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Do Alto da Torre Redação JBr (03/03)

quinta-feira, 3 de março de 2016
GDF publicará novo decreto para pagamento de dívidas
Até o fim  de março, o governo Rollemberg publicará um novo decreto para o pagamento das dívidas com fornecedores. Pelas contas do chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio (foto), a dívida com o setor produtivo está na casa dos R$ 420 milhões. No ano passado, a pendência chegava à R$ 1,2 bilhão. Junto com a publicação, o GDF também estabelecerá um cronograma de quitação. 
TCDF no  jogo 
“Nós queremos pagar os fornecedores com quem nós temos algumas pendências. Chegamos sotar um decreto no ano passado e o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) entendeu que havia ali alguns problemas. E, portanto, nos determinou que refizéssemos e revogássemos aquele decreto, o  que foi feito. Agora, vamos soltar uma outra fórmula de pagamento”, explicou  Sampaio.

Girar a economia 
Inicialmente, o Buriti planeja destinar toda a arrecadação excedente para acelerar o pagamento destes débitos. “Nós acreditamos que isso vai fazer girar a economia. Mantém algumas empresas vivas, que estão prestes a fechar as portas. Então isso é muito importante para o governo”, citou Sampaio. As dívidas também afetam diretamente áreas do governo. Por exemplo, parte do desabastecimento da saúde pública é decorrente da falta de pagamento de fornecedores.

De onde vem o diploma
Na muda desde que perdeu o segundo turno das eleições para o Buriti, o ex-secretário Jofran Frejat telefonou ontem para uma série de amigos, inclusive dois distritais. Estava felicíssimo com a escolha do novo secretário de Saúde. Na verdade, nem conhece Humberto Fonseca. Mas ele se tornou o primeiro formado pela Escola Superior de Ciências da Saúde, a faculdade de medicina brasiliense criada por Frejat, que a considera a grande realização de sua vida. 

Um par de olhos azuis
A troca do secretário de Saúde causou sentimentos diversos na população - confusão no governo, descrença, esperança... e suspiros! Principalmente nas mulheres, que ocuparam boa parte do tempo admirando os olhos claros de Humberto Fonseca, que é casado, minha gente. E se derramou de amores para a mulher, durante o anúncio de que seria o novo gestor da saúde pública do DF. Juliana é o nome da moça, que lhe deu, segundo ele mesmo, “três filhas lindas e muito parecidas com a mãe”. E tem gente chamando o moço de “secregato” por aí...

Pode botar no jornal
Ao responder sobre o que faria agora que já não tem mais o encargo da Secretaria de Saúde, Fábio Gondim disse que tiraria férias. E emendou: “Pode botar no jornal”. Em janeiro, enquanto a saúde pública fervilhava em crise, ele tirou férias e viajou ao Rio de Janeiro. Quando a falta dele foi sentida, em uma importante reunião na capital federal, virou notícia o fato de ele largar tudo por aqui para passear com a família.

Abraço apertado
Ganhou um abraço apertado do governador Rodrigo Rollemberg a secretária adjunta da Saúde, Eliene Ancelmo Berg, logo após a entrevista, em que o nome de Humberto Fonseca foi anunciado e o dela confirmado. 

Será que ele vai?
O PDT está mesmo interessado em tirar o deputado Cláudio Abrantes da Rede. Ele se reuniu ontem com o presidente nacional da sigla, Carlos Lupi, onde ouviu mais um convite para ingressar no partido. Já tinha recebido proposta semelhante do presidente regional Georges Michel e de colegas, como o distrital Reginaldo Veras, que tem recorrido até aos assessores do ex-petista. 

“Incompetência tem limite”, acusa deputado
O deputado federal Laerte Bessa (PR) se irritou com a terceira troca de secretário de Saúde em pouco mais de um ano de gestão. Enquanto isso, ele diz, a saúde continua um caos. “Governador Rollemberg, incompetência tem limite.”

Corajoso é o deputado
O deputado Ricardo Vale (PT) se antecipou ao líder do partido na Câmara Legislativa e, antes mesmo de o governador confirmar que trocaria o secretário, já divulgou nota parabenizando Rollemberg pela coragem de exonerar Fábio Gondim. “No caos que estamos passando na saúde pública do Distrito Federal, não tinha outra opção para o governador”, escreveu Vale, para quem o objetivo de Gondim na pasta era “privatizar o SUS”.
 
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