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Bem Informado Ninguém é Enganado

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No DF, a movimentação dos políticos evangélicos de olho em 2018

terça-feira, 28 de junho de 2016
As eleições de 2018 prometem grande renovação na política do DF, diante do desgaste de conhecidos nomes envolvidos em escândalos de corrupção ou incompetência mesmo. No seguimento evangélico, a movimentação já é grande, e alguns políticos já estão nas ruas e igrejas pavimentando seus projetos.
Campeão de votos em 2014, o distrital Julio Cesar  (PRB) será candidato a deputado federal. Ele é pastor da Universal e têm visitado outras denominações pedindo apoio para seu projeto. Ele obteve 29.384 votos.
A deputada distrital Sandra Faraj (SD), que também obteve expressiva votação nas últimas eleições, é cotadíssima para disputar uma vaga para federal, mas ainda seu grupo político não definiu seu futuro. Seu nome têm crescido muito no DF nos últimos meses. Ela faz parte da Igreja  Ministério da Fé, e obteve 20.269 votos.
O pastor Rodrigo Delmasso (PTN) foi o quinto distrital mais votado em 2014, e faz parte da Igreja Sara Nossa Terra e teve grande apoio dos taxistas do DF nas últimas eleições. É considerado dentro da Igreja como forte candidato à reeleição ou federal. Ele obteve 20.894 votos.
O distrital Bispo Renato Andrade (PR) , presidente da Igreja  Evangélica Abençoando as Nações, obteve 14.216 votos. Tentará a reeleição mas sonha mesmo ser vice-governador.
Wasny De Roure (PT), deputado distrital ligado à Igreja Presbiteriana, deverá concorrer à reeleição. Em 2014 ele obteve 19.318 votos.
A distrital Celina Leão (PPS) faz parte da Igreja Comunidade das Nações. Com a visibilidade do cargo de presidente da CLDF, ela busca disputar o Senado, apesar dos 12.670 votos que recebeu em 2014.
Outros três  fortes nomes de evangélicos disputarão a Câmara Legislativa do DF em 2018.  Nas eleições de 2014, as Igrejas  Assembleias de Deus de Madureira e Casa da Bênção, não elegeram seus candidatos a distrital, mas se organizam para novamente terem representantes no legislativo local com  novos nomes.
No cenário federal, o único deputado evangélico é o pastor Ronaldo Fonseca (PROS), que obteve 84.583 votos. Ele quer ser candidato a senador em 2018 e tem grande chance de conseguir.
O pastor Fadi Faraj (SD), atual suplente do senador Reguffe, está cotadíssimo  para ser candidato a vice-governador nas próximas eleições. Dois fortes candidatos ao Buriti o querem em suas respectivas chapas.
Já Daniel de Castro, presidente do PSC-DF, será mesmo candidato a deputado federal nas próximas eleições, com o apoio do polêmico e admirado deputado federal Jair Bolsonaro (PSC). Castro obteve 9.244 votos em 2014 para deputado distrital.
E por último, sempre lembrado nas pesquisas de opinião, o presidente da Igreja Sara Nossa Terra, BispoRobson Rodovalho (PP), que de tão querido e respeitado que é, poderá ser candidato ao Senado ou vice-governador com eleição garantida.
Mas ainda muita água vai passar pela ponte e poderá faltar azeite na botija de alguns políticos desatentos ou pecadores mesmo, fato que poderá consolidar outros nomes, principalmente daqueles que combatem abertamente  a corrupção e a omissão de autoridades e entidades eclesiásticas.
As previsões mais otimistas feitas por alguns líderes evangélicos, afirmam que o seguimento elegerá governador,  vice-governador, 1 senador, 02 deputados federais e 9 distritais nas eleições de 2018. É preciso ter fé e trabalhar muito, mas não deixa de ser profético. À cada eleição, os evangélicos parecem estar mais unidos. Basta ver o crescimento do número de representantes na política local.
Em 1990, os evangélicos elegeram Maurílio Silva, Peniel Pacheco e Wasny De Roure para a Câmara Legislativa do DF, além de Benedito Domingos para a Câmara Federal. De lá pra cá, o número se manteve por um tempo, mas nas últimas eleições, cerca de 7 parlamentares evangélicos foram eleitos para a CLDF e um deputado federal.
“Ainda teremos um governador evangélico”, afirmou Bispo Renato. Pelos números, será em questão de tempo e do nome. O fato é que não se deve desprezar a força evangélica no Distrito Federal, que lê, consome, contribui e vota.
O ex-governador Joaquim Roriz e o presidente do PMDB-DF, Tadeu Filippelli, conhecem bem o seguimento  e afirmaram ao Blog que a participação dos evangélicos na composição política é ‘fundamental’ para a consolidação de chapa vitoriosa nas próximas eleições.
Enquanto isso, o governador Rodrigo Rollemberg, que pediu e recebeu apoio de várias igrejas em 2014, inclusive com o discurso de que trabalharia pela regularização dos templos religiosos, agora é visto como ‘capeta’ por boa parte dos evangélicos, após permitir a derrubada de igrejas pela AGEFIS.
Como dizia Roriz:  “Não se derruba casa de pobre nem igreja. Quem faz isso afronta Deus e cai em desgraça”.




Fonte: Donny Silva
 
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