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Do Alto da Torre Redação JBr (22/04)

sexta-feira, 22 de abril de 2016
PPS tende a apoiar Temer
“A direção nacional do PPS vai decidir depois que o impeachment passar do Senado. Mas, a tendência é que apoie o governo de transição de Michel Temer. Isso não significa assumir cargos”, contou o presidente regional do partido no DF, Chico Andrade. Caso a presidente Dilma Rousseff seja realmente afastada, Andrade considera que o vice-presidente da República terá um papel semelhante ao de Itamar Franco, quando substituiu o ex-presidente Fernando Collor, derrubado por um impeachment em 1992. “Ele deve estabilizar e organizar o País”, resumiu. 

Um olho no padre e outro na missa 
Na esfera local, o partido está produzindo dois documentos com finalidades bem distintas. O primeiro é um relatório com sugestões de programas e ações para que o governo Rodrigo Rollemberg deixe o ponto morto. O material está sendo redigido há algumas semanas e deverá ser entregue diretamente para o governador. “São propostas para melhorar o perfil da administração, que está muito ruim”, afirmou. O segundo texto é um plano de governo da legenda para as próximas eleições. “Nosso projeto interno, que, inclusive, está sendo debatido, é apresentar candidatura própria para o GDF em 2018”, revelou.

Saúde na caçapa 
Às vésperas de finalizar os trabalhos da CPI dos Transportes, a Câmara Legislativa começa a articular a próxima Comissão Parlamentar de Inquérito. Segundo grande parte dos distritais, a bola da vez é a saúde. De olho em 2018, a oposição mira em uma investigação que contemple a gestão Rollemberg, pelo menos até o começo de 2016.  

Jogadas paralelas 
Também existem movimentações para que a Casa tenha duas CPIs caminhando em paralelo. Nesta jogada, os deputados estão inclinados a investigar denúncias de pedofilia. Em tempos da Operação Lava Jato, os deputados distritais também ponderam a apuração de supostas irregularidades na obra do Estádio Nacional Mané Garrincha, que entrou no raio de ação da Polícia Federal e do Ministério Público.

Coragem? 
E a tal CPI da Arapongagem, aquela que investigaria o vazamento de gravações de conversas do governador Rollemberg com distritais no Buriti no ano passado? “Essa aí, duvido que o governo tenha coragem de tirar do papel”, alfinetou um parlamentar de oposição.

Pente-fino 
Deputados da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa visitam, na segunda-feira, a Unidade da Saúde da Família e o Posto de Saúde Urbano do Areal.  Querem ver de perto os problemas na  estrutura dos locais, bem como averiguar se há falta de medicamentos, equipamentos e de recursos humanos.  “Em virtude do caos na saúde pública do Distrito Federal, é fundamental que a Câmara Legislativa atue fiscalizando e cobrando ações efetivas do governo”, considera o presidente da comissão, Reginaldo Veras (PDT).

Corredor
E, por falar nele... o deputado  Reginaldo Veras  está em ótima forma. Professor da rede pública de ensino do DF, ele correu cinco quilômetros em evento esportivo promovido pelo Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), na semana passada. Clap, clap, clap!

Pau pra toda obra
Mais novo motociclista da Câmara Legislativa, o deputado distrital Cláudio Abrantes (Rede) tem atacado de fotógrafo por aí. E não é só no Morro da Capelinha - onde já fez o papel de Jesus e, agora, como voluntário, clica os bastidores da encenação - não! No gabinete dele, que não tem fotógrafo no quadro, é ele mesmo quem faz esse trabalho. Foi visto dia desses enquanto fotografava a ciclovia do Parque da Cidade, para produção de material de divulgação do mandato, já que ele destinou R$ 870 mil em emendas para a obra. 

Numa noite de insônia...
Foi ideia do próprio governador Rodrigo Rollemberg a colocação da "divisória" - ele prefere não chamar de "muro" - que separou as duas pistas da Esplanada dos Ministérios e garantiu a segurança dos manifestantes durante a votação pela admissibilidade do processo de impeachment na Câmara dos Deputados, no domingo passado. Ele disse que, depois de perder o sono e muito refletir, chamou a secretária de Segurança Pública, Márcia Alencar, e o chefe da Casa Militar, Cláudio Ribas, para pedir a execução do projeto, que causou estranhamento, no início, mas acabou sendo eficaz. 
 

 
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