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Do Alto da Torre Redação JBr (05/05)

sexta-feira, 6 de maio de 2016
Blocão da Celina terá maioria nas CPI’s
A presidente da Câmara Legislativa, deputada Celina Leão (PPS), conseguiu deixar o governador Rodrigo Rollemberg de cabelo em pé. Depois de fazer quase uma micareta na Casa, reunindo oito deputados em um blocão, o grupo comandado por ela terá maioria nas duas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) já instaladas. Tanto para o colegiado que investigará a Saúde quanto para a comissão que vai apurar casos de pedofilia, o bloco formado entre PPS, PSD, SD, PHS, PTN e PSDB, terá dois representantes. Os demais  - Sustentabilidade e Trabalho (Rede, PDT e PV), Brasília em Evolução (PRB e PSB) e Amor por Brasília (PR e PMDB) - poderão indicar, em até cinco dias, um parlamentar cada. Os três petistas e Liliane Roriz (PTB), que não participa de bloco ainda, não terão representação nos colegiados.

Vaga garantida
Autores das propostas que resultaram na instalação das duas CPI’s, Lira (PHS) e Delmasso (PTN) têm vaga garantida nos colegiados, da Saúde e da Pedofilia, respectivamente.

Atropelamento
As negociações para consolidação do grupo duraram o dia todo e seguiram pela noite. Tanto que saíram duas edições suplementares do Diário da Câmara Legislativa. Na mesma edição em que o Blocão da Celina foi, enfim, definido, Cristiano Araújo (PSD) e Robério Negreiros (PSDB) já foram indicados para compor a CPI da Saúde. Sandra Faraj (SD) e Telma Rufino (sem partido) serão suplentes.

Hospitalizada
Um projeto de resolução, que alterou o regimento da Câmara Legislativa, garantiu que a distrital Telma Rufina (sem partido) participasse do Blocão da Celina. Por estar sem partido, ela não poderia se reunir com os colegas em bloco, já que os grupos são partidários. Com a emenda, ela poderá ficar nesta condição por até um ano. A propósito, Telma desmaiou ontem em plena sessão da Comissão de Assuntos Fundiários, da qual é presidente. A assessoria da deputada informou que ela foi atendida pelo serviço médico da Casa e encaminhada para um hospital particular na Asa Sul. “A distrital está em processo de tratamento de um diabetes diagnosticado há poucos meses e se queixou de fortes dores abdominais”, informou o gabinete.

PTN será Podemos
O PTN, partido do deputado distrital Rodrigo Delmasso, planeja um reposicionamento em nível nacional. A ideia já foi apresentada aos deputados federais da legenda e deve ser detalhada nos próximos dias. A exemplo do partido espanhol, o PTN passará a ser Podemos. “O principal pilar será a democracia direta. A ideia é orientar os parlamentares a sempre ouvir as bases e a população, antes de tomar qualquer decisão”, explicou Delmasso, que é secretário-geral nacional do partido e assim deve permanecer.

Pichação dá prejuízo milionário
Mais de 20 mil lojas do Distrito Federal foram pichadas entre janeiro de 2015 e fevereiro de 2016. A maioria das pichações ocorre à noite e, geralmente, nos fins de semana quando o comércio de rua não funciona. Cada loja gasta, em média, R$ 5 mil para raspar o mal feito e pintar novamente as paredes e portas.

Ainda por cima, busca de realce 
O presidente do Sindicato do Comércio Varejista, Edson de Castro, diz que os pichadores, em sua maioria, usam tinta preta. Dá mais efeito sobre as demais cores. No Plano Piloto, as pichações atingem mais as avenidas W3 Sul e Norte que têm, juntas, mais de 280 lojas fechadas por causa de aluguéis altos, insegurança, elevada carga tributária e falta de estacionamento.

Alvo: Educação 
Passado o furacão do impeachment na Câmara, o deputado federal Izalci (PSDB-DF), que se confirmou como titular da Comissão de Educação este ano, promete voltar as baterias para sua principal área de atuação: a educação. No apagar das luzes do governo Dilma, o ministro da pasta, Aloizio Mercadante, apresentou a nova versão da Base Curricular Nacional. O deputado garante que o documento será destrinchado na comissão, de modo que produza efeitos realmente positivos na educação, ao uniformizar o currículo do ensino em todo o Brasil.

Falta vacina contra o H1N1
Muita gente preocupada em proteger os filhos do H1N1 está se decepcionado ao procurar os postos de vacinação do GDF. Depois de encarar horas na fila, pais e mães ouvem aquela fatídica frase: “Não temos mais vacinas”. Claro que muitas famílias têm tempo para buscar a prevenção pública em outras regiões administrativas longe de casa. Mas outras não. Aí, o cidadão que paga os impostos em dia  precisa colocar a mão no bolso e pagar pela vacina na rede particular.
 
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