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Bem Informado Ninguém é Enganado

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Goiás quer o afastamento; João Campos garante que Câmara dos Deputados vai aprovar o impeachment de Dilma Rousseff

segunda-feira, 4 de abril de 2016
João Campos: “Dos 17 deputados federais goianos, só dois não apoiam o impeachment, Rubens Otoni, do PT, e Flávia Morais, do PDT”
João Campos: “Dos 17 deputados federais goianos, só dois não apoiam o impeachment, Rubens Otoni, do PT, e Flávia Morais, do PDT”
O deputado federal João Campos, presidente do PRB em Goiás e integrante do Comitê Pró-Impeachment, afirma que, se a votação fosse hoje, a presidente Dilma Rousseff, do PT, não teria condições de permanecer no poder. “Os deputados e a sociedade querem o impedimento da petista”, afirma. “A Câmara dos Deputados, ao aprovar o afastamento, deixará o Senado numa saia-justa. Quer dizer, o Senado não enfrentará a sociedade e, sob pressão social, tende a seguir a decisão da Câmara.”
Para executar o impeachment da presidente, a Câmara dos Deputados precisa de 342 votos. “No momento, apesar da pressão intensa dos articuladores do governo federal, nós temos 315 votos ‘fechados’. Mas o número está crescendo dia a dia. Estamos otimistas. Acreditamos que obteremos mais 27 de votos até com certa facilidade. Há parlamentares indecisos, mas muitos admitem que estão sendo cobrados por suas bases para apoiarem o impedimento de Dilma Rousseff. Quem ficar contra o impeachment terá de enfrentar o veredicto da sociedade, pois estará contra o Brasil.”
A maioria dos membros da bancada goiana apoia o impeachment. “Dois 17 deputados federais, quinze definiram que vão votar pelo afastamento de Dilma Rousseff e garantem que não vão recuar. Respei­tamos a posição do deputado federal Rubens Otoni, que, filiado ao PT, é contra o afastamento da gestora petista. Flávia Morais, que pertence ao PDT, afirma que está indecisa, mas, na última hora, seguindo a sociedade, poderá votar a favor do Brasil. Mas tanto Rubens quanto Flávia têm o direito, que deve ser respeitado, de votar como quiserem.”
Como Goiás é um Estado no qual o PT é frágil e o apoio ao impeachment é maciço, Flávia Morais, se ficar ao lado dos que patrocinaram corrupção na Petrobrás — tornando-a uma verdadeira Corruptobrás, articulando uma corrupção sistêmica —, pode ter dificuldade se planeja mesmo disputar a Prefeitura de Trindade.


Fonte: Jornal Opção
 
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