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Do Alto da Torre Redação JBr (29/02)

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Novo fôlego para a força-tarefa  do Ministério Público
Criada para  apurar as responsabilidades que levaram ao descontrole nas contas do Distrito Federal, a força-tarefa do Ministério Público do Distrito Federal deve ganhar novo fôlego. O procurador-geral de Justiça Leonardo Bessa disse que se reuniu, na semana passada, com a procuradora Maria Rosynete de Oliveira Lima, que coordena a força-tarefa. A intenção é priorizar os trabalhos e dinamizar o grupo, que já ajuizou pelo menos sete ações de improbidade administrativa para responsabilizar o ex-governador Agnelo Queiroz e gestores do governo passado. 

Trabalho contínuo e permanente
O grupo de trabalho formado por sete promotores foi criado no início da gestão de Bessa, para analisar justamente a questão financeira-orçamentária. O trabalho, ele diz, agora é contínuo e permanente. “O que o Ministério Público percebeu é que tem que agir preventivamente. Foi criado um Núcleo de Controle e Orçamento para que haja um acompanhamento constante, de modo a evitar o problema”, explicou o procurador. Ele diz que o MPDFT tem trabalhado para punir quem errou, mas já entendeu que o ideal é prevenir, “por que a consequência é muito grave para saúde, educação, transporte coletivo etc”, citou. 

Mané Garrincha na mira
Leonardo Bessa explica que os gastos para a construção do Mané Garrincha não foram esquecidos pelos procuradores. “Por enquanto, houve apenas uma avaliação parcial do Estádio Nacional de Brasília. Analisar a questão financeira é um dos nossos focos”, esclareceu, citando que o Ministério Público do DF trabalhará para responder à seguinte questão: “Por que este foi um dos estádios ou talvez o estádio mais caro do Brasil?” 

Última homenagem
Acompanhado da mulher Flávia e do deputado federal Laerte Bessa (PR-DF), o ex-governador José Roberto Arruda foi ao velório do cantor sertanejo Chico Rey, ontem, no Taguaparque. Desde a campanha eleitoral, Arruda não era visto em público. 

Ele quer expulsar o governador
Gutemberg Fialho, presidente do Sindicato dos Médicos e hoje primeiro suplente do PSB na Câmara Legislativa, tenta dar o troco no pedido da expulsão dele do partido, que atribui ao Buriti. Requereu ao presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, a saída de ninguém menos do que o governador Rodrigo Rollemberg. Assegura que ele descumpriu os compromissos de campanha. Não teria honrado os reajustes e o pagamento em dia do funcionalismo público. Afirma ainda que Rollemberg cometeu erro estratégico nas coligações que montou, já que o PSB recebeu 85 mil votos, mas não elegeu qualquer deputado, federal ou distrital.

Despedida
A deputada Liliane Roriz dá adeus, hoje, ao PRTB. A distrital assinará a filiação ao  Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), atendendo convite da presidente nacional da legenda, deputada federal pelo Rio de Janeiro, Cristiane Brasil. A solenidade ocorrerá na sede nacional do PTB, na Asa Norte, a partir de 19h. Além de Liliane, o PRTB sofreu outra baixa e agora está sem representante na Câmara Legislativa: o deputado Juarezão também desligou-se da sigla e estuda convites de outras agremiações.

Pingue pongue
Prestes a anunciar passos de uma mini-reforma administrativa, o governador Rodrigo Rollemberg nega que os arranjos sejam para reorganizar a base aliada na Câmara Legislativa. E diz que espera continuar a contar com a compreensão da Casa, independentemente das posições dos deputados, se são base ou oposição. Com a recriação da Secretaria de Turismo (e Esporte), ele diz que pretende, agora, dar mais atenção à área.  
O senhor acredita que o fórum produtivo está satisfeito com o seu governo?
 A gente reconhece inúmeras deficiências no governo, inúmeras dificuldades, assim como também reconhecemos inúmeros avanços realizados, que, certamente, contribuirão para um ano melhor em 2016. 
A Secretaria de Esporte e Turismo é extraordinária? Será extinta após a Olimpíada?
Não necessariamente, mas, neste momento, estamos criando como uma secretaria extraordinária. O turismo, no nosso governo, sempre terá um papel estratégico. Entendemos que educação, turismo, ciência e tecnologia, cultura e meio ambiente são temas que garantem uma nova concepção de desenvolvimento, que, no meu entendimento, é a vocação de Brasília. Portanto, nós queremos  dar, ao longo deste ano, mais atenção ao turismo.
A criação desta pasta, assim como a  de Cidades, faz parte de uma reforma que servirá para redividir os espaços no governo e restabelecer a base aliada na Câmara Legislativa?
Não. A Secretaria de Cidades é uma reivindicação dos administradores regionais que se sentem muito distantes do governo e como as administrações são muito dependentes dos serviços públicos centrais - oferecidos pela Novacap, CEB, Caesb e SLU - é muito importante ter uma secretaria de articulação, que vai garantir unidade e maior eficiência na prestação de serviços para a população, lá na ponta.
Com as mudanças de partidos dos deputados e a saída de Raimundo Ribeiro, que já foi seu líder, indica que  será um ano difícil para a articulação? 
Por isso, não. Entendo que as relações políticas são dinâmicas. Sai um deputado da base e entra outro. E não sei nem se, necessariamente, o Raimundo Ribeiro vai sair da base. Estamos abertos ao diálogo. A Câmara Legislativa teve uma postura bastante responsável no ano passado, entendeu o momento que a cidade estava vivendo e foi uma grande colaboradora. Espero que, independentemente das posições políticas, se são governo ou oposição, que a Câmara continue colaborando com a cidade. Por que, colaborando com a cidade, estará colaborando com o governo. 
 
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