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Bem Informado Ninguém é Enganado

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Secretário esclarece cortes de comissionados Júlio Gregório foi ouvido por deputados em audiência pública na CLDF

sexta-feira, 20 de novembro de 2015
FOTO: DIVULGAÇÃO/CLDF

?Em audiência pública realizada nessa quinta-feira (19) pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura da Câmara Legislativa, o secretário de Educação, Júlio Gregório, deu explicações sobre a reestruturação administrativa realizada em sua pasta, que vem gerando apreensões na comunidade escolar do DF. “Todas as secretarias de governo receberam a determinação de diminuir em 20%, no mínimo, seus gastos com cargos comissionados. Trata-se de uma determinação legal, uma vez que o GDF extrapolou o limite de gastos imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal”, explicou.
20/11/2015 09h05

O secretário garantiu que os cortes não atingiram as escolas. “Tínhamos duas alternativas. Ou cortávamos em 20% a remuneração de todos os cargos comissionados ou faríamos a reestruturação, devolvendo servidores que atuavam na área central para suas lotações de origem, ou seja, as escolas. Optamos pela segunda em nome da preservação da normalidade nas escolas, onde de fato a educação acontece”, afirmou Gregório. Segundo o secretário, os servidores da estrutura central representam 14% de todo o pessoal da Secretaria de Educação. “Cortamos 20% de 14%. Apesar da reestruturação, todos os serviços estão garantidos. Inclusive, para o ano que vem, vamos empreender a universalização do atendimento a crianças de 4 a 5 anos, como a lei determina”, comprometeu-se.

Vários professores, assistentes e demais profissionais da educação, além de estudantes, se pronunciaram na audiência. Em comum nos discursos, a reclamação de não terem sido chamados para discutir a reestruturação realizada. Arabella Nóbrega, conselheira escolar do Centro de Ensino Especial 1, criticou a tomada de decisão sem a participação da comunidade. “A gestão participativa é um princípio fundamental da educação que não pode ser secundarizado pelo governo. Por que fazer uma reestruturação a portas fechadas, de forma vertical?”, questionou.

O deputado Prof. Reginaldo Veras (PDT) argumentou que mudanças podem ser positivas, desde que sejam discutidas com os interessados. 
Da redação do Alô
 
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