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Do Alto da Torre Redação JBr (16/05)

segunda-feira, 16 de maio de 2016
Relatorias parciais na CPI da Saúde 
O presidente da CPI da Saúde, deputado distrital Wellington Luiz (PMDB), pretende distribuir as investigações da comissão em relatorias parciais. Do ponto de vista do parlamentar, é humanamente impossível para o relator, deputado Lira (PHS), apurar sozinho todas as mazelas que afetam a rede pública. Em resumo, as relatorias parciais seriam dívidas em cinco grandes áreas, ficando sob a responsabilidade dos demais distritais membros da CPI. Lira teria a prerrogativa de escolher a principal área de investigação e também faria a síntese das relatorias adjacentes.

Vísceras 
“Meu principal objetivo é investigar as vísceras da Saúde para descobrir quais são as origens para o caos que vemos nos hospitais”, afirma Wellington. A princípio, o distrital observa dois grandes temas bem definidos para apuração: a compra de medicamentos e a distribuição de servidores. Para assegurar um diagnóstico confiável, a comissão ouvirá todos os sindicatos envolvidos na rede pública, desde as emergências dos hospitais até os gabinetes na Secretaria de Saúde.

E para Robério? Nada!
Estava tudo certo para que o  distrital Robério Negreiros (PSDB) assumisse a relatoria da CPI da Saúde. Seria indicado pelo deputado Wellington Luiz (PMDB), eleito o presidente. Mas, na última hora e para surpresa de Negreiros, o nome de Lira (PHS) é que foi anunciado. A decepção foi tão grande que ele já pediu para sair do Blocão da Celina, o colegiado criado exatamente para ter maioria na comissão que vai investigar as gestões de Agnelo Queiroz e Rodrigo Rollemberg.

Fogo amigo
Especula-se que a articulação veio de onde menos se esperava. E que um dos deputados estaria fazendo jogo duplo e armou para o tucano, que, por enquanto, deve ficar no “bloco do eu sozinho”.

Devoto do Divino
Ex-ator e muito religioso, o deputado Cláudio Abrantes (Rede) tem se dedicado, nos últimos dias, a pagar uma promessa. Pela saúde do filho prematuro, prometeu que acompanharia sete giros da folia do Divino, na área rural de Goiás e do DF. Desde o ano passado, enquanto os devotos vão de carro ou a cavalo, o  distrital - que, por muitos anos, interpretou Jesus na tradicional Paixão do Morro da Capelinha - vai a pé. Este ano, o trajeto foi de 120 quilômetros - 25 a mais que no ano passado, quando ele andou por 95 quilômetros.

Falta de postura 
É impressionante a quantidade de casos de desgastes internos e externos do primeiro escalão do governo Rollemberg por questões de postura com a coisa pública. Certos membros do alto clero palaciano simplesmente ignoram a força da repercussão de seus atos entre a opinião públicam. Esquecem que o cidadão/eleitor/contribuinte está vivendo um franco processo de transformação, valorizando igualmente a legalidade e a moralidade dos atos dos gestores públicos. E neste caso, o raciocínio também vale para os servidores públicos que demandam, com razão, este perfil dos secretários.

Fiscalização de PPPs 
Prato cheio para quem quiser fiscalizar as futuras parcerias público-privadas (PPPs) que serão feitas pelo governo Rollemberg. A Controladoria-Geral do DF promoverá hoje um debate sobre tema na Escola de Governo, das 9h às 12h. A lista de debatedores inclui: o secretário de Política Regulatória de Aviação Civil, Rogério Teixeira Coimbra; o advogado especializado em concessões, regulação e concorrência Lucas Navarro e; o secretário de Fiscalização da Infraestrutura Rodoviária do Tribunal de Contas da União, André Vital.

PT parte para o “contragolpe” 
Inspirado pelo tropeço do governo interino na formação dos ministérios, o PT partiu para o contra-ataque. “Esse governo ilegítimo já começou errando na composição! É um ministério congressual e que reuniu o que tem de pior no Congresso. É fraquissímo”, alfinetou o presidente regional do PT no DF, Roberto Policarpo. Além de  nomear personagens que estão no campo de atenção da Operação Lava Jato, o governo não indicou uma mulher para a composição.

Construção dos descontentes 
A  busca pela união das forças  descontentes com as decisões da gestão interina será a tônica do PT. Não se trata apenas de partidos, mas sim de todos os  grupos que venham a ser atingidos pelas ações do novo governo. “Todo esse verniz vai cair e veremos um grande pacote antidireitos. Vamos nos juntar à luta de todos os que forem atingidos. Temer não terá governabilidade”, argumenta Policarpo.

Defensores do consenso
Parte dos aliados do governo Rollemberg defende uma trégua entre o Buriti e a Câmara Legislativa. Não se trata de rendição, mas de adoção de uma estratégia focada no consenso e não no embate. Será que serão ouvidos? 
 
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