiria que agiu como intermediador entre empresários da saúde e colegas deputados:
“Eu não fiz o negócio. Eu levei o assunto, cara. Eu não pedi nada pra ninguém, tanto é que viajei. Agora, os bispos (Renato Andrade e Julio Cesar) vão ficar mentindo até a última hora.
E sobre uma possível cassação de mandato, segundo a reportagem, Cristiano Araújo teria dito a um interlocutor: “Vamos ser sinceros? Ninguém aqui é virgem”. A resposta: “Isso é fichinha, meu amigo”.
Os cinco deputados alvos da Operação Drácon foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público pelo crime de corrupção passiva. A Justiça ainda avalia se vai abrir processo.
Cristiano Araújo disse por meio de nota que “defende a divulgação dos áudios na íntegra porque eles reforçam sua defesa”.
Bispo Renato disse que não comenta conversas de terceiros.
O advogado de Júlio César disse que ainda não teve acesso ao conteúdo total do processo e que não pode comentar sobre a fala de terceiros.
* Colaborou Rita Yoshimine, TV Globo
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Três Deputados Distritais Ganham Acima Do Teto Constitucional

Enquanto servidores da Câmara Legislativa que ganham acima do teto constitucional terão seus excedentes glosados pela Casa, deputados que se enquadram na mesma situação não serão atingidos pela medida baixada na última semana pelo parlamento. Três dos 24 distritais recebem acima do limite imposto pela lei máxima do país, de R$ 33,7 mil por mês. São eles: Agaciel Maia (PR), Raimundo Ribeiro (PPL) e Wellington Luiz (PMDB).
Eles são aposentados de órgãos da União e do Distrito Federal e, somando-se os ganhos da atividade parlamentar e os vencimentos como servidores inativos, recebem mais que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
A portaria que glosa os contracheques dos servidores, publicada em 20 de fevereiro, foi elaborada pela chamada Mesinha da Câmara. O grupo é formado por secretários-executivos que assessoram os distritais que comandam a Casa, entre eles, Wellington Luiz, vice-presidente, e Raimundo Ribeiro, terceiro-secretário.
Mas a decisão de cortar os supersalários veio do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). A Corte rastreou os servidores que ganhavam mais que os ministros do Supremo, especialmente por terem se aposentado em outros órgãos. Do total de 1.056 funcionários da Casa, 12 recebem acima do teto constitucional e terão o corte nos contracheques. De acordo com a Câmara, a economia mensal será de R$ 100 mil.O questionamento do TCDF sobre os supersalários não citou os parlamentares, motivo pelo qual, segundo o próprio presidente da Casa, Joe Valle (PDT), a medida não foi estendida aos deputados. “Nos próximos dias, a Mesa Diretora vai se reunir e definiremos como vamos abordar a questão dos salários dos deputados. Ainda precisamos avaliar a situação. O corte nos salários foi uma decisão do TCDF e a Casa apenas está cumprindo a determinação”, justificou Joe Valle.
SomatórioSegundo o portal do Senado Federal, o salário bruto de Agaciel Maia como aposentado da Casa é de R$ 42.294,24. Somado ao vencimento como distrital, o valor aproximado que ele recebe mensalmente é de R$ 67,4 mil (fora os descontos).
Agente da Polícia Civil aposentado, Wellington Luiz, além dos ganhos como deputado, tem uma renda extra de R$ 10.312,83, segundo o Portal da Transparência. Juntos, os valores chegam a R$ 35 mil mensais. “Eu recebo, mas a decisão do TCDF só diz respeito aos servidores aposentados da Casa. Agora, se eles entenderem que a gente tem que devolver, não vejo problema algum”, declara o peemedebista.
Raimundo Ribeiro se aposentou recentemente como advogado da União, Classe Especial. O vencimento do cargo é de R$ 19.451. Os ganhos cumulativos dos dois órgãos chegam perto de R$ 45 mil (valor bruto). O deputado também diz não ver problema de abrir mão de parte de seus ganhos, mas ressaltou que são fontes diferentes, o que não interfere no recebimento.
Decisão do TCUSegundo Agaciel Maia, os vencimentos dos distritais se enquadram como subsídios. “Não há problema no fato de o deputado receber seu salário de outra fonte pública. Até porque a lei permite, pois eu não sou contratado da Casa, mas exerço um mandato eletivo. O que não poderia é se eu fosse um servidor comissionado e recebesse das duas fontes. Daí eu teria que optar por outra fonte”, diz o distrital.
Apesar da tese, a Constituição Federal, no artigo nº 37 inciso XI, veda que qualquer servidor, independentemente de ter mandato eletivo ou não, ultrapasse o teto dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Em 2009, o Tribunal de Contas da União (TCU) analisou consulta do então deputado federal Antônio Cambraia (PSDB-CE), que pediu para manter a aposentadoria e o subsídio como parlamentar. A decisão da Corte foi negar o acúmulo dos vencimentos acima do ganho dos ministros do STF.
Fonte: Metropoles
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Uma pessoa morre e outra fica gravemente ferida em atropelamento em Santa Maria


Foto: Divulgação
Uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida após serem atropeladas na manhã desta segunda-feira (27), às 6h40, na QR 103, Conjunto T, em Santa Maria. As vítimas, segundo testemunhas, foram atingidas por um homem que dirigia um micro-ônibus da Cootarde.
Segundo a Polícia Civil, o motorista é filho de um despachante da empresa de ônibus. Momentos antes, ele teria ido até garagem da Cootarde, que fica próximo ao local do atropelamento, e, como já era conhecido pelos seguranças, não foi barrado para entrar. Em seguida, ele entrou no micro-ônibus e fugiu, quase atropelando os seguranças.
Testemunhas ouvidas pela Polícia Militar informaram que as vítimas haviam discutido com o motorista horas antes. A motivação do atropelamento teria sido uma rasteira que uma das vítimas deu no motorista durante a madrugada.
Após o atropelamento, Adriano Ribeiro Felix, de 40 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. A outra vítima, A. R. F., 34, foi transportada pelo Samu para o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), em estado grave.
O veículo foi encontrado na garagem da empresa, localizada na CL 200. O motorista ainda não foi localizado. A 33ª Delegacia de Polícia, responsável pela região, investiga o caso. Fonte:JBr
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Vídeo: Policiais impedem mulher de pular da plataforma da Rodoviária do Plano Piloto


Foto: Divulgação
A Polícia Militar do DF resgatou uma mulher de 43 anos que ameaçava se jogar da plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto. A ação ocorreu por volta das 9h30 desta segunda-feira (27).

Em um vídeo gravado pela corporação, o tenente aparece conversando com a mulher. “Tentei acalmá-la, falar sobre Deus, e quando vimos a oportunidade de salvá-la, agimos”, explica. Ainda nas imagens, é possível ver o momento em que o sargento Cláudio Celestino aparece por trás da mulher e a agarra rapidamente.De acordo com o tenente Wesley Eufrázio, que atuou no resgate, ela estava muito nervosa e alegava ter problemas familiares. “Ela dizia que ninguém gostava dela e que queria morrer”, contou.
Em seguida, ela foi transportada pelos bombeiros para o Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Fonte:JBr
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Pronto Atendimento Infantil do HRG será reaberto em primeiro de março

Serão inicialmente 23 novos pediatras para o PAI do HRG

O Pronto Atendimento Infantil (PAI) do Hospital Regional do Gama (HRG), que estava fechado desde agosto do ano passado, volta a funcionar no primeiro dia de março. Para o bem das crianças e seus familiares.

Na manhã desta quarta (22/2) houve reunião no HRG para apresentação dos novos pediatras com contratos temporários.

Verdade que deveriam ser pediatras concursados. Mas o GDF dormiu no ponto, não se sabe o porquê (ou se sabe?), e mesmo depois de dois anos de nova gestão do Buriti ainda não realizou concurso público para emprego efetivo. O que levou à repetição da ineficiente prática de contratação temporária de pessoal.

Que os 24 novos pediatras possam contribuir para minorar o sofrimento e a angústia das crianças e seus familiares, que estavam sendo forçados a se deslocarem da cidade do Gama para outros hospitas, alguns há distâncias superiores a 30 quilômetros de onde moram.

Os 24 pediatras permitirão que o hospital programe para o PAI uma boa escala de pessoal, o que deverá permitir um bom atendimento, como tanto merecem nossas crianças.

A soma de forças do Conselho Regional de Saúde do Gama, entidades, foruns populares, pais, crianças, e demais moradores, valeu a pena. Teremos de volta mais um serviço do velho,bom e indispensável HRG. Mas que para voltar a ser bom, cada vez melhor, precisa receber carinho e recursos do governo do Distrito Federal.                   Fonte:http://www.gamacidadao.com.br
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Operação Drácon - Gravações revelam ação de deputados nos bastidores da Câmara do DF

Por G1 DF* 
Informações divulgadas neste sábado (25) pelo jornal Correio Braziliense – e confirmadas pela TV Globo – revelam conversas que aconteceram nos gabinetes dos deputados Celina Leão (PPS), Cristiano Araújo (PSD), e Júlio César (PRB), entre 23 de agosto e 2 de setembro de 2016, quando foi deflagrada a Operação Drácon.
Os áudios gravados pela polícia, com autorização da Justiça, mostram situações em que os parlamentares se articulam para acusar adversários políticos e montar dossiês para tirá-los do foco das investigações da operação que investigou suposto esquema de corrupção na Câmara. Segundo o jornal, também aparecem situações em que Celina Leão demonstra descontentamento com a atuação do deputado Chico Vigilante, do PT .
A Operação Drácon teve início no dia 23 de agosto do ano passado, quando promotores e policiais recolheram documentos e computadores em gabinetes da Câmara Legislativa, para investigar um suposto esquema de corrupção. Os alvos foram os deputados Celina Leão e Raimundo Ribeiro, do PPS, Julio Cesar, do PRB, bispo Renato, do PR, e Cristiano Araújo, do PSD, suspeitos de articularem a aprovação de uma emenda parlamentar para liberar R$ 30 milhões para empresas de UTI, em troca de propina.
No dia 2 de setembro, veio a segunda fase da operação Dracon. Os investigadores estavam atrás de mais documentos, mas as equipes não divulgaram o principal objetivo: retirar as escutas ambientais que tinham sido instaladas nos gabinetes.
Segundo informações divulgadas pelo jornal correio braziliense – e confirmadas pela TV Globo – nas gravações a ex-presidente da CLDF, Celina Leão, demonstra ódio ao distrital chico Vigilante, que denunciou a retirada de computadores do gabinete dela dias antes da operação policial.
Ainda segundo o jornal, há uma gravação que mostra servidores de Celina interessados em informações sobre o filho do deputado petista, inclusive onde o rapaz mora, para “começar a incomodar” Vigilante.
Em outro trecho, diz o jornal, Celina também recebeu em seu gabinete Jefferson Rodrigues Filho, estelionatário que invadiu e clonou o celular do governador Rodrigo Rollemberg.
A deputada Celina disse à TV Globo neste sábado que recebeu Jeferson, mas estava acompanhada de dois policiais civis.
“ Eu sou uma deputada de oposicão, tenho por obrigação receber qualquer tipo de denuncia [...]. No caso do governador do Distrito Federal eu nao divulguei nada para a imprensa e encaminhei à Policia Federal para que ela fizesse a investigação. Para saber se aquilo que era dito pelo Jeferson era verdade ou era mentira”.
Sobre “incomodar” o filho do deputado Chico Vigilante, Celina Leão informou que não se responsabiliza pelo que os assessores dela falam.
As escutas também teriam comprovado algo que muito já se falava nos bastidores da Câmara Legislativa: o uso político da CPI da Saúde. Em vez de apurar as denúncias do setor, a CPI seria usada para atacar o governador Rollemberg e retirar o foco das suspeitas sobre os deputados distritais.
O jornal também aponta conversas gravadas no gabinete do deputado Cristiano Araújo em que ele admitiria que agiu como intermediador entre empresários da saúde e colegas deputados:
“Eu não fiz o negócio. Eu levei o assunto, cara. Eu não pedi nada pra ninguém, tanto é que viajei. Agora, os bispos (Renato Andrade e Julio Cesar) vão ficar mentindo até a última hora.
E sobre uma possível cassação de mandato, segundo a reportagem, Cristiano Araújo teria dito a um interlocutor: “Vamos ser sinceros? Ninguém aqui é virgem”. A resposta: “Isso é fichinha, meu amigo”.
Os cinco deputados alvos da Operação Drácon foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público pelo crime de corrupção passiva. A Justiça ainda avalia se vai abrir processo.
Cristiano Araújo disse por meio de nota que “defende a divulgação dos áudios na íntegra porque eles reforçam sua defesa”.
Bispo Renato disse que não comenta conversas de terceiros.
O advogado de Júlio César disse que ainda não teve acesso ao conteúdo total do processo e que não pode comentar sobre a fala de terceiros.
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