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Do Alto da Torre Redação JBr (26/02)

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Distritais que podem ser governadores
Quando falava sobre as responsabilidades que recaem sobre o ocupante do Buriti, no Visão Capital do Jornal de Brasília, Rodrigo Rollemberg dirigiu-se aos distritais como “deputadas e deputados, que poderão ser governadores no futuro”. Todos os olhares voltaram-se para a presidente da Câmara, Celina Leão (foto). Os demais comensais da mesa em que ela estava cumprimentaram-na. Até a primeira dama Márcia Rollemberg, sorrindo, virou-se para ela com o punho cerrado e disse: “vamos lá”.
À espera de um tucano
O deputado distrital que o PPS espera para engrossar as fileiras do partido na Câmara Legislativa é Raimundo Ribeiro. A filiação depende apenas das prévias do PSDB. "Se o PSDB fizer as prévias para garantir a eleição de presidente, ele vai permanecer. Se não, o PPS é uma das possibilidades dele. Mas ele deve ter outros convites", revelou Celina Leão.  

Contribuinte paga 72% mais de Imposto de Renda
Andou fazendo contas o senador brasiliense José Antônio Reguffe. Constatou que  nos últimos 20 anos, de 1996 até 2015, portanto, sete anos de governo Fernando Henrique, oito anos de governo Lula e cinco anos de governo Dilma, os limites de isenção da tabela do Imposto de Renda estão defasados, tomando como base a inflação oficial do período, em 72,2%. “Isso significa”, diz Reguffe, “que ano após ano, o governo aumenta a carga tributária de uma forma disfarçada”.

É só conferir o limite de isenção
Pelos cálculos de Reguffe, hoje, com o limite de isenção da tabela do Imposto de Renda, o primeiro limite, paga Imposto de Renda quem recebe acima de R$ 1.903,98. Se os limites de isenção da tabela do Imposto de Renda tivessem sido corrigidos tomando como base a inflação do período, só pagaria Imposto de Renda quem recebe acima de R$ 3.250,38. Como há aí um efeito cascata, todos os demais sobem de faixa e quem fica com o ganho é o governo.

Para onde irei?
No meio de uma roda de deputados distritais, no Visão Capital, o ex-vice-governador Paulo Octávio listava os convites que deles recebia para se filiar a seus partidos. O bispo Renato Andrade, por exemplo, insistia para que ingressasse no PR. Paulo Octávio até comentou que, com tantas propostas, poderia sentir-se tentado. Parecia brincadeira. Nem tanto. O caminho até pode não ser esse, mas parece improvável que, caso deixe o PP, Paulo Octávio nutrisse muitas saudades.

Não passa de brincadeira
Terceiro secretário da Mesa Diretora da Câmara Legislativa, o bispo Renato Andrade recebeu no Visão Capital um crachá identificando-o como deputado. Mais abaixo, em maiúsculas, lá estava: SECRETÁRIO. Os colegas fizeram a festa, ainda mais porque Renato Andrade faz forte oposição ao governador Rollemberg. O distrital Cláudio Abrantes  chegou a fotografar o crachá como prova de que o bispo iria para o governo. Queria saber qual a secretaria. Antecipava, porém, que seria uma pasta poderosa. Afinal, para acalmar o fervor oposicionista do deputado não bastaria qualquer coisa. 

Sequência de trapalhadas
Foi derrubado, antes mesmo de se tornar público, um projeto de resolução que abria uma janela de cinco dias para servidores da Câmara Legislativa (incluindo deputados) ingressarem no Fundo de Assistência à Saúde dos Servidores da Câmara Legislativa (Fascal) sem carência. Um precedente sério que tinha todo o jeito de ser formatado para atender a interesses específicos. Ocorre que o texto, que tramitou a toque de caixa na Casa, não foi votado em segundo turno. E teria de ser reapresentado para que voltasse à pauta. Depois, descobriu-se que a Resolução 155/199, que criou o Fascal, diz que as alterações propostas para o Fundo devem ser decididas pela Mesa Diretora, mas o Conselho de Administração deve ser ouvido.

Rede está de olho nos remanescentes do PDT 
A Rede Sustentabilidade convidou o deputado distrital Reginaldo Veras e o secretário do Trabalho Joe Valle para se filiarem ao partido. “Avaliando o quadro nacional, ainda mais agora que o marqueteiro de Dilma está sendo investigado, vemos que a situação do governo só se agrava. E o PDT insiste em ficar na base. Resolvemos então chamar Veras e Valle, pois entendemos que eles têm valores que são muito próximos aos nossos. O PDT perdeu potência para construir em Brasília uma alternativa”, comentou o porta-voz da Rede, Pedro Ivo. A sigla, marcada pela passagem de Leonel Brizola, sofreu três grandes baixas com as desfiliações dos senadores Cristovam Buarque, José Antônio Reguffe e da deputada distrital Celina Leão. Por enquanto, os dois remanescentes dizem que não vão mudar de legenda.

Nada de ficar em cima de muro
Além de buscar novos nomes, a Rede também mudou o tom das relações com Buriti. “O governo tem que escolher um lado. Ou fica com os conservadores ou com os progressistas. O governador deveria aglutinar as forças democratas e progressistas do DF e se afastar dos conservadores”, afirmou Pedro Ivo. As críticas da legenda partem de uma série de conflitos internos do governo, como o futuro da orla do lago. Segundo o porta-voz da Rede, grupos conservadores desejam que o Buriti abandone o projeto de desocupação das margens do Paranoá, bem como a criação de parques na região.
 
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