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Bancada do DF é a favor do impeachment

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015


Apenas Erika Kokay defende Dilma. Roney e Rosso não se posicionam
Millena Lopes
millena.lopes@jornaldebrasilia.com.br
Se dependesse da bancada do Distrito Federal na Câmara dos Deputados, a presidente Dilma Rousseff cairia. Cinco - Laerte Bessa (PR), Augusto Carvalho (SD), Izalci (PSDB), Fraga (DEM) e Ronaldo Fonseca (Pros) - dos oito deputados federais devem votar  a favor do impeachment, dois ainda não se posicionaram e somente a deputada Erika Kokay (PT) declara apoio à presidente.
Ela engrossou o coro entoado hoje pelos petistas e classificou a atitude do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como tentativa de golpe, já que não há elementos para tirar a presidente eleita do posto. Para ela, o presidente da Casa “chantageia o País porque não consegue lidar com a democracia”.
A petista disse que  está tranquila e acredita que não prosperarão o que chamou de “atalhos sórdidos” da oposição para chegar ao poder.  
Esperança
“O impeachment é uma luz de esperança que aparece para o País. A corrupção está tão alastrada no governo do PT, que à única forma de salvar o País é tirando esse povo do poder”, opinou Fraga, que tenta, inclusive ser um dos representantes do DEM na comissão que analisará o pedido de impeachment. “Até pagaria para participar dessa comissão”, brincou o deputado. 
Rogério Rosso (PSD) e Roney Nemer (PMDB) são diplomáticos. Dizem que ainda analisarão o requerimento para, depois, se posicionar. “Preciso primeiro saber o que é, para saber se foi precipitado ou não. Mas eu acho que, para ter uma atitude dessa, (o presidente da Câmara) deve ter uma fundamentação”, disse Roney, que é do mesmo partido que Cunha. 
A decisão, ele frisou, não é simplesmente  política, mas jurídica. “Pensando no bem do país”, destacou. 
Participação popular
Ao contrário do que determina seu partido, o PR, Laerte Bessa é declaradamente a favor da saída de Dilma. Ele diz  que a participação popular será determinante para que a presidente deixe o cargo. “O governo tem maioria na Casa”.
Fraga faz coro: “Se não houver participação popular  para pressionar os parlamentares, pode ser que eles conseguiam barrar o processo”. As negociações, ele diz, já começaram. “O governo já está chamando as pessoas para conversar”, acrescentou.
Favorável à saída de Dilma, Augusto Carvalho disse que tanto ele quanto o  partido lutarão “para que a vontade do povo, manifestada pelo alto índice de desaprovação a esse governo, seja cumprida”.
Pelas redes sociais, Izalci foi  claro: “O primeiro passo foi dado. Agora, tirar essa quadrilha que assaltou o País do poder só depende de nós”.
Embora seja da base aliada, Ronaldo Fonseca também seria a favor da saída de Dilma, segundo os mais próximos. Ele, no entanto, não retornou as ligações da reportagem.
Saiba mais
Laerte Bessa disse que foi o primeiro deputado a manifestar interesse em participar da comissão de 65 deputados titulares - e outros 65 suplentes - para analisar o pedido de impeachment. O PR, que é da base aliada,  recusou o pedido, segundo o deputado.
Deram preferência,  Bessa reforçou, a deputados que são contra o impeachment. 
Fonte: Da redação do Jornal de Brasília
 
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