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Do Alto da Torre Redação JBr (19/02)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Rollemberg gostou
O governador Rodrigo Rollemberg (foto) não escondia seu bom humor na tarde de ontem. Não escondia também que, ao menos em parte, isso se devia à condenação do ex-governador Agnelo Queiroz, pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal,  em uma ação de improbidade administrativa feita pelo Ministério Público sobre supostas irregularidades no contrato para a realização de uma prova da Fórmula Indy no Autódromo de Brasília. Na verdade, é mais um capítulo na guerra de versões travada por Rollemberg e Agnelo. 

Tem mais por aí
“Todas essas decisões que estão sendo tomadas pelo Tribunal de Justiça demonstram que as nossas decisões estavam acertadas ao suspender o contrato. Porque havia irregularidades apontadas pelo Ministério Público naquele contrato. E não é só naquele. Existem outros contratos que nós estamos buscando resolver os entraves jurídicos, para que com tranquilidade, com segurança jurídica, a gente possa garantir um serviço à população. Mas é muito importante que as coisas sejam feitas com muita transparência e dentro de um ambiente de segurança jurídica”, comentou ontem Rollemberg.

Ainda não acabou
Rollemberg suspendeu a realização da prova no ano passado. Mas Agnelo conseguiu algumas vitórias simbólicas neste embate, a exemplo da autorização da Justiça para a concessão de reajustes dos servidores. Mas neste round, Rollemberg desferiu o melhor golpe e está na ofensiva. Alguém sabe quando vai soar o gongo da vitória? Bem, o Tribunal de Contas poderá julgar tecnicamente as contas de Agnelo ainda neste semestre. Na sequência, a Câmara Legislativa fará a análise política.

Sindicatos em brasa 
Os embates entre o Palácio do Buriti e os servidores públicos poderão ser mais fortes neste ano. É que muitos sindicatos passarão por eleições nos próximos meses. Na busca pelo apoio das categorias, os candidatos deverão construir um discurso duro contra o governo. Nos palanques, a questão do reajuste dos trabalhadores, cuja discussão está prevista para outubro, será um dos principais temas. A brasa está quente e poderá incendiar o DF, mais uma vez.
PPS, o magnético
O primeiro suplente do senador José Antônio Reguffe, José Carlos Vasconcellos está deixando o PDT para se filiar no PPS. Enquanto Reguffe  seguirá na vida pública sem partido, Vasconcellos acompanhará os passos do senador Cristovam Buarque e da presidente da Câmara, Celina Leão. Na próxima segunda-feira, a legenda prepara um ato público para a recepção dos novos nomes.

Veia neologística
Suplente de deputado federal e ex-presidente da Câmara Legislativa, Alírio Neto anda magoadíssimo com o Buriti, mas nem por isso perdeu a criatividade. Cunhou até um neologismo. Diz para quem quiser ouvir que Brasília vive um esquizogoverno. Vem a ser cruzamento de administração com esquizofrenia. 
PinguePongue
Com a promulgação da “janela”, deputados ganham a oportunidade de mudar de partido sem terem os mandatos questionados. Com conflitos internos, o PSDB-DF é forte candidato a perder o único representante na Câmara Legislativa. Mas há sinais de que o  distrital Raimundo Ribeiro permaneça na sigla. Ele diz aguardar que a democracia interna seja restabelecida. 
Com a promulgação da “janela”, o senhor vai  sair do PSDB?
Eu ainda não tenho nenhuma definição neste sentido. Procuramos trabalhar para que o PSDB tivesse um espaço democrático internamente. E existem sinais da Executiva Nacional de que isso possa acontecer num período muito rápido. A janela abre uma possibilidade para os próximos 30 dias. Mas nossa intenção é não sair, mas gostaríamos que o partido implementasse a democracia interna. 
Esta sinalização é um recuo do atual presidente da sigla no DF, deputado Izalci?
São manifestações de algumas pessoas que integram a executiva, que coincidem com o que a gente defende.
Izalci já chegou a dizer que não gostaria de perder um quadro como o senhor, tão importante para o partido. Isso pode ser um recuo?
Eu não tenho poder de saber a motivação dos atos do deputado Izalci. Eu não tenho nada a dizer se ele já disse que   não se sente representado por mim na Câmara Legislativa, mas eu me sinto muito bem representado por ele na Câmara Federal. Sou contrário não à pessoa do Izalci, e sim ao modelo ultrapassado e antidemocrático, que não condiz com os princípios da criação do PSDB, de intervenção no partido. O PSDB não é de donos.
O senhor recebeu convites de partidos?
Recebi convites do PPS, PR, PSB, PMB, PMDB, PTN PHS, PSD e Rede. Acabei de ter, inclusive, uma conversa com o senador Cristovam Buarque e a deputada Celina Leão, de saída do PDT. 
E o senhor está tendendo a aceitar algum desses convites?
No momento, eu não penso em questão de mudança partidária. Estou aguardando as conversas com o meu partido.
 
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