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Do Alto da Torre Redação JBr (18/02)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Tesoura afiada, não para a família
Enquanto não coloca em prática medidas capazes de aumentar a arrecadação, como a regularização fundiária e a emissão de alvarás de construção, o Executivo lança mão de um novo decreto para promover o equilíbrio entre receitas e despesas. A lista de cortes não estabelece limites para gastos com telefonia móvel, em relação aos decretos do ano passado,  nem para o combustível usado nos carros que servem ao governador, ao vice e aos seus familiares, “se razões de segurança exigirem”, diz o decreto. 

Conta-gotas
O novo texto, publicado na edição de ontem do Diário Oficial do DF, limita os gastos mensais com combustível em 240 litros para veículos movidos a gasolina, 260 litros para carros a álcool e 280 litros para os que consomem óleo diesel. A medida não se aplica a veículos utilizados nas atividades-fim das secretarias de Segurança Pública e da Paz Social,  de Saúde e os destinados ao transporte escolar da Secretaria de Educação, Esporte e Lazer.   

Mais cortes
 O decreto também proíbe gastos com diárias de viagem, passagens aéreas, participação em cursos, congressos, seminários e eventos similares, além da contratação ou prorrogação de contratos de locação de mão de obra temporária, com exceção das áreas de educação e saúde.

Obras limitadas
O texto impede a celebração ou prorrogação de convênios que impliquem despesa superior a R$ 1 milhão anual e por convênio e impõe limite de R$ 10 mil por ano para a contratação ou renovação de contratos de prestação de serviços. Não permite, ainda, obras e reformas com custo acima de R$ 2 milhões por ano e por contrato. 

Balança maldosa
Certos parlamentares voltaram para a Câmara Legislativa com alguns quilos a menos, a exemplo do deputado Rodrigo Delmasso (PTN). Mas luta contra a balança não é nadinha fácil. Contam as más línguas que nesta semana um elevador descia cheio do quinto andar, tendo entre os passageiros o deputado Bispo Renato (PR), acompanhado de alguns de seus assessores. Lotado, o elevador seguiu até o segundo andar, onde Delmasso esperava embarcar. Mas, apesar do regime, o distrital ouviu o apito do aparelho alertar para o excesso de peso. Bispo Renato pediu para um dos assessores sair. Mesmo assim, quando Delmasso tentou novamente, foi impedido pela sirene. O Bispo pediu para outro funcionário esperar no andar e só então o colega de plenário conseguiu entrar.

Piada pesadinha
Enquanto o elevador descia, o Bispo teria dito: “Poxa Delmasso, logo agora que você emagreceu, apita... Se ainda fosse antes”. O colega respondeu: “Pois é, se fosse antigamente tudo bem”. Então uma pessoa soltou a pérola: “É a consciência, deputado!”. Sem graça, Delmasso esboçou um sorriso. “Não, não”, afirmou. Para terminar o causo, o bispo finalizou: “Bom, eu não tenho nem peso e nem consciência pesada. Para mim não apitou. Todos os passageiros caíram na gargalhada.

Se gritar......
Um personagem folclórico da Operação Lava Jato esteve na Câmara dos Deputados ontem. O agente Newton Ishii, o “japonês da Federal” esteve no Congresso Nacional para um evento. “Rapaz, quando o japonês chegou aqui foi um tumulto. Engraçado é que não tinha ninguém no lado da esquerda, onde fica o pessoal do PT. Todos vazaram”, brincou o deputado federal, Alberto Fraga, ainda no DEM. Assim como outros parlamentares de oposição, Fraga tirou uma foto com Ishii. Depois do registro, o deputado garantiu que o agente não revelou nenhuma novidade da investigação. “Ele é muito reservado”, afirmou.

Entre tapas e bicos
Em um passado não muito distante, o presidente regional do PSDB e deputado federal Izalci Lucas não escondia os atritos com o deputado distrital tucano Raimundo Ribeiro. Hoje, a postura é outra e Lucas trabalha para a permanência de Ribeiro. “Não desejo a saída de Raimundo Ribeiro. Ele é um bom quadro. O que aconteceu é que todos nós passamos por uma intervenção que não uniu o partido, mas sim dividiu”, argumentou o deputado federal.

PinguePongue
Com a oficialização da saída dos senadores Cristovam Buarque e Reguffe e da presidente da Câmara Legislativa, distrital Celina Leão, do PDT, o partido tenta juntar os cacos e já faz planos para o futuro: lançar  candidato ao Governo do Distrito Federal. Segundo o deputado Reginaldo Veras, único representante da sigla no Legislativo local, nada afetará a legenda.
O PDT acaba de sofrer três baixas importantes. Como será a atuação do partido no DF de agora em diante?
Em quatro momentos na história já disseram que o PDT iria morrer, começando quando perdemos a sigla PTB para Ivete Vargas;  em 1980, quando foi criado o PT, que incorporou a lógica trabalhista;   quando  Maurício Corrêa saiu do  partido, em 1993 e, depois, com a morte do Brizola, em 2004. A gente sempre se recupera. É uma perda, mas eu,   Joe Vale (distrital licenciado e secretário do Trabalho, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos) e toda a militância estamos  tranquilos. Isso não  vai nos afetar. Nossas bandeiras de educação e trabalhismo estão acima das pessoas e vão continuar existindo. 
Reguffe disse que sai do PDT para ficar sem sigla porque não acredita mais em partidos políticos. 
A  chance do Reguffe voltar para o PDT é grande. Ele é um crítico feroz da política e dos partidos. E, quando  precisar de um partido para concorrer. que outro partido ele encontrará com  mais credibilidade que o PDT? E mais: eu vou lutar por isso. 
O partido já se reuniu para discutir a atual conjuntura?
Já começamos a traçar nossas metas. Vamos atuar intensamente para a campanha de Ciro Gomes à presidência da República. Estamos planejando a realização de um seminário, liderado por Joe Valle, para dar   postura de gestão empresarial ao partido e  lançaremos candidato a governador. A nossa meta é lançar candidato a governador em 2018. E, por enquanto, temos um nome: Joe.
Com a janela partidária, o partido tem expectativa de engrossar as fileiras?
Sim. Alguns parlamentares já nos procuraram e  alguns até já rejeitamos. Já acordamos com o presidente nacional, Carlos Lupi, que as filiações passarão pelo meu crivo e o do Joe.
 
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