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Emergência na saúde do DF amplia racha político

terça-feira, 19 de janeiro de 2016


Prorrogação, diz PT, demonstra que o Buriti não consegue controlar Saúde
Isaac Marra
isaac.marra@jornaldebrasilia.com.br
Uma ano depois de decretar situação de emergência na saúde pública do Distrito Federal, o governador Rodrigo Rollemberg prorrogou, pela segunda vez, a vigência desse prazo. A medida provocou críticas do Partido dos Trabalhadores. Em nota, a liderança da sigla considera que “passados 360 dias, o governo Rollemberg não conseguiu gerenciar o caos estabelecido nas unidades de saúde”. O documento vai além e afirma que o governo “conseguiu piorar tudo e transformar a saúde no DF em situação de calamidade pública.”
Na contramão das acusações do  líder Chico Vigilante, a Secretaria de Saúde traça um quadro de avanços na contratação de profissionais, regularização de estoques de medicamentos e de manutenção de equipamentos. “As mudanças ao longo do período de um ano não ocorreram somente por conta da situação de emergência, são resultados obtidos principalmente com o trabalho desta gestão”, afirma a pasta.
Mosquito é que complica
Segundo a Secretaria de Saúde a decisão de prorrogar a situação de emergência foi tomada, principalmente, pelo cenário epidemiológico causado pelas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Desta forma, garante a secretaria, “o DF se mantém amparado legalmente por este decreto, o que facilita a ação da pasta em qualquer decisão mais emergencial.” 
Para o deputado Chico Vigilante, a extensão do prazo é inócua e caracteriza-se como um dos mais longos períodos que se tem notícia no Brasil.
O líder petista também considera grave o fato de o governo ter mantido, segundo ele, cerca de R$ 250 milhões do Fundo de Saúde represados em suas contas de livre movimentação. Para ele, esses recursos deveriam ser utilizados para abastecer as unidades da rede com medicamentos. “Faltam seringa para aplicação de insulina, reagentes para exames laboratoriais, dipirona e kits de exames rápidos para detectar dengue”, acusa Vigilante.
Já a Secretaria de Saúde ressalta que todos os medicamentos têm processo de compra em andamento. Alguns enfrentam problemas na produção, o que atrasa a entrega e até a finalização da compra.
Secretaria repõe medicamentos
As reclamações de Chico Vigilante sobre a falta de medicamentos nas prateleiras das farmácias públicas  são rebatidas pela Secretaria de Saúde. A pasta informa que adquiriu mais de 9 mil unidades de teste rápido para dengue e que o produto está disponível na rede desde a segunda quinzena de dezembro. Informa também que uma licitação está em andamento para aumentar  os estoques do insumo. 
A secretaria garante que há dipirona e não faltam seringas na rede. Quanto aos demais medicamentos, a Saúde esclarece que apenas 65 estão com estoques zerados, do total de 850 padronizados. Segundo a pasta, todos eles estão em processo de aquisição. 
Mesmo com o esforço que o governo afirma estar fazendo, as dificuldades na rede pública de saúde se tornaram crônicas no Distrito Federal. O quadro não é nada animador para quem precisa de hospitais públicos. 
A reestruturação da rede é a mais nova aposta dos gestores da pasta para melhorar a prestação de serviços de saúde. As 15 coordenações gerais foram concentradas em sete regiões de saúde, que serão comandadas por um superintendente com autonomia administrativo-financeira. 
Além disso, o governo conseguiu recredenciar o Hospital de Base para realizar transplantes de rim.
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
 
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