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Transporte

quarta-feira, 30 de março de 2016


Os veículos de transporte público do Distrito Federal, com capacidade superior a 20 passageiros poderão ter como item obrigatório uma câmera de vigilância. Na proposta de autoria do deputado Agaciel Maia, presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças, o sistema de segurança ligado a essa câmera deverá ter capacidade para gravar as imagens e até para transmiti-las em tempo real.


Transporte 2

Em sua justificativa, o parlamentar fala da grande quantidade de assaltos a coletivos, além de abusos contra a mulher e também de roubos de veículos. Além de contribuir como desestímulo ao cometimento de crimes durante o transporte de passageiros, como também contribuirá para a identificação dos perpetradores em caso de efetiva execução criminosa no interior desses veículos.

Divulgacão                                                                                                                        Fonte:http://www.alo.com.br/colunas/ons-e-offs
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ONS e OFFs Celson Bianchi (30/03)

?METRALHADORA

"O GDF gastou R$ 30 milhões com câmeras de segurança para a Copa do Mundo, mas parece que esse investimento não está tendo retorno. A população reclama da violência crescente e pouca gente sabe onde o equipamento foi instalado." Liliane Roriz (PTB) - deputada distrital

Divulgação

Transporte

Os veículos de transporte público do Distrito Federal, com capacidade superior a 20 passageiros poderão ter como item obrigatório uma câmera de vigilância. Na proposta de autoria do deputado Agaciel Maia, presidente da Comissão de Economia, Orçamento e Finanças, o sistema de segurança ligado a essa câmera deverá ter capacidade para gravar as imagens e até para transmiti-las em tempo real.


Transporte 2

Em sua justificativa, o parlamentar fala da grande quantidade de assaltos a coletivos, além de abusos contra a mulher e também de roubos de veículos. Além de contribuir como desestímulo ao cometimento de crimes durante o transporte de passageiros, como também contribuirá para a identificação dos perpetradores em caso de efetiva execução criminosa no interior desses veículos.

Divulgacão

Três perguntas para... Rogério Rosso (PSD)

Celson Bianchi - Como tem recebido a informação de que seu nome é cotado para assumir a presidência da Câmara dos Deputados em 2017?

Rosso: Procuro fazer com humildade, serenidade e foco a minha atribuição de parlamentar na Câmara. É muito enriquecedor poder participar das grandes discussões e temas fundamentais para o País. Como líder do PSD participamos de uma série de ações e decisões no cotidiano da Câmara e a convivência com os demais parlamentares de todas as legendas e Estados têm sido muito positiva. 

Em algum momento já almejou isso?

Entendo que existem parlamentares mais experientes para assumir o próximo biênio na mesa da Câmara dos Deputados. A hora é de aprendizado. 

Gilberto Kassab é um grande incentivador, lhe ajuda muito?

O ministro Kassab, fundador e coordenador político das ações do Partido na esfera nacional, além de um grande líder e amigo, compartilha sua inteligência e experiência política com todos nós do PSD, ao tempo que nos deixa a vontade para atuarmos de acordo com as nossas convicções e princípios no âmbito do Congresso Nacional.

Reprodução

Mal exemplo

O governo do Distrito Federal (GDF) emprega, em cargos comissionados, ao menos 75 pessoas que têm algum tipo de parentesco com outros servidores. Há casos de parentes empregados em pelo menos cinco pastas diferentes do governo: são pais, filhos, irmãos e cônjuges que, pelas regras que vedam a prática do nepotismo, não poderiam trabalhar no executivo distrital. 


Mal exemplo 2

O número, no entanto, pode ser ainda maior, conforme levantamento que a Controladoria- Geral do DF elaborou em 2015 e entregou à Casa Civil do governo local, onde estavam listados 377 possíveis casos de comissionados com parentes empregados.


Mal exemplo 3

Ao longo do ano passado, um grupo de 66 servidores chegou a ser exonerado por um decreto do governador Rodrigo Rollemberg, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal em 14 de agosto, mas alguns voltaram. Há relação de parentesco foi confirmada por meio de fontes como o Diário Oficial, o Portal da Transparência. e o Diário de Justiça (onde é possível ver registros de matrimônios). 


Mal exemplo 4

Depois de confrontado com os casos, o GDF exonerou seis servidores comissionados. Entre eles, estava Mateus Maia de Castro, admitido na Secretaria de Trabalho em 3 de fevereiro de 2015. Ele é filho de Eric Seba, diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A reportagem procurou a secretaria no dia 8 de março e, em resposta, a pasta informou que ele tinha pedido exoneração um dia antes. Já a assessoria da Polícia Civil afirmou que Mateus já havia pedido para sair do governo em fevereiro. A exoneração, de fato, ocorreu em 15 de março.


Piloto

Aproximar o poder público e suas ferramentas de serviços para a comunidade. Assim se define o projeto da Administração Regional do SCIA – Administração na sua Quadra. O projeto, que é piloto da Administração, acontece até o dia 04 de abril na quadra 05 do Setor Oeste.


REFLEXÃO DO DIA

"Agradeço penhoradamente a todos colegas advogados e advogadas que estiveram no Congresso dando apoio pessoal ao cumprimento das decisões da OAB/DF e do Conselho Federal. A Ordem cumprirá seu papel e suas decisões".  Juliano Costa Couto - presidente OAB/DF

Reprodução
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Coluna Entorno (30/03) - Sandro Gianelli

?Janela

Para os candidatos municipais, sem mandato, e os deputados, a janela terminou no dia 19 de março.

Sem janela

O deputado estadual de Luziânia, Diego Sorgatto, deve se filiar ao PSDB. Ele foi eleito pelo PSD e hoje está na Rede. A troca partidária deve ocorrer em agosto.

Google /imagens

Vereadores

O prazo para os vereadores trocarem de partido encerra dia dois de abril. Seis meses antes das eleições de dois de outubro.

Em família

Sorgatto é primo do prefeito de Luziânia, Cristovão Tomin (PSD). Com a filiação no PSDB, fica claro que o primo prefeito não terá seu apoio.

Majoritária

O PMDB, de Santo Antônio do Descoberto, bateu o martelo e definiu seu pré-candidato à prefeitura. Será o médico Dr. Adolpho.

Oposição

O PSDB, em Luziânia, é opositor do governo Cristovão e deve lançar o ex-deputado Marcelo Melo.

PTB enfraquecido 

O PSDB convidou os dois prefeitos do PTB do entorno para a legenda. Hildo do Candango, de Águas Lindas aceitou. Giselle Araújo, de Cidade Ocidental ainda não definiu.

PSDB fortalecido

O PSDB terá candidatos a prefeito em, praticamente, todos os municípios do Entorno do DF. Marcelo Melo, em Luziânia. Sônia Chaves, em Novo Gama. Cida Machado (ex-primeira dama), em Santo Antônio. Em Valparaíso, o partido poderá lançar o vereador Pábio Mossoró ou a deputada estadual Leda Borges.

Reeleição complicada

A maioria dos prefeitos do Entorno do DF reclamam da falta de ajuda do governo federal e estadual. Com a crise política e econômica, quem mais sofre são os municípios.

Arrecadação pífia

Os municípios do Entorno passam por um problema crítico. A arrecadação com o IPTU passa por uma inadimplência média, de quase 70%.

Manifestação

Moradores do Girassol, distrito de Cocalzinho de Goiás, protestaram e pararam a BR-070, em busca de mais segurança.

Google /imagens

Sem diálogo

Segundo o prefeito de Cocalzinho, Alair Ribeiro, os manifestantes sequer procuraram a prefeitura em busca de um diálogo. A manifestação foi considerada eleitoreira.

Asfalto precário

Quando assumiu a prefeitura de Novo Gama, Everaldo Vidal tinha como principal problema o asfalto. O asfalto deixou de ser o principal problema municipal. Missão cumprida.                                                           Fonte:http://www.alo.com.br/colunas/entorno
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Saúde é prioridade em Novo Gama, diz governo


saúde n g
O Governo do Município vem identificando os problemas, adequando os espaços, adotando novos procedimentos, capacitando profissionais e acreditando na capacidade de oferecer à população um serviço público de saúde mais humanizado e eficiente.
A constante busca por melhorias e ofertas nos serviços de saúde prestados a população, acaba refletindo e passa a ser reconhecida, por populares, como um grande destaque na região do entorno sul.
A falta de atendimento nos hospitais da região tem feito os moradores de outras cidades se deslocarem até o Novo Gama em busca de atendimento.
O casal Francisco de Assis e Silvana Carneiro são moradores do Gama – DF. Eles contam que trouxeram a filha até Unidade de Pronto atendimento 24h da cidade, por causa da rapidez e a excelência no atendimento.
“É a primeira que vez que venho aqui. Trouxe a minha filha para consultar, pois ela está com muita febre e dor na barriga. Aqui eles fizeram uma triagem e o atendimento foi bem rápido. Lá no DF não estamos tendo atendimento”, afirmou Silvana.
Já seu Francisco disse: “Saímos do Gama e fomos até a Santa Maria, pensando que teríamos atendimento. Em nenhum dos dois lugares tem. Já aqui em Novo Gama é rápido e fomos muito bem atendimentos. Está nota 10.”
Igor Santos, de 17 anos, também é morador do Gama. Ele destacou:
“Uma amiga da minha mãe indicou o Ambulatório 24h por causa da rapidez e do bom atendimento. Depois de ter ido ao hospital do Gama e não ter conseguido nada, tratei de vir logo pra cá. O pessoal é bem educado, só estou aguardando ser chamado.”


De acordo com um levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde, somente em fevereiro foram feitos 6.398 (seis mil trezentos e noventa e oito) atendimentos, na Unidade de Pronto atendimento 24h do Novo Gama. Deste quantitativo, cerca de 3000, foram para pacientes do Distrito Federal e municípios vizinhos.



Investimentos na saúde
Recentemente o Governo do Município inaugurou um Centro de Especialidades no bairro LUBS - Residencial Paraíso.unabel. No local estão disponíveis para a população os seguintes atendimentos: Ginecologia, Cardiologia, Dermatologia, Pediatria e Ortopedia.
Vale ressaltar que o Novo Gama também conta com outros atendimentos especializados em seus postos
de saúde, como por exemplo, a Unidade de Saúde Bucal, a Ala de pequenas Cirurgias e o TELECARDIO, na sede da Secretaria Municipal de Saúde. Para melhorar ainda mais os atendimentos, a Prefeitura do Novo Gama reformou o Ambulatório 24h e o Posto de Saúde da Família 12/13 do Lago Azul.
O Governo do Município informa logo serão inauguradas duas Unidades Básicas de Saúde na cidade. São elas: UBS do Residencial Paraíso e a UBS do Mont Serrat. As obras já foram concluídas e aguardam apenas a licitação para compra de material e contração de pessoal especializado. -ASCOM de Novo Gama. Imagem: Mizael S.                                Fonte:odemocrata.com
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ONS e OFFs Celson Bianchi (28/03)

terça-feira, 29 de março de 2016
?Metralhadora

"A luta pelo esporte no Brasil é árdua e as dificuldades são grandes. O meu maior sonho é que o nosso país invista mais nas escolas, onde as crianças começam a ter contato com o esporte. Um campeão é fruto do trabalho feito nesse momento da vida. Tenho a esperança de que nosso país entenda a importância do esporte na base, como instrumento de desenvolvimento social. Eu sou o maior exemplo disso".
Leila Barros, campeã olímpica de vôlei e secretaria de Esportes do DF.

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Drama de Sofia 

A pequena Sofia precisa de ajuda. Ela sofre de uma doença rara no coração e precisa ser operada com urgência. Mesmo com o apoio do grupo denominado: Por uma Brasília Melhor, Sofia permanece numa UTI improvisada no hospital de Taguatinga, com apenas um mês de vida. Nem mesmo a decisão judicial que determinou ao Secretário de Saúde que transferisse a menina pra UTI do Hospital da Criança ou para uma UTI particular foi cumprida. De concreto mesmo apenas promessas do tipo: "estamos acompanhando". Se a pequena Sofia não conseguir esperar, todos já sabem quem são os responsáveis.

Divulgação

Boa imagem

Pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, no final de 2015, elege os cartórios como a instituição mais confiável do país, dentre todas as instituições públicas e privadas. Na pesquisa os usuários de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Belo Horizonte puderam avaliar a confiança nas instituições públicas, com notas de 0 a 10. Os cartórios conquistaram a primeira colocação, com nota média de 7,6, à frente, por exemplo, dos Correios, empresas privadas – particulares e até das Forças Armadas.

E agora?

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai julgar, a partir de 5 de abril, o procedimento de Pedido de Providências que investiga possíveis irregularidades na transferência do servidor Pedro Ivo Mendes Gonzaga Neiva do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) para o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). Pedro Ivo não ficou sequer uma semana no TRE-DF e foi cedido ao Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), onde seu pai, o desembargador Romeo Gonzaga Neiva, é o atual corregedor-geral de Justiça.

No aguardo 

Empresários que são credores do GDF estão indignados com a falta de palavra do governo. Nem mesmo a promessa do Governador, anunciada de corpo presente, de que receberiam pelo menos 50 mil do valor da dívida a que eles têm direito será cumprida. No calvário pra receber as secretarias e órgãos estão comunicando que o credor que tem mais de 50 mil em dívidas, vai permanecer a ver navios, por orientação da Secretaria de Fazenda. A ideia brilhante é fazê-los morrer de inanição.

Contraponto

Mais um capítulo da guerra nos bastidores do GDF. O ex-secretário da Casa Civil, Hélio Doyle, usou as redes sociais para criticar falas recentes do secretário de Desenvolvimento Econômico, Artur Bernardes, sobre o suposto esvaziamento da pasta que comanda. Doyle foi duro: “Por que o secretário Arthur Bernardes pediu ao governador que tirasse a gestão de PPPs de sua secretaria e finge que foi surpreendido? O PSD está é armando a ruptura com o governo de Rollemberg. Aliás, o vice Renato Santana já andou dizendo isso em reuniões privadas”, escreveu.

No ataque 

A presidente do Sindsaúde, Marli Rodrigues, disparou contra recentes declarações do atual secretário de Saúde, Humberto Fonseca, que disse estar preocupado sobre os constantes elogios a sua aparência. "Preciso ser levado a sério", desabafou ele. "Quem defende a volta da CMPF não quer ser levado a sério. Quem defende as OSs e a terceirização do SUS não quer ser levado a sério. Quem se presta a servir de marionete não pode definitivamente ser levado a sério", atacou Marli sobre posicionamentos do novo gestor durante a entrevista. 

Divulgação 

No ataque 2

A sindicalista fez ainda uma charge para criticar as constantes mudanças de gestores na pasta. "O problema da saúde não é a gestão, tampouco o modelo, que já deram certo. O problema na saúde é quando colocam os serviços, os interesses do cidadão e dos servidores em segundo plano a troco de interesses escusos. A beleza deveria ser o de menos nessa lista de atrocidades", emendou ela. 

Charge/Divulgação

Reflexão do dia  

"O Distrito Federal ganha mais 101 profissionais que trabalharão em defesa da nossa segurança. Acompanhei de perto a luta desses policiais civis e continuo sendo um defensor incansável da convocação dos aprovados em todas as esferas públicas." Professor Reginaldo Veras- deputado distrital PDT

Divulgação 
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Filippelli volta a cena política



O vice-governador Tadeu Fillippelli está bem na fita. Esse fato, quem lê esse blog, sabe há tempos. Filippelli, mesmo fora dos holofotes, articulou nos bastidores, e muito. Primeiro não deixou seu partido esvaziar na tão temida janela partidária. Pelo contrário: trouxe o senador Hélio José para o PMDB. 

Dos três deputados distritais só perdeu Robério Negreiros.  Depois articulou para seu pupilo Roney Nemer ir o PP-DF. Jogada de mestre. O próximo passo de Filippelli deve ser o governo federal. A queda da presidente Dilma Rousseff é praticamente um capítulo definido dessa história. 

Se não for ministro, Tadeu pelo menos ficará bem posicionado em um eventual governo Michel Temer. No bastidores, o político já afirmou ser candidato a governador. 

E mais: Mesmo que não queiram, Filippelli será um dos protagonistas da sucessão de Rodrigo Rollemberg. Juntando o PMDB e PP são quase oito minutos de tempo de TV. Podemos dizer que o tempo de bastidor de Tadeu Filippelli chegou ao fim e se põe sobre ele os principais holofotes da política candanga. Fonte:(Odir Ribeiro)
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A exemplo de Goiás, Saúde do DF namora organizações sociais


DF toma hospitais de Goiás como exemplo, onde experiência é considerada bem-sucedida
Jéssica Antunes
jessica.antunes@jornaldebrasilia.com.br 
Corredores cheios, listas de espera misteriosas, falta de medicamentos e de médicos, equipamentos danificados. Os problemas enfrentados pelos pacientes da rede pública de saúde do Distrito Federal parecem andar em círculos, mesmo sendo previsto na Constituição  o direito universal de responsabilidade do Estado. Mas, na incapacidade pública, a gestão compartilhada com o terceiro setor pode ser uma opção. Experiências com organizações sociais País afora abrem caminho para a discussão. No entanto, a medida enfrenta resistência de entidades relacionadas.
A possibilidade voltou a ser debatida  em audiência pública na Câmara Legislativa do DF, quando o secretário de Saúde, Humberto Lucena, avisou que a meta é “propor um novo modelo que seja bom para a população sem retirar direitos dos servidores". Ele pediu a oportunidade de apresentar estudos de viabilidade e propor aperfeiçoamento da lei que rege o modelo de gestão para que amplie o serviço e melhore a qualidade do atendimento. 
Visitas
No ano passado, o governador Rodrigo Rollemberg visitou unidades que mantém o sistema em Goiás. O Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), por exemplo, completou oito meses de funcionamento com 98% de satisfação dos pacientes, segundo o titular da pasta local. O modelo também   foi implementado em estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná, Maranhão e Pernambuco. 
No DF, há o exemplo do Hospital da Criança, gerido pela Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace) e do Hospital Universitário de Brasília (HUB), de responsabilidade da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). 
“Mais qualidade”  
Com exceção de uma unidade, toda a rede estadual de Goiás é gerida por Organizações Sociais (OSs), inclusive unidades de urgência e emergência, em uma experiência que começou há 14 anos e foi ampliada.
De acordo com Leonardo Vilela, titular da Saúde do estado, foram necessárias mudanças na legislação e enfrentar questionamentos do   Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas “muito por conta dos funcionários, que sairiam da zona de conforto, e da resistência de fornecedores”. O contrato ainda é aprimorado, segundo o gestor, “para obter cada vez mais melhores resultados com menos recursos”.
Chance reduzida de haver greve
Leonardo Vilela esclarece que os mesmos 12% do orçamento de Goiás são usados, há dez anos, para gerir a saúde local - inclusive após o modelo de OSs. “Com a mesma quantidade de recursos, aumentamos de forma significativa o volume de atendimentos, leitos e internações e melhoramos a qualidade dos serviços prestados. Os hospitais são públicos, gratuitos, têm um alto nível e ainda há a vantagem de não ter greve, porque há funcionários celetistas”, avalia o secretário.
Por ano, é gasto o montante de R$ 1,850 bilhão   para uma população de mais de seis milhões de pessoas. A critério de comparação,  o DF, com  2,8 milhões de habitantes, teve um orçamento aprovado para 2016 de cerca de R$ 6 bilhões. 
Alvo de críticas e resistência, a forma de contratação é, segundo o gestor de saúde de Goiás, solução de problemas com comissionados: “Os hospitais que nasceram na gestão de OS têm contatos por chamamento público, um processo seletivo transparente fiscalizado pelo Ministério Público. É menos burocrático. Fizemos acordo para manter 50% de trabalhadores estatutários nos hospitais antigos que receberam a nova gestão.   Demitimos muitos contratados temporários e mais de dois mil comissionados”.
MP é contra
No fim do ano passado, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT) e o Ministério Público de Contas (MPC/DF) já haviam se manifestado contra a gestão de organizações sociais. 
Para o Tribunal de Contas do DF, é considerada na Lei de Responsabilidade Fiscal os contratos firmados pelo governo quando a mão de obra contratada substitua as vagas ocupadas por servidores e empregados públicos. 
Em relação à possibilidade de nova utilização do modelo de organizações sociais, o TCDF deve analisar a constitucionalidade, a legalidade e a economicidade dos atos de governo, assim que forem praticados.
Em Santa Maria, preferência por OS
Em janeiro de 2009, a Secretaria de Saúde assinou um contrato com a Real Sociedade Espanhola de Beneficência com prazo até 2011 para assumir a gestão do recém-inaugurado Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Nesse período, R$ 222 milhões deveriam ser repassados à entidade, uma média de R$ 11 milhões por mês. 
Quem viveu esse momento e precisa, hoje, de atendimento na unidade considera que a volta das organizações sociais (OSs) beneficiaria a população. Autônoma, Adelaide Alves tem 55 anos e mora há mais de 20 anos na região. “Depois que a Espanhola deixou o hospital, o atendimento piorou muito. Era ótimo, parecia particular. Agora não vale nada. Vamos embora sem atendimento”, reclama.
Isso durou quatro meses. O Ministério Público do DF (MPDFT) constatou irregularidade pela falta de licitação e suspendeu o acordo. Depois, o Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) interrompeu o contrato liminarmente, entendendo que repassar à iniciativa privada a gestão do atendimento era inconstitucional. “Até podia ter irregularidades, mas, para o povo, era ótimo. Agora é só descaso. Ficamos mais de uma hora para passar pela triagem”, compara a auxiliar de serviços gerais Maria Rosemeire, 38 anos. 
Jaques Reolon é advogado, economista, especialista em Direito Administrativo e autor de artigos sobre licitações e contratos. Atualmente, produz livro sobre Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) e OSs. Para ele, a intervenção do terceiro setor é benéfica e eficiente quando feita com planejamento e fiscalização. 
“O modelo de OSs é mais eficiente que o modelo de gestão pública hoje porque tem mecanismos mais simplificados de contratação, mais celeridade nas soluções, uma certa economia de recursos”, ressalta Reolon. Ele pensa que não dá para atribuir dificuldades e irregularidades à natureza de ser OS. 
Segundo o advogado, a falta de objetividade na legislação seria o motivo que mantém problemas no modelo de OS. “A lei no DF apresenta muitos requisitos subjetivos. Deveria ter uma lei mais enxuta, dando prazos, sendo mais objetiva e, quando qualificasse as OSs, garantir que são de qualidade e ter ampla fiscalização”, sugere.
Ponto de vista
Presidente da Associação Médica de Brasília (AMBr), Luciano Carvalho não afasta a possibilidade de sucesso na gestão por organizações sociais, mas acredita que são necessários elementos de controle “que têm que ser construídos antes que se considere entregar a assistência a qualquer entidade”. Para ele, o processo de controle, fiscalização, monitoramento, parâmetros e metas deve ser proposto antes de um estudo de viabilidade orçamentária. “Entregar sem essa preparação é transferir o problema”, ressalta. Ele  considera que o modelo atual dificulta a gestão por ser centralizado e pouco flexível. 
Sindicatos questionam medida
Marli Rodrigues, presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde, diz que a entidade é “radicalmente contra as organizações sociais (OSs)”. “OS é apenas um ralo para a corrupção. Não atende o cidadão que precisa do hospital. Eles (o governo) usaram uma estratégia de sucatear a saúde, não investir ou planejar, e, sob essa alegação, querem terceirizar porque não querem esse trabalho”, acusa a sindicalista. 
Para o presidente do Sindicato  dos Médicos, essa não é a melhor forma de política de saúde. “Os resultados no Brasil não são bons. É fonte de desvio de verba e corrupção”, afirma Gutemberg Fialho. Na avaliação dele, o Estado não é incapaz, “tem instrumentos para gerir com competência, mas é total ineficiência e incompetência dos gestores”, diz, acrescentando que se parou de investir para delegar os hospitais a terceiros.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
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Temer diz a Lula que PMDB está fora do governo



Em conversa com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final da tarde de domingo, 27, em São Paulo, o vice-presidente Michel Temer descartou a possibilidade de que o PMDB continue no governo Dilma Rousseff. Segundo interlocutores do petista, Temer teria dito que o processo de afastamento está muito adiantado nas bases do partido e é praticamente certo que o PMDB decida nesta terça-feira, 29, pelo desembarque.
Nesta segunda-feira, 28, em entrevista a veículos de imprensa estrangeiros, também em São Paulo, Lula deu como certa a saída do PMDB do governo. Segundo o ex-presidente, a estratégia para barrar o impeachment de Dilma a partir de agora é atrair setores do partido à revelia da direção peemedebista, a exemplo do que aconteceu em 2003, quando integrantes do PMDB assumiram postos no primeiro governo Lula sem que a sigla tivesse aderido formalmente.
"Vai acontecer o que aconteceu em 2003 e vamos ter uma espécie de coalizão sem a concordância da direção. Não sei se é possível mas acho que é", disse Lula.
De acordo com ele, os sete ministros peemedebistas disseram que não vão deixar os cargos, independentemente da decisão da direção na reunião de amanhã, e vão ajudar nas articulações para manter setores do partido contra o impeachment.
"Pelo que estou sabendo, os ministros do PMDB não sairão. Vou conversar com muita gente do PMDB", disse Lula aos jornalistas estrangeiros.
No meio da tarde, o ex-presidente viajou para Brasília acompanhado do presidente do PT, Rui Falcão, para uma série de conversas com parlamentares de vários partidos, principalmente do PMDB. O petista incluiu Temer entre as futuras conversas, mas um novo encontro não foi agendado.
Segundo interlocutores de Lula, a dúvida do governo agora é quanto ao tamanho da ala peemedebista que vai abandonar Dilma. Lula e o PT vão agir para evitar que a reunião desta terça-feira reforce a ideia de que Temer está passando um rolo compressor sobre o PMDB e arraste consigo partidos menores que ainda se mantém fiéis ao governo
Fonte: Estadao Conteudo
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Do Alto da Torre Redação JBr (29/03)

“O pedido da OAB fecha círculo para o impeachment de Dilma”, afirma Laerte Bessa 
O pedido de impeachment feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) fechou todo o círculo de crimes de responsabilidade da presidente Dilma Rousseff, do ponto de vista do deputado federal Laerte Bessa (PR/foto). “Eles incluíram tudo. Tem as pedaladas fiscais, a delação do senador Delcídio do Amaral (PT). Colocaram até as nomeações de Wellington Silva para o Ministério da Justiça e do ex-presidente Lula para a Casa Civil. Eu mesmo protocolei um pedido de impedimento por conta delas, afinal são claras tentativas de obstrução. A OAB não deixou nada de fora”, comentou o parlamentar de oposição. Na avaliação de Bessa, caso o primeiro processo de impeachment, pautado exclusivamente nas pedaladas fiscais, não prospere, os demais chegarão até o Senado. 
400 pelo afastamento 
Pelas estimativas de Bessa, a votação a favor do impeachment caminha para um placar avassalador, caso não surja algum fato novo. “Vamos ter 400”, afirmou. O deputado faz contas incluindo o PMDB, que define hoje se deixa ou não a base do governo Dilma. Segundo o parlamentar, nos bastidores do Congresso os ponteiros do PMDB tendem a se alinhar rumo ao divórcio com o Palácio do Planalto.

Quando as incertezas da economia...
Um livraço foi relançado nos Estados Unidos. O título é Washington Journal, que poderia ser traduzido como Diário de Washington. O subtítulo é “Cobrindo Watergate e a queda de Nixon”. Embora a relação com a crise brasileira seja rigorosamente nenhuma, traz algumas lições. O escândalo iniciou-se em 1972 e agravou-se no ano seguinte. No final de 1973 a situação do presidente já era vista como desesperadora.  O sinal foi dado em novembro, quando as bolsas e o mercado financeiro começaram a oscilar no ritmo da Casa Branca. No dia 2 de novembro, a queda insistente das cotações de Wall Street interrompeu-se, justamente no momento em que se informava de possível renúncia do presidente. A partir daí, quando havia novo golpe em Nixon, as cotações subiam. Quando ele resistia, caíam. A partir daí, o empresariado começou a cobrar sua remoção. 

...juntam-se a erros atabalhoados na política...
Tudo se agravou para valer quando Nixon substituiu o ministro da Justiça — lá se chama Attorney General — em manobra atabalhoada para abafar as investigações. O ministro, Elliot Richardson, virou herói de repente, assim como o procurador encarregado das investigações, Archibald Cox, igualmente afastado. Os sucessores de ambos não conseguiram, se é que tentaram, apagar a fogueira, que só aumentou. 

...não há como resistir à maré
A partir daí foi aberto o processo de impeachment. Nixon só renunciaria em agosto de 1974. Mas, muito antes disso, em novembro e dezembro, precisou indicar um novo vice-presidente. O que havia sido eleito com ele, Spiro Agnew, já tivera de renunciar, após ser flagrado em outro escândalo. Quando o indicado Gerald Ford começou a ser sabatinado pelo Senado — seguindo uma emenda constitucional aplicada pela primeira vez —, senadores veteranos avisaram. Ninguém devia se iludir. Eles não estavam apenas escolhendo um vice, mas o futuro presidente dos Estados Unidos. Não deu outra, ainda que se precisasse esperar mais oito meses. 

Isenção para  o 13º
Um projeto do deputado federal Rôney Nemer (PP-DF) determina o fim da cobrança de Imposto de Renda sobre o 13º salário dos trabalhadores. Com isso, o parlamentar diz que pretende estimular a economia, aumentando o poder de compra dos trabalhadores. “O décimo-terceiro salário foi criado isento de tributação. Somente após uma das minirreformas tributárias é que o benefício passou a ser tributado. Por essa prática, muito usual nos últimos tempos, introduziu-se a cobrança de IRPF sobre esse benefício, esquecendo-se da sua natureza especial de remuneração dada aos trabalhadores assalariados”, argumenta o ex-peemedebista.

Câmara vai à UnB de Ceilândia
Aniversariante do mês — completou 45 anos no domingo (27), Ceilândia receberá, amanhã, a partir das 15h, a 11ª edição do Câmara em Movimento, evento em que os deputados distritais realizam uma sessão ordinária e também ouvem as reivindicações dos moradores da região.  Será no auditório do Campus da Universidade de Brasília na cidade, a mais populosa do DF. De acordo com o distrital Israel Batista (PV), que solicitou a realização do evento no campus, a particularidade dessa sessão é "aproximar a Casa do público universitário, específico e crítico, que pode oferecer valiosa contribuição na atuação do Poder Legislativo.” 

Carro ficha limpa 
A deputada Liliane Roriz (PTB), vice-presidente da Câmara Legislativa, protocolou projeto de lei que garante transparência na comercialização de veículos usados no Distrito Federal. Caso a proposta seja aprovada,  empresários do ramo de venda de carros usados serão obrigados a informar, em ficha técnica, registros mecânicos que limitem ou comprometam a circulação do veículo. 

Gato por lebre
O projeto da parlamentar complementa, no âmbito do Distrito Federal, a Lei Federal nº 13.111/15. Também torna obrigatório informar ao comprador o valor dos tributos incidentes sobre a comercialização, a situação de regularidade quanto a furto, multas e taxas anuais legalmente devidas, débitos de impostos, alienação fiduciária, ou outros registros. “O objetivo é dar mais segurança ao comprador, já que nem todo mundo entende e pode acabar comprando ‘gato por lebre’”, explica a deputada.

Rede social
Compartilhado pelo presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho, no Facebook: “Eva enganou Adão; Dalila, o Sansão; Maria Bonita, o Lampião; Rosana, o Maranhão; A Dilma, toda a nação. Ô mulherada do cão!”.
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Advogado morre afogado no Lago Corumbá

domingo, 27 de março de 2016

advogado morto
O corpo do advogado Ésper Chiab Sallum, de 53 anos, foi encontrado por uma equipe do Corpo de Bombeiros no Lago Corumbá, em Caldas Novas, por volta da 0h deste sábado (26).
Segundo informações de amigos da família, ele teria caído de um píer em uma chácara localizada às margens do Lago e se afogado.
A morte do advogado, que já foi candidato a vereador em Caldas Novas no ano de 2008, causou grande comoção. Ele vivia na cidade há mais de 20 anos.
Ésper, que era presidente da Comissão de Direito do Trabalho da Ordem dos Advogados de Brasil (OAB) de Caldas Novas, deixa a esposa, Silvana e dois filhos.
O velório está sendo realizado na sede da OAB em Caldas Novas. O sepultamento está marcado para às 17h, no Cemitério Municipal de Caldas Novas.                                                                                                                    (odemocrata.com)
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Do Alto da Torre Redação JBr (25/03)

sexta-feira, 25 de março de 2016
Cunha quer começar pelo Sul
O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, pensa em adotar uma ordem especial de chamada para a sessão em que se votará o impeachment da presidente Dilma Rousseff. É prerrogativa do presidente definir qual a ordem de chamada, desde que, como determinou o Supremo Tribunal Federal, o voto seja aberto. Cunha quer fazer a chamada do Sul para o Norte. 
Sem muro
Como o apoio ao impeachment é avassalador no Sul e no Sudeste, a turma de Cunha acredita que, quando a votação chegar ao Rio de Janeiro ou Minas Gerais, a margem do impeachment será tão ampla que os deputados do muro se sentirão constrangidos de nadar contra a maré. Algo como 150 a 20.

Sem apoio
Um deputado do círculo mais íntimo de Eduardo Cunha, informado por ele da possibilidade, não resistiu à malvadeza. Disse que, ao se completarem os quatro primeiros estados — Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo —, só votariam por Dilma os deputados petistas e mais o ex-ministro Orlando Silva, do PCdoB de Campinas. Aí, pensou melhor e disparou: talvez restassem só Orlando Silva e Maria do Rosário. 

No DF, dois fazem mistério
Uma amostra pode ser dada pela bancada do Distrito Federal. Dos oito deputados da capital, só uma assume abertamente o voto contra o impeachment. Cinco votarão a favor. E os dois restantes não revelam sua tendência nem sob tortura. 

Sem salvador
Para completar, abriu-se um complicador. Doente, o governador fluminense Pezão estará licenciado para tratamento médico justamente no período da votação do impeachment. Foi ele quem salvou o governo em momentos cruciais, como a escolha do líder peemedebista na Câmara, mudando votos que seriam oposicionistas. Com Pezão fora, assume o governo do Rio de Janeiro o vice Francisco Dornelles. Vem a ser primo em segundo grau do senador Aécio Neves.

Preocupado? Que nada!
O secretário de Saúde, Humberto Fonseca, tem dito por aí que se preocupa com os constantes elogios que tem recebido aos seus olhos azuis. Pede que seja levado a sério. A presidente do SindSaúde, Marli Rodrigues, no entanto, ironiza o gestor: "Quem defende a volta da CMPF para trazer mais recursos para a saúde, sendo que não utiliza os que estão disponíveis, não quer ser levado a sério. Quem defende as organizações sociais e a terceirização do SUS não quer ser levado a sério. Quem se presta a servir de marionete não pode definitivamente ser levado a sério. A beleza deveria ser o de menos nessa lista de atrocidades", disparou ela.

“Quadrilha”
As constantes mudanças na direção da pasta, para a sindicalista, atrapalham o andamento dos trabalhos e a continuidade.  "O problema da saúde não é a gestão, tampouco o modelo, que já deram certo. O problema na saúde é quando colocam os serviços, os interesses do cidadão e dos servidores em segundo plano a troco de interesses escusos. É a quadrilha que atua há anos no submundo da pasta", emendou ela.

No banho de sol
Depois de ter ido parar no hospital por problemas no coração, o ex-deputado Benedito Domingos voltou para o 19º Batalhão da Polícia Militar, a Papudinha. Foi visto até no banho de sol, na manhã de ontem.

Petistas organizados
Para lembrar o golpe de 1964, petistas organizam ato “em favor da democracia”, em plena quinta-feira, no Brasil todo.  Em Brasília, o ato é promovido pelo PT e pela CUT-DF, que lançaram até um comitê “contra o golpe”. A concentração será a partir das 17h, no Museu da República. 

Feliz Páscoa!
O deputado distrital Rodrigo Delmasso (PTN) aproveitou a quinta de folga na Câmara Legislativa para visitar a Feira dos Importados e o Shopping Popular de Ceilândia. Pelo Facebook, ele disse o que fora fazer: desejar Feliz Páscoa!
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