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terça-feira, 16 de agosto de 2016
Vice-governador não comparece para acareação na CPI da Saúde
FOTO: PEDRO VENTURA/AGÊNCIA BRASÍLIA
 A esperada acareação entre o vice-governador do DF, Renato Santana, e a presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, marcada para a manhã desta segunda-feira (15), em reunião da CPI da Saúde da Câmara Legislativa não pôde ser realizada. Protegido com a prerrogativa legal de não ser obrigado a comparecer por convocação, o vice-governador enviou à CPI justificativa por escrito de sua ausência. Ele alega que já compareceu espontaneamente à CPI no mês passado, quando negou ter conhecimento de qualquer esquema de corrupção na Secretaria de Saúde.
O presidente da CPI, deputado Wellington Luiz (PMDB), criticou a ausência de Santana e as estratégias adotadas por outros convocados para não prestarem depoimento. "As ausências e os silêncios garantidos por habeas corpus só indicam que há muito a ser investigado. A sociedade pode estar certa de que vamos dar uma resposta à população, mesmo que tentem atrapalhar nossos trabalhos", afirmou.
Wasny de Roure (PT) também lamentou a ausência do vice-governador. "A falta dele aqui hoje traz sérios prejuízos à investigação, pois perdemos a chance de esclarecer os encontros que ele e Marli tiveram, nos quais foram comentados supostos esquemas de corrupção no GDF", criticou.
Wellington Luiz também criticou o Ministério Público do DF por se negar a repassar à CPI documentos e gravações entregues pela presidente do SindSaúde. "É lamentável que o MP se recuse a colaborar com a investigação, tanto negando acesso a documentos como orientando os depoentes a ficarem em silêncio na CPI", observou.
Reunião Secreta- Mesmo com a ausência de Renato Santana, os deputados deram continuidade à reunião da CPI ouvindo mais uma vez a sindicalista Marli Rodrigues. O deputado Wasny de Roure apresentou uma lista de contratos firmados pela Secretaia de Saúde com mais de 60 empresas nos anos de 2015 e 2016 e perguntou se Marli teria conhecimento de alguma irregularidade. A depoente respondeu que em pelo menos três empresas haveria indícios de corrupção, mas preferiu dar mais detalhes somente em reunião secreta, sem a presença da imprensa ou de assessores, o que deve ocorrer ainda hoje, após a reunião em plenário.
Outras informações mais pormenorizadas sobre o suposto esquema de corrupção também foram prometidas por Marli Rodrigues aos membros da CPI. Por outro lado, a depoente reiterou que já não possui mais nenhuma gravação ou documento, pois teria encaminhado todo o material ao Ministério Público.
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