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Bem Informado Ninguém é Enganado

Bem Informado Ninguém é Enganado

DO ALTODA TORRE. Millena Lopes & Francisco Dutra redacao@jornaldebrasilia.com.br (08/07)

sábado, 9 de julho de 2016

Portal chama atenção da ONU

ASCOM/Casa Civil
O Portal do Voluntariado entrou no radar da Organização das Nações Unidas (ONU). Com poucos dias de vida, a rede social de voluntários, lançada pelo governo Rollemberg, cresce em ritmo acelerado e conseguiu superar a marca de 73 mil acessos. “A ONU nos pediu informações sobre o projeto. Querem também uma apresentação em um evento que está sendo preparado para julho, a partir do dia 15. Não fizemos previsões quando pensamos no portal. Mas sabíamos que podíamos esperar a participação da população, porque Brasília tem vocação natural para o voluntariado”, comentou o secretário adjunto de Relações Institucionais e Sociais, Igor Tokarski (foto).
Desempenho solidário
Mais de 2.368 cidadãos e cidadãs cadastraram-se para participar de ações solidárias, com a disponibilidade de quase 64 mil horas de trabalho voluntário. No lançamento, em 21 de junho, a rede tinha 400 inscritos disponíveis para 14 mil horas de serviços. No nascimento, a ferramenta agregava 13 entidades sociais ofertando projetos, fora o próprio GDF. Com poucos dias de funcionamento, este número decolou para 60. Atualmente, existem 4.784 oportunidades de trabalho voluntário. E quantas pessoas podem ser ajudadas, beneficiadas ou atingidas por estes atos solidários? Pelas contas do Buriti, o público-alvo supera a marca de 74 mil pessoas.
Apenas um passo
ASCOM/Casa Civil
ASCOM/Casa Civil
Mesmo com a boa largada, o GDF considera que o portal ainda precisa de muito trabalho para atingir uma condição de excelência. “Queremos ainda mais participação. Queremos mais voluntários e que mais instituições usem o portal para para anunciar seus projetos e buscar colaboradores”, afirmou Tokarski. O Buriti também espera que a ferramenta ajude secretarias e empresas públicas para alavancar ações governamentais com apoio popular.
Vespeiro em fúria
Ao questionar a postura acadêmica de um professor que levantou o debate sobre gênero em sala de aula, a deputada distrital Sandra Faraj (SD) mexeu com um vespeiro. Ou melhor, chutou, esmurrou, estapeou, mordeu e beliscou. A categoria dos professores e extremamente unida e aguerrida e muitos sentiram-se feridos de morte pela parlamentar. Agora alguns organizaram grupos nas redes sociais para fazer uma devassa na vida da parlamentar. E os docentes não ficarão apenas por aí. Eles prometem esmiuçar a conduta de membros importantes do grupo político de Faraj. Se acharem alguma coisa? Bem, pode esperar pelas ferroadas.
Marca tenebrosa
O governo Rollemberg disse, diz e dirá sempre que não tem ligação com o PLP 257/2016. O texto redigido pelo Governo Federal, durante a gestão de Dilma Rousseff pode gerar uma série de restrições ao servidores públicos de todo país. Não é sem razão, que é tido como o “pacote de maldades”. Os trabalhadores culpam Rollemberg, pois o projeto nasceu das negociações do Planalto com o Fórum Permanente dos Governadores. O governador do DF nega a responsabilidade em vão. Até hoje lideres sindicais ligam o nome do socialista ao “tenebroso” texto.
Cara a cara
O presidente em exercício Michel Temer ficará cara a cara com o Setor Produtivo hoje na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Ao lado de outros nomes do governo, Temer participará da Reunião da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). Apesar das primeiras ações efetivas da equipe econômica da gestão “tampão”, o mercado ainda está “desconfiado” com a gestão Temer. As recentes promessas pacotes de bondades feitas pelo presidente, em tempos que pedem remédios amargos, despertaram críticas e duvidas no setor financeiro. Então nesta sexta-feira teremos uma oportunidade para esclarecer as coisas ou não. De um jeito ou de outro, será um sinal.
Não passará
O senador José Antônio Reguffe (sem partido) decidiu marcar posição contra um eventual aumento de impostos sinalizado pelo Governo Federal. “Não vou aceitar que jogue um aumento de impostos para o contribuinte, não. E também não terá meu voto qualquer autorização para o governo fazer meta fiscal negativa com déficit algum. Um governo que seja sério tem que fazer suas despesas dentro do que tem de receita e não fazer o contribuinte pagar por suas ineficiências, irresponsabilidades e/ou incompetências”, postou Reguffe no Facebook.
Obras para ver e sofrer
Rollemberg quer mostrar serviço. Quer recuperar a credibilidade perante a população. Deseja que seus posts voltem a ser aplaudidos digitalmente pelos internautas. Isso é legítimo e salutar considerando que ele espera fazer um bom governo. Para mostrar serviço o governo vem promovendo diversas obras de manutenção em vias importantes do DF. Até aí tudo bem. Mas os trabalhos estão sendo feitos em horários de grande fluxo de veículos e afetam o trânsito. Como resultado os motoristas observam o GDF com mãos na obra e ao mesmo tempo não poupam reclamações pelos congestionamentos. E como recordar faz parte, vale lembrar que a gestão de Agnelo Queiroz adotou uma estratégia bem parecida. Não gerou bons resultados e muito menos votos.
 
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