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Do Alto da Torre Redação JBr (25/02)

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

PinguePongue
Disparando uma metralhadora de críticas ao governador Rodrigo Rollemberg, o deputado federal Laerte Bessa (PR) diz que há preguiça em resolver a crise na segurança pública do DF. Reclama das mudanças promovidas na Secretaria de Justiça recentemente e diz que a crise vai piorar muito se o governador, a quem ele chama de “imbecil”, não destinar os recursos do Fundo Constitucional para a área.
O senhor tem criticado duramente o governo pelas substituições na Secretaria de Justiça. Por que?
A única coisa que o governador Rodrigo Rollemberg sabe fazer é mudar. Ele acha que,  mudando as pessoas, vai resolver o problema da segurança pública no Distrito Federal. Mas, se ele não levantar da cadeira e acabar com essa preguiça dele, Brasília vai só afundar. Mudar as pessoas não resolve.

Por que o senhor é contra as mudanças?
As pessoas que estavam lá já conheciam o sistema e estavam fazendo das tripas coração para fazer as coisas funcionarem.  Brasília está cansada de saber que é preciso de estrutura. E não de substituições.

O senhor já deu ideias para o governador de como poderia resolver o problema?
No início do governo, eu disse que queria ajudar, que estaria à disposição. Os deputados foram dar a mão pra ele, mas ele  simplesmente recusou nosso apoio. Ele nunca pediu uma orientação sequer para indicar ninguém. Eu conheço muito bem a Polícia Civil, mas ele acha que não precisa da gente. Ele acha que é o dono do DF, que é o cara. Mas ele é um imbecil. Se ele não usar os recursos do Fundo Constitucional para a segurança pública, as coisas vão piorar  ainda mais. 

Tramitam no Tribunal de Contas representações para investigar o uso dos recursos do Fundo Constitucional. O senhor tem acompanhado?
Sim. É preciso deixar claro que o Fundo é para a  segurança pública. Está na lei. Em caso extraordinário é que pode ser usado para  saúde e educação. Mas não para pagar pessoal. O governador não gosta da polícia, então ele faz retaliação. É revanchismo. 

O senhor vai tomar alguma providência?
Vou pedir ao Tribunal de Contas para agilizar essa investigação. Também estou preparando petição para o Ministério Público investigar o uso de 11 viaturas da PM descaracterizadas pelo gabinete e pela residência do governador. E  vamos acelerar a tramitação do projeto de lei, de minha autoria, que tipifica como crime de responsabilidade do governador o uso indevido dos recursos do Fundo Constitucional.

Absolvição de Arruda é esperança no futuro, diz advogado
A absolvição do ex-governador José Roberto Arruda, em segunda instância, por suspeitas de irregularidades na contratação de uma empresa para realização de um jogo de futebol entre Brasil e Portugal, em 2008, é um sinal de que ele pode ser inocentado nos processos que ainda estão por vir. É o que acredita o advogado Ticiano Figueiredo. “Toda vez que o Judiciário examina o processo de forma cuidadosa e minuciosa, o governador é absolvido”, arrisca ele. “Temos uma expectativa muito grande nos próximos processos. Basta uma simples análise que vai ficar provado que Arruda jamais cometera ato ilícito”, completa o defensor. 

Importante para a Copa de 2014
Arruda havia sido condenado em primeira instância a pagar multa equivalente a 50 salários que ele recebia na época e a perder os direitos políticos por firmar contrato de R$ 9 milhões com a empresa Ailanto Marketing, sem licitação. Ticiano frisa que, com a decisão reformada do Tribunal de Justiça do DF, ficou esclarecido que não houve dolo do governador, nem prejuízo ao erário. “O Tribunal entendeu como válido o contrato. E que o jogo foi importante para Brasília se firmar como sede da Copa em 2014”, afirma. 

Tokarski rebate Bessa   
O subsecretário de Relações Institucionais, Igor Tokarski, não ficou de braços cruzados diante da saraivada de críticas do deputado federal Laerte Bessa (PR) ao governo Rollemberg. "Ainda que haja divergência de ideia, a maneira como o deputado se posicionou definitivamente não é a forma de se fazer o debate", pondera Tokarski. Rebatendo os argumentos de Bessa, o subsecretário afirmou os recursos do Fundo Constitucional do DF (FCDF) estão sendo devidamente usados, defendendo que este dinheiro serve para custear a Saúde, Educação e Segurança Pública. Na avaliação de Tokarski, a melhor resposta Buriti aos ataques do parlamentar é “continuar trabalhando com responsabilidade, focado em garantir melhorias para o DF”. Em relação às ofensas contra o governador, o subsecretário “lamentou” a escolha de palavras de Bessa.  

Movimento pessoal 
O fato do deputado distrital tucano Raimundo Ribeiro ter deixado a base do governo Rollemberg não modifica a posição do PSDB em relação ao Palácio do Buriti. “A relação do Raimundo com o governo era pessoal. A saída dele não afeta a opinião do PSDB. A Secretaria de Justiça era um espaço dele e ele não falava e nem tomava decisões pelo partido”, afirma o presidente regional da sigla no DF, deputado federal Izalci Lucas. Segundo o parlamentar, o PSDB não tem cargos no Executivo e segue em posição de independência. 

Ainda sobre a janela
O PSDB, salienta Izalci, “é uma grande alternativa” para se filiar, já que, diante do cenário de crise política em âmbito federal, representaria a principal opção ao PT.   “Estamos reestruturando o partido, para que, em 2018, possamos eleger de três a quatro deputados distritais e ao menos dois federais”, propagandeou.
 
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