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Senadores do DF devem se posicionar a favor do impeachment

quinta-feira, 21 de abril de 2016
Dois dos três senadores brasilienses já se manifestaram a favor do impedimento. O outro é do partido de Temer
Millena Lopes
millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br
Ainda há um longo caminho a ser percorrido no Senado até que a presidente Dilma Rousseff seja afastada do Palácio do Planalto, ou mesmo inocentada do crime de responsabilidade apontado no pedido de impeachment admitido na Câmara dos Deputados. Antes mesmo de a comissão especial que analisará o mérito ser instalada na Casa, os três senadores do DF devem se posicionar a favor do impedimento. 
Cristovam Buarque (PPS) disse que é favorável ao acolhimento do processo preliminarmente para que a presidente seja julgada no Senado. “Vou  analisar o processo com muito cuidado, ouvindo os argumentos dos advogados que pediram o impeachment, ouvindo os argumentos do relator na Câmara dos Deputados, ouvindo os argumentos  da defesa da presidente... e, se me convenço que houve crime, votarei pelo impeachment. Se não me convencer, votarei contra”, explicou. 
Ele  avalia o governo Dilma como “desastroso” e diz que o Brasil sofrerá muito com mais dois anos e meio administrados pela petista. “E  não acho que o governo Temer será muito melhor. Entre Dilma e Temer, votarei pelo impeachment se houver crime”, destacou o senador, citando o vice-presidente Michel Temer (PMDB).
PPS disse “sim”
Cristovam disse que não sabe ainda se pleiteará uma participação na comissão especial que vai analisar o impedimento. “Meu partido é muito pequeno”, observou, citando que não há orientação para ser favorável ou contrário ao processo. Na Câmara, no entanto, todos os deputados do partido do senador - o PPS - votaram “sim”. 
Para o líder do partido na Câmara dos Deputados,  Rubens Bueno (PR), a abertura de créditos suplementares por decreto presidencial, sem autorização do Congresso Nacional, é suficiente para a punição da presidente Dilma. “Não por acaso, o PT lá atrás foi contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, porque já previa que não deveria respeitá-la”, disse. 
Para Reguffe, Dilma deve sair
O senador Reguffe (sem partido) já deixou claro que é favorável ao impedimento. E foi às ruas, na manifestação de 13 de março, gritar contra a corrupção. “Cada um tem que fazer sua parte”, disse ao Jornal de Brasília, na ocasião.
Afastado do trabalho para acompanhar o primeiro filho que nasceu prematuro na  última sexta-feira, ele não falou com a reportagem, mas reiterou, por meio da assessoria de imprensa, que é favorável ao impeachment. Reguffe já tinha ido ao plenário da Casa denunciar  o “grande balcão de negócios” que virou o Congresso: “O governo está distribuindo cargos e verba pública em troca de votos contra a abertura do processo de impeachment”.
Indeciso?
Suplente do governador Rodrigo Rollemberg no Senado, o ex-petista Hélio José já mudou de partido de três vezes. Era do PSD, foi para o PMB e agora migrou para o PMDB de  Temer. Ele não atendeu às ligações da reportagem, mas oficialmente é um  “indeciso”. 
Há um mês, distribuiu nota em que dizia que, junto ao PMDB, discutia “a melhor alternativa para a  nação brasileira”. E concluiu: “Como servidor público concursado, sou a favor e defensor do povo.”
Saiba mais
Um grupo de senadores - do qual faz parte Cristovam Buarque -  acredita que a solução para a crise política no Brasil é a realização de eleições diretas para presidente e vice-presidente da República em outubro deste ano. 
Eles devem apresentar, nos próximos dias, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para  que duração do mandato de um provável próximo presidente seja  definida em discussão no Senado e na Câmara dos Deputados. A decisão seria sobre um mandato-tampão ou um novo mandato, e ainda as condições necessárias para novo governo.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
 
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