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Do Alto da Torre Redação JBr (24/02)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Rede aposta em Reguffe...
Palavra do deputado Chico Leite, filiado de primeira hora: a Rede da ex-senadora Marina Silva tem o maior empenho em receber o senador José Antônio Reguffe, que acaba de deixar o PDT. Aliás, nem precisaria de convite. Interlocutor frequente de Marina, Reguffe participou desde o início das articulações para criação da Rede, em processo de que Chico Leite também participou. O deputado tem conversado frequentemente com Reguffe. Está convencido de que, após o período sabático sem legenda, o senador acabará assinando a ficha.

...para o que der e vier 
Embora tenha cargos no governo Rollemberg, a Rede mostraria sensibilidade, senão empenho, em eventual candidatura de Reguffe ao Buriti — por mais que se canse de ouvir do senador seu compromisso de cumprir o mandato até o fim. A propósito, o distrital Chico Leite defende independência do partido em relação ao governo Rollemberg. Inclusive com a entrega de cargos.

PSDB espera reforço 
O PSDB espera a filiação de pelo menos mais dois deputados distritais. O presidente do partido no DF, deputado federal Izalci Lucas, diz que há conversas adiantadas com Robério Negreiros (PMDB) e Cristiano Araújo (PTB); e Wellington Luiz (PMDB) e Rafael Prudente (PMDB), que já adiantaram: migrarão em duplas. “Temos conversado não só com os titulares, mas também com os suplentes. Principalmente com os que tem uma postura mais independente com relação ao Palácio do Buriti. A oportunidade é agora”, ressalta o tucano, alertando que os mandatários devem se apressar, já que, para ele, a janela é um mecanismo frágil: “Alguém pode questionar esta Emenda Constitucional no Supremo Tribunal Federal. É preciso mudar rápido”.

O dia do fico 
O deputado federal Alberto Fraga decidiu permanecer no DEM. O parlamentar estava sendo cortejado para assumir uma posição de liderança no PP, mas, após conversas com as bases e grupo político escolheu continuar na legenda em que se elegeu para a Câmara dos Deputados. “Eu desisti da ida para o PP depois de ouvir muita gente. Minha cara é parte dos Democratas”, afirmou. Mantendo o discurso de oposição à gestão de Rodrigo Rollemberg, o parlamentar reforçou a intenção participar da construção de uma chapa conservadora e de direita para disputar o governo do Distrito Federal em 2018. 

Martelo quase batido 
Se, por um lado, Fraga abandonou o projeto do PP, por outro, o deputado federal Rôney Nemer (PMDB) ainda pondera a migração. As conversas estão bastante avançadas e dependerão do resultado da eleição da liderança do partido na Câmara. Com o líder definido, Nemer participará de uma reunião com a nova liderança, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira, o presidente regional do PMDB, Tadeu Filippelli, o presidente local do PP, Benedito Domingos. Conforme o resultado, haverá uma reunião com o presidente nacional do PMDB, Michel Temer. 

Costura fina 
“É uma costura fina feita a várias mãos. O PP é um grande partido e fiquei muito animado. Tudo vai depender se as coisas forem feitas às claras e de forma transparência”, comentou o deputado. Mas a mudança está longe de ser uma separação do PMDB e do grupo de Tadeu Filippelli, a quem Nemer chama de “padrinho político”. Caso o parlamentar migre, existe a chance concreta de uma dobradinha destes partidos em 2018.

Ampliação
A Secretaria de  Segurança Pública reitera que o Esporte à Meia Noite  não vai acabar. E que as mudanças propostas ainda estão em análise. A principal delas, diz a pasta, é que, nos núcleos onde é grande a presença de crianças, seja criado um horário alternativo de 20h à meia-noite.

Sinal de recuo
O Palácio do Buriti recuou da criação de um grupo de trabalho para discutir a criação de uma universidade regional para o DF. Depois que o deputado Cláudio Abrantes (Rede) anunciou um Projeto de Decreto Legislativo que sustaria a decisão do governador, o líder do governo Júlio Ribeiro (PRB) disse que o governo pediu mais uma semana para analisar o caso. Para Abrantes, só serve a extinção do grupo, já que a Fundação Universidade Aberta de Brasília (Fubab) trabalha nisso há algum tempo. E foi solenemente ignorada. Deputados da oposição e da base se solidarizaram ao distrital de Planaltina, na sessão de ontem. Até o colega de partido, deputado Roosevelt Vilela (PSB) atacou: “Foi uma falta de sensibilidade do governo.”
PinguePongue
O deputado distrital Cristiano Araújo (PTB) é um dos parlamentares que têm sido cortejados por partidos políticos para aproveitar a janela partidária e mudar de legenda. Ele diz que há tratativas com cinco partidos, mas dá uma dica: vai se filiar a uma sigla que está “mais alinhada com sentimentos das ruas”. 
O senhor já decidiu para  qual partido  migrará? 
Temos ainda 27 dias e, como não tem a obrigação de filiar agora, estou tranquilo.
Mas o senhor pretende fazer como o senador Reguffe e ficar sem partido?
Temos tratativas com PSDB, DEM, PP, PSD e PMB. Tenho procurado o que converge mais com as bandeiras de campanha e ideologias. E também o partido que está mais alinhado com os sentimentos das ruas. O certo é que vou sair do PTB. 
Tem algum motivo para sair?
Foi um relacionamento que durou dez anos, tenho muito respeito pelo partido e pelo (ex-)senador Gim Argelo, que é o presidente, mas é um ciclo que tem que ser renovado.
A filiação da deputada Liliane Roriz inviabiliza sua permanência no PTB?
Não. De jeito nenhum. Mas eu tenho que procurar oxigenar o meu mandato, trazer uma visão nova aos meus eleitores. 
Há um  acordo com o deputado Robério Negreiros, para se filiarem juntos?
Temos um acordo de filiarmos juntos, desde que a gente consiga estar no comando do partido. Resolvemos isso porque há legendas em que as decisões não são compartilhadas e nós queremos participar.
Esse acordo inviabiliza a filiação em partidos como PSDB e PSD,  que têm comando consolidado?
O importante é se sentir parte e não ser dono da parte. A partir do momento que você é ouvido, te faz sentir parte. Não necessariamente é preciso  ser presidente do partido. 
O Palácio do Buriti participa dessas tratativas para a mudança de legenda?
A gente - deputado Robério e eu - tem procurado se alinhar com o governo. Nossa ideia é estar cada vez mais próximo. Mas também queremos ser respeitados. Se o governo quiser participar dessa decisão, terá de dar um respaldo de que a gente, de fato, vai ser governo.
 
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