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Acidente nesta madrugada mata duas pessoas em Samambaia

domingo, 31 de julho de 2016

CBMDF
Um capotamento na QR 409 de Samambaia deixou duas mulheres mortas na madrugada deste domingo (31). Informações preliminares do Corpo de Bombeiros afirmam que no carro haviam quatro mulheres. Duas ainda saíram com sofrimentos graves.
O veículo capotou no canteiro centra. Uma das vítimas foi transportada pela aeronave dos Bombeiros para o Hospital de Base com traumatismo cranioencefálico grave, enquanto a outra foi transportada pelo SAMU.
Até o momento não foi possível realizar a identificação das vítimas pela necessidade da perícia.
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Motociclistas percorrem as ruas de Brasília em comboio recorde

FOTO: RENATO ARAÚJO/AGÊNCIA BRASÍLIA
Cerca de 35 mil motociclistas percorreram, na tarde deste sábado (30),  54 quilômetros em um comboio recorde nas ruas de Brasília. Reunidos desde às 16 horas, representantes de várias partes do Brasil e de outros países saíram do Parque de Exposições da Granja do Torto onde, há nove dias, ocorre a 13ª edição do Brasília Capital Moto Week. Em 2015, 30 mil motociclistas fizeram o mesmo percurso.
Os participantes saíram do parque de exposições, passaram pelo Eixo Rodoviário Norte, desceram até a Esplanada dos Ministérios, passaram pela Via S1, atravessaram a Ponte JK, voltaram pela barragem do Lago Paranoá, entraram no Lago Norte, acessaram a Estrada Parque de Indústria e Abastecimento e voltaram para Granja do Torto.
De acordo com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar do Distrito Federal (BPTran), que coordenou a operação, houve interdições nas vias durante a passagem das motos. No Buraco do Tatu (passagem entre os lados Sul e Norte do Eixo Rodoviário) e na Ponte JK, os agentes desviaram o trânsito para a passagem dos motociclistas por cerca de 30 minutos em cada local. Nos demais pontos, os bloqueios duraram menos tempo.
Sessenta motos do BPTran, dez do Batalhão de Policiamento Rodoviário da Polícia Militar do Distrito Federal, seis do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) e seis do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federaltambém acompanharam o comboio.
Evento deste ano bate o recorde de público e de motociclistas participantes
Além da grande quantidade de motociclitas no passeio turístico, o público e a quantidade de motos que passaram pelo evento em 2016 também superaram as expectativas. Até o início da tarde de hoje (30) cerca de 620 mil pessoas — 120 mil a mais que no ano passado — e cerca de 230 mil motos estiveram no parque de exposições. Em 2015, o número de veículos foi de 150 mil. De acordo com a organização do evento, é esperado que a circulação de pessoas chegue a 650 mil até o fim do domingo (31).
Além do passeio, a 13ª edição do Brasília Capital Moto Week reúne estandes de vendas com produtos motociclísticos, concessionárias especializadas, atrações culturais, apresentações com motos e atividades de conscientização no trânsito para motociclistas e condutores de outros veículos.
Criado em 2004 como Brasília Motocapital, o evento surgiu para comemorar o Dia Nacional do Motociclista (27 de julho) e, desde então, ocorre anualmente, sempre na última semana do mesmo mês. O Brasília Capital Moto Week  entrou para o calendário oficial do Distrito Federal com lei sancionada em 24 de abril de 2015.
13º Brasília Capital Moto Week
Até 31 de julho
Das 8 horas às 18 horas
Parque de Exposições da Granja do Torto
Classificação livre
Entrada gratuita para motociclistas
Condutores de outros veículos pagam R$ 60 (inteira). 
Estudantes, jovens de baixa renda registrados no Cadastro Único, idosos e pessoas com deficiência pagam meia-entrada.
Agência Brasília
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Morre Cesino Bernardino, fundador dos Gideões Missionários da Última Hora Líder pentecostal estava em coma desde junho na UTI do Hospital Santa Catarina

Morre pastor Cesino Bernardino
O pastor Cesino Bernardino, 81 anos, conhecido por ter fundado os Gideões Missionários da Última Hora, é chamado por muitos de “Pai de missões”. No final de junho, após ter realizado uma cirurgia, ele entrou em coma profundo.
Foram feitas diversas campanhas de oração lideradas pelo seu filho, pastor Reuel Bernardino, na expectativa de um milagre. Cesino tinha sérios problemas nos rins e nos pulmões.
Na tarde deste sábado (30/07) ele entrou em óbito, após passar mais de um mês na UTI do hospital Santa Catarina, em Blumenau.
A Convenção de pastores do estado de Santa Catarina emitiu nota oficial, anunciando que o funeral do líder pentecostal será no pavilhão dos Gideões Missionários neste domingo. O sepultamento ocorrerá na segunda-feira, dia primeiro de agosto.
Desde o anúncio do falecimento, as redes sociais foram tomadas de mensagens de condolências de pastores, líderes evangélicos e políticos. O presidente da CGADB, pastor José Wellington Bezerra da Costa, manifestou seu pesar, bem como o pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém. O deputado federal pastor Marco Feliciano (PSC/SP) escreveu um texto no Facebook onde chamou Cesino de “herói da fé”.

Pastor fez história

Os GMUH surgiram no final da década de 1970, idealizado por Bernardino, recém chegado para assumir a Assembleia de Deus em Camboriú, Santa Catarina. Devido às grandes dificuldades financeiras da congregação, ele iniciou uma campanha de oração para que Deus o orientasse.
Segundo a revelação dada aos membros da igreja, que faziam reuniões de oração em suas casas, anunciou-se que a pequena cidade se tornaria referência para o país. Seguindo a tradição pentecostal, o pastor Cesino pregava constantemente em sua igreja e nas cidades vizinhas sobre o batismo no Espírito Santo.
Logo, ele reuniu uma equipe que, compartilhando de sua visão começou a preparar encontros de avivamento. No início da década de 1980, Bernardino realiza um congresso para os membros da igreja de Camboriú, o 1º Encontro de Missões, na igreja sede.
Na ocasião, foi comissionada a primeira missionária do ministério, enviada para a Argentina. Em pouco tempo surgiram outros. Criou-se uma tradição, que continua até hoje de realizar a cada mês de abril um evento similar em Camboriú.
Em 2016, celebrou-se o 34º Encontro dos Gideões, considerado o maior evento do tipo no mundo. Seguindo um crescimento contínuo com o passar dos anos, o encontro sempre reúne pessoas de todo o Brasil e também exterior.
De acordo com a organização do evento, cerca de 150 mil pessoas participam do encontro.               Fonte:Gospel Prime
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Grampos: Santana joga o Ibram na roda

sexta-feira, 29 de julho de 2016

kleber lima
Millena Lopes
millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br
A comprida conversa do vice-governador Renato Santana e da sindicalista Marli Rodrigues deve azedar de vez a relação entre o político do PSD e o governador Rodrigo Rollemberg. Ao insinuar que há pagamento de propina no Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Distrito Federal (Ibram), ele escancara o abismo que há entre ele e o chefe do Executivo.
Santana relata o problema vivido por um empresário do DF, que esperaria há um ano e meio por uma licença para ampliar o negócio, em Vicente Pires. Disse que a burocracia só poderia ter um motivo. Quando Marli Rodrigues questiona se é propina. Ele confirma: Exato.
O Governo do DF não quis comentar o assunto. E, por meio da Subsecretaria de Relações com a Imprensa, informou que só vai se manifestar quando tiver acesso a todos os áudios, na íntegra.
Conflitos internos
Quando falaram sobre organizações sociais, Renato Santana duvidou que o governo consiga implementar o modelo na saúde pública do DF. “Você acha mesmo que, em um ano e meio, um governo que não conseguiu decolar… sabe qual é a chance, e eu falo sem medo, de o governo implantar OS? É zero”, disse.
Reconheceu para a sindicalista que o governo está loteado e completamente dividido. “Os caras fazem questão de deixar claro isso. Quem tá lá é o PSD, é problema do PSD. PSD é o cacete, quem está lá é o governo”, desabafou. “As pessoas não se remetem ao governador como líder maior. Não têm referência”, destacou o vice-governador.
“Nem o básico”
E repetiu que a atual gestão não conseguiu fazer nem o “básico” até agora. “Não conseguimos botar para rodar”, simplifica.  Sobre a intenção de implementar o modelo “a toque de caixa”, ele diz que o governo parece ignorar o Ministério Público e os servidores públicos. “Em um ano e três meses, não conseguimos botar para rodar uma PPP. Sabe por que? Por que tem 20 nêgo fora do governo se matando pelo lixo”, disse.
Versão oficial
Ontem, a Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável do DF resolveu se manifestar sobre a fala do vice-governador de que haveria prisões no governo, por conta das parcerias público-privadas. Na nota, a pasta diz que resolveu sugerir a transferência da Subsecretaria de PPP’s para uma secretaria do núcleo de gestão central do governo.
É praxe, diz a pasta, do governador  e do  vice alertar quanto à necessidade de contínuo aprimoramento dos mecanismos de controle de cada órgão e a estrita observância dos princípios legais, constitucionais e norteadores da administração pública.
“A secretaria desconhece qualquer irregularidade de agente público ou privado nessa questão”, diz a secretaria, que reforça que é “de fundamental importância para o desenvolvimento econômico e social do DF as parcerias com a iniciativa privada”.
A conversa
Renato Santana – Hoje eu fui em Vicente Pires, onde um cara tem uma casa de material de construção. Aí o camarada, há um ano e meio, está tentando tirar uma licença para desdobrar madeira. Ele não pode pegar a tora e processar lá, mas ele recebe a madeira já processada e recebe uma tábua de dois metros. Se você vai lá e quer comprar uma tábua de 0,50 centímetros, ele corta para você. Desse corte, sai o pó de serra, que ele pega e entrega no Zoológico para ser utilizado nas baias dos animais. Quando o pó está vencido, ele vai lá e recolhe e vende ou dá para uma associação de chacareiros para fazer adubo. Fez tudo certo. Foi no Ibama, pagou taxa, publicou no Diário Oficial… E o Ibram… O que você acha que é isso? Eu não acreditei e fui lá (…) O cara do Ibram falou que é por que tinha uma dúvida e tinha que consultar a Terracap, sobre a regularização das terras (…) O que você acha que é isso?
Marli Rodrigues – Propina?
Renato Santana – Exato.
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Refeição nos hospitais: suspeita de nova fraude

João Paulo Mariano – Especial para o Jornal de Brasil
redacao@jornaldebrasilia.com.br
Uma das empresas que ganhou oito dos 13 lotes para cuidar da alimentação dos hospitais e centros de saúde, a Nutrindus Alimentos Ltda., é suspeita de ter entregue um atestado falso e outro fora do prazo estipulado pelo edital. Há 13 anos, não havia licitação para o fornecimento de alimentação na rede pública de saúde do DF. Sete deles, foram feitos por contratos emergenciais.
O pregão eletrônico foi publicado no dia 15 de maio e finalizado na última quarta-feira pela Secretaria de Saúde do DF. O novo processo licitatório já foi enviado ao Tribunal de Contas do DF.
De acordo com as regras do edital, o envio da documentação para atestar a capacidade técnica deveria ser encaminhada, primeiro pela internet, no dia 18 de maio, e a segunda, três dias úteis depois. De acordo com os autos do processo, a empresa Nutrindus Alimentação Ltda apresentou dois atestados de capacidade técnica.
Um expedido pela Secretaria de Saúde de Santa Catarina, que apresentou o documento em datas distintas das determinadas pelo edital, além de duas copias diferentes. O segundo atestado, como uma versão mais completa do que o primeiro, foi enviado quase 30 dias depois. O segundo documento foi expedido pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), em que há suspeita de falsificação.
Carimbado
O carimbo usado no documento supostamente fraudado também indica má-fé. Ao observar o atestado apresentado pela Nutrindus e o considerado verdadeiro pela diretora da EMSERH é possível perceber que há uma divergência entre a função da mesma no carimbo – gerente administrativa – e a na assinatura – diretora administrativa.
Além disso, no suposto documento falsificado, o sobrenome de Magisa Sousa aparece escrito com ”z”, mas na verdade seria com “s”. O caso está sendo investigado pela polícia. A empresa Nutrindus não respondeu ao nossos contatos.
Polícia e TCDF no caso
A Delegacia de Defraudações da Polícia Civil do Maranhão apura a suspeita de que um dos atestados de capacidade técnica da Nutrindus, tenha sido falsificado para beneficiar a empresa. A diretora administrativa da EMSERH, Magisa Garcez Barrosa Sousa, fez um boletim de ocorrência em São Luis do Maranhão denunciando que o atestado apresentado pela Nutrindus não teria sido o que ela escreveu.
O Tribunal de Contas do DF já havia suspendido o pregão, de forma cautelar, em dezembro do ano passado por suspeitas de sobrepreço. Depois de analisar o edital, o corpo técnico do TCDF identificou deficiências nas planilhas e pesquisas de preço apresentadas. À época, o preço apresentava um acréscimo de 32% do valor pago a empresa CIAL e de 21% do acordado com a Sanoli. A liberação só foi feita no dia 26 de abril deste ano.
Em nota, o TCDF disse que está acompanhando essa licitação desde a publicação do edital de abertura. Qualquer indício de ilegalidade ou irregularidade vai ser objeto de apuração pelo Tribunal. A Corte também afirma pode requisitar documentos e informações tanto aos órgãos investigadores do Maranhão quanto à própria Secretaria de Saúde do DF. Caso as irregularidades se comprovem, pode determinar correções e, se houver prejuízo aos cofres públicos, punir os responsáveis.
Saiba mais
A  Secretaria de Saúde do DF  afirma que os fatos são graves e devem ser apurados com rigor pela Polícia Civil do Maranhão. Caso confirmada a falsidade do documento apresentado em ação penal específica, a contratada deverá ser inabilitada do certame, além de se submeter às demais sanções previstas em lei, garante a SES.
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Espaço garantido



O presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças, deputado Agaciel Maia (PR), apresentou projeto de lei que torna obrigatória a adequação de hipermercados, shoppings centers e restaurantes com mais de trezentos lugares, a criarem espaços  para amamentação e fraldário. Esse local deverá ser isolado e construído fora dos banheiros, para que possa atender mulheres e homens com crianças, de forma a resguardar a privacidade de todos. “O objetivo é evitar que as mães fiquem expostas em alguns locais ou mesmo tendo que alimentar as crianças ou trocar fraldas dentro de um sanitário, o que não é apropriado”, justifica o distrital Agaciel Maia. 

Fonte:http://www.alo.com.br/colunas/ons-e-offs
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GDF faz contratos emergenciais de vigilância por R$ 77,3 milhões


Ligada ao distrital Robério Negreiros (PSDB), Brasfort foi a vencedora. Contrato vale por 180 dias; licitação está em análise no Tribunal de Contas.
Resultado de proposta que venceu um contrato emergencial para serviço de vigilância no DF (Foto: Reprodução)
Resultado de proposta que venceu um contrato emergencial para serviço de vigilância no DF (Foto: Reprodução)
O governo do Distrito Federal firmou nesta quarta-feira (28) três contratos emergenciais para contratar 1.988 vigilantes e supervisores. Segundo a Secretaria de Planejamento, o objetivo é substituir três contratos que se aproximavam do fim e que não poderiam ser prorrogados. Um edital do tipo, aberto em abril deste ano, está em análise pelo Tribunal de Contas. Os novos contratos valem por 180 dias ou até que uma nova licitação ocorra.
De acordo com a secretaria, um dos contratos venceu nesta quarta-feira (27) e dois outros venceriam neste domingo (31). Os acordos emergenciais vão custar juntos ao governo R$ 77,3 milhões. A empresa Brasfort, da família do deputado Robério Negreiros (PSDB), foi a vencedora dos três contratos emergenciais.
Segundo o GDF, a empresa foi escolhida por meio de uma comissão especial composta por sete servidores por ter oferecido preço menor que as empresas “competidoras”. A Brasfort concorreu contra oito empresas em dois contratos e sete no terceiro.
Uma licitação aberta em abril deste ano para atender 65 órgãos do GDF está em análise no Tribunal de Contas. Em 12 de julho, a Secretaria de Planejamento alertou o sindicato que representa os vigilantes e 24 empresas do DF para que enviassem propostas de serviço para firmar os contratos emergenciais. Após questionamentos do Tribunal de Contas, a pasta enviou um novo projeto para o sindicato e 25 empresas do setor.
O que diz a lei
A Lei das Licitações (nº 8.666, de 1993) prevê dispensa de licitação caso haja urgência de atendimento de situações que possam “comprometer a segurança de pessoas”. Segundo a secretaria, uma lei do DF garante que os vigilantes que trabalhavam nos antigos contratos sejam aproveitados pela nova empresa contratada.
Faixa colocada por vigilantes em frente ao Palácio do Buriti, em Brasília, durante manifestação nesta segunda-feira (13) (Foto: Mateus Vidigal/G1)
Faixa colocada por vigilantes em frente ao Palácio do Buriti, em Brasília, durante manifestação (Foto: Mateus Vidigal/G1)
Demissões
No mês passado, vigilantes de empresas contratadas pelo GDF fizeram um protesto em frente ao Palácio do Buriti para questionar a demissão de 600 funcionários em duas semanas. Eles levaram carro de som e faixas para a praça em frente à sede do Executivo.
Atualmente, as empresas que prestam serviço ao GDF têm 6,7 mil vigilantes contratados. O sindicato diz que a categoria atua com um déficit de 700 funcionários. O salário de um vigilante é de R$ 2.454,78, já incluindo o benefício de R$ 566 de risco de vida.
De acordo com o presidente do sindicato dos vigilantes, Francisco Paulo de Quadros, as demissões causam prejuízo à segurança de pontos como o Parque da Cidade, Centro de Convenções, zoológico e escolas. Informações do G1.
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Celina defende CPI da Saúde e acusa Rollemberg de não estancar a corrupção


A presidente da Câmara Legislativa, Celina Leão, divulgou uma nota em que declara o seu incondicional apoio às investigações da CPI da Saúde e repudia, “veementemente, os atos do GDF contrários às investigações”.
A parlamentar sobe o tom na nota ao dizer que “o governador Rodrigo Rollemberg teve a oportunidade de estancar a corrupção instalada desde o governo passado e não o fez. Os modus operandi da corrupção continuam neste governo”.
Em outro trecho da nota Celina condena a forma como o atual “governo age no propósito de desqualificar a denunciante, Marli Rodrigues que de forma corajosa, traz a público notícias de possíveis irregularidades implantadas na pasta da Saúde”.
Nota da presidente da Câmara Legislativa do DF
“A deputada Celina Leão, presidente da Câmara Legislativa, manifesta apoio incondicional as investigações da CPI da Saúde e repudia, veementemente, os atos do GDF contrários às investigações.
A parlamentar suspendeu o recesso legislativo e convocou extraordinariamente a Câmara, para que os membros da CPI pudessem discutir as novas denúncias veiculadas na imprensa, fazer oitivas em função dos áudios de conversas comprometedoras de servidores com autoridades, que demonstravam indícios de corrupção no GDF.
Celina condena a forma como o atual governo age no propósito de desqualificar a denunciante, Marli Rodrigues que de forma corajosa, traz a público notícias de possíveis irregularidades implantadas na pasta da Saúde.
Neste momento delicado, vem o GDF com mais um ato de covardia ao exonerar o Delegado de Polícia Rafael de Sá Sampaio, que, juntamente com uma equipe de Delegados ofereceu, voluntariamente, ajuda nas investigações.
A presidente da CLDF entende que, nesta crise toda ajuda para a CPI é bem-vinda, quanto mais vindo de uma polícia séria e comprometida com a verdade.
A deputada repudia, ainda, o fato do governo ter fechado todo o canal de negociação com os policiais civis do DF, na busca de alternativa de recomposição salarial. Celina diz que não se pode crucificar toda uma categoria, só pelo fato da polícia investigar, de forma independente, atos do GDF.
A parlamentar entende, ainda, que este Governo, que ela ajudou a eleger, perdeu o rumo de suas propostas de campanha. Se tornou uma continuação do Governo Agnelo, que a Deputada Celina tanto combateu e hoje, o ex-governador responde há dezenas de processos cíveis e criminais, na maioria, por conta de suas representações.
É importante lembrar que, por meio das fiscalizações realizadas por Celina, a justiça anulou os contratos da licitação do transporte público. Mesmo sabendo disto, o atual Governo não tomou providências no sentido de cumprir com a decisão judicial.
O governador Rodrigo Rollemberg teve a oportunidade de estancar a corrupção instalada desde o governo passado e não o fez. Os modus operandi da corrupção continuam neste governo”.
Deputada Celina Leão
Presidente da CLDF
fonte: Estaçãodanoticia
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Politica: Santa Maria sob o comando de Robério Negreiros


O martelo foi batido e o distrital Robério Negreiros (PSDB) deverá mesmo ser o novo padrinho politico da cidade de Santa Maria.
Segundo os bastidores palacianos o acordo foi acertado está semana e o administrador da cidade , Nery do Brasil, já esteve reunido com a equipe de trabalho para comunicar a sua saída.
fonte:BLOG GBU
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MP analisa se deputados cometeram nepotismo cruzado no DF

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Cunhada de Robério Negreiros (PSDB) trabalha com Felipe Maia (DEM-RN). Mulher de Maia está lotada na liderança do PSDB, partido de Negreiros

 Gabriel LuizDo G1 DF
Sede da Câmara Legislativa do Distrito Federal (Foto: Raquel Morais/G1)
Sede da Câmara Legislativa do Distrito Federal (Foto: Raquel Morais/G1)
O Ministério Público do Distrito Federal vai analisar se o deputado distrital Robério Negreiros (PSDB) e o deputado federal Felipe Maia (DEM-RN) cometeram nepotismo cruzado ao trabalhar com parentes ligados um ao outro. A cunhada de Negreiros está  lotada no gabinete de Maia, e a do deputado do Rio Grande do Norte dá expediente no gabinete da liderança do PSDB. Negreiros é o único deputado do partido na Câmara do DF.

    A mulher de Maia, Natália Lagreca de Paiva Barbosa Maia, está lotada desde 12 de maio na liderança tucana. Funcionária comissionada, ela tem salário bruto de R$ 6.761,26 por mês.
    Já a cunhada de Negreiros, Mayra Bontempo dos Santos de Negreiros, trabalha no gabinete do deputado Eduardo Maia desde 23 de junho do ano passado. De acordo com a tabela que mostra os vencimentos de servidores da Câmara dos Deputados, ela ganha R$ 6,47 mil de salário bruto pelo cargo de secretária parlamentar.
    O depudato Robério Negreiros (PSDB) em sessão na Câmara Legislativa (Foto: Câmara Legislativa/Divulgação)
    O depudato Robério Negreiros (PSDB) em sessão  (Foto: Câmara Legislativa/Divulgação)
    Ao G1, Mayra negou ter sido contratada por influência política. “Trabalho no gabinete do deputado Felipe Maia há mais ou menos um ano. Deixei currículo em vários gabinetes, aí me ligaram, fizeram entrevistas e entrei sem nenhuma indicação”, declarou a funcionária, que cumpria expediente durante recesso legislativo.
    Por telefone, Felipe Maia declarou que Mayra é uma funcionária que “presta muito serviço” e que não há vínculo entre ele e Robério Negreiros. Sobre a mulher, ele diz que ela foi nomeada em 2015 para trabalhar com o deputado Wellington Luiz (PMDB) e que ela foi “redistribuída” com um conjunto de funcionários no ano seguinte. A ideia de nepotismo, segundo ele, é “forçação de barra”.
    Ao G1, o distrital Robério Negreiros negou cometer irregularidade e diz que o fato de a mulher de Maia trabalhar na Câmara Legislativa é uma "coincidência". "A servidora Natália não foi nomeada por ato direto ou indireto meu. Ela foi nomeada no ano passado num bloco partidário denominado Democrático-Trabalhista-Progressista, em que a autoridade requisitante do ano era seu líder, o deputado Wellington Luiz, não havendo nenhum tipo de ingerência da minha parte."
    Ato da presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), determina redistribuição de Natália Maia (Foto: Reprodução)
    Ato da presidente da Câmara, Celina Leão (PPS), determina redistribuição de Natália Maia (Foto: Reprodução)
    Negreiros declarou que Natália Maia nunca esteve lotada no gabinete dele e que ela sempre trabalhou no 1º andar da Câmara Legislativa. "A migração dela não foi por nomeação, e sim por redistribuição por ato normativo da casa. Não teve ato da minha parte de nomeá-la", afirmou o deputado, que negou ser líder do partido mesmo sendo o único representante da legenda na Casa.
    Deputado Felipe Maia (DEM-RN) em sessão (Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência-Câmara)
    Deputado Felipe Maia (DEM-RN) em sessão (Foto: Lúcio Bernardo Jr/Agência-Câmara)
    O que diz a lei
    A Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal determina que a nomeação do “cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau [...]  compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal”.
    O decreto federal 7.203, de junho de 2010, veda casos de nepotismo na administração pública. “Cabe aos titulares dos órgãos e entidades da administração pública federal exonerar ou dispensar agente público em situação de nepotismo, de que tenham conhecimento, ou requerer igual providência à autoridade encarregada de nomear, designar ou contratar, sob pena de responsabilidade.”
    Outros casos
    Em outubro do ano passado, a Controladoria-Geral do DF entregou um relatório à Casa Civil casos de nepotismo no GDF. A lista trouxe pelo menos 366 possíveis casos de comissionados com parentes no GDF. Com base no levantamento, 66 servidores foram exonerados em 2015 e pelo menos seis neste ano, por decreto do governador Rodrigo Rollemberg.
    Ato da Câmara dos Deputados oficializa nomeação de Mayra Negreiros no gabinete do deputado Felipe Maia (DEM-RN) (Foto: Reprodução)
    Ato da Câmara dos Deputados oficializa nomeação de Mayra Negreiros no gabinete do deputado Felipe Maia (DEM-RN) (Foto: Reprodução)
    Parte desse grupo voltou a trabalhar na administração pública, mesmo depois das exonerações, informou na época o jornal "O Globo". O secretário da Casa Civil Sérgio Sampaio, confirmou que "quatro ou seis" funcionários voltaram a trabalhar para o GDF e atribuiu o fato a “dificuldades” no sistema de controle interno do governo.
    “O governo deve ter bons instrumentos de gestão. O ideal é que tivéssemos à disposição os melhores recursos. Reconheço que infelizmente não temos um sistema que faça o cruzamento [de dados envolvendo parentes no governo] automaticamente”, disse Sampaio ao G1.
    Chefe da Casa Civil do GDF, Sérgio Sampaio, em entrevista no Palácio do Buriti (Foto: Mateus Rodrigues/G1)
    Chefe da Casa Civil do GDF, Sérgio Sampaio, em entrevista no Palácio do Buriti (Foto: Mateus Rodrigues/G1)
    Entre os casos apontados pelo jornal O Globo, está o de Mateus Maia de Castro, filho do diretor-geral da Polícia Civil, Eric Seba. Castro foi admitido na Secretaria de Trabalho em fevereiro de 2015. O jornal questionou o governo em 8 de março e foi informado que o filho de Seba tinha pedido exoneração um dia antes. Ele deixou o governo de fato em 15 de março.
    Eric Seba afirmou que não teve influência na contratação do filho, que ocupou um cargo na área de informática – com salário de R$ 2 mil. Ele declarou ter procurado orientação para ver se o filho poderia ou não assumir o posto. “Pelo sim, pelo não, optamos por orientá-lo a fim de que pedisse demissão do cargo.”
    O jornal também aponta o caso de Luana Barroso Lins, filha do corregedor da Polícia Civil, Emilson Pereira Lins. Ela assumiu a assessoria da Secretaria de Justiça, com salário de R$ 2,9 mil. A corporação informou na época não ver nepotismo no caso.
    Outra situação é o de Karina Rosso, mulher do deputado federal Rogério Rosso (PSD-DF). Ela trabalhava na subsecretaria da Micro e Pequena Empresa, com salário de R$ 9,5 mil. O político contratou como chefe de gabinete Napoleão Miranda, pai do secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes, que é chefe de Karina. Ambos são do mesmo partido. Bernardes negou usar influência.
    O senador Hélio José (PMDB-DF) tinha um irmão na Secretaria de Economia, com salário de R$ 9,5 mil. À TV Globo, Hélio José afirmou não ter influenciado a contratação do parente.
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    Millena Lopes & Francisco Dutra redacao@jornaldebrasilia.com.br (28/07)

    Kleber Lima

    Tratamento do câncer

    O GDF decidiu mudar o sistema de atendimento oncológico. A partir de agora, solicitações de consulta não são mais centralizadas no Hospital de Base. Tendo a indicação médica e a cópia da biópsia em mãos, o paciente poderá solicitar cuidados em qualquer unidade regional.
    A segunda mudança é a distribuição do atendimento cirúrgico. As operações deixaram de estar concentradas de 19 oncologistas. O novo modelo sugere que as operações passem a ser feitas também pelos 200 cirurgiões da rede pública distribuídos pelos hospitais públicos do Distrito Federal.
    Radioterapia privada
    Com mais de mil pessoas sofrendo na fila de espera para tratamento, a mudança deixou de ser uma opção há muito tempo. “Esperamos acabar com o fluxo caótico”, comentou o gerente de Cuidados do Câncer da secretaria de Saúde, Bruno Sarmento. No médio prazo, a pasta lançará editais para a contratação de serviços de radioterapia para suprir as deficiências da rede.
    Longo prazo
    Além de novos contratos para a manutenção dos aparelhos do Hospital de Base, o governo aposta na conclusão das obras de instalação de aparelhos de radioterapia no Hospital Universitário, dentro dos próximos dois anos. O GDF também pretende qualificar o Hospital de Taguatinga para também se tornar um centro de referência. A promessa de criação do Hospital Oncológico ainda está de pé. O custo, somente da obra, é de R$ 166 milhões.
    Não custa nada mapear
    Dizem que o deputado distrital Ricardo Vale (PT) está tão alinhado com o governo que já andou sondando os cargos da Administração Regional de Sobradinho, que, outrora, fora reduto do agora independente deputado Raimundo Ribeiro (PPS).
    Solidariedade e indignação
    A repercussão da exoneração do jornalista Caio Barbieri ganhou proporções gigantescas nas redes sociais. Até os grupos que reúnem mulheres e tratam de amenidades notadamente comentaram a retaliação do governador Rodrigo Rollemberg ao ex-servidor, que trabalhou com Sergio Sampaio na Casa Civil e estava recentemente na pasta de Esporte e Turismo.
    Todos amam Brasília
    Em tempos de cavar agenda positiva, até a pintura do letreiro “Eu Amo Brasília” vira assunto no governo. A propósito, as letras instaladas na praça da Torre de TV ganharam enfeites olímpicos. A Secretaria de Esporte e Turismo avisa: os letreiros do Zoológico de Brasília e da Ermida Dom Bosco também serão “ornamentados” com o tema.
    Ainda sobre o Uber
    A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no DF organiza um debate sobre os serviço de transporte por aplicativos, amanhã à noite. Entre os convidados, estão o secretário adjunto do Trabalho do DF, Thiago Jarjour; Daniel Mangabeira, diretor do Uber; Roberto Pojo, subsecretário de Mobilidade do DF; o procurador Manoel Arruda; e os deputados distritais Israel Batista (PV) e Agaciel Maia (PR), que discutirão sobre o tema “Uber: limitação constitucional ou não?”.
    Pequeno manual da enganação
    No último áudio que a sindicalista Marli Rodrigues entregou ao Ministério Público, o vice-governador Renato Santana explica, em detalhes, como o PSD emplacou uma versão de história, sem nem sequer se pronunciar oficialmente a imprensa.
    Em março deste ano, quando uma publicação no Diário Oficial do DF anunciou que a Subsecretaria de Parcerias Público-Privadas sairia da estrutura da Secretaria de Economia para a Fazenda, interlocutores do partido fizeram um teatro, ao dizerem que o partido foi pego de surpresa.
    Oficialmente, o PSD não quis comentar a transferência, na época, mas, na gravação de quase três horas, Renato Santana conta que a versão da surpresa – e até esvaziamento do PSD – foi inventada para despistar jornalistas, já que não poderiam dizer o motivo correto pelo qual “perderam” o controle da estrutura.
    O professor ideal
    Servidor da Câmara Legislativa do DF desde 1993, José Willemann vai dar aula em um cursinho da capital para concurseiros que se preparam para o próximo processo seletivo da Casa. Não poderiam encontrar melhor professor de Regimento Interno. O consultor legislativo é quem mais sabe sobre o documento normativo por lá.
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    Crise na saúde: “Vai ter gente presa”

    Kleber Lima
    Millena Lopes
    millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br
    São quase três horas de uma conversa com trechos bem comprometedores em que o vice-governador Renato Santana diz que “volta e meia” avisa ao governador Rodrigo Rollemberg que estão pedindo propina em nome dele.
    A gravação, entregue pela presidente do Sindsaúde-DF, anteontem, ao Ministério Público do DF, foi feita em março deste ano, na casa dela, e faz parte das provas que ela diz ter de que há um esquema de pagamento de propina no Governo do DF.
    O ex-ouvidor da Vice-Governadoria, Valdecir Marques de Medeiros, também participa da conversa, em que Santana solta o verbo. No trecho a que a reportagem teve acesso, o vice explica por que a Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável, comandada por Arthur Bernardes, do PSD, resolveu devolver a Subsecretaria de Políticas Público-Privadas ao governador: por que “vai ter gente presa ali”.
    O vice conta ainda como foi criado o factoide de que o partido dele teria sido, com a transferência da subsecretaria, esvaziado na estrutura do governo. “Eu falei para o Arthur: ‘você não vai poder dizer por que você entregou, por que estamos devolvendo'”, diz Santana.
    Ele não explica, na conversa, por que a prisão de quem está envolvido com as PPP’s é certa, mas diz que quem toca o projeto “é um grupinho” de fora do governo. Ele afirma ainda que, quando o PSD resolveu devolver a estrutura, o presidente do partido no DF, deputado federal Rogério Rosso, teria sido orientado pelo secretário de Economia a dizer a Rollemberg o motivo pelo qual a pasta rejeitava a estrutura.
    O vice diz que, depois disso, o governador tentou “empurrar” a subsecretaria para a Casa Civil, para a Secretaria de Planejamento e acabou deixando com a Fazenda.
    Propina
    Em outro trecho da gravação, Renato Santana detalha os cargos que o PSD tem no governo e garante que o partido não participa de disputas no Executivo. Referindo-se a propina, que, segundo Marli Rodrigues, existiria na Secretaria de Saúde, ele diz que não entrará nessa disputa.
    “Não vamos disputar 10%. Esses 6% que você falou aí, 5%… não vamos disputar. Pelo contrário. Volta e meia, eu ligo para ele e falo: governador, o senhor autorizou alguém a pedir propina em seu nome? Eu não autorizei. Olha, é em tal e tal lugar”, afirma.
    Por meio da Subsecretaria de Relações com a Imprensa, o GDF informou que só vai se pronunciar quando tiver acesso à íntegra do áudio. Procurado, o vice-governador não retornou as ligações.
    Em nota, a Secretaria de Economia disse que “confiando na conduta ilibada de suas funções, o vice-governador Renato Santana e o secretário Arthur Bernardes não irão se pronunciar acerca das informações contidas nos áudios”.
    Veja a conversa
    Renato: Com relação à Secretaria de Economia, nós devolvemos as PPP’s. Eu falei para o Arthur: você não vai poder dizer por que você entregou, por que estamos devolvendo. Então, a notícia vai ser qual? Vai ser de que o governador está esvaziando o PSD. Mas o Arthur devolveu por um simples motivo: vai ter gente presa ali, naquele assunto de PPP, e nós não topamos. Se nós não topamos, você tem de duas coisas: ou você devolve, ou você devolve. Não tem nada além disso aí.
    Valdecir: Mas eu acho também que está esvaziando o PSD.
    Renato: Esvaziar o que, Valdecir, se nós não temos nada?
    Valdecir: Não nesse assunto aí.
    Renato: Esvaziando o que?
    Valdecir: Quando o cara cria a Secretaria de Administrações…
    Renato: Mas ela não existe.
    Valdecir: Tira de você… um trabalho que você estava fazendo.
    Renato: Tirar o que , se ela não existia, Valdecir? Você está lidando com o PSB, o tal do socialista aí. Essa turma, meu amigo, você sabe como é que funciona. O factoide é o seguinte: governador cria (Secretaria de Administrações) para esvaziar o PSD.
    Valdecir: Eu fui comunista 15 anos.
    Renato: Esvaziar de que, se a pasta nem existia? Uma coisa é existir e ele tirar daqui e botar para ali. Só que ela não existe. A história de relacionamento com administrador não precisa ter uma secretaria para fazer isso, você na função de vice-governador… Tanto é que se ele virasse hoje e dissesse assim – o que não é difícil de acontecer – olha, Renato, tentei de tudo: tentei colocar fulano aqui como secretário, mas o cara é candidato a distrital… é óbvio. Primeiro, por que o modelo que nós aplicamos ia dar ciumeira em algum momento, porque nós fomos para cima. Peraí, está com ciúme da Marli, por quê? Por que ela está trabalhando? Não vamos disputar orçamento, não vamos disputar nada, não vamos disputar 10%. Esses 6% que você falou aí, 5%… não vamos disputar. Pelo contrário: volta e meia, eu ligo para ele e falo assim: governador, o senhor autorizou alguém a pedir propina em seu nome? Eu não autorizei. Olha, é em tal e tal lugar. Então, isso incomoda Valdecir. Agora, o que o PSD tem hoje na estrutura de governo: uma pedaço, esse pedaço aqui, que não é segredo para ninguém, 20 cargos na Administração de Ceilândia, que a Luzia (de Paula, deputada distrital pelo PSB) está num desespero do cacete; a Secretaria de Economia e a Vice-Governadoria.
    Valdecir: Mas a Vice-Governadoria você foi eleito…
    Renato: Mas eu estou te falando… é isso, Valdecir. O que acontece? A Secretaria de Economia.. quem está lá? O Arthur. O Arthur estava tocando o assunto de PPP e eu fiz esse alerta para ele, tem um ano que eu venho falando isso para ele: Arthur, vem cá, você está tocando PPP, você é o secretário, você está dizendo que não topa determinadas coisas, mas, na prática, quem está tocando é esse grupinho que está aqui fora e nem assina nada, está fora do governo… E aí, você vai meter a caneta, na hora de fiscalizar? Chegou em um momento em que ele falou: ‘Rogério (Rosso, deputado federal e presidente do PSD-DF), deixa eu falar aqui. Para eu dar um passo daqui para a frente, você vai perder um amigo para a Justiça, do formato que está aí. Olha, vai no Rodrigo (Rollemberg) devolve e diga para ele por qual motivo’. Acabou. Aí ele tentou empurrar para o Sérgio Sampaio (chefe da Casa Civil) e o Sampaio não quis; tentou empurrar para a Leany (Lemos, secretária de Planejamento), e ela não quis; empurrou lá no secretário da Fazenda.
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