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Médico dá dicas sobre como se readequar ao fim do horário de verão

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016


Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o horário de verão termina no domingo
Ingrid Soares
ingrid.soares@jornaldebrasilia.com.br
Uma relação de amor e ódio. Falta pouco para o fim do horário de verão no País, e o tema divide opiniões. Enquanto uns aproveitam os momentos a mais de sol para a prática de atividades físicas, turismo e fins comerciais, outros preferem ter mais tempo para descansar. O fato é que, em todos os  casos, é necessário adaptação para o organismo voltar ao funcionamento normal.
Nas regiões Sul, Sudeste e Centro- Oeste, o horário de verão termina no domingo e,  à 0h, os relógios devem ser atrasados em uma hora, voltando para as 23h de sábado. 
O médico Gilvan Alves explica que, para o corpo sentir menos os efeitos da mudança do horário, o ideal é dormir um pouco mais cedo nos dias anteriores. A dica vale, principalmente, para quem tem problemas de insônia. Os cuidados na alimentação também devem ser redobrados.
"O corpo precisa de, pelo menos, oito horas de sono por noite. É claro que esse descanso varia conforme a rotina de cada pessoa, mas o essencial para a readaptação é que cada um adote hábitos de relaxamento em ambientes que proporcionem o sono mais cedo, em local silencioso, escuro e arejado. É importante evitar alimentos e bebidas estimulantes durante a noite, como refrigerantes com cafeína. Nos primeiros dias da volta ao horário normal, algumas pessoas podem ter irritação e alterações do humor, mas, com boas noites de sono, esse comportamento tende a melhorar”, orienta.
A veterinária Áurea Daia, 43 anos, apesar de adepta à prática de atividades físicas, conta que está ansiosa para o fim do período de quatro meses. “Eu não gosto do horário de verão. Quem tem criança sabe como é difícil para elas se adaptarem. O lado bom é que posso fazer caminhadas e tenho por mais tempo a companhia do sol, mas, tirando isso, é muito ruim”, afirma.
Brasilienses se dividem nas preferências
O educador físico Bruno Macedo, 33 anos, é um dos defensores do horário de verão. Ele aproveita  para ler e se exercitar. “Acho perfeito. Gosto   porque, apesar da sensação de o dia ter uma hora a menos, ele parece render mais. Eu acordo cedo, às 5h, pedalo, entro no trabalho e, no intervalo, ainda tento nadar. O sol se põe mais tarde e, com isso, temos mais tempo”, opina.
O aposentado Antônio Carlos Garrido, 73 anos, conta que não tem dificuldades para se adequar ao horário, seja ele inverso ou reverso. “Me adapto fácil. Isso acontece há tanto tempo que acabamos nos acostumando. Gosto dos dois jeitos”, conta.
Ao contrário de Antônio, o empresário Wesley Costa, 22 anos, diz que o horário de verão representa uma “ameaça real” ao descanso. “Eu não gosto. É ruim ter que acordar mais cedo, quando ainda está escuro. E ainda tem dia que perco a hora. Que bom que, daqui a pouco, vai voltar ao normal”, comemora.
Saiba mais
O primeiro horário de verão no Brasil foi em 1931 e foi criado para induzir a redução do consumo de energia elétrica, especialmente nos períodos de pico (entre 18h e 21h), trazendo benefícios ecológicos e preservação do meio ambiente. 
É aplicado no DF e nos estados de Espírito Santo,  Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. 
As regras estão estipuladas no Decreto 6.558, de 2008, que fixa a duração da média do horário de verão em quatro meses. Segundo o decreto, a data estabelecida para o início do horário de verão é sempre o terceiro domingo de outubro. O encerramento deve ocorrer no terceiro domingo de fevereiro.
A exceção se dá quando o terceiro domingo de fevereiro coincide com o domingo de Carnaval. Nesse caso, o horário de verão termina no quarto domingo de fevereiro.
Em 2015, a economia de energia elétrica foi de 4,5% no horário de pico, o que representa 0,5% do que foi gerado pelos subsistemas das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
 
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