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Do Alto da Torre Redação JBr (29/03)

terça-feira, 29 de março de 2016
“O pedido da OAB fecha círculo para o impeachment de Dilma”, afirma Laerte Bessa 
O pedido de impeachment feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) fechou todo o círculo de crimes de responsabilidade da presidente Dilma Rousseff, do ponto de vista do deputado federal Laerte Bessa (PR/foto). “Eles incluíram tudo. Tem as pedaladas fiscais, a delação do senador Delcídio do Amaral (PT). Colocaram até as nomeações de Wellington Silva para o Ministério da Justiça e do ex-presidente Lula para a Casa Civil. Eu mesmo protocolei um pedido de impedimento por conta delas, afinal são claras tentativas de obstrução. A OAB não deixou nada de fora”, comentou o parlamentar de oposição. Na avaliação de Bessa, caso o primeiro processo de impeachment, pautado exclusivamente nas pedaladas fiscais, não prospere, os demais chegarão até o Senado. 
400 pelo afastamento 
Pelas estimativas de Bessa, a votação a favor do impeachment caminha para um placar avassalador, caso não surja algum fato novo. “Vamos ter 400”, afirmou. O deputado faz contas incluindo o PMDB, que define hoje se deixa ou não a base do governo Dilma. Segundo o parlamentar, nos bastidores do Congresso os ponteiros do PMDB tendem a se alinhar rumo ao divórcio com o Palácio do Planalto.

Quando as incertezas da economia...
Um livraço foi relançado nos Estados Unidos. O título é Washington Journal, que poderia ser traduzido como Diário de Washington. O subtítulo é “Cobrindo Watergate e a queda de Nixon”. Embora a relação com a crise brasileira seja rigorosamente nenhuma, traz algumas lições. O escândalo iniciou-se em 1972 e agravou-se no ano seguinte. No final de 1973 a situação do presidente já era vista como desesperadora.  O sinal foi dado em novembro, quando as bolsas e o mercado financeiro começaram a oscilar no ritmo da Casa Branca. No dia 2 de novembro, a queda insistente das cotações de Wall Street interrompeu-se, justamente no momento em que se informava de possível renúncia do presidente. A partir daí, quando havia novo golpe em Nixon, as cotações subiam. Quando ele resistia, caíam. A partir daí, o empresariado começou a cobrar sua remoção. 

...juntam-se a erros atabalhoados na política...
Tudo se agravou para valer quando Nixon substituiu o ministro da Justiça — lá se chama Attorney General — em manobra atabalhoada para abafar as investigações. O ministro, Elliot Richardson, virou herói de repente, assim como o procurador encarregado das investigações, Archibald Cox, igualmente afastado. Os sucessores de ambos não conseguiram, se é que tentaram, apagar a fogueira, que só aumentou. 

...não há como resistir à maré
A partir daí foi aberto o processo de impeachment. Nixon só renunciaria em agosto de 1974. Mas, muito antes disso, em novembro e dezembro, precisou indicar um novo vice-presidente. O que havia sido eleito com ele, Spiro Agnew, já tivera de renunciar, após ser flagrado em outro escândalo. Quando o indicado Gerald Ford começou a ser sabatinado pelo Senado — seguindo uma emenda constitucional aplicada pela primeira vez —, senadores veteranos avisaram. Ninguém devia se iludir. Eles não estavam apenas escolhendo um vice, mas o futuro presidente dos Estados Unidos. Não deu outra, ainda que se precisasse esperar mais oito meses. 

Isenção para  o 13º
Um projeto do deputado federal Rôney Nemer (PP-DF) determina o fim da cobrança de Imposto de Renda sobre o 13º salário dos trabalhadores. Com isso, o parlamentar diz que pretende estimular a economia, aumentando o poder de compra dos trabalhadores. “O décimo-terceiro salário foi criado isento de tributação. Somente após uma das minirreformas tributárias é que o benefício passou a ser tributado. Por essa prática, muito usual nos últimos tempos, introduziu-se a cobrança de IRPF sobre esse benefício, esquecendo-se da sua natureza especial de remuneração dada aos trabalhadores assalariados”, argumenta o ex-peemedebista.

Câmara vai à UnB de Ceilândia
Aniversariante do mês — completou 45 anos no domingo (27), Ceilândia receberá, amanhã, a partir das 15h, a 11ª edição do Câmara em Movimento, evento em que os deputados distritais realizam uma sessão ordinária e também ouvem as reivindicações dos moradores da região.  Será no auditório do Campus da Universidade de Brasília na cidade, a mais populosa do DF. De acordo com o distrital Israel Batista (PV), que solicitou a realização do evento no campus, a particularidade dessa sessão é "aproximar a Casa do público universitário, específico e crítico, que pode oferecer valiosa contribuição na atuação do Poder Legislativo.” 

Carro ficha limpa 
A deputada Liliane Roriz (PTB), vice-presidente da Câmara Legislativa, protocolou projeto de lei que garante transparência na comercialização de veículos usados no Distrito Federal. Caso a proposta seja aprovada,  empresários do ramo de venda de carros usados serão obrigados a informar, em ficha técnica, registros mecânicos que limitem ou comprometam a circulação do veículo. 

Gato por lebre
O projeto da parlamentar complementa, no âmbito do Distrito Federal, a Lei Federal nº 13.111/15. Também torna obrigatório informar ao comprador o valor dos tributos incidentes sobre a comercialização, a situação de regularidade quanto a furto, multas e taxas anuais legalmente devidas, débitos de impostos, alienação fiduciária, ou outros registros. “O objetivo é dar mais segurança ao comprador, já que nem todo mundo entende e pode acabar comprando ‘gato por lebre’”, explica a deputada.

Rede social
Compartilhado pelo presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho, no Facebook: “Eva enganou Adão; Dalila, o Sansão; Maria Bonita, o Lampião; Rosana, o Maranhão; A Dilma, toda a nação. Ô mulherada do cão!”.
 
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