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Policiais militares do DF engrossam coro por aumento

quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Toninho Tavares/Agência Brasília
Manuela Rolim
manuela.rolim@jornaldebrasilia.com.br
No dia seguinte à entrega dos cargos de chefia pelos policiais civis do DF, devido à falta de acordo com o governo local, os militares decidiram reivindicar o mesmo reajuste salarial da categoria, de 37%. Ontem, às 9h30, associações dos bombeiros e policiais militares se reuniram em assembleia no Clube dos Oficiais, no Setor de Clubes Esportivos Sul, para tratar da paridade das categorias com a PCDF. Mais tarde, por volta das 19h30, estava marcado outro encontro com os praças para tratar do mesmo assunto, na Praça do Relógio, em Taguatinga.
“Não aceitamos qualquer aumento diferenciado. Se isso acontecer, o governo terá problemas. Exigimos os mesmos 37% de reajuste que a Civil pede”, afirma o vice-presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares do DF (Aspra), sargento reformado Manuel Sansão Alves Barbosa.
Aceno favorável
Segundo ele, recentemente, em reunião fechada com o governador Rodrigo Rollemberg e com o chefe da Casa Militar, coronel Claudio Ribas, “ficou acertado que o GDF daria o mesmo percentual de aumento para as corporações”. Desde então, o presidente da Aspra está confiante.
Saiba mais
Jornal de Brasília procurou o Governo de Brasília, a Casa Civil e a Polícia Militar, mas não obteve resposta de nenhuma das instituições até o fechamento desta edição.
Ao formar um grupo de trabalho envolvendo a PMDF, a ideia era construir uma proposta que atendesse às necessidades dos militares e fosse adequada à atual situação financeira do DF.
Na ocasião, o governador destacou a necessidade de ter “muita cautela”, mas se disse “aberto a construir uma proposta razoável para todo mundo”.
“Acreditamos no governo, ele se mostrou empenhado nisso. Não por acaso, ainda não falamos em greve ou paralisação. Se não houver possibilidade de reajuste para todo mundo, não vamos aceitar. Vamos cobrar nossos direitos”, completa.
Na assembleia, os militares fizeram questão de discordar de qualquer tentativa de se estabelecer uma hierarquia de relevância institucional. “Não admitimos discórdia entre os profissionais da segurança pública do DF. Queremos reafirmar a legitimidade do pleito de paridade salarial dos oficiais e praças ativos, inativos e pensionistas com os policiais civis, assegurando o mesmo índice de reajuste remuneratório, as mesmas datas de concessão e o encaminhamento conjunto da mensagem ao Governo Federal”, conclui Sansão.
Impasse na Polícia Civil
Apesar de 1,1 mil servidores da Polícia Civil – dos quais 196 delegados comissionados – em posição de chefia terem deixado os cargos à disposição na última terça-feira, as delegacias funcionaram normalmente ontem. Na 21ª DP (Taguatinga) e na 5ª DP (Setor de Grandes Áreas Norte), por exemplo, as ocorrências foram registradas sem grandes problemas.
A expectativa era de que as exonerações começassem a ser protocoladas o mais rapidamente possível e que as delegacias recebessem apenas casos graves. A instituição tomou essa medida depois que teve o reajuste de 37% a 43% negado pelo GDF, ou seja, ainda não alcançou a isonomia salarial com a Polícia Federal. Outras atividades também ficariam suspensas.
O diretor-geral da corporação, Eric Seba, afirmou que a categoria não viu outra saída para o problema. “Os policias estão insatisfeitos e entendem que a decisão é justa. Essa também é minha opinião. O discurso da paridade com a PF acabou ruindo pela justificativa de sempre, que não há dinheiro. De fato, existe um caos, estamos todos acompanhando, mas buscamos um diálogo e uma saída para o impasse. Não haverá um abandono das delegacias. Temos responsabilidade”, garantiu.
O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil (Sindepo-DF), delegado Rafael Sampaio, destacou ainda que “não há uma relação de confiança com esse governo”. De acordo com ele, a abdicação das funções foi unânime, o que vai inviabilizar inúmeras competências dentro da instituição. “Não podemos deixar a população desassistida no caso de crimes contra a vida, mas haverá uma grave redução da operacionalidade “, conclui.
Na primeira semana de julho, o governador Rodrigo Rollemberg recebeu representantes do Fórum das Associações Representativas dos Policiais Militares e dos Bombeiros Militares do DF para discutir as possibilidades de reajuste salarial das categorias. Na ocasião, ficou definido que seria formado um grupo de trabalho com representantes da PMDF, dos bombeiros, da Casa Civil, da Secretaria de Fazenda e da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão.
 
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